{"id":1298,"date":"2016-12-30T19:48:12","date_gmt":"2016-12-30T21:48:12","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/observatoriosocial\/?p=1298"},"modified":"2017-01-04T11:19:52","modified_gmt":"2017-01-04T13:19:52","slug":"a-conjuntura-do-emprego-em-novembro-de-2016-em-pelotas-e-rio-grande","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/observatoriosocial\/2016\/12\/30\/a-conjuntura-do-emprego-em-novembro-de-2016-em-pelotas-e-rio-grande\/","title":{"rendered":"A conjuntura do emprego em novembro de 2016, em Pelotas e Rio Grande"},"content":{"rendered":"<p><strong>O balan\u00e7o do emprego formal em Pelotas:<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) do Minist\u00e9rio do Trabalho (MTb), em novembro de 2016 ocorreram em Pelotas 3.290 admiss\u00f5es e 1.818 desligamentos, o que resultou num saldo positivo de 1.472 empregos formais celetistas. Observa-se, pois, uma taxa de varia\u00e7\u00e3o de 2,31% em rela\u00e7\u00e3o ao estoque do m\u00eas anterior. Esse desempenho positivo do mercado formal de emprego, em um contexto de crise e perda generalizada de postos de trabalho, reflete a conjuntura local marcada por fatores sazonais ligados tanto ao per\u00edodo de safra da ind\u00fastria de conservas como ao incremento do com\u00e9rcio no per\u00edodo de final de ano. Neste sentido, a ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o e o com\u00e9rcio s\u00e3o os setores que apresentam os saldos positivos mais elevados. Novembro \u00e9, tradicionalmente, o m\u00eas de pico nas contrata\u00e7\u00f5es no mercado local de trabalho, com saldos elevados de emprego formal. Isto se confirma nestes \u00faltimos dados que revelam, ainda, em compara\u00e7\u00e3o com novembro de 2015, quando o saldo foi de 845 postos de trabalho, um desempenho melhor de um ano para outro. Vale registrar, tamb\u00e9m, que nos meses de outubro e novembro houve uma interrup\u00e7\u00e3o de seis meses seguidos (de abril a setembro de 2016) de saldos negativos. De fato, considerando todo o ano de 2016, at\u00e9 setembro, observa-se saldo positivo apenas no m\u00eas de abril. Apesar do saldo positivo elevado em novembro deste ano, o acumulado do ano ainda apresenta saldo negativo, com perda l\u00edquida de 530 empregos formais.<!--more--><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O balan\u00e7o do emprego formal em Rio Grande:<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em Rio Grande, o comportamento do emprego formal segue tend\u00eancia bastante negativa. No m\u00eas de novembro, ocorreram 1.121 admiss\u00f5es e 1.554 desligamentos, resultado num saldo negativo de 433 v\u00ednculos formais, o que corresponde a uma taxa de varia\u00e7\u00e3o de -0,96% em rela\u00e7\u00e3o ao estoque do m\u00eas de outubro. Esse desempenho negativo concentra-se, principalmente, na ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o, tendo em vista a crise do setor naval. Apenas o com\u00e9rcio apresentou desempenho positivo significativo, com saldo de 178 v\u00ednculos formais de emprego, o que reflete a conjuntura positiva de final de ano, com aumento das vendas nesse setor. H\u00e1 seis meses seguidos, o mercado local de emprego vem apresentando saldos negativos, o que deve continuar e mesmo se acentuar nos pr\u00f3ximos meses, com as demiss\u00f5es em massa no polo naval. O saldo deste \u00faltimo m\u00eas de novembro foi muito pior que aquele observado no mesmo m\u00eas do ano anterior, quando houve um saldo positivo de 205 v\u00ednculos formais de emprego. Vale salientar, finalmente, que a perda l\u00edquida no acumulado do ano de 2016 chega a 1.602 postos de trabalho, em Rio Grande, um quadro bastante desolador.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Em compara\u00e7\u00e3o com as conjunturas nacional e estadual:<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>As conjunturas locais de emprego, pior em Rio Grande e melhor em Pelotas, situam-se em uma conjuntura nacional bastante negativa de perdas generalizadas ao longo de todo o ano. No conjunto do pa\u00eds, o saldo em novembro foi de -116.747 v\u00ednculos, o que corresponde a uma taxa de varia\u00e7\u00e3o de -0,30%, um pouco menos ruim que a de Rio Grande, de -0,96%, e contrastante com aquela de Pelotas, de 2,31% de crescimento. Apenas o com\u00e9rcio teve saldo positivo no m\u00eas de novembro.<\/p>\n<p>No acumulado do ano, s\u00e3o 858.333 v\u00ednculos perdidos, com uma varia\u00e7\u00e3o de -2,16% em rela\u00e7\u00e3o ao estoque de empregos do ano anterior, varia\u00e7\u00e3o pior que a de Pelotas, de -0,81%, e menos ruim que a de Rio Grande que foi de -3,45%.<\/p>\n<p>J\u00e1 nos \u00faltimos doze meses, 1.472.619 empregos formais foram perdidos, uma varia\u00e7\u00e3o de -3,65%. Nesse caso, as varia\u00e7\u00f5es de Pelotas e Rio Grande tamb\u00e9m foram bastante negativas, de -2,34% e -5,51%, respectivamente. Observa-se que a conjuntura local de Rio Grande \u00e9 sempre pior que a nacional. A de Pelotas, ao contr\u00e1rio, \u00e9 sempre menos ruim.<\/p>\n<p>A conjuntura estadual do emprego mostra-se melhor que a conjuntura nacional, seu desempenho se aproximando \u00e0quele observado em Pelotas. No m\u00eas de novembro, o saldo entre admiss\u00f5es e desligamento foi positivo no Estado, com um acr\u00e9scimo de 1.191 v\u00ednculos formais, o que corresponde a uma varia\u00e7\u00e3o de 0,05%, n\u00e3o t\u00e3o boa como a de Pelotas (2,31%).<\/p>\n<p>J\u00e1 no acumulado do ano, o saldo \u00e9 negativo, com 25.469 v\u00ednculos formais perdidos, o que corresponde a uma varia\u00e7\u00e3o de -0,98%, similar \u00e0 de Pelotas (-0,81%). Nos \u00faltimos doze meses, foram 60.045 empregos perdidos, com uma taxa de -2,28%, tamb\u00e9m similar \u00e0 de Pelotas (-2,34%).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O balan\u00e7o do emprego formal em Pelotas: &nbsp; \u00a0Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) do Minist\u00e9rio do Trabalho (MTb), em novembro de 2016 ocorreram em Pelotas 3.290 admiss\u00f5es e 1.818 desligamentos, o que resultou num saldo positivo de 1.472 empregos formais celetistas. 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