{"id":580,"date":"2022-05-19T17:12:25","date_gmt":"2022-05-19T20:12:25","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/?p=580"},"modified":"2022-06-19T15:46:17","modified_gmt":"2022-06-19T18:46:17","slug":"modelagem-urbana-crescimento-urbano-e-a-preservacao-dos-recursos-hidricos-em-santiago-rs","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/2022\/05\/19\/modelagem-urbana-crescimento-urbano-e-a-preservacao-dos-recursos-hidricos-em-santiago-rs\/","title":{"rendered":"Modelagem Urbana: Crescimento Urbano e a preserva\u00e7\u00e3o dos recursos h\u00eddricos em Santiago\/RS"},"content":{"rendered":"<p>Por: Ana Cl\u00e1udia Machado Grossi<\/p>\n<h1><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h1>\n<p>O estudo realizado na Disciplina de Modelagem Urbana 2, aborda o assunto de modelagem urbana por meio de aut\u00f4matos celulares para a simula\u00e7\u00e3o de crescimento urbano e a preserva\u00e7\u00e3o dos recursos h\u00eddricos em Santiago\/RS. Prop\u00f5e-se a analisar as vari\u00e1veis ambientais e urbanas que influenciam no desenvolvimento de uma cidade como estudo de caso, simula o crescimento futuro de trinta e seis anos a partir do modelo calibrado e de experimenta\u00e7\u00e3o de outras alternativas. O trabalho permite visualizar e analisar prov\u00e1veis evolu\u00e7\u00f5es urbanas a partir de aspectos morfol\u00f3gicos e da acessibilidade. A cidade escolhida para o estudo foi Santiago no Rio Grande do Sul, pr\u00f3ximo \u00e0 fronteira com o Argentina. Resultando na valoriza\u00e7\u00e3o ao meio ambiente, sem prejudicar o crescimento e desenvolvimento urbano. Ser\u00e1 abordada a influ\u00eancia de fatores como bacia h\u00eddrica, topografia, matas nativas e a BR de acesso \u00e0 cidade no desenvolvimento urbano.<\/p>\n<h1>A cidade de Santiago\/RS<\/h1>\n<p>A Cidade de estudo foi Santiago, Rio Grande do Sul. Utilizando-se de modelagem urbana realizou-se um estudo de crescimento no desenvolvimento de uma estrela de cinco pontas do munic\u00edpio de Santiago. Localizado no estado do Rio Grande do Sul, 354 metros de altitude, de Santiago tem as seguintes coordenadas geogr\u00e1ficas: Latitude: 29\u00b0 10&#8242; 23&#8221; Sul, Longitude: 54\u00b0 51&#8242; 21&#8221; Oeste. Limita ao Norte com o munic\u00edpio de Bossoroca (45 Km) e Itacurubi (75 Km), ao Sul com o munic\u00edpio de S\u00e3o Francisco de Assis (56 Km), Nova Esperan\u00e7a do Sul (36Km) e Jaguari (47Km), ao Leste com o munic\u00edpio de Jar\u00ed (120 Km) e Cap\u00e3o do Cip\u00f3 (53 Km) e ao Oeste com Unistalda (42 Km). Apresenta 73.2% de domic\u00edlios com esgotamento sanit\u00e1rio adequado, 85.4% de domic\u00edlios urbanos em vias p\u00fablicas com arboriza\u00e7\u00e3o e 41.4% de domic\u00edlios urbanos em vias p\u00fablicas com urbaniza\u00e7\u00e3o adequada (presen\u00e7a de bueiro, cal\u00e7ada, pavimenta\u00e7\u00e3o e meio-fio. A popula\u00e7\u00e3o no \u00faltimo censo [2010] \u00e9 de 49.071 pessoas. As imagens ilustradas abaixo e as demais, foram posicionadas no mesmo \u00e2ngulo para a simula\u00e7\u00e3o do programa.<\/p>\n<div id=\"attachment_582\" style=\"width: 2096px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-582\" class=\"wp-image-582 size-full\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/evolucao_urbana_geo.jpg\" alt=\"\" width=\"2086\" height=\"2021\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/evolucao_urbana_geo.jpg 2086w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/evolucao_urbana_geo-400x388.jpg 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/evolucao_urbana_geo-1024x992.jpg 1024w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/evolucao_urbana_geo-768x744.