{"id":98,"date":"2016-04-11T16:34:36","date_gmt":"2016-04-11T19:34:36","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/observatorio\/?page_id=98"},"modified":"2016-04-24T22:28:07","modified_gmt":"2016-04-25T01:28:07","slug":"grupos-de-trabalho-gts","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/observatorio\/simposio-de-genero-e-diversidade\/grupos-de-trabalho-gts\/","title":{"rendered":"Grupos de Trabalho (GT&#8217;s)"},"content":{"rendered":"<p>Cada Grupo de Trabalho (GT) ter\u00e1 por dois momentos: uma mesa redonda composta de convidados\/as que atuam em cada tem\u00e1tica do GT e, ainda, um momento de apresenta\u00e7\u00e3o dos trabalhos inscritos no respectivo GT e aprovados para participarem do evento. O<em> I Simp\u00f3sio de G\u00eanero e Diversidade<\/em> \u00e9 formado pelos seguintes GT&#8217;s:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><u>GT 1: G\u00caNERO E AS MULHERES DO CAMPO<\/u><\/strong> (coordena\u00e7\u00e3o: Profa. Dra. M\u00e1rcia Alves \u2013 PPGE\/FaE\/UFPel e Profa. Dra. Amanda Motta\u2014IE \/FURG)<\/p>\n<p>Este GT busca debater o contexto hist\u00f3rico, social e econ\u00f4mico em torno das mulheres trabalhadoras rurais, mulheres do campo, da floresta e das \u00e1guas, incorporando e problematizando aspectos fundamentais de seus contextos, como a luta pela terra, a viol\u00eancia no campo, o trabalho dom\u00e9stico e rural, etc. Dessa forma, o GT privilegiar\u00e1 trabalhos que apresentem pesquisas e experi\u00eancias acad\u00eamicas que se refiram a proposta apresentada.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><u>GT 2: G\u00caNERO E SA\u00daDE<\/u><\/strong> (coordena\u00e7\u00e3o: Profa. Dra. Marilu Correa Soares e Dnda. C\u00e1ssia Lu\u00edse Boettcher &#8211; N\u00facleo de Pesquisas\u00a0e Estudos com Crian\u00e7as, Adolescentes, Mulheres e Fam\u00edlias &#8211; NUPECAMF\/Faculdade de Enfermagem\/UFPel)<\/p>\n<p>As diversas viol\u00eancias (muitas vezes simb\u00f3licas) contra as mulheres tem produzido um amplo debate na \u00e1rea da sa\u00fade, tencionando e provocando a necessidade de se pensar as demandas espec\u00edficas do p\u00fablico feminino. No que se refere ao atendimento da sa\u00fade da mulher, se percebe que essa problem\u00e1tica n\u00e3o pode ser vista desconectada de outras \u00e1reas, como a educa\u00e7\u00e3o, as pol\u00edticas p\u00fablicas, os movimentos sociais, o mercado de trabalho, entre outras. Dessa forma e com essa perspectiva de trabalho, este GT recebe trabalhos que tragam pesquisas ou experi\u00eancias de trabalho inovadoras que, de forma interdisciplinar, busquem aproximar o g\u00eanero com as pr\u00e1ticas e teorias da \u00e1rea de sa\u00fade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><u>GT 3: G\u00caNERO E VIOL\u00caNCIA<\/u><\/strong> (coordena\u00e7\u00e3o: profa. Liza Martins\/ICH)<\/p>\n<p>As viol\u00eancias contra as mulheres tem adquirido visibilidade gra\u00e7as a a\u00e7\u00e3o dos movimentos feministas, e atrav\u00e9s do acompanhamento das mulheres em situa\u00e7\u00e3o de viol\u00eancia, na constru\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias de abordagem integral para os casos, assim como tamb\u00e9m na defini\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas preventivas. Consideramos que a complexidade das viol\u00eancias exige novos questionamentos