{"id":131,"date":"2018-07-31T21:35:52","date_gmt":"2018-08-01T00:35:52","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/?p=131"},"modified":"2018-07-31T21:35:52","modified_gmt":"2018-08-01T00:35:52","slug":"estudo-de-acessibilidade-da-cidade-de-arambare-rs-com-o-software-urbanmetrics","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/2018\/07\/31\/estudo-de-acessibilidade-da-cidade-de-arambare-rs-com-o-software-urbanmetrics\/","title":{"rendered":"Estudo de Acessibilidade da cidade de Arambar\u00e9\/RS com o software UrbanMetrics"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">Por <strong>Cassius Baumgarten<br \/>\n<\/strong>O modelo utilizado nesse trabalho para a an\u00e1lise consiste no modelo de centralidade por proximidade, que permite o c\u00e1lculo da medida de acessibilidade, que pode ser definida como a vantagem de um lugar no que se refere a superar alguma forma de espacialidade que atue como fonte de fric\u00e7\u00e3o. A acessibilidade est\u00e1 relacionada \u00e0 dist\u00e2ncia relativa entre as c\u00e9lulas que formam o sistema, estando intuitivamente associada \u00e0 ideia de proximidade e de facilidade de alcance, de modo que os espa\u00e7os mais acess\u00edveis comportariam um n\u00famero maior de atividades e maiores movimentos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O estudo de caso ocorreu no Mun\u00edcipio de Arambar\u00e9, regi\u00e3o centro sul do estado do Rio Grande do Sul, onde foi proposto um modo simplificado para medir a acessibilidade, atrav\u00e9s da representa\u00e7\u00e3o da cidade pelas suas ruas, desenhadas como linhas (Imagem 01). Considerando o tamanho geom\u00e9trico de cada linha e suas conex\u00f5es, est\u00e1 utilizado por um programa de computador UrbanMetrics, mediante a grandeza que pode ser chamada de acessibilidade geom\u00e9trica, calculadas pelas dist\u00e2ncias de cada rua em rela\u00e7\u00e3o a todas as outras e depois pelo somat\u00f3rio dessas dist\u00e2ncias, restando um valor para cada rua ou linha.<\/p>\n<div id=\"attachment_136\" style=\"width: 634px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-136\" class=\"size-full wp-image-136\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2018\/07\/Imagem-01-1.jpg\" alt=\"Por Cassius Baumgarten\" width=\"624\" height=\"612\" \/><p id=\"caption-attachment-136\" class=\"wp-caption-text\">Imagem 01: Input, desenhado com linhas quadra a quadra<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify\">\nEstando deste modo, a cidade pode ser desenhada atrav\u00e9s de linhas, que representam suas ruas, sendo gerada uma diferencia\u00e7\u00e3o espacial dessas ruas pela acessibilidade que se agrega a cada uma delas, resultando num conjunto hier\u00e1rquico de maiores valores geom\u00e9trica. S\u00e3o justamente esses valores menores que, neste trabalho, est\u00e3o denominados de (des)acessibilidade, o que interessa particularmente nas bordas da cidade. Mencionados os conceitos de acessibilidade e (des)acessibilidade geom\u00e9trica de borda, foram realizados estudos com a cidade de Arambar\u00e9.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Os tipos de ocupa\u00e7\u00e3o est\u00e3o identificados por observa\u00e7\u00e3o do tecido urbano, em imagens de sat\u00e9lite do GoogleEarth, diretamente no computador. A Imagem 02 apresentam os resultados, capturados de telas do programa de computador UrbanMetrics.<\/p>\n<div id=\"attachment_135\" style=\"width: 634px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-135\" class=\"size-full wp-image-135\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/files\/2018\/07\/Imagem-02-1.jpg\" alt=\"Por Cassius Baumgarten\" width=\"624\" height=\"612\" \/><p id=\"caption-attachment-135\" class=\"wp-caption-text\">Imagem 02: Resultado de Acessibilidade.<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify\">\nO estudo com a medida de acessibilidade geom\u00e9trica realizado para este trabalho permite realizar observa\u00e7\u00f5es principais, que servem como conclus\u00f5es:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Os valores de menor acessibilidade geom\u00e9trica podem ser usados como descritores de uma faixa de borda externa nas cidades, carregando informa\u00e7\u00f5es morfol\u00f3gicas e socioespaciais;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A borda da cidade parece conter dois tipos de apropria\u00e7\u00e3o, contraditoriamente integradas, em lugares de menor acessibilidade podem ser encontradas as chamadas periferias urbanas, que ocupam esses lugares por n\u00e3o conseguirem consumir espa\u00e7os com maior qualidade urbana e \u00a0tamb\u00e9m podem ser encontrados loteamentos para popula\u00e7\u00e3o de renda mais elevada, que deliberadamente escolhe esses lugares como alternativa de localiza\u00e7\u00e3o para morar na cidade, de modo a evitar os centros urbanos, frequentemente polu\u00eddos, com problemas de mobilidade e de\u00a0 infraestrutura; essa op\u00e7\u00e3o de morar mais distante dos demais pontos da cidade, frequentemente em urbaniza\u00e7\u00f5es fechadas, \u00e9 que que est\u00e1 denominada de autoexclus\u00e3o socioespacial.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Cassius Baumgarten O modelo utilizado nesse trabalho para a an\u00e1lise consiste no modelo de centralidade por proximidade, que permite o c\u00e1lculo da medida de acessibilidade, que pode ser definida como a vantagem de um lugar no que se refere &hellip; <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/2018\/07\/31\/estudo-de-acessibilidade-da-cidade-de-arambare-rs-com-o-software-urbanmetrics\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":420,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-131","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"jetpack_featured_media_url":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/131","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/wp-json\/wp\/v2\/users\/420"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=131"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/131\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":137,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/131\/revisions\/137"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=131"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=131"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ofm\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=131"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}