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/evolucao_urbana_geo-1536x1488.jpg 1536w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/evolucao_urbana_geo-2048x1984.jpg 2048w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/evolucao_urbana_geo-310x300.jpg 310w\" sizes=\"auto, (max-width: 2086px) 100vw, 2086px\" \/><p id=\"caption-attachment-582\" class=\"wp-caption-text\">Figura 01_ imagem do mapa da cidade \/RS<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_583\" style=\"width: 622px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-583\" class=\"wp-image-583 size-full\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/Centrality-R1-It-00.png\" alt=\"\" width=\"612\" height=\"567\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/Centrality-R1-It-00.png 612w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/Centrality-R1-It-00-400x371.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/Centrality-R1-It-00-324x300.png 324w\" sizes=\"auto, (max-width: 612px) 100vw, 612px\" \/><p id=\"caption-attachment-583\" class=\"wp-caption-text\">Figura 02_ imagem de sat\u00e9lite da cidade Santiago\/RS<\/p><\/div>\n<h1>Aut\u00f4matos celulares e o programa CityCell<\/h1>\n<p>A simula\u00e7\u00e3o do crescimento urbano utilizou-se o software CityCell \u2013 Urban Growth Simulator, desenvolvido por Saraiva e Polidori (2014). O programa foi concebido com base no modelo de aut\u00f4matos celulares que consiste em um modelo matem\u00e1tico que simula o desenvolvimento urbano no espa\u00e7o e no tempo. Echenique (1975) indica que para trabalhar com um modelo matem\u00e1tico \u00e9 necess\u00e1rio ter um objeto de estudo, uma inten\u00e7\u00e3o, um processo de observa\u00e7\u00e3o e abstra\u00e7\u00e3o, tradu\u00e7\u00e3o para os meios de representa\u00e7\u00e3o, verifica\u00e7\u00e3o e obten\u00e7\u00e3o de conclus\u00f5es. Resulta na simula\u00e7\u00e3o de uma simplifica\u00e7\u00e3o da realidade, composta por principais caracter\u00edsticas eleitas pelo observador. O modelo de aut\u00f4mato celular pode ser constru\u00eddo a partir de simples c\u00e9lulas e por regras de transi\u00e7\u00f5es implementadas no modelo que exercendo a auto organiza\u00e7\u00e3o e reproduzindo padr\u00f5es semelhantes, permite expressar o complexo desenvolvimento urbano ao longo do tempo, em um espa\u00e7o celular. Aut\u00f4mato celular \u00e9 um elemento que possui caracter\u00edsticas pr\u00f3prias espaciais e mecanismos para processar suas caracter\u00edsticas pr\u00f3prias e as externas. Os aut\u00f4matos individuais s\u00e3o arranjados em um\u00a0 grid, malha digital.<\/p>\n<p>O uso da plataforma CityCell implica em tr\u00eas etapas. Inicialmente inserem-se as vari\u00e1veis consideradas relevantes para o estudo, traduzindo-as para a linguagem da plataforma. Essa etapa consiste na entrada de dados, os chamados Inputs. As vari\u00e1veis adicionadas, tamb\u00e9m chamados de atributos, recebem um par\u00e2metro, ou seja, um valor relacionado ao seu peso de intera\u00e7\u00e3o. A segunda etapa consiste no processamento. No Grid do CityCell as c\u00e9lulas dos atributos interagem entre si a partir de tens\u00f5es de atra\u00e7\u00e3o ou resist\u00eancia \u00e0 urbaniza\u00e7\u00e3o, geradas pelos atributos. A somat\u00f3ria dessas tens\u00f5es provoca diferen\u00e7as de centralidade, que indicam o potencial de mudan\u00e7a de estado da c\u00e9lula. A mudan\u00e7a de estado da c\u00e9lula promove o crescimento urbano. Na etapa final, constitui na obten\u00e7\u00e3o e an\u00e1lise dos resultados, os outputs.