{"id":1742,"date":"2021-09-29T19:31:22","date_gmt":"2021-09-29T22:31:22","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/?page_id=1742"},"modified":"2024-02-12T17:18:14","modified_gmt":"2024-02-12T20:18:14","slug":"gregory-oliveira","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/gregory-oliveira\/","title":{"rendered":"Pesquisa: Lembran\u00e7as de cavaleiros"},"content":{"rendered":"<p><strong>Lembran\u00e7as de cavaleiros: o medievo sonhado, celebra\u00e7\u00f5es da conquista e mem\u00f3rias de uma tradi\u00e7\u00e3o do Brasil Central (s\u00e9c. XX-XXI)<\/strong><\/p>\n<p>O acionamento \u00e0 Idade M\u00e9dia no contexto posterior ao recorte arbitrado entre o s\u00e9culo V e XV da Era Comum \u00e9 uma constante em suportes diversos. De afrescos \u00e0 charges, de refer\u00eancias em discursos pol\u00edticos \u00e0 can\u00e7\u00f5es de <em>heavy metal<\/em>, elementos, passagens, personagens e <em>motifs<\/em> s\u00e3o colhidos do largo reposit\u00f3rio para atender aos mais diversos prop\u00f3sitos.<\/p>\n<p>\u00c9 assim que vemos o passado dito medieval como certo espectro recorrente na cultura visual. Seja no sentido negativo, como a lamentar que um contexto presente estaria se aproximando \u00e0 \u201cbrutalidade\u201d da <em>Idade das Trevas<\/em>, ou em um vi\u00e9s saudosista, que igualmente inventa um mil\u00eanio id\u00edlico, territ\u00f3rio a ser evocado em utopias radicais de indiv\u00edduos que igualmente condenam o presente, a Idade M\u00e9dia \u00e9 instrumentalizada. Da coleta, se avan\u00e7a \u00e0 retirada, ao destaque, \u00e0 inven\u00e7\u00e3o de elementos e, por fim, no retorno de tais Medievos inventados para o contexto, em um movimento conhecido como <em>recep\u00e7\u00e3o<\/em>.<\/p>\n<p>Por tr\u00e1s de toda Idade M\u00e9dia inventada, vemos as irremov\u00edveis impress\u00f5es digitais do presente. Uma est\u00e1tua criada no s\u00e9culo XIX sobre uma figura do s\u00e9culo IX se utiliza desta representa\u00e7\u00e3o para versar sobre o pr\u00f3prio contexto. Um escritor de romance captura os <em>motifs<\/em> \u201cmedievalescos\u201d abundantes na cultura de massas para escrever suas obras de <em>High Fantasy<\/em> que, apesar de situadas em mundos que n\u00e3o s\u00e3o necessariamente o nosso, e situ\u00e1-los cronologicamente em Eras completamente diversas, n\u00e3o deixam de ser percebidas pelo p\u00fablico como \u201cmedievais\u201d.<\/p>\n<p>A percep\u00e7\u00e3o do p\u00fablico quanto a \u201cacuidade hist\u00f3rica\u201d deste ou daquele elemento poderia constituir, igualmente, elemento de an\u00e1lise do pesquisador que se volta (como eu) ao estudo da recep\u00e7\u00e3o da Idade M\u00e9dia. A forma como o medievo \u00e9 acionado para a constru\u00e7\u00e3o de itens como <em>playlists<\/em> em plataformas de <em>streaming<\/em> de \u00e1udio, por exemplo, aponta para um contexto que retoma o passado como uma esp\u00e9cie de \u201cref\u00fagio sonoro\u201d, uma esp\u00e9cie de mecanismo de fuga que pode ser assemelhado ao consumo de jogos eletr\u00f4nicos ambientados em cen\u00e1rios e imbu\u00eddos de discursos \u201cmedievais\u201d.