e problematiza\u00e7\u00f5es das categorias te\u00f3ricas e, fundamentalmente, das a\u00e7\u00f5es pol\u00edticas de resist\u00eancia frente ao impacto das mesmas. Este GT receber\u00e1 trabalhos que apresentem investiga\u00e7\u00f5es atuais, desafios te\u00f3rico-metodol\u00f3gicos, an\u00e1lises de inst\u00e2ncias de aten\u00e7\u00e3o a mulheres em situa\u00e7\u00e3o de viol\u00eancia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><u>GT 4: G\u00caNERO E ARTE<\/u><\/strong> (coordena\u00e7\u00e3o: Profa. Dra. Renata Pinheiro \u2013 Centro de Letras\/UFPel, Prof. Dr. Paulo Gaiger \u2013 Centro de Artes\/UFPel e Mestre Ricardo Henrique Ayres Alves \u2013 ncorpoimagem\/FURG)<\/p>\n<p>Este GT pretende fazer dialogar a tem\u00e1tica de g\u00eanero, aliada as mais diversas manifesta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas, como a pintura, a escultura, o teatro, a dan\u00e7a, a literatura, entre outras, possibilitando o aprofundamento do debate de g\u00eanero no mundo da arte. Dessa forma, convidamos para que inscrevam trabalhos que abordem esse tema em pesquisas e\/ou relatos de experi\u00eancias que contribuam para a utiliza\u00e7\u00e3o da arte como forma de empoderamento das mulheres.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><u>GT 5: G\u00caNERO E SEXUALiDADES<\/u><\/strong>\u00a0 [coordena\u00e7\u00e3o: Prof. Dr. Renato Duro Dias (FADIR\/FURG), Prof. Dr. Marcio Caetano (IE\/FURG) e Dndo. Luciano Pereira (PPGE\/UFPel)]<\/p>\n<p>Contemporaneamente, as quest\u00f5es de g\u00eanero e de sexualidade t\u00eam sido centrais em diversas pesquisas, especialmente, nas ci\u00eancias sociais e humanas. Reconhecemos que estes estudos geralmente apresentam elementos importantes para o descortinar de inovadoras leituras sobre o debate. Por isso, \u00e9 fundamental que se propicie m\u00e9todos e abordagens capazes de transpor os desafios da epistemologia tradicional. Neste sentido, este GT pretende investigar as tem\u00e1ticas sobre g\u00eaneros e sexualidades, produzindo um espa\u00e7o de reflex\u00e3o baseado em narrativas, imagens, pol\u00edticas p\u00fablicas e outras possibilidades, com o objetivo de problematizar as m\u00faltiplas concep\u00e7\u00f5es e vis\u00f5es de mundo que produzem e constroem econ\u00f4mica, cultural e socialmente as varia\u00e7\u00f5es sobre os g\u00eaneros e as sexualidades.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><u>GT 6: G\u00caNERO E EDUCA\u00c7\u00c3O<\/u><\/strong> (coordena\u00e7\u00e3o: Profa. Dra. Jenice Mello \u2013 IFSul e Daniele Rehling Lopes \u2013 Mestranda PPGE\/FaE\/UFPel)<\/p>\n<p>A recente pol\u00eamica da incorpora\u00e7\u00e3o ou n\u00e3o da tem\u00e1tica de g\u00eanero nas escolas brasileiras, aliada \u00e0 incorpora\u00e7\u00e3o da tem\u00e1tica no \u00faltimo ENEM, traz \u00e0 tona o longo caminho ainda a ser trilhado para que as institui\u00e7\u00f5es escolares assumam efetivamente o compromisso de combater em suas pr\u00e1ticas as desigualdades de g\u00eanero, compreendendo a escola como um espa\u00e7o fundamental de constru\u00e7\u00e3o das identidades, de aprendizagens e de constru\u00e7\u00e3o e incorpora\u00e7\u00e3o de cultura. Convidamos investigadoras\/es, docentes, trabalhadoras\/es sociais, psic\u00f3logas\/os e demais profissionais da \u00e1rea de educa\u00e7\u00e3o para inscreverem trabalhos que narrem experi\u00eancias socioeducativas, levadas \u00e0 cabo em espa\u00e7os escolares e\/ou n\u00e3o escolares, que tenham por objetivo instalar tem\u00e1ticas relacionadas com a desigualdade de g\u00eanero, na interseccionalidade de classe, g\u00eanero, idade, etnicidade, entre outras.