{"id":256,"date":"2020-08-11T18:52:09","date_gmt":"2020-08-11T21:52:09","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/nemplus\/?page_id=256"},"modified":"2020-10-21T20:11:38","modified_gmt":"2020-10-21T23:11:38","slug":"simposios-tematicos-sts","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/nemplus\/simposios-tematicos-sts\/","title":{"rendered":"Simp\u00f3sios Tem\u00e1ticos &#8211; STs"},"content":{"rendered":"<h4><img class=\"aligncenter wp-image-289\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/nemplus\/files\/2020\/08\/Marca_SIMP_3.jpg\" alt=\"\" width=\"555\" height=\"276\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/nemplus\/files\/2020\/08\/Marca_SIMP_3.jpg 1563w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/nemplus\/files\/2020\/08\/Marca_SIMP_3-400x199.jpg 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/nemplus\/files\/2020\/08\/Marca_SIMP_3-1024x509.jpg 1024w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/nemplus\/files\/2020\/08\/Marca_SIMP_3-768x382.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/nemplus\/files\/2020\/08\/Marca_SIMP_3-1536x764.jpg 1536w\" sizes=\"(max-width: 555px) 100vw, 555px\" \/><\/h4>\n<hr \/>\n<h2>Simp\u00f3sios Tem\u00e1ticos<\/h2>\n<h3><strong>ST1. Mem\u00f3ria coletiva e museus de mem\u00f3ria<\/strong><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Coordenadores:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Dra. Rita Juliana Soares Poloni (PPGMP &#8211; UFPel) &#8211; julianapoloni@hotmail.com\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Dr. Darlan de Mamann Marchi (PPGMP \u2013 UFPel) \u2013 <\/span><span style=\"font-weight: 400\">darlanmarchi@gmail.com<\/span><\/p>\n<p>O presente ST busca refletir sobre a mem\u00f3ria coletiva a partir de uma concep\u00e7\u00e3o alargada de museu e do surgimento de uma sem\u00e2ntica memorial da dor, imbu\u00edda de uma tomada de consci\u00eancia p\u00fablica, com a incorpora\u00e7\u00e3o da dimens\u00e3o inc\u00f4moda e violenta da cultura em seu repert\u00f3rio. Tais museus de mem\u00f3ria (WILLIAMS, 2007), tamb\u00e9m entendidos como museus de consci\u00eancia (VALLE; CURY, 2012), voltados para consolidar uma cultura dos direitos humanos a partir da qual a \u00e9tica e a consci\u00eancia s\u00e3o valores compartilhados e vetores de mudan\u00e7a.<\/p>\n<p>Entendemos que a mem\u00f3ria coletiva relacionada a lugares e experi\u00eancias de sofrimento \u00e9 um vetor que, ao agregar mem\u00f3rias de grupos que passaram por experi\u00eancias traum\u00e1ticas e ao atuar atrav\u00e9s das sensibilidades, pode ser um mecanismo de resist\u00eancia frente aos abusos do poder do Estado, como os exercidos atrav\u00e9s de pol\u00edticas de cerceamento das liberdades, como no caso extremo das ditaduras. Essa mem\u00f3ria coletiva, pode ser entendida tamb\u00e9m como um processo que reflete na gest\u00e3o social dessas mem\u00f3rias dif\u00edceis e que est\u00e1 presente nos espa\u00e7os museais e patrimoniais criados para esse fim.<\/p>\n<p>Assim, partindo da premissa de que aquilo que os museus guardam e transmitem pode coincidir com os \u201cmarcos sociais da mem\u00f3ria coletiva\u201d (HALBWACHS, 2004) que uma comunidade elenca para narrar a si pr\u00f3pria, acolheremos trabalhos que problematizem as institui\u00e7\u00f5es memoriais enquanto produtoras de discursos e espa\u00e7os de ressignifica\u00e7\u00e3o dos traumas sociais, e tamb\u00e9m trabalhos que reflitam sobre a a\u00e7\u00e3o dos empreendedores da mem\u00f3ria (JELIN, 2002) e a participa\u00e7\u00e3o das comunidades nesses processos. S\u00e3o bem-vindos trabalhos sobre as rela\u00e7\u00f5es entre expografia e opini\u00e3o do p\u00fablico, bem como, sobre a democratiza\u00e7\u00e3o dos processos p\u00fablicos de mem\u00f3ria, por exemplo, com a cria\u00e7\u00e3o de museus comunit\u00e1rios e seus desafios. Portanto, nosso ST se prop\u00f5e a abordar temas que perpassam a concep\u00e7\u00e3o de museu enquanto fen\u00f4meno, ou seja, um espa\u00e7o vivo para a mem\u00f3ria, mas um espa\u00e7o em disputa, um lugar de converg\u00eancias, diverg\u00eancias, identifica\u00e7\u00f5es e conflitos. Da mesma forma, trabalhos que versem sobre outros dispositivos de memorializa\u00e7\u00e3o de eventos traum\u00e1ticos compartilhados, a partir da ocupa\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o p\u00fablico, como os monumentos e antimonumentos, centrados na rela\u00e7\u00e3o entre mem\u00f3ria coletiva, direitos humanos e viola\u00e7\u00e3o de direitos, tamb\u00e9m ser\u00e3o acolhidos por este ST.