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  • Relação de Inscrições Homologadas no Processo Seletivo 2016

    Por Nível, Linha e em ordem alfabética.

    MESTRADO – Linha 1

    01    ANA CÂNDIDA MARTINS BÁLSAMO TAROUCO
    02    BRUNA MEDEIROS BATALHA
    03    DIEGO ELIAS RODRIGUES DOS SANTOS
    04    DIOGO HENRIQUE TAVARES
    05    ELISANDRA GIMENEZ VIEIRA
    06    EVELYN ANDRADE DOS SANTOS
    07    LARISSA DALL’AGNOL DA SILVA
    08    LIENI FREDO HERREIRA
    09    MARCIO SANTOS DA CRUZ
    10    MARIA LÚCIA CAETANO ABREU
    11    MAURICIO PELEGRINI
    12    MILENA OLIVEIRA DO ESPÍRITO SANTO
    13    MIRELA FARIAS PICKERSGILL
    14    MIRVANA MARTINS NASCIMENTO XAVIER PEREIRA
    15    PAULINE ELOISE MARIANI
    16    PRISCILA BORGES SILVEIRA
    17    THIAGO RIBEIRO MOREIRA
    18    VINÍCIUS BOLDT DOS SANTOS

     

    MESTRADO – Linha 2

    01    ALINE BLAAS SCHIAVON
    02    AMANDA AMARAL DOS SANTOS
    03    ANA CLÁUDIA SEUS FALKE
    04    ANGELA JAQUELINE SINNOTT DIAS
    05    BIANKA MACHADO ZANINI
    06    BIBIANE MOURA DA ROSA
    07    BRUNA MADRUGA PIRES DA SILVA
    08    CARLA WEBER PETERS
    09    CRISTINA ROSSANO SOARES MAICÁ
    10    FABIANE PINHO FURTADO
    11    FÁTIMA ROSÂNGELA RODRIGUES SOARES
    12    FRANCIELLE BENDLIN ANTUNES
    13    JANAÍNA DUARTE BENDER
    14    JESSICA STRAGLIOTTO BAZZAN
    15    JULIANA AMARAL ROCKEMBACH
    16    JULIANA BAPTISTA RODRIGUES
    17    KATIA DA SILVA ROCHA
    18    LEANDRO FARIAS RODRIGUES
    19    LETÍCIA VALENTE DIAS
    20    LUÍSA CAROLINE BRESSLER
    21    LUIZA ROCHA BRAGA
    22    MARIANA PORTO DA CUNHA
    23    MAURÍCIO POLNOW DA LUZ
    24    MONIQUE FARIAS COELHO
    25    RENATA ARAÚJO LEMES
    26    SUELEN CORREA QUIROGA
    27    SUELEN DA CUNHA DIAS

     

    DOUTORADO – Linha 1

    01    ADRIANE DOMINGUES ESLABÃO
    02    ANDRÉIA SIMONE FERREIRA BRETANHA
    03    BIANCA CONTREIRA DE JUNG
    04    CARLA LUCIANE DOS SANTOS BORGES
    05    EDUARDA SIGNOR
    06    JEFERSON SANTOS JERÔNIMO
    07    LISA ANTUNES CARVALHO
    08    MARTHA LETTNIN HAERTEL
    09    NARA JACÍ DA SILVA NUNES
    10    SUÉLEN CARDOSO LEITE
    11    XÊNIA MARTINS MONFRIM

     

    DOUTORADO – Linha 2

    01    ALEXANDRA CAMARGO DE MORAES NOVACK
    02    ANDRESSA HOFFMANN PINTO
    03    CÁSSIA LUÍSE BOETTCHER
    04    CRISTIANE QUADRADO DA ROSA
    05    DANIELA HABEKOST CARDOSO
    06    DÉBORA EDUARDA DUARTE DO AMARAL
    07    DENISE SOMAVILA PRZYLYNSKI CASTRO
    08    ELIANA BUSS
    09    FERNANDA LISE
    10    GREICE CARVALHO DE MATOS
    11    LEILA FAGUNDES CONTER
    12    LETICIA PILOTTO CASAGRANDA
    13    MARCIANE KESSLER
    14    MARIA ANGÉLICA SILVEIRA PADILHA
    15    NATÁLIA SEVILHA STOFEL

     

  • Mapeamento da Saúde do Idoso da Zona Rural

    Publicada notícia no Diário Popular:

    Saúde do idoso na zona rural é mapeada por estudo da UFPel
    Pesquisa pioneira visa averiguar como vive, o que faz, o que sente e as principais doenças que a acometem

    Por: Tânia Cabistany
    taniac@diariopopular.com.br 

     

    Estudo pioneiro, focado na saúde do idoso da zona rural, revela que 35,5% da população com 60 anos ou mais ainda trabalha. Desses, 91,8% são aposentados, a maioria agricultores (72,2%), com renda mensal de um a dois salários mínimos (80,1%). Foram pesquisadas 820 das cerca de 22 mil pessoas residentes na Colônia de Pelotas, sendo 15,8% da faixa etária público-alvo. Os idosos que participaram do trabalho são cadastrados em dez Unidades Básicas de Saúde (UBSs) com Estratégia Saúde da Família e têm até 95 anos.

