{"id":295,"date":"2017-02-17T14:01:21","date_gmt":"2017-02-17T16:01:21","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ndh\/?page_id=295"},"modified":"2021-08-15T18:49:40","modified_gmt":"2021-08-15T21:49:40","slug":"extensao","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ndh\/extensao\/","title":{"rendered":"Extens\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\"><strong>Escola de Inclus\u00e3o da UFPel:\u00a0<\/strong>A Escola de Inclus\u00e3o da UFPel tem como proposta de trabalho a inser\u00e7\u00e3o da comunidade externa da UFPel em projetos vinculados \u00e0 inclus\u00e3o. Trata-se do atendimento de uma comunidade que antes era desassistida principalmente pela idade que possuem, ou seja, a maioria mais de 25 anos de idade. S\u00e3o jovens e adultos portadores de s\u00edndromes diversas como Down, paralisia cerebral, autismo, entre outras. S\u00e3o oferecidas oficinas as mais diversas como inform\u00e1tica, dan\u00e7a, cinema, teatro e pr\u00e1ticas alimentares saud\u00e1veis. <strong>[Coordenadora: Lorena Almeida Gill]<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Hist\u00f3rias Pouco Contadas:\u00a0<\/strong>Com o objetivo de evidenciar a trajet\u00f3rias de mulheres e homens negros que tiveram suas mem\u00f3rias apagadas, o projeto busca alcan\u00e7ar o maior n\u00famero de pessoas poss\u00edveis, por meio das redes sociais, para que possam conhecer as lutas de pessoas, que tiveram suas hist\u00f3rias muito pouco contadas. Grande parte das fontes utilizadas est\u00e3o no livro \u201c<strong><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ndh\/a-familia-silva-santos-e-outros-escritos\/\">A Fam\u00edlia Silva Santos e outros escritos<\/a><\/strong>\u201d, cujos textos s\u00e3o de autoria da fundadora do NDH, a professora Beatriz Loner, al\u00e9m de outros parceiros que contribu\u00edram nos escritos da obra. Para este projeto, contamos com a parceria do PET Diversidade e Toler\u00e2ncia e o PET Artes, UFPel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Tendo se iniciado no final de 2020 e ainda em andamento, o projeto surgiu numa circunst\u00e2ncia onde as redes sociais t\u00eam se mostrado a melhor forma de nos dialogando com a comunidade externa ao n\u00facleo e a universidade, em um momento de distanciamento sanit\u00e1rio, ocasionado pela pandemia do novo Coronav\u00edrus.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">At\u00e9 o momento, foram disponibilizadas cinco hist\u00f3rias:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Ant\u00f4nio Baobad, nascido em Pelotas, conquistou sua liberdade com cerca de 20 anos, utilizou, por certo tempo, o sobrenome dos que o escravizavam (Xavier e Oliveira), posteriormente, mudou o sobrenome para Baobad, inspirado na grandiosidade e for\u00e7a das ra\u00edzes africanas. Trabalhou como chapeleiro e fulista, foi um dos fundadores do jornal A Alvorada, l\u00edder sindical que participou das lutas oper\u00e1rias e \u00e9tnico-racial. Participou, tamb\u00e9m, de diversas associa\u00e7\u00f5es, como a Entidade Feliz Esperan\u00e7a e a Sociedade de Socorros M\u00fatuos Uni\u00e3o e Fraternidade dos Oper\u00e1rios Chapeleiros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Rodolpho Xavier, pelotense, ap\u00f3s a aprova\u00e7\u00e3o da Lei do Ventre Livre, tinha o status de ing\u00eanuo. Exerceu diversas profiss\u00f5es como: chapeleiro, pedreiro, vassoureiro, colchoeiro e maleiro. Participou de sindicatos, como o Sindicato dos Pedreiros, tornando-se um l\u00edder sindical. Foi um dos idealizadores e fundadores do jornal A Alvorada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Luciana de Ara\u00fajo, nascida em Porto Alegre, mudou-se para Pelotas aos trinta anos de idade. Acometida por tuberculose, fez promessa para seu santo de devo\u00e7\u00e3o, caso fosse curada, fundaria um abrigo para meninas pobres. Em Pelotas, fundou o Asilo de \u00d3rf\u00e3s S\u00e3o Benedito, sete anos depois, em 1908, mudou-se para Bag\u00e9, onde fundou o orfanato S\u00e3o Benedito. Em 1922, passou a administrar uma creche para crian\u00e7as pobres, onde permaneceu no cargo at\u00e9 sua morte.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Euz\u00e9bio de Queiroz Coutinho Barcellos, em sua certid\u00e3o de batismo constava apenas \u201cfilho da preta \u00c2ngela, escrava de Cipriano Roiz Barcellos\u201d. Aos 31 anos recebeu sua alforria, compondo seu nome usando parte do sobrenome do pol\u00edtico Eus\u00e9bio de Queir\u00f3s e o sobrenome do seu propriet\u00e1rio. Ainda escravizado, foi mes\u00e1rio de irmandade, tesoureiro de sociedade lot\u00e9rica e membro da primeira comiss\u00e3o do Centro Ethi\u00f3phico. Quando livre, atuou como juiz protetor e auxiliou na funda\u00e7\u00e3o do Asilo S\u00e3o Benedito. Foi professor, dono de escola de dan\u00e7a e recebeu licen\u00e7a para atuar como m\u00e9dico. Aos 76 anos, participou, em posi\u00e7\u00e3o de destaque, da funda\u00e7\u00e3o e desenvolvimento da Associa\u00e7\u00e3o Centro C\u00edvico Alcides