<\/p>\n<p>Pensar sobre a rela\u00e7\u00e3o do p\u00fablico com produ\u00e7\u00f5es desta sorte \u00e9 aproximar-se de dimens\u00f5es profundamente interdisciplinares, como estudos de mem\u00f3ria. A rela\u00e7\u00e3o de indiv\u00edduos com o tempo est\u00e1, necessariamente, conectada a processos de apropria\u00e7\u00e3o, sele\u00e7\u00e3o, apagamento de determinados detalhes para a consolida\u00e7\u00e3o de la\u00e7os diacr\u00f4nicos significativos para sua pr\u00f3pria experi\u00eancia no contexto. As identidades moldadas em uma trajet\u00f3ria individual s\u00e3o indissoci\u00e1veis de sua viv\u00eancia em conjunto. \u00c9 assim que, por exemplo, a inven\u00e7\u00e3o de uma Idade M\u00e9dia como espa\u00e7o nost\u00e1lgico, em alternativa a um presente desconfort\u00e1vel (para todos os espectros pol\u00edticos) \u00e9 um processo que abarca simultaneamente contextos de comunidades do s\u00e9culo XXI sob o capitalismo global e as rela\u00e7\u00f5es de cada indiv\u00edduo submetido ao referido contexto.<\/p>\n<p>A inven\u00e7\u00e3o do passado como lugar m\u00edtico, como Era de Ouro a ser lembrada com certo lamento por ter certeza de sua supera\u00e7\u00e3o ou com esperan\u00e7a pelo anseio de certo \u201cretorno\u201d aponta para a problem\u00e1tica rela\u00e7\u00e3o do presente consigo. Trata-se de uma dimens\u00e3o que abarca estudos em humanidades como um todo e, h\u00e1 de se mencionar, outras epistemologias, considerando que, apesar de vivermos todos sob a \u00e9gide do capital, a experi\u00eancia, as viv\u00eancias, as identidades e matizes culturais s\u00e3o profundamente distintas do centro \u00e0s bordas do capital. Nesse sentido, o avan\u00e7o em dire\u00e7\u00e3o \u00e0s teorias decoloniais e do Sul Global s\u00e3o fundamentais tamb\u00e9m na abordagem do fruir de indiv\u00edduos do lado de c\u00e1 do mundo nas grandes correntezas culturais por vezes idealizadas no Norte Global.<\/p>\n<p>Pensar em mem\u00f3ria e em recep\u00e7\u00e3o do Medievo, em formas pelas quais, nos dizeres de Stuart Hall, o indiv\u00edduo se costura \u00e0 estrutura no processo de cria\u00e7\u00e3o de sua identidade cultural, nos leva a expandir nosso escopo de an\u00e1lise muito al\u00e9m de meros exemplos de recep\u00e7\u00e3o em recortes esp\u00e1cio-temporais espec\u00edficos. Desde 2018, estudo especificamente as maneiras como a figura de Carlos Magno foi acionada por presentes diversos. Recorte surpreendentemente longo e amplo, o desta empreitada, pois o monarca dos francos, primeiro a utilizar o t\u00edtulo <em>Imperator et augustus<\/em> desde o s\u00e9culo V, foi relido desde pouqu\u00edssimas d\u00e9cadas ap\u00f3s sua morte. Tornado um avatar dos discursos gestados nos mais de mil e duzentos anos depois de ter expirado, vemos a recep\u00e7\u00e3o do Medievo (pelo pr\u00f3prio Medievo, inclusive) em sua express\u00e3o mais n\u00edtida. Sua vida \u00e9 apropriada por testemunhas oculares, constituindo sua mem\u00f3ria. Contudo, uma dessas testemunhas, o cronista Einhard, \u00e9 um dos primeiros a selecionar partes espec\u00edficas da vida para a cria\u00e7\u00e3o da <em>Vita<\/em>. Em seu empenho em imortalizar Carlos como fez Suetonius \u00e0 Caio J\u00falio C\u00e9sar, a obra de Einhard assevera que Carlos-homem, pereceu; surge, desde c. 840, Carlos-mito.