<\/p>\n<p>Refer\u00eancias:<\/p>\n<p>HALBWACHS, Maurice. <strong>Los marcos sociales de la memoria<\/strong>. Traduzido por: Manuel A. Baeza y Michel Mujica. Barcelona: Anthropos editorial, 2004.<\/p>\n<p>JELIN, Elizabeth. <strong>Los Trabajos de la Memoria<\/strong>. Madrid: Siglo XXI, 2002.<\/p>\n<p>VALLE, Carlos Beltr\u00e3o; CURY, Mar\u00edlia Xavier. Museu de consci\u00eancia x mem\u00f3ria traum\u00e1tica &#8211; O Memorial da Resist\u00eancia In: ASENSIO; POL; ASENJO et al. (Ed). <strong>Nuevos Museos, Nuevas Sensibilidades<\/strong>. Series de Investigaci\u00f3n Iberoamericana em Museolog\u00eda.Ano 3.Vol. 4. 2012<\/p>\n<p>WILLIAMS, Paul. <strong>Memorial Museums:<\/strong> The global rush to commemorate atrocities. New York: Berg publishers, 2007.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/nemplus\/inscricoes\/\">Inscreva-se para apresenta\u00e7\u00e3o de trabalho nesse ST<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<h3><strong>ST2. Mem\u00f3ria coletiva e virtualidade<\/strong><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Coordenadoras:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Ma. Priscila Chagas Oliveira (PPGMP &#8211; UFPel) &#8211; priscila.museo@gmail.com<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Ma. Karla Nazareth-Tissot (PPGMP &#8211; UFPel) &#8211; <\/span><span style=\"font-weight: 400\">karlanazarethtissot@gmail.com<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">O surgimento da cultura digital e das tecnologias e <\/span><span style=\"font-weight: 400\">interfaces <\/span><span style=\"font-weight: 400\">computacionais fez emergir um processo sociocultural de integra\u00e7\u00e3o da vida social com a tecnologia. A cibercultura, que atualiza as configura\u00e7\u00f5es sociais, culturais, pol\u00edticas e econ\u00f4micas (LEMOS, 2007) especifica um novo conjunto de t\u00e9cnicas (materiais e intelectuais), de pr\u00e1ticas, de atitudes, de modos de pensamento e de valores que se desenvolvem conjuntamente com a expans\u00e3o do ciberespa\u00e7o (L\u00c9VY, 1999). No entanto, por mais que admitamos que a digitaliza\u00e7\u00e3o e o crescimento do ciberespa\u00e7o desempenhem um papel essencial no movimento contempor\u00e2neo de virtualiza\u00e7\u00e3o, trata-se de uma onda de fundo que ultrapassa amplamente a informatiza\u00e7\u00e3o. A virtualiza\u00e7\u00e3o atinge inclusive as modalidades do estar junto e a constitui\u00e7\u00e3o do n\u00f3s: comunidades virtuais, empresas virtuais, democracia virtual. Esse movimento afeta n\u00e3o somente a informa\u00e7\u00e3o e a comunica\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m os corpos, o funcionamento econ\u00f4mico, os quadros coletivos da sensibilidade ou o exerc\u00edcio da intelig\u00eancia (L\u00c9VY, 1996).\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Assim, este ST se prop\u00f5em a refletir sobre a mem\u00f3ria coletiva (HALBWACHS, 1990) que, em tempos de cibercultura, \u00e9 digitalizada, virtualizada e atualizada. Virtual vem do latim <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">virtualis<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">, que deriva de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">virtus<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">, for\u00e7a, pot\u00eancia, portanto, ser\u00e3o acolhidos neste ST os trabalhos que versem sobre as potencialidades e problem\u00e1ticas que surgem da virtualiza\u00e7\u00e3o, principalmente no que se refere \u00e0 reconfigura\u00e7\u00e3o dos marcos sociais da mem\u00f3ria (HALBWACHS, 2004). Reconhecendo que os marcos sociais da mem\u00f3ria s\u00e3o instrumentos que a mem\u00f3ria coletiva utiliza para reconstruir uma imagem do acontecimento ocorrido no passado, de acordo com os valores e pensamentos da sociedade do presente, no pr\u00f3prio tempo e espa\u00e7o em que ocorre a recorda\u00e7\u00e3o, lan\u00e7amos neste ST alguns questionamentos: Quais as implica\u00e7\u00f5es da constru\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria