{"id":462,"date":"2020-09-17T10:02:38","date_gmt":"2020-09-17T13:02:38","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/?p=462"},"modified":"2020-09-17T10:13:13","modified_gmt":"2020-09-17T13:13:13","slug":"herval-uma-cidade-fractal-a-invisibilidade-da-regiao-de-herval-perante-os-polos-e-a-geometria-dos-acessos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/2020\/09\/17\/herval-uma-cidade-fractal-a-invisibilidade-da-regiao-de-herval-perante-os-polos-e-a-geometria-dos-acessos\/","title":{"rendered":"HERVAL, UMA CIDADE FRACTAL?  A INVISIBILIDADE DA REGI\u00c3O DE HERVAL PERANTE OS POLOS E A GEOMETRIA DOS ACESSOS"},"content":{"rendered":"<p>Publicado por <strong>Bianca Ramires Soares<\/strong><\/p>\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>Este artigo pretende contar brevemente a tentativa de estudar a propriedade fractal dos acessos uma cidade. Sabendo que na hist\u00f3ria dos estudos sobre modelagem urbana, a geometria fractal para a reprodu\u00e7\u00e3o, fragmenta\u00e7\u00e3o e an\u00e1lise do espa\u00e7o urbano foi amplamente desenvolvida por diversos pesquisadores. Buscando encontrar a l\u00f3gica de origem da reprodutibilidade e escalonamento na forma urbana, procurou-se perseguir a inquieta\u00e7\u00e3o inicial de entender esses processos ap\u00f3s o contato com este conte\u00fado atrav\u00e9s das ferramentas expostas na disciplina. Nesse sentido, o conte\u00fado desenvolvido ao longo da disciplina Oficina de Modelagem Urbana II, serviu de largada nesta busca. A cidade proposta para o trabalho da disciplina, extraordinariamente em formato digital, foi a cidade de Herval, localizada a certa proximidade do extremo sul do Brasil.<\/p>\n<p>O artigo, pretende tamb\u00e9m mostrar o desenvolvimento de um estudo baseado na tentativa de demonstrar a invisibilidade da cidade de Herval em rela\u00e7\u00e3o aos polos de maior proximidade da regi\u00e3o que possuem, por sua vez, uma maior atra\u00e7\u00e3o e conex\u00e3o dentro das vias que interligam umas por\u00e7\u00f5es do estado do Rio Grande do Sul \u00e0s outras. Partindo do princ\u00edpio dos t\u00f3picos fixados para a busca, dimens\u00e3o fractal e invisibilidade, surge a tentativa de entender as vias de liga\u00e7\u00e3o a cidade em rela\u00e7\u00e3o ao seu tecido urbano reticular homog\u00eaneo existente na primeira ocupa\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio como \u00e1rea urbanizada. Este estudo percorre e remonta os caminhos seguidos pela urbaniza\u00e7\u00e3o local para entender o objeto de estudo.<\/p>\n<p>A modelagem, nesse sentido, tenta avan\u00e7ar na quest\u00e3o do entendimento e tentativa de visualiza\u00e7\u00e3o da configura\u00e7\u00e3o geom\u00e9trica dentro da forma urbana da cidade escolhida. Dito isto, por ser Herval uma cidade de pequeno porte com caracter\u00edsticas majoritariamente rurais e por possuir uma centralidade urbana e rodeada de uma imensid\u00e3o de grandes \u00e1reas rurais como entorno direto ao per\u00edmetro urbano, as vias que ligam todas as adjac\u00eancias \u00e0 cidade s\u00e3o de grande import\u00e2ncia. Estas vias servem como eixos ao per\u00edmetro urbano, ligando a cidade com as demais localidades e vias de maior escala, o tecido de liga\u00e7\u00e3o \u00e0 cidade tem caracter\u00edsticas org\u00e2nicas. N\u00e3o ser uma metr\u00f3pole, neste caso, possibilitou o estudo mais amplo das \u00e1reas adjacentes de conex\u00e3o ao munic\u00edpio dentro do tempo proposto para o trabalho.<\/p>\n<div id=\"attachment_464\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-464\" class=\"wp-image-464 size-full\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0001.jpg\" alt=\"\" width=\"1280\" height=\"720\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0001.jpg 1280w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0001-400x225.jpg 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0001-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0001-768x432.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0001-500x281.jpg 500w\" sizes=\"auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px\" \/><p id=\"caption-attachment-464\" class=\"wp-caption-text\">Figura 01 \u2013 \u00c1rea Urbanizada de Herval. Fonte: da autora.<\/p><\/div>\n<p>O munic\u00edpio de Herval, como dito anteriormente possui uma \u00e1rea urbanizada diminuta, caracterizando a cidade de pequeno porte. A cidade de Herval em sua dimens\u00e3o urbana possui um car\u00e1ter reticular homog\u00eaneo que marca o contexto da primeira ocupa\u00e7\u00e3o urbana do territ\u00f3rio deste munic\u00edpio, desse modo, podemos observar a mudan\u00e7a na ocupa\u00e7\u00e3o do solo com a evolu\u00e7\u00e3o do tempo.