{"id":166,"date":"2016-08-18T08:51:10","date_gmt":"2016-08-18T11:51:10","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/nnugs\/?p=166"},"modified":"2016-08-18T08:51:10","modified_gmt":"2016-08-18T11:51:10","slug":"ingestao-de-arginina-esta-associada-ao-estresse-oxidativo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/nnugs\/2016\/08\/18\/ingestao-de-arginina-esta-associada-ao-estresse-oxidativo\/","title":{"rendered":"Ingest\u00e3o de arginina est\u00e1 associada ao estresse oxidativo"},"content":{"rendered":"<div><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/nnugs\/files\/2016\/08\/861-carne-assada.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-168\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/nnugs\/files\/2016\/08\/861-carne-assada.jpg\" alt=\"861--carne-assada\" width=\"150\" height=\"110\" \/><\/a><\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<div>Pesquisadores da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) conduziram um estudo populacional atrav\u00e9s do qual constataram que a alta ingest\u00e3o de prote\u00edna e arginina a partir do consumo de carne, foi associada com o estresse oxidativo, independentemente da gen\u00e9tica, estilo de vida e fatores bioqu\u00edmicos.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Publicado na revista <i>Nutrition<\/i>, os dados vieram do Inqu\u00e9rito de Sa\u00fade de S\u00e3o Paulo (ISA-Capital), um estudo de base populacional transversal realizado no Brasil com 549 adultos. O consumo alimentar foi estimado atrav\u00e9s de um recordat\u00f3rio de 24 horas. O estresse oxidativo foi avaliado pela concentra\u00e7\u00e3o plasm\u00e1tica do malondialde\u00eddo (MDA). O MDA \u00e9 um produto final da peroxida\u00e7\u00e3o lip\u00eddica, principalmente proveniente do \u00e1cido araquid\u00f4nico, um membro da fam\u00edlia dos \u00e1cidos graxos \u00f4mega-6. A produ\u00e7\u00e3o excessiva de MDA contribui para o aumento da resposta inflamat\u00f3ria por ativa\u00e7\u00e3o de citocinas pr\u00f3-inflamat\u00f3rias.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Foram realizadas an\u00e1lises estat\u00edsticas utilizando modelos gerais de regress\u00e3o linear ajustados por gen\u00e9tica, estilo de vida e para fatores de confus\u00e3o, como idade, g\u00eanero, IMC (\u00edndice de massa corporal), tabagismo, atividade f\u00edsica, consumo de frutas e vegetais, energia e aminas heteroc\u00edclicas, n\u00edveis de prote\u00edna C-reativa, al\u00e9m de polimorfismos nos genes envolvidos no estresse oxidativo: GSTM1 (glutationa S-transferase Mu 1) e GSTT1 (glutationa S-transferase teta 1).<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Os resultados demonstraram que os n\u00edveis de MDA foram diretamente proporcionais ao consumo de carne (p para tend\u00eancia linear = 0,031), ao consumo de prote\u00edna a partir da carne (p para tend\u00eancia linear = 0,006), e ao consumo de arginina a partir da carne (p para tend\u00eancia linear = 0,044). No entanto, os resultados n\u00e3o apresentaram associa\u00e7\u00f5es significativas entre os n\u00edveis de MDA e a ingest\u00e3o de prote\u00edna total e prote\u00edna vegetal (p&gt; 0,05).<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\u201cEste \u00e9 o primeiro trabalho de base populacional a sugerir uma liga\u00e7\u00e3o entre a alta ingest\u00e3o de prote\u00edna e arginina e estresse oxidativo, que \u00e9 uma das principais causas de c\u00e2ncer e doen\u00e7as relacionadas \u00e0 idade\u201d, concluem os autores. No entanto, os autores chamam a aten\u00e7\u00e3o para algumas limita\u00e7\u00f5es no estudo, como a utiliza\u00e7\u00e3o do recordat\u00f3rio de 24h, m\u00e9todo que pode ter pouco poder estat\u00edstico para detectar associa\u00e7\u00f5es, assim como o fato de n\u00e3o terem sido capazes de quantificar a arginina nos indiv\u00edduos do estudo.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Fonte:\u00a0http:\/\/www.nutritotal.com.br\/notas_noticias\/index.php?acao=bu&amp;id=861<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisadores da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) conduziram um estudo populacional atrav\u00e9s do qual constataram que a alta ingest\u00e3o de prote\u00edna e arginina a partir do consumo de carne, foi associada com o estresse oxidativo, independentemente da gen\u00e9tica, estilo de vida e fatores bioqu\u00edmicos. 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