coletiva na atualidade? De que maneira os processos de cria\u00e7\u00e3o, gest\u00e3o e transmiss\u00e3o das mem\u00f3rias por meio das narrativas <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">online <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">nos permitem revisitar a obra de Maurice Halbwachs na inten\u00e7\u00e3o de repensar seus principais conceitos e teorias? Em tempos de imediatismo, cibridismo (BEIGUELMAN, 2004), iconorr\u00e9ia midi\u00e1tica (CANDAU, 2012), acumula\u00e7\u00e3o\/dissolu\u00e7\u00e3o (DODEBEI, 2011), <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">fakenews<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">, negacionismo e p\u00f3s-verdade (SANTAELLA, 2018) que, de certa forma, caracterizam grande parte das pr\u00e1ticas sociais e simb\u00f3licas da Rede, quais os desafios e as possibilidades descortinados pela cibercultura, sobretudo no que se refere \u00e0s novas subjetividades instauradas pela rela\u00e7\u00e3o humano-m\u00e1quina.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Por fim, o objetivo deste ST \u00e9 reunir pesquisas inter, multi, transdisciplinares que contemplem em suas propostas a compreens\u00e3o desta din\u00e2mica social emergente, fomentando, simultaneamente, novas quest\u00f5es que possam evidenciar as profundas altera\u00e7\u00f5es introduzidas no campo de estudo em mem\u00f3ria social.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>Refer\u00eancias:<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">BEIGUELMAN, Giselle. <\/span><b>Admir\u00e1vel Mundo C\u00edbrido<\/b><span style=\"font-weight: 400\">. 2004. Dispon\u00edvel em &lt;<\/span><a href=\"http:\/\/www.academia.edu\/3003787\/Admir%C3%A1vel_mundo_c%C3%ADbrido\"><span style=\"font-weight: 400\">http:\/\/www.academia.edu\/3003787\/Admir%C3%A1vel_mundo_c%C3%ADbrido<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">&gt;. Acesso em 06. ago. 2020.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">CANDAU, Joel. <\/span><b>Mem\u00f3ria e Identidade<\/b><span style=\"font-weight: 400\">. S\u00e3o Paulo: Contexto, 2012.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">DODEBEI, Vera Doyle. Mem\u00f3ria e Patrim\u00f4nio: perspectivas de acumula\u00e7\u00e3o\/dissolu\u00e7\u00e3o no ciberespa\u00e7o. <\/span><b>Revista Aurora<\/b><span style=\"font-weight: 400\">, S\u00e3o Paulo, n. 10, 2011. Dispon\u00edvel em: &lt;<\/span><a href=\"http:\/\/revistas.pucsp.br\/index.php\/aurora\/article\/view\/4614\"><span style=\"font-weight: 400\">http:\/\/revistas.pucsp.br\/index.php\/aurora\/article\/view\/4614<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">&gt;. Acesso em 10 mar. 2016.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">HALBWACHS, Maurice. <\/span><b>A Mem\u00f3ria Coletiva<\/b><span style=\"font-weight: 400\">. Rio de Janeiro: Vertice, 1990.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">HALBWACHS, Maurice. <\/span><b>Los Marcos Sociales de la Memoria<\/b><span style=\"font-weight: 400\">. Traduzido por: <\/span><span style=\"font-weight: 400\">Manuel A. Baeza y Michel Mujica. Barcelona: Anthropos editorial, 2004.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">LEMOS, Andr\u00e9. <\/span><b>Cibercultura: <\/b><span style=\"font-weight: 400\">tecnologia e vida social na cultura contempor\u00e2nea. 3.ed. Porto Alegre: Sulina, 2007.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">L\u00c9VY, Pierre.<\/span><b> Cibercultura<\/b><span style=\"font-weight: 400\">. S\u00e3o Paulo: Editora 34, 1999.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">L\u00c9VY, Pierre. <\/span><b>O que \u00e9 virtual?<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> S\u00e3o Paulo: Editora 34, 1996.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">SANTAELLA, Lucia. <\/span><b>A p\u00f3s verdade \u00e9 verdadeira ou falsa?