{"id":414,"date":"2018-10-01T21:13:01","date_gmt":"2018-10-02T00:13:01","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/observatoriocuid\/?p=414"},"modified":"2018-10-01T21:13:46","modified_gmt":"2018-10-02T00:13:46","slug":"mudanca-de-rotina-tornando-se-um-cuidador-familiar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/observatoriocuid\/2018\/10\/01\/mudanca-de-rotina-tornando-se-um-cuidador-familiar\/","title":{"rendered":"MUDAN\u00c7A DE ROTINA: TORNANDO-SE UM CUIDADOR FAMILIAR"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">Muitas fam\u00edlias, em um determinado momento de suas vidas experienciam a situa\u00e7\u00e3o de doen\u00e7a e s\u00e3o confrontadas com a transi\u00e7\u00e3o para um novo papel: ser cuidador. Logo, as fam\u00edlias tem que se adaptar a rotina, muitas vezes sem prepara\u00e7\u00e3o pr\u00e9via para o cuidado, gerando certa fragiliza\u00e7\u00e3o na fam\u00edlia, uma vez que precisa exercer os cuidados de forma intuitiva \u2013 pelo menos em um primeiro momento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O aparecimento da doen\u00e7a em meio familiar, na maioria das vezes conduz o membro doente a uma depend\u00eancia de cuidados e, essa mudan\u00e7a brusca de rotina gera uma multiplicidade de necessidades e sentimentos muitas vezes contradit\u00f3rios e antag\u00f4nicos nos cuidadores, pela tens\u00e3o, compet\u00eancia necess\u00e1ria e conflitos implicados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Atrav\u00e9s do Projeto \u201cUm olhar sobre o cuidador familiar: quem cuida merece ser cuidado\u201d podemos observar as necessidades mais encontradas por esses cuidadores familiares, bem como o perfil em que se encontra mais prevalente na cidade de Pelotas &#8211; RS. Tem-se uma preval\u00eancia de cuidadores do g\u00eanero feminino, na maior parte esposas que n\u00e3o possuem experi\u00eancias pregressas de cuidado anteriormente ao ter que assumi-lo, sendo suas ocupa\u00e7\u00f5es: do lar, aposentados e exercendo os cuidados concomitantemente com o trabalho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Essa transi\u00e7\u00e3o para o papel de se tornar um cuidador familiar, principalmente de uma pessoa dependente, \u00e9 um processo complexo para esses cuidadores. Para executar os cuidados o cuidador necessita adquirir novos conhecimentos e habilidades, passando a garantir a execu\u00e7\u00e3o de tarefas que o doente n\u00e3o \u00e9 capaz de fazer por si mesmo, bem como higiene pessoal, mobilidade, alimenta\u00e7\u00e3o. E al\u00e9m dos cuidados com o paciente, os cuidadores t\u00eam de continuar a realizar as tarefas di\u00e1rias que j\u00e1 eram da sua responsabilidade anteriormente: ser m\u00e3e, esposa, cozinheira, tentando fazer malabarismos com uma multid\u00e3o de tarefas,\u00a0simultaneamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Em vista disso, derivam diversas necessidades sendo as mais prevalentes: sobrecarga, tristeza, ansiedade, falta de tempo para si, apoio, depress\u00e3o, stress e solid\u00e3o. Esses sentimentos sejam f\u00edsicos, ps\u00edquicos e econ\u00f4micos necessitam de aten\u00e7\u00e3o. \u00c9 preciso tirar um tempo para respirar, relaxar e descansar. Uma boa noite de sono reduz o estresse, controla o apetite, melhora o humor, ativa a mem\u00f3ria e estimula o racioc\u00ednio. \u00c9 preciso sentir-se bem primeiramente para proporcionar de forma tranquila e saud\u00e1vel o bem ao pr\u00f3ximo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00c9 essencial procurar redes de apoio que auxiliem e ajudem a melhorar o bem estar. Em Pelotas temos a Unidade Cuidativa que oportuniza aos cidad\u00e3os uma melhora na qualidade de vida. Nela s\u00e3o oferecidas atividades l\u00fadicas, integrativas e complementares que visam aliviar a dor total, f\u00edsica, emocional, social e espiritual. Entre as pr\u00e1ticas integrativas e complementares, incluindo arteterapia, plantas medicinais, reiki, medita\u00e7\u00e3o e acupuntura. Tamb\u00e9m atividades de cinema, teatro e m\u00fasica oportunizam pequenas felicidades, ressocializa\u00e7\u00e3o, resgate de biografias e auto- estima de pacientes e familiares.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: justify\">Por Cristiane Berwaldt Gowert, Acad\u00eamica de enfermagem UFPEL.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Muitas fam\u00edlias, em um determinado momento de suas vidas experienciam a situa\u00e7\u00e3o de doen\u00e7a e s\u00e3o confrontadas com a transi\u00e7\u00e3o para um novo papel: ser cuidador. 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