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><u>GT 7: G\u00caNERO E TRABALHO<\/u><\/strong>\u00a0 Coordena\u00e7\u00e3o: Vanise Valiente\u2014Mestranda PPGE\/FaE\/UFPel e Adriana Lessa\u2014Mestre em Geografia FURG]<\/p>\n<p>A incorpora\u00e7\u00e3o da perspectiva de g\u00eanero aos estudos do trabalho permite revisar a concep\u00e7\u00e3o patriarcal que compreende o trabalho humano vinculado ao emprego remunerado. Desnaturalizar a concep\u00e7\u00e3o produtivista mostra a exist\u00eancia de uma divis\u00e3o sexual do trabalho tradicional que \u00e9 retroalimentada atrav\u00e9s das segmenta\u00e7\u00f5es discriminat\u00f3rias no mercado de trabalho. A valoriza\u00e7\u00e3o do trabalho das mulheres exige seguir incorporando no debate categorias anal\u00edticas e metodol\u00f3gicas que, como o trabalho dom\u00e9stico, o trabalho n\u00e3o remunerado, a carga global de trabalho, os usos do tempo, entre outras, favorecem a busca de estrat\u00e9gias de constru\u00e7\u00e3o de uma outra compreens\u00e3o sobre o trabalho humano. Este GT priorizar\u00e1 trabalhos que apresentem pesquisas e reflex\u00f5es te\u00f3ricas e metodol\u00f3gicas sobre o tema.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><u>GT 8: G\u00caNERO, RA\u00c7A E ETNIA<\/u><\/strong> (Coordena\u00e7\u00e3o:Prof. Dr. Marcus Spolle \u2013 PPGS\/IFISP\/UFPel e Profa. Dra. Georgina Nunes- FaE\/UFPel)<\/p>\n<p>O racismo, o sexismo e o etnocentrismo s\u00e3o os principais fatores de desigualdades que afetam milh\u00f5es de mulheres em todo o pa\u00eds. A perversa combina\u00e7\u00e3o produz acessos diferenciados entre as mulheres em geral, aprofundando as desigualdades de g\u00eanero, ra\u00e7a e etnia na sociedade brasileira. As estat\u00edsticas demonstram, por exemplo, que mulheres negras e ind\u00edgenas s\u00e3o maioria nas \u00e1reas de extrema pobreza no pa\u00eds e apresentam as piores condi\u00e7\u00f5es de vida. Sob o impacto da nega\u00e7\u00e3o cultural, enfrentam os danos emocionais gerados pela violenta discrimina\u00e7\u00e3o cotidiana de g\u00eanero, ra\u00e7a e etnia na sociedade, incluindo a viol\u00eancia dom\u00e9stica. Al\u00e9m disso, vivem com os piores sal\u00e1rios, seja qual for a sua ocupa\u00e7\u00e3o no mercado de trabalho, e est\u00e3o na base da sub-representa\u00e7\u00e3o feminina na m\u00eddia e nos espa\u00e7os de poder. Dessa forma, o debate em torno das quest\u00f5es de g\u00eanero e etnia cada vez mais tem apresentado proximidades e di\u00e1logos, que consideramos poss\u00edveis e necess\u00e1rios. Este GT priorizar\u00e1 trabalhos que apresentem pesquisas e\/ou reflex\u00f5es te\u00f3ricas e metodol\u00f3gicas sobre o tema.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cada Grupo de Trabalho (GT) ter\u00e1 por dois momentos: uma mesa redonda composta de convidados\/as que atuam em cada tem\u00e1tica do GT e, ainda, um momento de apresenta\u00e7\u00e3o dos trabalhos inscritos no respectivo GT e aprovados para participarem do evento. 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