<\/b><span style=\"font-weight: 400\">. Barueri, SP: Esta\u00e7\u00e3o das Letras e Cores, 2018. <\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/nemplus\/inscricoes\/\">Inscreva-se para apresenta\u00e7\u00e3o de trabalho nesse ST<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<h3><strong>ST3. Conflitos de mem\u00f3ria na contemporaneidade<\/strong><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Coordenadores:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Me. Isabel Cristina Bernal Vinasco (PPGMP &#8211; UFPel) &#8211; icristina.bernal@udea.edu.co<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Me. Jaime Alberto Bornacelly Castro (PPGMP &#8211; UFPel) &#8211; jaime.bornacelly@udea.edu.co<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A sociedade contempor\u00e2nea tem uma experi\u00eancia significativa de conflitos de mem\u00f3ria na hist\u00f3ria recente que requerem sua an\u00e1lise. Este ST tenta enfatizar v\u00e1rios aspectos interrelacionados que partem de conceitua\u00e7\u00f5es e descobertas que Maurice Halbwachs fez em suas diversas contribui\u00e7\u00f5es ao campo da mem\u00f3ria, em rela\u00e7\u00e3o a t\u00f3picos como: religi\u00e3o, linguagem, grupos e estruturas sociais, tempo, espa\u00e7o, subjetividades, experi\u00eancia, identidade, cultura, entre outros. Em primeiro lugar, existe uma dimens\u00e3o cultural, patrimonial e simb\u00f3lica da mem\u00f3ria coletiva, na qual grupos \u00e9tnicos, raciais, de g\u00eanero e classe fazem valer suas pretens\u00f5es de fazer mem\u00f3ria no espa\u00e7o p\u00fablico, \u00edntimo e privado, bem como processos patrimoniais e memoriais que entram em conex\u00e3o, contradi\u00e7\u00e3o, tens\u00e3o e disputas com l\u00f3gicas diversas, hegem\u00f4nicas ou predominantes em um contexto contempor\u00e2neo caracterizado por: fluxos informacionais e comunicativos, multiculturalismo, presentismo, globaliza\u00e7\u00e3o da cultura, hierarquiza\u00e7\u00e3o dos saberes, dos territ\u00f3rios e conhecimentos, a invisibilidade da diferen\u00e7a, a diversidade de narrativas e linguagens, a globaliza\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria, entre outras. Nessa perspectiva, quais foram os avan\u00e7os no conhecimento sobre esses novos conflitos de mem\u00f3ria e sua rela\u00e7\u00e3o com territ\u00f3rios, conhecimentos, emo\u00e7\u00f5es, lugares, materiais e s\u00edmbolos? Que novos atores civis, saberes, conhecimentos e discursos est\u00e3o passando pelos cl\u00e1ssicos conflitos de mem\u00f3ria? Quais s\u00e3o os suportes, repert\u00f3rios, meios, media\u00e7\u00f5es e est\u00e9tica com os quais esses conflitos de mem\u00f3ria s\u00e3o representado, expresso e comunicado?\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Em segundo lugar, o ST busca reunir an\u00e1lises sobre uma dimens\u00e3o pol\u00edtica, institucional e ambiental da mem\u00f3ria coletiva, em que partidos pol\u00edticos, movimentos sociais, grupos de interesse, Estado e organiza\u00e7\u00f5es multilaterais est\u00e3o envolvidos em lutas por reconhecimento e disputas pela constru\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas de mem\u00f3ria e patrim\u00f4nio com conte\u00fados pol\u00eamicos, complexos e de alto impacto, como: guerras, genoc\u00eddios, autoritarismos, megaprojetos, desastres ambientais, epidemias, industrializa\u00e7\u00e3o, desindustrializa\u00e7\u00e3o, urbaniza\u00e7\u00e3o, migra\u00e7\u00f5es, colonialismo, entre outros. Esses conflitos de mem\u00f3rias coletivas locais est\u00e3o conectados a outras experi\u00eancias globais e transnacionais, desde que existam fen\u00f4menos sociais e ambientais comuns, como capitalismo industrial e financeiro, extrativismo, sa\u00fade coletiva, viol\u00eancia pol\u00edtica, negacionismo, desigualdades e neocolonialismo. Nesse sentido, quais mem\u00f3rias coletivas est\u00e3o sendo obliteradas, silenciadas, negadas ou tornadas vis\u00edveis no contexto do capitalismo neoliberal, extrativista e p\u00f3s-industrial? Como as mem\u00f3rias coletivas locais se conectam com outras realidades internacionais dentro de um contexto de transnacionaliza\u00e7\u00e3o das mem\u00f3rias, a economia e a biopol\u00edtica? Quais grupos, atores e discursos est\u00e3o posicionados no cen\u00e1rio p\u00fablico e pol\u00edtico a partir de seus trabalhos de mem\u00f3ria?<\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/nemplus\/inscricoes\/\">Inscreva-se para apresenta\u00e7\u00e3o de trabalho nesse ST<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Simp\u00f3sios Tem\u00e1ticos ST1. Mem\u00f3ria coletiva e museus de mem\u00f3ria Coordenadores: Dra. 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