<\/p>\n<p>Geometria do Fractal<\/p>\n<p>Inicialmente a geometria resultante do tecido urbano Herval com as vias de conex\u00e3o ao redor parece descrever uma forma resultante complexa. De acordo com os aspectos da geometria fractal, descritos inicialmente por Mandelbrot (1982) onde o mesmo mostra um estudo referente \u00e0 f\u00edsica de uma reprodutibilidade pr\u00f3pria de caracter\u00edsticas org\u00e2nicas e presentes na natureza. Ao tentar observar padr\u00f5es de reprodutibilidade e escalonamento, os aspectos geom\u00e9tricos de elementos presentes na natureza descrevem uma l\u00f3gica proporcional. Um bom exemplo de l\u00f3gica proporcional para descrever um padr\u00e3o \u00e9 o valor da propor\u00e7\u00e3o \u00e1urea. Fazendo uma analogia, a escala logar\u00edtmica que comp\u00f5e a descri\u00e7\u00e3o de um padr\u00e3o que pode ser reproduzido e escalonado.<\/p>\n<p><strong>Apresenta\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o \u2013 Modelagem do Rio Grande do Sul <\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>Com a proposta da disciplina de utilizar o software Urban Metrics, foi utilizada inicialmente a base de dados sobre as vias do estado produzidas e disponibilizadas pela FEPAM.<\/p>\n<div id=\"attachment_465\" style=\"width: 634px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-465\" class=\"wp-image-465 size-full\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0002.jpg\" alt=\"\" width=\"624\" height=\"467\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0002.jpg 624w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0002-400x299.jpg 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0002-401x300.jpg 401w\" sizes=\"auto, (max-width: 624px) 100vw, 624px\" \/><p id=\"caption-attachment-465\" class=\"wp-caption-text\">Figura 02 \u2013 Rio Grande do Sul, Rede Vi\u00e1ria do Rio Grande do Sul. Fonte: Dados originais, Shapefile da FEPAM, Rio Grande do Sul.<\/p><\/div>\n<p><strong>Apresenta\u00e7\u00e3o da modelagem de Herval com polos definidos \u2013 Rio Grande e Bag\u00e9<\/strong><\/p>\n<div id=\"attachment_466\" style=\"width: 817px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-466\" class=\"wp-image-466 size-full\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0003.jpg\" alt=\"\" width=\"807\" height=\"494\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0003.jpg 807w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0003-400x245.jpg 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0003-768x470.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0003-490x300.jpg 490w\" sizes=\"auto, (max-width: 807px) 100vw, 807px\" \/><p id=\"caption-attachment-466\" class=\"wp-caption-text\">Figura 03 \u2013 Recorte da por\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio para estudo 01. Rede Vi\u00e1ria do Rio Grande do Sul. Fonte: Dados originais, Shapefile da FEPAM, Rio Grande do Sul.<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_469\" style=\"width: 659px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-469\" class=\"wp-image-469 size-full\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0004-1.jpg\" alt=\"\" width=\"649\" height=\"404\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0004-1.jpg 649w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0004-1-400x249.jpg 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0004-1-482x300.jpg 482w\" sizes=\"auto, (max-width: 649px) 100vw, 649px\" \/><p id=\"caption-attachment-469\" class=\"wp-caption-text\">Figura 04 \u2013 Recorte da por\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio para estudo 02 e 03. Rede Vi\u00e1ria do Rio Grande do Sul. Fonte: Dados originais, Shapefile da FEPAM, Rio Grande do Sul.<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_468\" style=\"width: 687px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-468\" class=\"wp-image-468 size-full\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0005.jpg\" alt=\"\" width=\"677\" height=\"410\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0005.jpg 677w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0005-400x242.jpg 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0005-495x300.jpg 495w\" sizes=\"auto, (max-width: 677px) 100vw, 677px\" \/><p id=\"caption-attachment-468\" class=\"wp-caption-text\">Figura 05 \u2013 Recorte da por\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio para estudo 02 e 03. Rede Vi\u00e1ria do Rio Grande do Sul. Fonte: Dados originais, Shapefile da FEPAM, Rio Grande do Sul.