{"id":4326,"date":"2022-08-01T12:00:41","date_gmt":"2022-08-01T15:00:41","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/?page_id=4326"},"modified":"2023-12-10T23:47:15","modified_gmt":"2023-12-11T02:47:15","slug":"texto-historiografia-do-catarismo-a-querela-desconstrucionista","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/texto-historiografia-do-catarismo-a-querela-desconstrucionista\/","title":{"rendered":"Texto: Historiografia do Catarismo: A Querela Desconstrucionista"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right;\">Philipe Rosa de Lima<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\"><sup>[1]<\/sup><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0A heresia \u00e9 um fen\u00f4meno de destaque na Idade M\u00e9dia devido \u00e0s suas repercuss\u00f5es pol\u00edticas, sociais e espirituais. Nesse sentido, o catarismo foi um grande representante desse contexto hist\u00f3rico, especialmente na regi\u00e3o francesa do Languedoc. Por\u00e9m, analisar esse passado long\u00ednquo para tentarmos nos aproximar dessa realidade hist\u00f3rica n\u00e3o \u00e9 uma tarefa f\u00e1cil, pois envolve diversos questionamentos e diverg\u00eancias acerca de sua base factual, conceitual e historiogr\u00e1fica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0Assim, buscaremos neste artigo analisar brevemente as controv\u00e9rsias que envolvem a percep\u00e7\u00e3o historiogr\u00e1fica recente sobre a heresia c\u00e1tara. Logo, continue com a leitura para conferir.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Conceito de Heresia<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0Primeiramente, \u00e9 importante definirmos o que entendemos como \u201cheresia\u201d. Este termo tem origem na palavra grega <em>hairesis<\/em>, a qual tem o significado de \u201cescolha\u201d. Assim, o contexto hist\u00f3rico dessa etimologia se insere no per\u00edodo dos primeiros s\u00e9culos do cristianismo, o qual agregou uma mir\u00edade de disputas sobre o que deveria ser a verdadeira doutrina estabelecida por Jesus e seus ap\u00f3stolos (JEANJEAN, 2016). Logo, nesse sentido, um herege seria um indiv\u00edduo que teria escolhido aceitar um posicionamento divergente de uma base doutrinal hegem\u00f4nica, ou seja, da ortodoxia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0Ao longo dos s\u00e9culos medievais, a acep\u00e7\u00e3o da heresia foi sendo progressivamente alargada e aplicada aos movimentos considerados her\u00e9ticos pela Igreja. Ent\u00e3o, quando considerada em rela\u00e7\u00e3o ao catarismo, tem-se tradicionalmente a refer\u00eancia sobre um grupo que viveu na Europa ocidental do s\u00e9culos XII-XIV, essencialmente radicado na Germ\u00e2nia, no Languedoc e na pen\u00ednsula it\u00e1lica. A saber, esse movimento era assaz heterog\u00eaneo com algumas caracter\u00edsticas comuns, tais como a nega\u00e7\u00e3o da legitimidade da Igreja, a promo\u00e7\u00e3o de cren\u00e7as dualistas, pr\u00e1ticas asc\u00e9ticas como o vegetarianismo e um sistema hier\u00e1rquico espec\u00edfico dentro de sua organiza\u00e7\u00e3o (DUVERNOY, 1976).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0Contudo, naturalmente surge o questionamento sobre se \u00e9 apropriado para a historiografia que se utilize o termo \u201cheresia\u201d, pois se poderia com esse ato \u201ctomar o partido\u201d da ortodoxia eclesi\u00e1stica ao empreg\u00e1-lo. Embora essa reflex\u00e3o seja leg\u00edtima, \u00e9 fato que as outras alternativas lexicais (como \u201cdissid\u00eancia\u201d) n\u00e3o conseguem indicar com consist\u00eancia a refer\u00eancia a esses movimentos na Idade M\u00e9dia. Assim, seguimos a dire\u00e7\u00e3o estabelecida pelo historiador Alain Boureau, o qual defende a utiliza\u00e7\u00e3o do termo a partir de uma \u00f3tica cr\u00edtica e pedag\u00f3gica, sempre levando em considera\u00e7\u00e3o o seu vi\u00e9s (BOUREAU, 2008).