    Alguns dados da pesquisa, realizada por enfermeiras do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e uma acadêmica de Enfermagem, ainda estão em fase de análise. Mas é possível adiantar que 43,41% dos participantes apresentam a Síndrome da Fragilidade no Idoso (SFI), caracterizada pela diminuição da reserva de energia no corpo, que inclui diminuição da mobilidade, perda de massa e força muscular e que podem levar à diminuição no equilíbrio. A síndrome pode ser verificada pela perda de peso não intencional, fraqueza, redução da força, redução da velocidade ao caminhar e baixa atividade física.

    De acordo com o estudo, consolidaram-se como fatores associados à condição fragilidade a baixa escolaridade, a não realização de atividade física, déficit cognitivo, e autopercepção de saúde má ou péssima. A prevalência de SFI aumentou linearmente conforme a piora da autoavaliação de saúde, o fato ter estado hospitalizado, sofrido quedas nos últimos 12 meses ou apresentar qualquer patologia como diabetes, hipertensão arterial e osteoporose.

    A mestranda Letícia Pilotto Casagranda destaca que pesquisas relacionadas à população idosa são cada vez mais importantes devido ao aumento populacional da faixa etária e o fato de existirem poucos estudos com a população idosa rural, principalmente com enfoque na saúde. “Isso torna relevante investigações nesse contexto, a fim de traçar um cuidado direcionado às reais necessidades dessa população”, destaca.

    Dos 820 entrevistados, 139 têm o diagnóstico de diabetes mellitus. Desses, 65,6% são do sexo feminino, 92,3% são do Tipo 2, que é mais comum em idosos, 59% estão com excesso de peso, 73,4% consomem doces três vezes na semana, 82,3% consomem embutidos e frituras três vezes na semana. O consumo de legumes e verduras é feito por 61,1% dos idosos e 66,1% consomem frutas diariamente.

    Diante da grande parte dos diabéticos estarem acima do peso, percebeu-se a necessidade de definir estratégias de saúde pública, visando direcionar o cuidado para a alimentação saudável, a fim de contornar os hábitos alimentares, incentivando-os quanto ao consumo de frutas, verduras e legumes e diminuir o consumo de embutidos, frituras e doces para que desta forma possam almejar a qualidade de vida, aponta a coordenadora do trabalho, Celmira Lange.

    Nos grupos de hipertensos e diabéticos das UBSs da zona rural existe acompanhamento, tratamento e palestras. Na UBS Colônia Maciel, segundo a assistente social Kátia Aguiar, são quase 30 pessoas a se encontrarem semanalmente às terças-feiras. Nesse dia são avaliados em medida, peso, pressão arterial e exames, além de receberem receitas para os medicamentos que consomem. Também participam de conferências e acompanham vídeos sobre saúde física e emocional. “Aplica-se técnicas de dinâmica em grupo para descontração ou de relaxamento, exercícios para rirem e troca de experiências”, conta. Na UBS são atendidos em consultas e outros procedimentos mais de cem idosos por mês.

    Na ativa, mas muito mais regrado
    O agricultor Olavo Camelatto, 77, integra a população dos idosos que seguem firmes trabalhando, embora hoje em dia leve uma vida mais regrada, como ele mesmo diz. Antigamente plantava pêssego, batata e cebola. Ainda tem uma vida ativa na lida, porém bem menos intensa. Cuida da parreira e tinha uma horta, mas foi destruída pela última tempestade.

    Os filhos deixaram a zona rural para estudar e não voltaram, mora só com a esposa. Hipertenso e diabético, ele toma medicamentos e garante fazer check-up com frequência para conferir sua saúde. “Acho que toda a pessoa de idade tem que fazer bastante exercício e uma vez por ano ir ao médico para fazer exames”, ressalta. Não dispensa o chapéu para andar no sol. Acorda às 5h30min e deita tarde, por volta de 23h30min, porque gosta de ver um pouco de TV com a companheira.