<\/p>\n<ol>\n<li>\n<h1>CityCell_ Urban Growth Simulator , programa computacional de simula\u00e7\u00e3o<\/h1>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>A simula\u00e7\u00e3o do modelo no CityCell \u00e9 baseada em aut\u00f4matos celulares. Nos estudos sobre o espa\u00e7o urbanizado e a paisagem natural, s\u00e3o modificadas pela a\u00e7\u00e3o humana relacionando as semelhan\u00e7as te\u00f3ricas e metodol\u00f3gicas. Prop\u00f5e-se uma vers\u00e3o ampliada de uma dessas medidas, denominada Acessibilidade Ponderada. O CityCell apresenta um plano de trabalho com c\u00e9lulas quadradas dispostas em um grid. Para este estudo configurou-se a dimens\u00e3o da c\u00e9lula em 200 metros e utilizou-se refer\u00eancia geogr\u00e1fica em Proje\u00e7\u00e3o UTM. Os <strong>Inputs<\/strong>, ou dados de entrada, foram modelados com base em imagens de sat\u00e9lite e em antigos desenhos urbanos. Verificou inicialmente os seguintes atributos urbanos como importantes para o desenvolvimento do estudo: o mapa de cursos d\u2019\u00e1gua, mapa esgoto, mapa de matas nativas, topografia e o mapa das estradas de acesso. Sendo o principal meio de transporte \u00e9 o rodovi\u00e1rio. O Munic\u00edpio \u00e9 cortado pela Rodovia Federal BR 287, a qual faz liga\u00e7\u00e3o com S\u00e3o Borja e com Santa Maria, sendo que neste Munic\u00edpio a Rodovia Federal 392 d\u00e1 acesso at\u00e9 Rio Grande. \u00a0Possui tamb\u00e9m duas Rodovias Estaduais: a RS 168, que faz liga\u00e7\u00e3o com Bossoroca e a RS 377 que liga ao Munic\u00edpio de S\u00e3o Francisco de Assis, Alegrete, Uruguaiana e Cap\u00e3o do Cip\u00f3. Passa pelo Munic\u00edpio a Ferrovia STG 365 que faz liga\u00e7\u00e3o com Jaguari, S\u00e3o Borja e Bossoroca, utilizada exclusivamente para transporte de cargas. O Munic\u00edpio conta tamb\u00e9m com um aeroporto com campo de pouso para avi\u00f5es de pequeno porte, cuja pista est\u00e1 em vias de ser asfaltada.<\/p>\n<div id=\"attachment_584\" style=\"width: 638px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-584\" class=\"wp-image-584 size-full\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/santiago-em-crescimento-e-aguas-01.png\" alt=\"\" width=\"628\" height=\"579\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/santiago-em-crescimento-e-aguas-01.png 628w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/santiago-em-crescimento-e-aguas-01-400x369.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/santiago-em-crescimento-e-aguas-01-325x300.png 325w\" sizes=\"auto, (max-width: 628px) 100vw, 628px\" \/><p id=\"caption-attachment-584\" class=\"wp-caption-text\">Figura 3_Inputs, imagem de sat\u00e9lite e grades<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_585\" style=\"width: 628px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-585\" class=\"wp-image-585 size-full\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/santiago-em-crescimento_-nascentes-e-olho.png\" alt=\"\" width=\"618\" height=\"574\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/santiago-em-crescimento_-nascentes-e-olho.png 618w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/santiago-em-crescimento_-nascentes-e-olho-400x372.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/santiago-em-crescimento_-nascentes-e-olho-323x300.png 323w\" sizes=\"auto, (max-width: 618px) 100vw, 618px\" \/><p id=\"caption-attachment-585\" class=\"wp-caption-text\">Figura 4_Inputs, nascentes e olho d\u2019\u00e1gua Fonte: autora<\/p><\/div>\n<p>Figura 3: Inputs. a) topografia em escala de 1 a 5. b) matas nativas (verde imagem) e cursos d\u2019\u00e1gua (azul claro). c) configura\u00e7\u00f5es urbanas (marrom1985), configura\u00e7\u00f5es urbanas (verde 2021) Fonte: autora<\/p>\n<p>Figura 4: Inputs. Ao fundo da imagem a) topografia em escala de 1 a 5. b) matas nativas (verde imagem) e cursos d\u2019\u00e1gua (azul claro). c) configura\u00e7\u00f5es urbanas (marrom1985), configura\u00e7\u00f5es urbanas (verde 2021), nascentes em blocos (azul anil), olho d\u2019\u00e1gua entre a nascente e curso d\u2019\u00e1gua (azul) Fonte: autora<\/p>\n<p>Na figura 1a \u00e9 apresentada a topografia, sendo legendada em tr\u00eas n\u00edveis. O n\u00famero 1 representa o n\u00edvel mais baixo ocupado pela urbaniza\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s da imagem por sat\u00e9lite. A ocupa\u00e7\u00e3o urbana encontra-se nas zonas numeradas por 2 e 3. Essas foram as zonas adotadas como mais favor\u00e1vel ao crescimento urbano para esse estudo. A mata nativa e os cursos d\u2019\u00e1gua est\u00e3o representados, respectivamente, em verde e azul na figura 1b. Os atributos urbanos est\u00e3o apresentados na figura 1c. Em tons de verde musgo encontram-se as configura\u00e7\u00f5es urbanas de 2021 (mais claro), 1985 em marrom no centro da imagem. Os atributos naturais e os urbanos como atra\u00e7\u00e3o ao crescimento.