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0A intencionalidade pr\u00f3pria \u00e0 rela\u00e7\u00e3o entre ortodoxia e heresia sob o ponto de vista do of\u00edcio historiogr\u00e1fico \u00e9 evidente. Para superar esse dilema, podemos apontar tr\u00eas caminhos poss\u00edveis para o historiador, a depender do objeto hist\u00f3rico estudado e da natureza das suas fontes:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1) Desconstrucionista: a heresia s\u00f3 existe pois foi criada pela ortodoxia;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2) Dial\u00e9tico: a ortodoxia e a heresia t\u00eam influ\u00eancias m\u00fatuas sobre a constru\u00e7\u00e3o uma da outra;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3) Independente: n\u00e3o existe uma rela\u00e7\u00e3o ontol\u00f3gica entre heresia e ortodoxia, pois essa se configura a depender do contexto hist\u00f3rico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 Esses tr\u00eas posicionamentos s\u00e3o essenciais para se compreender a pol\u00eamica historiogr\u00e1fica sobre o catarismo, como voc\u00ea pode ver a seguir.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Querela desconstrucionista<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0A Idade M\u00e9dia teve algumas querelas de renome, tais como a das Investiduras e tamb\u00e9m a dos Universais. Igualmente, a historiografia sobre o catarismo agrega uma grande diverg\u00eancia metodol\u00f3gica sobre a heresia, a qual nomeamos de \u201cquerela desconstrucionista\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0A t\u00edtulo de informa\u00e7\u00e3o, grande parte das fontes hist\u00f3ricas acerca da heresia c\u00e1tara prov\u00e9m de lugares de produ\u00e7\u00e3o eclesi\u00e1sticos. Nesse sentido, surgiu uma importante vertente na heresiologia medieval que tinha como objetivo desconstruir os discursos presentes nesses documentos para se tentar alcan\u00e7ar uma compreens\u00e3o segura do fen\u00f4meno her\u00e9tico no Languedoc.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 A publica\u00e7\u00e3o da obra \u201c<em>Inventer l\u2019 h\u00e9r\u00e9sie<\/em>\u201d (ZERNER, 2009) marca a consolida\u00e7\u00e3o dessa abordagem na historiografia do catarismo, tamb\u00e9m conhecida como \u201cEscola de Nice\u201d. Em resumo, podemos citar os seguintes autores como vinculados total ou parcialmente aos postulados desconstrucionistas: Monique Zerner; Jean-Louis Biget; Robert Moore; Mark Pegg; Julien Th\u00e9ry; John Arnold; Pilar Jimenez-S\u00e1nchez.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0Contudo, quais seriam esses postulados acerca da heresia c\u00e1tara? Primeiramente, a heresia c\u00e1tara teria sido uma extrapola\u00e7\u00e3o discursiva de escritores\u00a0cat\u00f3licos no medievo que resgataram os argumentos dos autores patr\u00edsticos contra o\u00a0Manique\u00edsmo na Antiguidade. Ademais, a historiografia desconstrucionista p\u00f5e em xeque as principais caracter\u00edsticas tradicionalmente associadas \u00e0s comunidades c\u00e1taras, tais como o seu conjunto de cren\u00e7as e a sua organiza\u00e7\u00e3o social (PEGG, 2008).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0Naturalmente, essa abordagem metodol\u00f3gica foi questionada por parcela consider\u00e1vel da historiografia do catarismo, tanto pelo seu posicionamento hiperrelativista, quanto pela sua interpreta\u00e7\u00e3o das fontes sobre a heresia. Para fins pedag\u00f3gicos, optamos por chamar esse grupo como \u201canti-desconstrucionista\u201d, ressaltando que a oposi\u00e7\u00e3o de seus historiadores ao paradigma desconstrucionista varia em grau e m\u00e9rito. Podemos mencionar os seguintes historiadores anti-desconstrucionistas: Alain Boureau, Peter Biller, Anne Brenon, Michel Roquebert, John Mundy, Claire Taylor, Caterina Bruschi e Yuri Stoyanov.