    A prevalência do câncer de pele na população estudada foi de 4,8% e levou em consideração câncer de pele atual e passado. Quanto à exposição solar, dos 820 idosos, 84% se expõem ao sol. Mais de 40% se expõem ao sol aproximadamente duas horas por dia e 21% por mais de sete horas diárias. Em relação ao uso do filtro solar, 73,02% não utilizam, 19,7% usam e 7,2% às vezes. O chapéu foi o equipamento mais presente na proteção solar, 84,84% dos idosos usam chapéu quando expostos à radiação solar.

    Quem tem algum contato com a zona rural de Pelotas já ouviu falar nele. Disposição não lhe falta, vontade de ajudar a todos também não. O padre Armindo Capone, aos 85 anos, comprova que idade é apenas um número. Ou dois, no caso dele. Residente na Colônia Maciel, é o pároco e líder da comunidade. Acorda cedo e depois do café vai para a igreja rezar sua oração. São 25 idas e vindas do altar à porta em oração. Já considera fazer ginástica nesse momento também. Quando não tem atendimento, vai cuidar da horta.

    Referência na comunidade, padre Capone costuma visitar famílias ao longo do dia. “Prefiro não parar, quanto mais eu trabalho, mais me sinto feliz”, fala. Ele lê bastante e na televisão acompanha apenas o noticiário. Um prato de salada verde é o remédio que considera para tudo. “A alimentação é importante. O povo não sabe se alimentar. Come produtos industrializados e muito sódio. Carne eu não como quase. Mas não rejeito um churrasco, excepcionalmente”, diz, rindo. No café a dica é usar mel.

    A doméstica Maria de Lourdes Oliveira, 66, orgulha-se de dizer que não tem problemas de saúde. Casada, com três filhos e quatro netos, é conhecida na Colônia Maciel pela sua disposição. Acorda às 6h, pois gosta de ficar um pouco na cama escutando rádio. Depois vai trabalhar. É uma cozinheira de mão cheia, comenta a patroa. Dedicação não falta. Ela gosta de começa o preparo dos alimentos pelas 10h. “Senão não fica bom. Tem que ter calma para fazer comida”, explica.

    No cardápio do trabalho inclui mais legumes, saladas e carnes não fritas. Já em casa a situação é outra: os pratos são mais fortes. Adora toicinho frito com mostarda. Não gosta muito de arroz, mas não dispensa uma salada de maionese.

    Mariazinha, como é conhecida, não para nunca, embora exercício físico programado não faça. “Gosto é de dançar, mas tem poucas festas aqui. Quando tem eu vou e esperneio. Sábado cheguei em casa quase cinco da manhã”, frisa, empolgada.

     

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    Olavo Camelatto, de 77 anos, reduziu a atividade no campo, mas ainda lida com o trabalho. Diabético e hipertenso, costuma ir ao médico regularmente e em casa cuida de uma parreira (Foto: Paulo Rossi – DP)

     

    Letícia Pilotto Casagranda, mestranda (Foto: Paulo Rossi - DP)

    Letícia Pilotto Casagranda, mestranda (Foto: Paulo Rossi – DP)

     

    Maria de Lourdes Oliveira, 66, é mãe de três filhos e orgulha-se da saúde que tem (Foto: Paulo Rossi - DP)

    Maria de Lourdes Oliveira, 66, é mãe de três filhos e orgulha-se da saúde que tem (Foto: Paulo Rossi – DP)

     

    O padre Armindo Capone visita as famílias da zona rural, aos 85 anos de idade (Foto: Paulo Rossi - DP)

    O padre Armindo Capone visita as famílias da zona rural, aos 85 anos de idade (Foto: Paulo Rossi – DP)

  • Primeira Defesa de Doutorado do Programa

     

    Primeira Defesa Isabel

    Ocorreu na data de 20/05/2015 a primeira defesa de Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da UFPel. A agora doutora Isabel Cristina de Oliveira Arrieira (foto) realizou a apresentação de sua tese para a banca e, após o resultado de aprovação, comemorou com seus convidados e professores presentes em um coquetel oferecido para a ocasião.

  • Credenciamento de Professores 2015

    Estão abertas as inscrições para credenciamento de professores para o Programa de Pós-Graduação em Enfermagem.
    O prazo é de 13/10/2015 a 23/10/2015, das 09 às 18hs.
    Interessados devem encaminhar à secretaria do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da UFPel os seguintes documentos:Formulário de Avaliação disponível para download no link: credenciamento.
    Currículo Lattes impresso e o link para o mesmo na Plataforma do CNPQ.
    Comprovante original dos livros publicados.

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