<\/p><\/div>\n<p><strong>Caracteriza\u00e7\u00e3o da Regi\u00e3o \u2013 Modelagem do Rio Grande do Sul (Urban Metrics) <\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>As figuras 06, 07, 08 e 09, apresentam a modelagem em variadas escalas de representa\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio, com a inten\u00e7\u00e3o de observar uma unidade dentro da fragmenta\u00e7\u00e3o, e desse modo tentando encontrar o que poderia ser uma unidade f\u00edsica de fractal no tecido das vias do estado do rio grande do sul. Inicialmente foi caracterizado um espa\u00e7o maior do territ\u00f3rio que se estende ao m\u00e1ximo n\u00famero de polos poss\u00edveis dentro de um limite retangular como descrito no margem para a observa\u00e7\u00e3o do fractal, de acordo com Benguigui, (2000)\u00a0 descrito como caracteriza\u00e7\u00e3o,<\/p>\n<p>A Centralidade na Regi\u00e3o de Herval<\/p>\n<div id=\"attachment_470\" style=\"width: 1106px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-470\" class=\"wp-image-470 size-full\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0006.jpg\" alt=\"\" width=\"1096\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0006.jpg 1096w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0006-400x164.jpg 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0006-1024x420.jpg 1024w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0006-768x315.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0006-500x205.jpg 500w\" sizes=\"auto, (max-width: 1096px) 100vw, 1096px\" \/><p id=\"caption-attachment-470\" class=\"wp-caption-text\">Figura 06 \u2013 Rio Grande do Sul, Rede Vi\u00e1ria do Rio Grande do Sul, centralidade topol\u00f3gica. Fonte: elaborado pela autora.<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_471\" style=\"width: 1105px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-471\" class=\"wp-image-471 size-full\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0007.jpg\" alt=\"\" width=\"1095\" height=\"537\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0007.jpg 1095w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0007-400x196.jpg 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0007-1024x502.jpg 1024w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0007-768x377.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0007-500x245.jpg 500w\" sizes=\"auto, (max-width: 1095px) 100vw, 1095px\" \/><p id=\"caption-attachment-471\" class=\"wp-caption-text\">Figura 07 \u2013 Rio Grande do Sul, Rede Vi\u00e1ria do Rio Grande do Sul, recorte, centralidade. Fonte: elaborado pela autora.<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_472\" style=\"width: 1101px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-472\" class=\"wp-image-472 size-full\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0008.jpg\" alt=\"\" width=\"1091\" height=\"536\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0008.jpg 1091w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0008-400x197.jpg 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0008-1024x503.jpg 1024w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0008-768x377.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0008-500x246.jpg 500w\" sizes=\"auto, (max-width: 1091px) 100vw, 1091px\" \/><p id=\"caption-attachment-472\" class=\"wp-caption-text\">Figura 08 \u2013 Rio Grande do Sul, Rede Vi\u00e1ria do Rio Grande do Sul, recorte, centralidade. Fonte: elaborado pela autora.<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_473\" style=\"width: 689px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-473\" class=\"wp-image-473 size-full\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0009.jpg\" alt=\"\" width=\"679\" height=\"423\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0009.jpg 679w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0009-400x249.jpg 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0009-482x300.jpg 482w\" sizes=\"auto, (max-width: 679px) 100vw, 679px\" \/><p id=\"caption-attachment-473\" class=\"wp-caption-text\">Figura 09 \u2013 Rio Grande do Sul, Rede Vi\u00e1ria do Rio Grande do Sul, recorte, centralidade. Fonte: elaborado pela autora.