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 Em resumo, os pesquisadores anti-desconstrucionistas apontam que o desconstrucionismo rebaixa ou anula a pr\u00f3pria condi\u00e7\u00e3o ontol\u00f3gica da heresia, ou seja, apaga a hist\u00f3ria de comunidades inteiras perseguidas pelos poderes seculares e eclesi\u00e1sticos na Idade M\u00e9dia. A narrativa desconstrucionista de que o catarismo foi uma fic\u00e7\u00e3o foi refutada com veem\u00eancia na obra <em>Cathars in Question<\/em> (SENNIS, 2016), especialmente pelos historiadores Peter Biller e Jorg Feuchter. Vale a pena destacar as tr\u00eas novas evid\u00eancias hist\u00f3ricas sobre o catarismo trazidas por Feuchter: uma refer\u00eancia de 1179 do patriarca s\u00edrio sobre a heresia; um documento notarial de Bazi\u00e8ge de 1189 (de meio n\u00e3o-eclesi\u00e1stico) e depoimentos inquisitoriais da d\u00e9cada de 1240 (FEUCHTER, 2016). A diversidade de escopo temporal e de lugares de produ\u00e7\u00e3o chamam a aten\u00e7\u00e3o nessa obra, o que invalidaria uma cr\u00edtica desconstrucionista de que seriam discursos eclesi\u00e1sticos que anulariam a ideia de uma heresia estabelecida na regi\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 De fato, o argumento desconstrucionista tem ra\u00edzes no arcabou\u00e7o intelectual do p\u00f3s-modernismo, influenciado pelas obras de Foucault, Derrida e Hayden-White (MULLER, 2010). Logo, podemos citar o emprego de abordagens relativistas e nominalistas por grande parte dos historiadores desconstrucionistas. De antem\u00e3o, cabe mencionar a imensa validade em pesquisar fontes eclesi\u00e1sticas buscando compreender os seus discursos e as suas inten\u00e7\u00f5es. No caso do posicionamento dessa vertente historiogr\u00e1fica, devemos ressaltar tamb\u00e9m o seu grande m\u00e9rito em identificar as falhas de transcri\u00e7\u00e3o e interpreta\u00e7\u00e3o dos manuscritos referentes \u00e0 hist\u00f3ria do catarismo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0Contudo, o papel do historiador \u00e9, por meio da pesquisa de fontes e interpreta\u00e7\u00e3o da bibliografia, buscar se aproximar o m\u00e1ximo poss\u00edvel daquele passado controverso e ajudar a identificar a sua realidade hist\u00f3rica, como mencionamos anteriormente. Nos \u00faltimos anos, ocorreram diferentes semin\u00e1rios e publica\u00e7\u00e3o de obras nas quais alguns historiadores de ambos os lados travaram debates bastante construtivos, chegando inclusive a posi\u00e7\u00f5es intermedi\u00e1rias. Por exemplo, vale mencionar o livro \u201c<em>Dissidences en Occident des d\u00e9buts du christianisme au XXe si\u00e8cle. <\/em><em>Le religieux et le politique<\/em>\u201d (ALBERT; BRENON; JIMENEZ-S\u00c1NCHEZ, 2016).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0Ou seja, construiu-se um di\u00e1logo historiogr\u00e1fico no qual se determinou ser poss\u00edvel uma an\u00e1lise na qual se consideram as poss\u00edveis manipula\u00e7\u00f5es de autores eclesi\u00e1sticos medievais sobre as fontes do catarismo, por\u00e9m sem invalidar a exist\u00eancia do movimento c\u00e1taro. Assim, ocorreria uma ades\u00e3o parcial \u00e0 abordagem dial\u00e9tica ou independente pela historiografia. Se antes fal\u00e1vamos sobre uma querela, atualmente podemos dizer que existem discord\u00e2ncias fundamentadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Eventos hist\u00f3ricos em disputa<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0Adiante, existem importantes eventos e fen\u00f4menos hist\u00f3ricos relacionados \u00e0 hist\u00f3ria do catarismo que t\u00eam interpreta\u00e7\u00e3o diversa a depender da ado\u00e7\u00e3o ou n\u00e3o das abordagens desconstrucionista, dial\u00e9tica ou independente. Apresentamos a seguir a lista de alguns deles:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Presen\u00e7a concreta de comunidades c\u00e1taras no Languedoc desde o s\u00e9culo XI;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Debate sobre a validade do termo \u201cbons-homens\u201d<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\"><sup>[2]<\/sup><\/a>;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Suposta influ\u00eancia oriental na doutrina c\u00e1tara, especialmente da cren\u00e7a dos bogomilos<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\"><sup>[3]<\/sup><\/a>;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Veracidade da Carta de Nicetas e