<\/p>\n<p>Na figura 2a \u00e9 apresentada como fonte do estudo, as nascentes est\u00e3o representadas por blocos de quatro c\u00e9lulas em azul anil e o olho d\u2019\u00e1gua em azul, no caminho do curso da d\u2019\u00e1gua representado de azul mais claro, como base de estudo nas simula\u00e7\u00f5es seguintes.<\/p>\n<p>Em seguida, iniciou-se o processo de <strong>calibra\u00e7\u00e3o<\/strong> do modelo. Esse processo foi estudado valores e aplicados aos atributos, que definam as rela\u00e7\u00f5es entre as c\u00e9lulas, visando uma configura\u00e7\u00e3o pr\u00f3xima \u00e0 realidade. Utilizando a regra de intera\u00e7\u00e3o \u201cThreshold Potencial\u201d, ou potencial de crescimento limiar, realizou-se uma s\u00e9rie de processos de quarenta intera\u00e7\u00f5es buscando um resultado pr\u00f3ximo \u00e0 configura\u00e7\u00e3o urbana de 2021. Considerou-se a configura\u00e7\u00e3o urbana de 1985 com valor 1; atra\u00e7\u00e3o de 0,2 para as estradas; como atra\u00e7\u00e3o 0,8 para o corredor das tropas; 1 para os demais atributos (matas nativas, cursos d\u2019\u00e1gua e aleat\u00f3rio). Nessa simula\u00e7\u00e3o inicial observou-se um crescimento esperado e principalmente exagerado nos pontos circulados em vermelho na figura 2. Nessa figura representa-se em verde a configura\u00e7\u00e3o da cidade de 2019 (alvo da simula\u00e7\u00e3o) e em marrom, a evolu\u00e7\u00e3o urbana resultante da simula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<div id=\"attachment_586\" style=\"width: 531px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-586\" class=\"wp-image-586 size-full\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/calibrar-05.png\" alt=\"\" width=\"521\" height=\"482\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/calibrar-05.png 521w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/calibrar-05-400x370.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/calibrar-05-324x300.png 324w\" sizes=\"auto, (max-width: 521px) 100vw, 521px\" \/><p id=\"caption-attachment-586\" class=\"wp-caption-text\">Figura 05_ Calibrado crescimento 1,95%<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_587\" style=\"width: 531px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-587\" class=\"wp-image-587 size-full\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/Calibrar-06.png\" alt=\"\" width=\"521\" height=\"484\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/Calibrar-06.png 521w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/Calibrar-06-400x372.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/Calibrar-06-323x300.png 323w\" sizes=\"auto, (max-width: 521px) 100vw, 521px\" \/><p id=\"caption-attachment-587\" class=\"wp-caption-text\">Figura 06_ Calibrado, Fuzzy R1 0,715%\u00a0\u00a0 Fonte: autora<span style=\"background-color: #ffffff; color: #333333; font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, 'Nimbus Sans L', sans-serif; font-size: 15px;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0<\/span><\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_588\" style=\"width: 622px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-588\" class=\"wp-image-588 size-full\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/SIG_santiago-FUZZyR1.gif\" alt=\"\" width=\"612\" height=\"567\" \/><p id=\"caption-attachment-588\" class=\"wp-caption-text\">Figura 07_ Gif anima\u00e7\u00e3o do crescimento urbano Fonte: autora<\/p><\/div>\n<p>Identifica-se, observando a figura 