<\/p>\n<p>Quando o Extremo Ocidente Eurasi\u00e1tico busca no passado as legitima\u00e7\u00f5es para suas campanhas contra os \u201cpag\u00e3os\u201d, surge o Carlos-cruzado. Quando um monarca precisa reafirmar sua linhagem, aparece o Carlos-santo. Avan\u00e7ando os s\u00e9culos, o Carlos-santo \u00e9 o patrono do ensino. Em outra vertente, \u00e9 Carlos-genocida, como o acusam aqueles que veem na campanha contra os sax\u00f5es uma verdadeira limpeza \u00e9tnica. Apesar das ef\u00edgies em moedas mostrarem um Carlos de cabelos curtos, o Carlos-cruzado \u00e9 aquele da \u201cBarba Florida\u201d que alcan\u00e7a muito al\u00e9m dos limites de seu territ\u00f3rio.<\/p>\n<p>\u00c9 esse Carlos-mito que, via o <em>corpus<\/em> de can\u00e7\u00f5es e romances, tradu\u00e7\u00f5es, prequelas e sequ\u00eancias da <em>Chanson de Roland<\/em> (c. 1100), o <em>Legend\u00e1rio Carol\u00edngio<\/em>, alcan\u00e7a o mundo colonial. A travessia do mito pelos Pireneus leva, no interior das mesmas naus que carregaram as armas para os invasores ib\u00e9ricos que ocuparam Tahuantinsuyo, An\u00e1huac e Abya Yala a partir de fins do s\u00e9culo XV \u2013 um dos limiares atribu\u00eddos posteriormente ao Medievo \u2013 e, posteriormente, abastece outros conjuntos liter\u00e1rios, como a literatura de cordel.<\/p>\n<p>A presen\u00e7a de Carlos-mito no mundo colonial ocorre em dupla apropria\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que, somando-se ao cordel, uma das \u00faltimas representa\u00e7\u00f5es do Legend\u00e1rio, a <em>Historia del Emperador Carlomagno y de los Doce Pares de Francia<\/em>, de Nicol\u00e1s de Piemonte (c. 1525), alcan\u00e7a a Am\u00e9rica, ao lado de obras como <em>Don Quixote<\/em>. Carlos (e outros her\u00f3is do Legend\u00e1rio, como Roland e Oliver) encontram terreno prof\u00edcuo e n\u00e3o \u00e9 imposs\u00edvel imaginarmos que sua presen\u00e7a no campo liter\u00e1rio est\u00e1 atrelada ao contexto de viol\u00eancia colonial.<\/p>\n<p>Contexto que leva a celebra\u00e7\u00f5es da Conquista. Nelas tamb\u00e9m vemos o acionamento a Carlos e, principalmente, ao confronto entre duas cosmogonias, expressas pela dualidade crist\u00e3os e mouros (com os segundos representando toda identidade que n\u00e3o faz parte do conjunto <em>Cristandade<\/em>). Os autos-dram\u00e1ticos conduzidos nos dois Imp\u00e9rios Coloniais buscam evocar um mundo no qual o triunfante cristianismo derrotou por completo o <em>outro<\/em>.<\/p>\n<p>Nesse sentido, a Idade M\u00e9dia \u00e9 acionada quase como um plano de fundo acidental: n\u00e3o importa, necessariamente, a \u201cacuidade hist\u00f3rica\u201d no relato que alimentou toda a tradi\u00e7\u00e3o de recep\u00e7\u00f5es de Carlos Magno (a derrota dos francos diante dos bascos \u2013 ambos crist\u00e3os \u2013 no desfiladeiro de Roncevaux, em 778). Importa, ao contr\u00e1rio, que se identifique em um plano narrativo a mesma dualidade que se denota no contexto corrente e o resultado esperado (a submiss\u00e3o do <em>outro<\/em>).