Conc\u00edlio de Saint-F\u00e9lix em 1167;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Grau de homogeneidade doutrinal e social nas comunidades c\u00e1taras;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Validade hist\u00f3rica de fontes sobre a heresia adquiridas via depoimentos da<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Inquisi\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Exist\u00eancia de fontes hist\u00f3ricas genuinamente c\u00e1taras;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Identifica\u00e7\u00e3o das comunidades her\u00e9ticas mencionadas por Bernardo de<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Claraval e Evervin de Steinfeld no s\u00e9culo XII (BERNARDO DE CLARAVAL, 1879;\u00a0 EVERVIN DE STEINFELD, 1879);<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Col\u00f3quio de Lombers em 1165;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Carta do conde Raimundo V de Toulouse em 1177 sobre a exist\u00eancia de<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">hereges no Languedoc (GERV\u00c1SIO DA CANTU\u00c1RIA, 1879);<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Miss\u00f5es legatinas papais de Henrique de Marcy em 1178 e 1181;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Quantidade real de indiv\u00edduos que teriam aderido formalmente \u00e0 heresia c\u00e1tara no Languedoc.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Conclus\u00e3o<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 N\u00e3o pretendemos neste breve texto estabelecer uma an\u00e1lise sobre a hist\u00f3ria do catarismo que esgote o tema, at\u00e9 pela impossibilidade dessa tarefa. Em suma, a pol\u00eamica sobre a heresia \u00e9 um debate sobre as fontes hist\u00f3ricas e de como interpret\u00e1-las. Ent\u00e3o, cabe aos historiadores se posicionarem e embasar as suas pesquisas com argumentos construtivos e n\u00e3o especulativos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 Afinal, a diverg\u00eancia na abordagem metodol\u00f3gica dos historiadores sobre o catarismo \u00e9 bastante frut\u00edfera, pois imp\u00f5e desafios e estimula novas pesquisas sobre o tema. A quest\u00e3o ainda est\u00e1 em aberto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Bibliografia<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">ALBERT, Jean-Pierre; BRENON, Anne; JIMENEZ-S\u00c1NCHEZ, Pilar. <em>Dissidences en\u00a0<\/em><em>Occident des d\u00e9buts du christianisme au XX si\u00e8cle<\/em>. Le religieux et le politique. Toulouse: Presses Universitaires du Midi, 2016.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">BERNARDO DE CLARAVAL. Sermones in Cantica (V.2). In: MIGNE, Jacques-Paul\u00a0(Ed.). <em>Patrologia Latina <\/em>(Tomo 183). Paris: 1879, col. 1080-1102.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">BOUREAU, Alain.<em> La circulation des h\u00e9r\u00e9sies dans l`Europe m\u00e9di\u00e9vale.<\/em> Cahiers du\u00a0Centre de Recherches Historiques. N. 42, 2008.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">DUVERNOY, Jean. <em>La Religion des Cathares<\/em>. Toulouse : \u00c9ditions Privat, 1976.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">EVERVIN DE STEINFELD. De Haereticis sui temporis. In: MIGNE, Jacques-Paul (Ed.). <em>Patrologia Latina<\/em> (Tomo 182). Paris: 1879, col. 676-680.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FEUCHTER, Jorg. The heretici of Languedoc: Local holy men and women or organized religious group? New evidence from inquisitorial, notarial and historiographical sources.\u00a0In: SENNIS, Antonio (Ed.). <em>Cathars in question<\/em>. York: York Medieval Press, 2016, p.\u00a0112-130.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">GERV\u00c1SIO DA CANTU\u00c1RIA. <em>The Chronicle of the reigns of Stephen, Henry II and\u00a0<\/em><em>Richard I.<\/em> Londres: Longman, 1879, p. 270-271.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">JEANJEAN, Beno\u00eet. Comment peut-on \u00eatre h\u00e9r\u00e9tique dans l`\u00c9glise des premiers si\u00e8cles? \u00bb ou la fabrication de l`h\u00e9r\u00e9tique dans l`Antiquit\u00e9 tardive. In : ALBERT, Jean-Pierre; BRENON, Anne; JIMENEZ-S\u00c1NCHEZ, Pilar.