5 que as regi\u00f5es em que houve maior crescimento em rela\u00e7\u00e3o ao alvo adotado encontram-se nas altitudes mais favor\u00e1veis ao desenvolvimento (representadas nas cores verde musgo e verde claro). Nas figuras 5 e 6 tamb\u00e9m est\u00e3o representadas congeladas, as configura\u00e7\u00f5es urbanas de 1985 e 2021, e em vermelho, aparece crescimento atrativo nas estradas. Nas simula\u00e7\u00f5es seguintes variou-se os valores de resist\u00eancia de acordo com os n\u00edveis, sem a preocupa\u00e7\u00e3o em preserva\u00e7\u00e3o das \u00e1guas, buscando obter informa\u00e7\u00e3o do avan\u00e7o urbano sem preserva\u00e7\u00e3o comparando com a simula\u00e7\u00e3o com preserva\u00e7\u00e3o das \u00e1guas e nascentes no avan\u00e7o nos pontos identificados.<\/p>\n<div id=\"attachment_600\" style=\"width: 510px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-600\" class=\"wp-image-600 size-full\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/8.png\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"169\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/8.png 500w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/8-400x135.png 400w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><p id=\"caption-attachment-600\" class=\"wp-caption-text\">Figura 8, 8.1: simula\u00e7\u00e3o com valores de R1 71,4% taxa acerto. Fonte: autora<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_601\" style=\"width: 523px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-601\" class=\"wp-image-601 size-full\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/9.png\" alt=\"\" width=\"513\" height=\"184\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/9.png 513w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/9-400x143.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/9-500x179.png 500w\" sizes=\"auto, (max-width: 513px) 100vw, 513px\" \/><p id=\"caption-attachment-601\" class=\"wp-caption-text\">Figura 9, 9.1: simula\u00e7\u00e3o com valores de R2 71,5% taxa acerto. Fonte: autora<\/p><\/div>\n<p>Na simula\u00e7\u00e3o da figura 8 foram utilizados par\u00e2metros de 1 a 1,95, para R1 71,4% a taxa de acerto dentro da topografia em escala de mais\u00a0 favor\u00e1vel. Enquanto que na simula\u00e7\u00e3o da figura 9.1, R2 71,5% taxa de acerto, adotou-se valores com maior intervalo. Em ambos casos persistiu o crescimento nos pontos circulados em vermelho. Em outra tentativa de calibrar o modelo, optou-se por considerar tamb\u00e9m o princ\u00edpio de cidade, configura\u00e7\u00e3o urbana de 1885, utilizando os demais par\u00e2metros da simula\u00e7\u00e3o da figura 9.1.<\/p>\n<ol start=\"2\">\n<li>\n<h1>Prosses, Processo em an\u00e1lise no futuro sem e com a preserva\u00e7\u00e3o das \u00e1guas<\/h1>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>A simula\u00e7\u00e3o do modelo sem a devida preserva\u00e7\u00e3o das nascentes, olho d\u2019\u00e1gua e curso da mesma, identifica um crescimento urbano concentrado como processo espacial demogr\u00e1fico numa concentra\u00e7\u00e3o urbana. Chamando aten\u00e7\u00e3o no desenvolvimento de habita\u00e7\u00f5es verticalizadas, como, por exemplo: a diminui\u00e7\u00e3o de exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 luz solar; a maior dificuldade na circula\u00e7\u00e3o do ar. Na figura 10, 10.1, 10.2 a simula\u00e7\u00e3o de 36 anos futuros sem a preserva\u00e7\u00e3o reflete em crescimento 1,8% Average Growth%.<\/p>\n<div id=\"attachment_602\" style=\"width: 698px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-602\" class=\"wp-image-602 size-full\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/10.png\" alt=\"\" width=\"688\" height=\"179\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/10.png 688w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/10-400x104.