{"id":770,"date":"2017-02-22T18:15:13","date_gmt":"2017-02-22T21:15:13","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ndh\/?page_id=770"},"modified":"2017-02-22T18:16:58","modified_gmt":"2017-02-22T21:16:58","slug":"apresentacao-hr-16","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ndh\/apresentacao-hr-16\/","title":{"rendered":"Apresenta\u00e7\u00e3o &#8211; HR-16"},"content":{"rendered":"<p>Prezado leitor,<\/p>\n<p>Com este n\u00famero <em>Hist\u00f3ria em Revista<\/em> chega ao seu 16\u00ba ano. Um ano de comemora\u00e7\u00f5es visto que o N\u00facleo de Documenta\u00e7\u00e3o Hist\u00f3rica, do qual esta revista \u00e9 a sua publica\u00e7\u00e3o, celebra seus 20 anos de atividades relacionadas a pesquisa, ao ensino e a extens\u00e3o. Novamente com este n\u00famero pretendemos divulgar no meio acad\u00eamico os resultados de trabalhos cient\u00edficos que apresentam rigor metodol\u00f3gico na abordagem de suas fontes. Assim, nesta edi\u00e7\u00e3o <em>Hist\u00f3ria em Revista<\/em> publica em suas p\u00e1ginas uma sele\u00e7\u00e3o de artigos acad\u00eamicos relacionados a diferentes tem\u00e1ticas de pesquisas.<\/p>\n<p>Eduardo Palermo inaugura este n\u00famero como o artigo <em>Cautivos en las estancias de la frontera uruguaya. Trafico de esclavos en la frontera oriental en la segunda mitad del siglo XIX<\/em> O objetivo principal do autor \u00e9 analisar a situa\u00e7\u00e3o de escravos e libertos capturados e sequestrados na fronteira entre o Uruguai e o Brasil. Esses escravos da fronteira acabavam servindo como m\u00e3o-de-obra nas charqueadas de Pelotas ou ent\u00e3o eram enviados para o Rio de Janeiro, sobretudo ap\u00f3s o fim do tr\u00e1fico negreiro Atl\u00e2ntico.<\/p>\n<p>No artigo seguinte <em>Por se ter queimado uma preta escrava, com o pretexto de bruxaria: fronteira, impunidade e cren\u00e7a dos senhores no poder m\u00e1gico-religioso de seus cativos (Rinc\u00e3o de Artigas \/ 1856<\/em>) de autoria de Paulo Roberto Staudt Moreira continuamos na fronteira Brasil-Uruguai e na tem\u00e1tica sobre a escravid\u00e3o. O autor analisa um crime contra uma escrava acusada de ter poderes m\u00e1gico-religiosos e, devido a isso, queimada num jirau por seu senhor.\u00a0 Ao longo do artigo o autor verifica que al\u00e9m de ser um crime ocorrido na fronteira, o que poderia dificultar as fr\u00e1geis rela\u00e7\u00f5es entre brasileiros e orientais, o crime, apesar de cruel e desumano, n\u00e3o despertou o interesse das autoridades em investig\u00e1-lo.<\/p>\n<p>J\u00e1 em <em>Rede social e prest\u00edgio familiar nas cartas da Baronesa de Tr\u00eas Serros<\/em>, D\u00e9bora Clasen de Paula analisa as cartas de Am\u00e9lia Hartley de Brito Antunes Maciel, a Baronesa de Tr\u00eas Serros, enviadas para sua filha Am\u00e9lia An\u00edbal Hartley Antunes Maciel. No artigo a autora trata da quest\u00e3o do prest\u00edgio familiar e como se constru\u00edam as redes sociais em torno da Fam\u00edlia Antunes Maciel, importante no cen\u00e1rio pol\u00edtico e social pelotense no s\u00e9culo XIX e in\u00edcio do XX.<\/p>\n<p>Alexandre Kohlrausch Marques no artigo <em>A invas\u00e3o da Abss\u00ednia e o jornal A Alvorada<\/em> enfoca como o conflito no continente africano foi noticiado em <em>A Alvorada<\/em>, o principal jornal direcionado para a comunidade negra de Pelotas. Ao longo do trabalho o autor analisa as opini\u00f5es dos colaboradores do jornal demonstrando como a invas\u00e3o da Eti\u00f3pia serviu para a constru\u00e7\u00e3o de uma identidade negra local.<\/p>\n<p>O artigo <em>O comunismo e a Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica nas p\u00e1ginas da Revista do Globo (1930-1945)<\/em> de autoria de Maris\u00e2ngela Martins analisa reportagens e artigos de opini\u00e3o veiculados na <em>Revista do Globo<\/em> que trataram do comunismo e da URSS no per\u00edodo da Era Vargas. Ao longo do desenvolvimento do artigo a autora demonstra que as mudan\u00e7as na dire\u00e7\u00e3o da <em>Revista do Globo<\/em> tamb\u00e9m implicavam na veicula\u00e7\u00e3o de pontos de vista diferentes sobre o comunismo e a URSS.<\/p>\n<p>O artigo <em>Voando com o Le\u00e3o alado de S\u00e3o Marcos: a inven\u00e7\u00e3o do talian no Rio Grande do Sul<\/em> foi escrito por Paulo C\u00e9sar Possamai. Averiguar como ocorreu o processo de constru\u00e7\u00e3o da identidade \u00edtalo-sul-rio-grandense \u00e9 o objetivo principal do autor. No desenvolvimento do artigo s\u00e3o analisadas como as identidades desse grupo \u00e9tnico se constru\u00edram at\u00e9 a elabora\u00e7\u00e3o de um sentimento regionalista italiano denominado <em>talian<\/em>, como uma reafirma\u00e7\u00e3o da perten\u00e7a \u00e9tnica e da valoriza\u00e7\u00e3o dos costumes camponeses.<\/p>\n<p>Na se\u00e7\u00e3o Instrumento de trabalho Beatriz Ana Loner, Lorena Almeida Gill, L\u00f3ren Nunes da Rocha, Marciele Vasconcellos e Micaele Irene Scheer apresentam os procedimentos e alguns resultados do projeto desenvolvido no N\u00facleo de Documenta\u00e7\u00e3o Hist\u00f3rica com os cerca de 100.000 processos da Justi\u00e7a do Trabalho da Comarca de Pelotas pertencentes ao seu acervo. Os processos abrangem o per\u00edodo entre as d\u00e9cadas de 1940 e 1990 e possibilitam, por exemplo, averiguar as rela\u00e7\u00f5es que os trabalhadores mantinham com as pol\u00edticas trabalhistas.<\/p>\n<p align=\"right\">Boa leitura!<\/p>\n<p style=\"text-align: center\" align=\"right\">| <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ndh\/hr-numero-16\/\">voltar <\/a>|<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Prezado leitor, Com este n\u00famero Hist\u00f3ria em Revista chega ao seu 16\u00ba ano. Um ano de comemora\u00e7\u00f5es visto que o N\u00facleo de Documenta\u00e7\u00e3o Hist\u00f3rica, do qual esta revista \u00e9 a sua publica\u00e7\u00e3o, celebra seus 20 anos de atividades relacionadas a pesquisa, ao ensino e a extens\u00e3o. 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