<em> Dissidences en Occident des d\u00e9buts du christianisme au XX si\u00e8cle<\/em>. Le religieux et le politique. Toulouse: Presses Universitaires du Midi, 2016, p. 31-48.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MULLER, Daniela. Les historiens et la question de la v\u00e9rit\u00e9 historique : L`\u00c9glise\u00a0Cathare a-t-elle exist\u00e9? In : BRENON, Anne (Org.). <em>1209-2009, cathares<\/em>: une histoire \u00e0 pacifier? Actes du colloque international tenu \u00e0 Mazamet les 15, 16 et 17 mai 2009 sous la pr\u00e9sidence de Jean-Claude H\u00e9las. Portet-sur-Garonne : Loubati\u00e8res, 2010, p. 139-153.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">PEGG, Mark Gregory. <em>A most holy war<\/em>. The Albigensian Crusade and the battle for\u00a0Christendom. Oxford: Oxford University Press, 2008.\u00a0SENNIS, Antonio (Ed.). <em>Cathars in question<\/em>. York: York Medieval Press, 2016.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">ZERNER, Monique (Org.) <em>Inventar a heresia<\/em>. Discursos pol\u00eamicos e poderes antes da Inquisi\u00e7\u00e3o. Campinas: Editora da Unicamp, 2009.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\"><sup>[1]<\/sup><\/a> 1 Doutor em Hist\u00f3ria pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Email:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">philiperlima@gmail.com. Curr\u00edculo Lattes: http:\/\/lattes.cnpq.br\/8170242164720613.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\"><sup>[2]<\/sup><\/a> Os bons-homens eram a denomina\u00e7\u00e3o dos sacerdotes do catarismo, tamb\u00e9m chamados de \u201cperfeitos\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\"><sup>[3]<\/sup><\/a> O bogomilismo foi uma seita gn\u00f3stica crist\u00e3 que se difundiu no leste da Europa e na \u00c1sia a partir do<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">s\u00e9culo X.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: center;\">Publicado em 1\u00b0 de Agosto de 2022.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como citar:<\/strong> LIMA, Phillipe Rosa de. Historiografia do Catarismo: A Querela Desconstrucionista. <strong>Blog do POIEMA<\/strong>. Pelotas: 01 ago. 2022. Dispon\u00edvel em: https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/texto-historiografia-do-catarismo-a-querela-desconstrucionista\/. Acesso em: data em que voc\u00ea acessou o artigo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>CURTIU O TEXTO? VOC\u00ca TAMB\u00c9M PODER\u00c1 GOSTAR DE:<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/texto-cataros-em-foco-hereges-e-heresia-na-cruzada-albigense\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-5513 size-thumbnail\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/files\/2023\/07\/Arte-dos-Textos-do-Blog-4-200x200.png\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/files\/2023\/07\/Arte-dos-Textos-do-Blog-4-200x200.png 200w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/files\/2023\/07\/Arte-dos-Textos-do-Blog-4-400x400.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/files\/2023\/07\/Arte-dos-Textos-do-Blog-4-1024x1024.png 1024w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/files\/2023\/07\/Arte-dos-Textos-do-Blog-4-768x768.png 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/files\/2023\/07\/Arte-dos-Textos-do-Blog-4-750x750.png 750w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/files\/2023\/07\/Arte-dos-Textos-do-Blog-4.png 1080w\" sizes=\"auto, (max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Philipe Rosa de Lima[1] &nbsp; \u00a0 \u00a0A heresia \u00e9 um fen\u00f4meno de destaque na Idade M\u00e9dia devido \u00e0s suas repercuss\u00f5es pol\u00edticas, sociais e espirituais. Nesse sentido, o catarismo foi um grande representante desse contexto hist\u00f3rico, especialmente na regi\u00e3o francesa do Languedoc. 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