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/10-500x130.png 500w\" sizes=\"auto, (max-width: 688px) 100vw, 688px\" \/><p id=\"caption-attachment-602\" class=\"wp-caption-text\">Figura 10 crescimento, 10.1 crescimento concentrado, 10.2 imagem da tabela_ Tables\u00a0 Fonte: autora<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_590\" style=\"width: 622px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-590\" class=\"wp-image-590 size-full\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/SIG_santiago-SEM-PRESERVACAO.gif\" alt=\"\" width=\"612\" height=\"567\" \/><p id=\"caption-attachment-590\" class=\"wp-caption-text\">Figura 10.3 Gif imagem sem preserva\u00e7\u00e3o das \u00e1guas\u00a0 Fonte: autora<\/p><\/div>\n<p>A simula\u00e7\u00e3o do modelo com a devida preserva\u00e7\u00e3o das nascentes, olho d\u2019\u00e1gua e curso da mesma, identifica um crescimento urbano concentrado como processo espacial demogr\u00e1fico numa concentra\u00e7\u00e3o urbana. Chamando aten\u00e7\u00e3o no desenvolvimento de habita\u00e7\u00f5es verticalizadas, como, por exemplo: a diminui\u00e7\u00e3o de exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 luz solar; a maior dificuldade na circula\u00e7\u00e3o do ar. Na figura 11, 11.1, 11.2 a simula\u00e7\u00e3o de 36 anos futuros com a preserva\u00e7\u00e3o reflete em crescimento 1,12% Average Growth%. O par\u00e2metro na Lambda Ext ,value 2.<\/p>\n<div id=\"attachment_603\" style=\"width: 729px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-603\" class=\"wp-image-603 size-full\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/11.png\" alt=\"\" width=\"719\" height=\"181\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/11.png 719w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/11-400x101.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/11-500x126.png 500w\" sizes=\"auto, (max-width: 719px) 100vw, 719px\" \/><p id=\"caption-attachment-603\" class=\"wp-caption-text\">Figura 11 crescimento, 11.1 crescimento concentrado, 11.2 imagem da tabela_ Tables\u00a0 Fonte: autora<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_589\" style=\"width: 622px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-589\" class=\"wp-image-589 size-full\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/SIG_santiago-COM-PRESERVACAO.gif\" alt=\"\" width=\"612\" height=\"567\" \/><p id=\"caption-attachment-589\" class=\"wp-caption-text\">Figura 11.3 Gif imagem Com preserva\u00e7\u00e3o das \u00e1guas\u00a0 Fonte: autora<\/p><\/div>\n<ol start=\"3\">\n<li>\n<h1>Outputs, visibilidade e resumo da divulga\u00e7\u00e3o dos resultados<\/h1>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>A simula\u00e7\u00e3o do modelo <strong>sem e com<\/strong> a devida preserva\u00e7\u00e3o das nascentes, olho d\u2019\u00e1gua e curso da mesma, obteve grau de crescimento em n\u00fameros de c\u00e9lulas, demostrando atrav\u00e9s da simula\u00e7\u00e3o que a preserva\u00e7\u00e3o e o crescimento urbano\u00a0 est\u00e3o num processo espacial demogr\u00e1fico onde a preserva\u00e7\u00e3o n\u00e3o atrapalha o crescimento e desenvolvimento urbano. N\u00e3o resulta em preju\u00edzo na urbaniza\u00e7\u00e3o e seu crescimento, a preserva\u00e7\u00e3o das nascentes, olho d\u2019\u00e1gua e curso das \u00e1guas, representa o respeito com o meio ambiente no qual usufru\u00edmos dos recursos. A an\u00e1lise demonstra que a preserva\u00e7\u00e3o garante uma qualidade de vida aos recursos do meio ambiente. A Lei n\u00ba 4.771, de 15 de setembro de 1965, denominado C\u00f3digo Florestal, estabelece que as nascentes, num raio de 50 metros, s\u00e3o \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o permanente. Dessa forma, as nascentes do Pa\u00eds j\u00e1 se encontram legalmente protegidas. A conserva\u00e7\u00e3o do solo na prote\u00e7\u00e3o de uma nascente e de suas margens evita a eros\u00e3o h\u00eddrica. Existem v\u00e1rias t\u00e9cnicas para controlar a eros\u00e3o h\u00eddrica, impedindo que enxurradas soterrem a nascente ou a exagerada compacta\u00e7\u00e3o do solo impe\u00e7a a infiltra\u00e7\u00e3o da \u00e1gua. \u00a0O plantio de \u00e1rvores e vegeta\u00e7\u00e3o resulta na recupera\u00e7\u00e3o do solo, qualidade de vida ao desenvolvimento de habita\u00e7\u00f5es, a exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 luz solar; a circula\u00e7\u00e3o do ar. Na figura 12 a simula\u00e7\u00e3o de 36 anos futuros com a preserva\u00e7\u00e3o reflete em crescimento 1,95% Average Growth%.