<\/p>\n<p>Tradi\u00e7\u00f5es como os <em>Moros y Cristianos<\/em> (que n\u00e3o recebem, necessariamente, a figura de Carlos Magno) e, principalmente, as Cavalhadas dos Brasis, ambas idealizadas ainda na pen\u00ednsula ib\u00e9rica, s\u00e3o representa\u00e7\u00f5es da forma como o contato com o <em>outro<\/em>, da vit\u00f3ria da viol\u00eancia colonial, da (ambicionada) constru\u00e7\u00e3o de um mundo unificado pela f\u00e9.<\/p>\n<p>N\u00e3o se tratam, contudo, de mera transposi\u00e7\u00e3o de referenciais culturais da Eur\u00e1sia para nosso contexto, assim como sua manuten\u00e7\u00e3o (pois algumas dessas celebra\u00e7\u00f5es possuem alguns s\u00e9culos) tamb\u00e9m n\u00e3o implica em um processo de apropria\u00e7\u00e3o unilateral e preserva\u00e7\u00e3o completa dessas celebra\u00e7\u00f5es do lado de c\u00e1. Tratar tais tradi\u00e7\u00f5es como evid\u00eancias de que a Idade M\u00e9dia segue viva no nosso continente \u00e9 ignorar a emerg\u00eancia de personagens, narrativas e especificidades que demonstram o protagonismo n\u00e3o somente do contexto colonial, mas tamb\u00e9m de grupos que n\u00e3o s\u00e3o necessariamente as elites coloniais e seus descendentes. Percebe-se, ao menos desde o s\u00e9culo passado, a emerg\u00eancia da ag\u00eancia dos subalternos em tradi\u00e7\u00f5es cada vez mais distintas de matrizes transcontinentais ou mesmo nacionais (esse construto por si s\u00f3 imaginado).<\/p>\n<p>E este \u00e9 o estado corrente de minha pesquisa. Pois tais tradi\u00e7\u00f5es tem um impacto sobremaneira na comunidade que as mant\u00e9m e h\u00e1 de se verificar o quanto esta ou aquela refer\u00eancia <em>medievalesca<\/em> faz (ou n\u00e3o) parte da identidade cultural de um grupo. \u00c9 ent\u00e3o que retomo o papel da mem\u00f3ria nesse estudo e, principalmente, da contribui\u00e7\u00e3o de membros de uma comunidade espec\u00edfica para identificar o papel do componente local, deslocado da elite, na manuten\u00e7\u00e3o de uma tradi\u00e7\u00e3o que possui a recep\u00e7\u00e3o do medievo como um dos elementos significativos \u2013 mas n\u00e3o s\u00f3. Com a an\u00e1lise de relatos sobre as Cavalhadas de Piren\u00f3polis, pretendo perceber a maneira como o contexto regional levou a constru\u00e7\u00e3o de uma verdadeira reinven\u00e7\u00e3o da tradi\u00e7\u00e3o e, em outro sentido, procuro perceber a forma como a tradi\u00e7\u00e3o faz parte das lembran\u00e7as que membros da comunidade possuem de suas pr\u00f3prias celebra\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Ainda nessa pesquisa, percebemos o medievo como um reposit\u00f3rio, a partir do qual o presente \u2013 por mais distante f\u00edsica e temporal do referencial \u2013 percebe no passado um potencial instrumentaliz\u00e1vel para representar seus pr\u00f3prios discursos e, principalmente, sua identidade cultural.<\/p>\n<p><strong>GRADUANDO GREGORY RAMOS OLIVEIRA<\/strong><br \/>\nGraduado em Hist\u00f3ria (Bacharelado) pela UFPel.<br \/>\nMestrando em Hist\u00f3ria pela UFPel.<br \/>\nIntegrante do POIEMA desde 2018.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Lembran\u00e7as de cavaleiros: o medievo sonhado, celebra\u00e7\u00f5es da conquista e mem\u00f3rias de uma tradi\u00e7\u00e3o do Brasil Central (s\u00e9c. 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