<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_474\" style=\"width: 718px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-474\" class=\"wp-image-474 size-full\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0010.jpg\" alt=\"\" width=\"708\" height=\"535\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0010.jpg 708w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0010-400x302.jpg 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0010-397x300.jpg 397w\" sizes=\"auto, (max-width: 708px) 100vw, 708px\" \/><p id=\"caption-attachment-474\" class=\"wp-caption-text\">Figura 10 \u2013 Rio Grande do Sul, Rede Vi\u00e1ria do Rio Grande do Sul. Recorte, centralidade. Fonte: elaborado pela autora.<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_475\" style=\"width: 1099px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-475\" class=\"wp-image-475 size-full\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0011.jpg\" alt=\"\" width=\"1089\" height=\"538\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0011.jpg 1089w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0011-400x198.jpg 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0011-1024x506.jpg 1024w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0011-768x379.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0011-500x247.jpg 500w\" sizes=\"auto, (max-width: 1089px) 100vw, 1089px\" \/><p id=\"caption-attachment-475\" class=\"wp-caption-text\">Figura 11 \u2013 Rio Grande do Sul, Rede Vi\u00e1ria do Rio Grande do Sul. Centralidade, topol\u00f3gica. Fonte: elaborado pela autora.<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_476\" style=\"width: 1109px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-476\" class=\"wp-image-476 size-full\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0012.jpg\" alt=\"\" width=\"1099\" height=\"537\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0012.jpg 1099w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0012-400x195.jpg 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0012-1024x500.jpg 1024w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0012-768x375.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0012-500x244.jpg 500w\" sizes=\"auto, (max-width: 1099px) 100vw, 1099px\" \/><p id=\"caption-attachment-476\" class=\"wp-caption-text\">Figura 12 \u2013 Rio Grande do Sul, Rede Vi\u00e1ria do Rio Grande do Sul, normalizada, geom\u00e9trica. Fonte: elaborado pela autora.<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_477\" style=\"width: 1106px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-477\" class=\"wp-image-477 size-full\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0013.jpg\" alt=\"\" width=\"1096\" height=\"535\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0013.jpg 1096w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0013-400x195.jpg 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0013-1024x500.jpg 1024w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0013-768x375.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0013-500x244.jpg 500w\" sizes=\"auto, (max-width: 1096px) 100vw, 1096px\" \/><p id=\"caption-attachment-477\" class=\"wp-caption-text\">Figura 13 \u2013 Rio Grande do Sul, Rede Vi\u00e1ria do Rio Grande do Sul, normalizada, geom\u00e9trica por id. Fonte: elaborado pela autora.<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_478\" style=\"width: 1104px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-478\" class=\"wp-image-478 size-full\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0014.jpg\" alt=\"\" width=\"1094\" height=\"534\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0014.jpg 1094w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0014-400x195.jpg 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0014-1024x500.jpg 1024w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0014-768x375.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2020\/09\/0014-500x244.jpg 500w\" sizes=\"auto, (max-width: 1094px) 100vw, 1094px\" \/><p id=\"caption-attachment-478\" class=\"wp-caption-text\">Figura 14 \u2013 Rio Grande do Sul, Rede Vi\u00e1ria do Rio Grande do Sul, normalizada, topol\u00f3gica. Fonte: elaborado pela autora.<\/p><\/div>\n<p>Assim sendo, partindo do pressuposto que analisar a condi\u00e7\u00e3o das entidades, que neste estudo foram as vias do Rio Grande do Sul, de maneira diversificada dentre as ferramentas fornecidas pelo programa se fez de grande ajuda para o desenvolvimento desse conte\u00fado.<\/p>\n<p><strong>A Cidade de Herval possui uma Fractabilidade?