<\/p>\n<p>O atual C\u00f3digo Florestal sugere acompanhar basicamente esse entendimento, mas promove uma distin\u00e7\u00e3o pouco clara entre nascente e olho d\u2019\u00e1gua: Art. 3\u00ba Para os efeitos desta Lei, entende-se por: XVII \u2013 nascente: afloramento natural do len\u00e7ol fre\u00e1tico que apresenta perenidade e d\u00e1 in\u00edcio a um curso d\u2019\u00e1gua; XVIII \u2013 olho d\u2019\u00e1gua: afloramento natural do len\u00e7ol fre\u00e1tico, mesmo que intermitente. A seguir o C\u00f3digo determina: Art. 4\u00ba Considera-se \u00c1rea de Preserva\u00e7\u00e3o Permanente, em zonas rurais ou urbanas, para os efeitos desta Lei: IV \u2013 as \u00e1reas no entorno das nascentes e dos olhos d\u2019\u00e1gua perenes, qualquer que seja sua situa\u00e7\u00e3o topogr\u00e1fica, no raio m\u00ednimo de 50 (cinquenta) metros;\u00b9<\/p>\n<p>_1. LEI N\u00ba 12.651, DE 25 DE MAIO DE 2012. Se\u00e7\u00e3o II,Do Regime de Prote\u00e7\u00e3o das \u00c1reas de Preserva\u00e7\u00e3o Permanente, Art. 7\u00ba e C\u00f3digo Florestal\u00ac<\/p>\n<div id=\"attachment_591\" style=\"width: 622px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-591\" class=\"wp-image-591 size-full\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2022\/05\/SIG_santiago.gif\" alt=\"\" width=\"612\" height=\"567\" \/><p id=\"caption-attachment-591\" class=\"wp-caption-text\">Figura 12 Gif imagem Com preserva\u00e7\u00e3o das \u00e1guas\u00a0 Fonte: autora<\/p><\/div>\n<p>Foi deixado os inputs das estradas em vermelho forte, representado em roxo a malha urbana existente em 2021, em vermelho claro crescendo ao redor a simula\u00e7\u00e3o futura de 36 anos. Diante das necessidades urbanas, pode ser a ado\u00e7\u00e3o de APPs e a ela associada, todos esses aspectos considerados, como diretriz as seguintes orienta\u00e7\u00f5es a serem adotadas e explicitadas claramente pelo C\u00f3digo Florestal:<\/p>\n<p>\u2013 surg\u00eancias do len\u00e7ol fre\u00e1tico originadas de a\u00e7\u00f5es antr\u00f3picas n\u00e3o devem ser consideradas nascentes a serem protegidas. A melhor indica\u00e7\u00e3o no caso estaria na estrat\u00e9gia de prote\u00e7\u00e3o dos aq\u00fc\u00edferos subterr\u00e2neos com o tamponamento das referidas surg\u00eancias; em Santiago refere-se ao aq\u00fc\u00edfero Guarani<\/p>\n<p>\u2013 nascentes intermitentes dever\u00e3o ser objeto de delimita\u00e7\u00e3o de APP correspondente quando situadas em regi\u00f5es de clima semi-\u00e1rido e com per\u00edodo de intermit\u00eancia inferior a 2 (dois) anos;<\/p>\n<p>\u2013 nascentes intermitentes situadas em espa\u00e7o urbano dever\u00e3o ser objeto de delimita\u00e7\u00e3o de APP correspondente caso apresentem per\u00edodo de intermit\u00eancia inferior a 1 (um) ano;<\/p>\n<p>\u2013 nascentes ef\u00eameras n\u00e3o dever\u00e3o ser objeto de delimita\u00e7\u00e3o de APP correspondente.