{"id":759,"date":"2017-02-22T18:00:09","date_gmt":"2017-02-22T21:00:09","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ndh\/?page_id=759"},"modified":"2017-02-22T18:00:09","modified_gmt":"2017-02-22T21:00:09","slug":"apresentacao-hr-15","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ndh\/apresentacao-hr-15\/","title":{"rendered":"Apresenta\u00e7\u00e3o &#8211; HR &#8211; 15"},"content":{"rendered":"<p>Com este n\u00famero, Hist\u00f3ria em Revista completa seus 15 anos de exist\u00eancia. Se fosse uma mulher, dir\u00edamos \u201cquinze primaveras\u201d e, pelas normas dos tempos antigos, ela estaria apta a participar da vida em sociedade e a escolher\/escolherem seu par para toda a vida. Se fosse um homem, aos 15 anos, estaria estudando ou se iniciando nas artes da profiss\u00e3o para a qual sua fam\u00edlia\/necessidade o destinara. De todas as formas, 15 anos \u00e9 um marco, mesmo hoje em dia, em que as antigas regras n\u00e3o mais nos governam, o que, por sua vez, \u00e9 um imenso progresso.<\/p>\n<p>Mas nosso tema aqui \u00e9 uma revista, uma revista cientifica sobre a hist\u00f3ria e seu fazer, uma revista que foi fruto do esfor\u00e7o conjunto de v\u00e1rios professores e pesquisadores, ao longo de todo esse tempo e que, embora renovada continuamente em sua comiss\u00e3o e seu conselho editorial e, inclusive, em seu estilo gr\u00e1fico, guarda ainda as marcas de uma produ\u00e7\u00e3o artesanal, reiterada a cada n\u00famero. Foi somente gra\u00e7as a persist\u00eancia de sua equipe que ela conseguiu, ano ap\u00f3s ano, trazer a luz um novo n\u00famero e faz\u00ea-lo circular entre o meio acad\u00eamico, para que o objetivo maior de sua cria\u00e7\u00e3o fosse cumprido: discutir as novas produ\u00e7\u00f5es na \u00e1rea de ci\u00eancias humanas, especialmente aquelas feitas nas latitudes mais ao sul do nosso pa\u00eds. Este marco reflete tamb\u00e9m o apoio que recebemos da comunidade cient\u00edfica, historiadores principalmente, que atenderam ao nosso convite e enviaram seus textos, frutos de \u00e1rduo trabalho, te\u00f3rico e pr\u00e1tico, para que ela pudesse refletir em suas p\u00e1ginas, um pouco da composi\u00e7\u00e3o extremamente variada dos estudos em nossa \u00e1rea.<\/p>\n<p>E como para acentuar essa composi\u00e7\u00e3o variada, neste n\u00famero trazemos artigos bem diferenciados em rela\u00e7\u00e3o a seus temas, embora alguns compartilhem uma preocupa\u00e7\u00e3o fundamental com a mem\u00f3ria e outros busquem analisar propostas\/pol\u00edticas de estado. Assim, Cathy Oullette, apresenta, com base em processos judiciais, um estudo sobre a moral sexual dos positivistas especialmente em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 mulher no contexto da rep\u00fablica ga\u00facha. Dois artigos remetem ao Estado e suas demandas: Joana Darc dos Santos analisa as formas poss\u00edveis da participa\u00e7\u00e3o popular em Diadema, em anos recentes e Jos\u00e9 Antonio Fernandes nos remete a pol\u00edtica do estado portugu\u00eas em rela\u00e7\u00e3o a suas (ex) col\u00f4nias africanas no s\u00e9culo XX.<\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 constru\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria, suas implica\u00e7\u00f5es e caminhos temos a discuss\u00e3o de Maria Ang\u00e9lica Zubaran sobre as comemora\u00e7\u00f5es negras do 13 de maio em Porto Alegre, entendido como uma forma pedag\u00f3gica de atua\u00e7\u00e3o na\/da comunidade negra. A tentativa de constru\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria nacional uruguaia, a partir da comemora\u00e7\u00e3o das datas p\u00e1trias, \u00e9 tema de Juarez Rodrigues Fu\u00e3o, com base em dois peri\u00f3dicos do s\u00e9culo XIX, <em>El Siglo<\/em> e <em>La Naci\u00f3n<\/em>. Contudo, h\u00e1 outros tipos de mem\u00f3ria, e as mem\u00f3rias da inf\u00e2ncia podem ser dolorosas em casos como o analisado por Denise Bussoletti, que nos traz um ensaio sobre as crian\u00e7as dos guetos de Terezin, na Segunda Guerra. Afortunadamente, uma inf\u00e2ncia mais feliz, \u00e9 o objeto do trabalho de Carla Gastaud e Beatriz Zechlinski, que versa sobre uma experi\u00eancia concreta de educa\u00e7\u00e3o patrimonial no Museu da Baronesa, em Pelotas, realizada recentemente.<\/p>\n<p>Por fim, em Instrumentos de Trabalho, Caiu\u00e1 Al-Alam e Marcelo Correa nos brindam com alguma luz sobre quem eram os indiv\u00edduos escravizados presos na cadeia de Pelotas, a partir dos poucos dados existentes sobre o assunto.<\/p>\n<p>Boa leitura!<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">| <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ndh\/hr-numero-15\/\">voltar<\/a> |<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com este n\u00famero, Hist\u00f3ria em Revista completa seus 15 anos de exist\u00eancia. Se fosse uma mulher, dir\u00edamos \u201cquinze primaveras\u201d e, pelas normas dos tempos antigos, ela estaria apta a participar da vida em sociedade e a escolher\/escolherem seu par para toda a vida. 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