<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>O estudo<\/p>\n<p>Seguindo em uma l\u00f3gica de acordo com Ribeiro (2020), a constru\u00e7\u00e3o da dimens\u00e3o fractal pode ser feita ao serem constru\u00eddas c\u00e9lulas em uma determinada escala, dimens\u00e3o e replica\u00e7\u00e3o. Nesse sentido, seguindo o exemplo dado pelo autor, poder\u00edamos construir um pensamento onde cada uma das estradas, vias ou rodovias de liga\u00e7\u00e3o da cidade de Herval seria analisada separadamente de acordo com a sua \u00e9poca de constru\u00e7\u00e3o. Desse modo, levando em considera\u00e7\u00e3o, principalmente, as estradas que se originam do meio rural e levam as pessoas ao meio urbano. Ao estabelecer cada via como uma dimens\u00e3o do fractal rural, a cada cria\u00e7\u00e3o de uma nova estrada ao longo da forma\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio, estaria sendo criadas uma nova dimens\u00e3o do padr\u00e3o correspondente ao fractal. Em toda a situa\u00e7\u00e3o onde haveria uma nova constru\u00e7\u00e3o de estrada ligando algum lugar a este territ\u00f3rio, ao longo desse processo, poderia se ilustrar, dizendo que foi sendo criada justamente uma nova dimens\u00e3o. Desse modo, para acompanhar o processo, se poderia pensar nas dimens\u00f5es de propriedades fractais preenchendo esses espa\u00e7os ao redor, e estabelecendo como limite o ret\u00e2ngulo de defini\u00e7\u00e3o do polo separado inicialmente para estudo. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 centralidade, partindo desta associa\u00e7\u00e3o, estaria de acordo afim de produzir acessos e consideraria as quest\u00f5es relativas \u00e0 necessidade de cria\u00e7\u00e3o de novos fractais.<\/p>\n<p>Considera\u00e7\u00f5es Finais<\/p>\n<p>Por se tratar de um estudo inicial, ainda n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel considerar a exist\u00eancia das propriedades fractais nos acessos e conex\u00f5es da cidade de Herval. A tentativa, por sua vez, atrav\u00e9s das m\u00e9tricas urbanas foi explorar a ferramenta disponibilizada no sentido de buscar o esclarecimento diante das simula\u00e7\u00f5es realizadas para estudar este territ\u00f3rio em espec\u00edfico. Mesmo o assunto sendo de uma complexidade que requer um maior estudo, as modelagens produzidas sempre devem avan\u00e7ar na busca e identifica\u00e7\u00e3o do que possa vir a ser a cria\u00e7\u00e3o de um padr\u00e3o.\u00a0 E este estudo mostra que quando observadas desenvolvidas, podem estar produzindo um ganho em potencial no uso dos dados desenvolvidos pela ci\u00eancia para as cidades.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas<\/p>\n<p>BENGUIGUI, Lucien. When a City is a Fractal? Environment and Planning B: Planning and Design, v. 27, p. 507 a 519, 2000.<\/p>\n<p>MANDELBROT, Beno\u00eet., The Fractal Geometry of Nature. W H Freeman, San Francisco, Calif\u00f3rnia, 1983.<\/p>\n<p>RIBEIRO, F. A f\u00edsica das cidades. Revista de Morfologia Urbana. Porto, Portugal. v. 1 n. 00159,2020. Acessado digitalmente em 16 de setembro de 2020. <a href=\"http:\/\/revistademorfologiaurbana.org\/index.php\/rm\">http:\/\/revistademorfologiaurbana.org\/index.php\/rm<\/a>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: left\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Publicado por Bianca Ramires Soares Introdu\u00e7\u00e3o \u00a0Este artigo pretende contar brevemente a tentativa de estudar a propriedade fractal dos acessos uma cidade. Sabendo que na hist\u00f3ria dos estudos sobre modelagem urbana, a geometria fractal para a reprodu\u00e7\u00e3o, fragmenta\u00e7\u00e3o e an\u00e1lise &hellip; <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/2020\/09\/17\/herval-uma-cidade-fractal-a-invisibilidade-da-regiao-de-herval-perante-os-polos-e-a-geometria-dos-acessos\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":420,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-462","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-publicacoes"],"jetpack_featured_media_url":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/462","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/wp-json\/wp\/v2\/users\/420"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=462"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/462\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":485,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/462\/revisions\/485"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=462"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=462"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=462"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}