<\/p>\n<h1>Considera\u00e7\u00f5es<\/h1>\n<p>O estudo na simula\u00e7\u00e3o do modelo no CityCell \u00e9 baseada em aut\u00f4matos celulares, que simula o desenvolvimento urbano no espa\u00e7o e no tempo, para contribuir no planejamento e argumenta\u00e7\u00e3o de projetos vi\u00e1veis ao progresso urban\u00edstico de modo qualitativo e quantitativo. No caso, desse estudo, os planos de bacia urbano, Planos Diretor, Lei Org\u00e2nica do munic\u00edpio, deve ser elaborados em concord\u00e2ncia com o plano estadual e estabelecer diretrizes para a implementa\u00e7\u00e3o dos demais instrumentos de gest\u00e3o, como outorga do direito de uso dos recursos h\u00eddricos, enquadramento dos corpos de \u00e1gua e cobran\u00e7a. A ONU e a Agenda 2030, j\u00e1 alertam da preocupa\u00e7\u00e3o de preservar a \u00e1gua, para sa\u00fade humana (f\u00edsica e mental). A contribui\u00e7\u00e3o, responsabilidade e a veracidade desse trabalho visa servir de base para mais estudos, n\u00e3o esgotando as in\u00fameras possibilidades que o modelo no CityCell pode simular.<\/p>\n<h1>Refer\u00eancias:<\/h1>\n<p>_\u00b9 LEI N\u00ba 12.651, DE 25 DE MAIO DE 2012. Se\u00e7\u00e3o II,Do Regime de Prote\u00e7\u00e3o das \u00c1reas de Preserva\u00e7\u00e3o Permanente, Art. 7\u00ba e C\u00f3digo Florestal\u00ad<\/p>\n<p>ECHENIQUE, Marcial. Modelos matem\u00e1ticos de la estructura espacial urbana, aplicaciones en Am\u00e9rica Latina. Buenos Aires: Ediciones SIAP\/ Ediciones Nueva Visi\u00f3n, 1975.<\/p>\n<p>INSTITUTO BRASILERO DE GEOGRAFIA E ESTAT\u00cdSTICA (IBGE). IBGE, 2021. Cidades. Dispon\u00edvel em:&lt; <a href=\"https:\/\/cidades.ibge.gov.br\/brasil\/rs\/santiago\/panorama\">https:\/\/cidades.ibge.gov.br\/brasil\/rs\/santiago\/panorama<\/a>\/. Acesso em:27-abril-2022<\/p>\n<p>LIU, Yan. Modelling Urban Development with Geographical Information Systems and Cellular Automata. Estados Unidos: Taylor &amp; Francis Group, 2009.<\/p>\n<p>SARAIVA, Marcus Vinicius Pereira; POLIDORI, Maur\u00edcio Couto. CityCell: Urban Growth Simulator (software). LabUrb \u2013 Laborat\u00f3rio de Urbanismo da FAUrb. Pelotas: UFPel, 2015. Acesso em: 09-maio-2022<\/p>\n<p>RIBEIRO, F. A f\u00edsica das cidades. Revista de Morfologia Urbana. Porto, Portugal. v. 1 n. 00159,2020.\u00a0 <a href=\"http:\/\/revistademorfologiaurbana.org\/index.php\/rm\">http:\/\/revistademorfologiaurbana.org\/index.php\/rm<\/a>. Acesso em: 16-set-2020<\/p>\n<p>Open StreetMap, 2020. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.openstreetmap.org\/. Acesso em: 30-Jul-2020<\/p>\n<p>Google Maps, Google 2020. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.google.com\/maps\/. Acesso em: 05-Set-2020<\/p>\n<p>SENAR, Prote\u00e7\u00e3o Nacional de Nascentes em :https:\/\/www.cnabrasil.org.br\/projetos-e-programas\/programa-especial-prote%C3%A7%C3%A3o-de-nascentes . Acesso em: 09-maio-2022<\/p>\n<p>Ge\u00f3l. \u00c1lvaro Rodrigues dos Santos, Publica\u00e7\u00e3o Ambiente Legal, 22\/03\/2021; 2016, Edi\u00e7\u00e3o: Ana A. Alencar.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por: Ana Cl\u00e1udia Machado Grossi Introdu\u00e7\u00e3o O estudo realizado na Disciplina de Modelagem Urbana 2, aborda o assunto de modelagem urbana por meio de aut\u00f4matos celulares para a simula\u00e7\u00e3o de crescimento urbano e a preserva\u00e7\u00e3o dos recursos h\u00eddricos em Santiago\/RS. &hellip; <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/2022\/05\/19\/modelagem-urbana-crescimento-urbano-e-a-preservacao-dos-recursos-hidricos-em-santiago-rs\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":420,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-580","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-publicacoes"],"jetpack_featured_media_url":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/580","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/wp-json\/wp\/v2\/users\/420"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=580"}],"version-history":[{"count":11,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/580\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":618,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/580\/revisions\/618"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=580"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=580"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=580"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}