{"id":446,"date":"2023-12-08T13:52:39","date_gmt":"2023-12-08T16:52:39","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/pandemiadecovid19contadapormulheres\/?page_id=446"},"modified":"2026-04-19T11:28:16","modified_gmt":"2026-04-19T14:28:16","slug":"quem-somos","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/pandemiadecovid19contadapormulheres\/quem-somos\/","title":{"rendered":"Quem Somos?"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 18pt; color: #d47e30;\"><strong><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; background-color: #ffffff;\">QUEM SOMOS?\u00a0<\/span><\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif;\"><span style=\"font-weight: 400;\">O projeto de pesquisa<strong> \u201cAgora \u00e9 que s\u00e3o elas: a pandemia de COVID-19 contada por mulheres\u201d<\/strong> foi criado na Universidade Federal de Pelotas (UFPel), pela Profa. Dra. Camila Peixoto Farias, atrav\u00e9s do N\u00facleo de Estudos e Pesquisas em Psican\u00e1lise (Pulsional), em parceria com a Profa. Dra. Giovana Fagundes Luczinski, coordenadora do Laborat\u00f3rio de Estudos e Pesquisas em Fenomenologia e Psicologia Existencial (Epoch\u00e9). <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Conta tamb\u00e9m com a colabora\u00e7\u00e3o do Laborat\u00f3rio margin\u00e1lia (UFRJ), coordenado pela Profa. Dra. Fernanda Canav\u00eaz de Magalh\u00e3es.\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><img class=\"size-full wp-image-447 aligncenter\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/pandemiadecovid19contadapormulheres\/files\/2023\/12\/LOGO1-400x400-1.png\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/pandemiadecovid19contadapormulheres\/files\/2023\/12\/LOGO1-400x400-1.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/pandemiadecovid19contadapormulheres\/files\/2023\/12\/LOGO1-400x400-1-200x200.png 200w\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400; font-family: 'book antiqua', palatino, serif;\">O projeto nasce da inquieta\u00e7\u00e3o diante dos desafios que as mulheres estavam vivenciando durante a pandemia e do fen\u00f4meno de silenciamento em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 especificidade dessas quest\u00f5es. Surge, ent\u00e3o, o interesse, em termos cient\u00edficos, na diversidade de realidades vividas, nos sentidos a elas atribu\u00eddos e em seus desdobramentos em termos de sa\u00fade mental.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400; font-family: 'book antiqua', palatino, serif;\">O primeiro grande desafio foi pensar a constru\u00e7\u00e3o de uma metodologia para acessar essas hist\u00f3rias em um momento t\u00e3o preocupante e que exigia o distanciamento f\u00edsico. Diante da necessidade de empreender uma coleta de dados on-line, nos deparamos com diversos questionamentos, dentre eles: como criar um instrumento que permitisse conhecer o contexto das mulheres, os marcadores sociais que alicer\u00e7avam suas viv\u00eancias e que tamb\u00e9m as convidasse ao compartilhamento de viv\u00eancias, hist\u00f3rias e sentimentos?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400; font-family: 'book antiqua', palatino, serif;\">Dessa forma, realizamos uma constru\u00e7\u00e3o colaborativa de um instrumento que pudesse permitir uma an\u00e1lise cuidadosa e situada, tendo como alicerce o contexto da pandemia.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400; font-family: 'book antiqua', palatino, serif;\">A coleta de dados foi realizada atrav\u00e9s de um question\u00e1rio on-line contendo 32 quest\u00f5es, incluindo perguntas objetivas e abertas, divulgado entre mulheres brasileiras (residentes, ou n\u00e3o, no Brasil). As perguntas denotavam marcadores sociais e tamb\u00e9m visavam a proporcionar um espa\u00e7o de constru\u00e7\u00e3o de narrativas pessoais. A ferramenta foi divulgada em diversas redes sociais a partir do dia 24 de maio de 2020 e ficou dispon\u00edvel at\u00e9 07 de junho de 2020. Em quinze dias, obtivemos a quantidade surpreendente de quase 6.000 respostas, evidenciando o interesse e a identifica\u00e7\u00e3o gerados nas mulheres que recebiam a proposta.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400; font-family: 'book antiqua', palatino, serif;\">Cabe ressaltar que a pesquisa segue as determina\u00e7\u00f5es da Resolu\u00e7\u00e3o do Conselho Nacional de Sa\u00fade, n\u00ba 510, de 07 de abril de 2016, que normatizam as condi\u00e7\u00f5es das pesquisas que envolvem seres humanos, aprovada no CEP, na Universidade Federal de Pelotas, com o n\u00famero CAAE: 31203220.3.0000.5317.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400; font-family: 'book antiqua', palatino, serif;\">A investiga\u00e7\u00e3o que estamos conduzindo se ancora em uma pr\u00e1tica contra-hegem\u00f4nica, que valoriza a interdisciplinaridade, visando a construir pontes entre a pluralidade de experi\u00eancias vividas por mulheres na pandemia e a elabora\u00e7\u00e3o de relatos cient\u00edficos a respeito dessas experi\u00eancias. Esta pesquisa est\u00e1 alicer\u00e7ada nas mulheres que somos, situadas hist\u00f3rica, social e geograficamente, partindo da interseccionalidade como caminho para conhecer e visibilizar a realidade de outras (tantas) mulheres.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400; font-family: 'book antiqua', palatino, serif;\">Seguindo a convoca\u00e7\u00e3o de Haraway (1995), para compreendermos quem forjou nossa forma de enxergar o mundo, \u00e9 fundamental que situemos nossas constru\u00e7\u00f5es te\u00f3rico-metodol\u00f3gicas, localizando saberes e reconhecendo a parcialidade inerente a qualquer constru\u00e7\u00e3o cient\u00edfica. Portanto, n\u00e3o trabalhamos a partir de uma suposta neutralidade, mas a partir de uma epistemologia situada (HARAWAY, 1995), localizada hist\u00f3rica, social e geograficamente (ALCOFF, 2016). Trabalhamos em uma perspectiva parcial e n\u00e3o universalizante, alicer\u00e7ada no di\u00e1logo entre as abordagens psicanal\u00edtica e fenomenol\u00f3gico-existencial \u2013 propostas hermen\u00eauticas, que n\u00e3o t\u00eam como objetivo alcan\u00e7ar respostas universais ou replic\u00e1veis (FIGUEIREDO; MINERBO, 2006; MOREIRA, 2002).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400; font-family: 'book antiqua', palatino, serif;\">Diante da grande diversidade de dados, temos trabalhado com recortes, buscando construir interpreta\u00e7\u00f5es articuladas aos nossos lugares situados de pesquisadoras. Na aba produ\u00e7\u00f5es voc\u00ea poder\u00e1 conhecer os recortes analisados at\u00e9 o momento.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400; font-family: 'book antiqua', palatino, serif;\">Gostar\u00edamos de deixar registrado nosso agradecimento \u00e0 ilustradora Jana Magalh\u00e3es que criou a imagem de capa do question\u00e1rio online e que deu origem \u00e0 nossa identidade visual.\u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img class=\"size-full wp-image-451 aligncenter\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/pandemiadecovid19contadapormulheres\/files\/2023\/12\/logo-projeto-juntos-400x187-1.png\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"187\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>QUEM SOMOS?\u00a0 O projeto de pesquisa \u201cAgora \u00e9 que s\u00e3o elas: a pandemia de COVID-19 contada por mulheres\u201d foi criado na Universidade Federal de Pelotas (UFPel), pela Profa. Dra. 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