Bahia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Manoel Concei\u00e7\u00e3o da Silva Santos, nascido em Rio Grande, j\u00e1 possu\u00eda registros de residir em Pelotas no ano de 1860 (quando j\u00e1 estava pr\u00f3ximo dos vinte e nove anos de idade), foi escravizado por vinte anos, mas conquistou sua liberdade e fez fortuna na profiss\u00e3o de construtor, foi refer\u00eancia na cidade por sua lideran\u00e7a em movimentos pol\u00edticos e sociais, inclusive usando seus recursos financeiros para auxiliar nas causas que atuava. Participou da Campanha Abolicionista, do Partido Liberal, do Clube Abolicionista, foi fundador e propriet\u00e1rio do jornal A Voz do Escravo, auxiliou na funda\u00e7\u00e3o do jornal A Vanguarda e da primeira associa\u00e7\u00e3o mutualista de artes\u00e3os negros na cidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Para acompanhar o andamento do projeto e as novas hist\u00f3rias que em breve ser\u00e3o mostradas, basta clicar e nos seguir no <strong><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/ndh25\"><u>facebook<\/u><\/a><\/strong> e <u><strong><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/ndh.ufpel\/\">instagram<\/a><\/strong>.<\/u><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Atuam no projeto as professoras Lorena Almeida Gill (ICH), N\u00e1dia Senna (Centro de Artes), al\u00e9m das alunas Ariane Bueno, Gabrielle Gotuzzo, Caroline Ara\u00fajo, La\u00eds Cerroni de Morais, Januza Pereira e Gabriela Kalcenikas e do aluno Leonardo Tavares.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Acervos documentais do N\u00facleo de Documenta\u00e7\u00e3o Hist\u00f3rica da Universidade Federal de Pelotas: <\/strong>\u00a0O projeto de extens\u00e3o tem por principal objetivo organizar (higieniza\u00e7\u00e3o, cataloga\u00e7\u00e3o e armazenamento) os acervos salvaguardados no N\u00facleo de Documenta\u00e7\u00e3o Hist\u00f3rica da Universidade Federal de Pelotas. O NDH\/UFPel foi fundado em mar\u00e7o de 1990 com as fun\u00e7\u00f5es de um Centro de Documenta\u00e7\u00e3o e Pesquisa em Hist\u00f3ria e, desde ent\u00e3o, salvaguarda importantes acervos. Um deles contempla a hist\u00f3ria institucional da UFPel, com um acervo composto por materiais diversos como fotografias, recortes de jornais, documentos oficiais e relacionados aos cursos e unidades da universidade. Outros acervos s\u00e3o o do DCE\/UFPel e do Partido dos Trabalhadores da sede de Pelotas. Outros acervos se constitu\u00edram com origens variadas: hist\u00f3ria da imprensa, sindicatos, movimentos sociais, movimentos estudantis e obras raras. O presente projeto de extens\u00e3o pretende organizar esses acervos, objetivando higienizar, catalogar e armazenar de formas corretas, disponibilizando os materiais aos pesquisadores e \u00e0 comunidade em geral.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Integrantes:<\/strong> Aristeu Elisandro Machado Lopes (Coordenador) J\u00e9ssica Bitencourt Lopes (PPGH\/UFPel), Charles \u00c2nderson dos Santos Kurz (PPGH\/UFPel), Euler Fabres Zanetti (PPGH\/UFPel), Larissa Ceroni de Morais (Gradua\u00e7\u00e3o-Hist\u00f3ria\/UFPel), Beth\u00e2nia Luisa Lessa Werner (Gradua\u00e7\u00e3o-Hist\u00f3ria\/UFPel), Nathalia Lima Estevam (Gradua\u00e7\u00e3o-Hist\u00f3ria\/UFPel), Maicon Paiva Zanetti (Gradua\u00e7\u00e3o-Hist\u00f3ria\/UFPel).<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Pelotas: passado e presente \u2013 Divulgando suas hist\u00f3rias para a comunidade<\/strong>:\u00a0 \u00c9 um projeto de extens\u00e3o do g\u00eanero de pesquisa e divulga\u00e7\u00e3o, realizado por Professores\/as e alunos\/as dos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Hist\u00f3ria da Universidade Federal de Pelotas, que tem como principal objetivo divulgar para a comunidade local e um p\u00fablico mais amplo das redes sociais as pesquisas mais recentes sobre a hist\u00f3ria da cidade, sempre inserindo-a em contextos regionais e globais. A primeira a\u00e7\u00e3o, realizada ao longo do segundo semestre de 2021 se chama \u201cDa \u00c1frica para as charqueadas de Pelotas: os prim\u00f3rdios da hist\u00f3ria da cidade\u201d e tem como meios<br \/>\nde divulga\u00e7\u00e3o iniciais postagens na p\u00e1gina do Instagram, do YouTube, al\u00e9m de Podcasts.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Coordenador:<\/strong> Prof. Jonas Vargas<br \/>\n<strong>Bolsista:<\/strong> Higor William Marcolino<br \/>\n<strong>Equipe:<\/strong> Prof. Nat\u00e1lia Garcia Pintos e acad\u00eamicos Ana Val\u00e9ria Ferraz Dos Santos, Andr\u00e9 Alves da Silva, Andr\u00e9 Vargas, Beth\u00e2nia Luisa Lessa Werner, Camila Gon\u00e7alves Dutra, Douglas Reisdorfer, La\u00eds Neves Bittencourt, Lu\u00edsa Fanfa Barroso, Maria Augusta Silveira, Marina Ribeiro Cardoso, Matheus Gregorio Tupina Silva, Michelle da Cruz Vergas, Rodrigo de Jesus, Stefany Solari Maciel, Vit\u00f3ria Henzel Ferreira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Escola de Inclus\u00e3o da UFPel:\u00a0A Escola de Inclus\u00e3o da UFPel tem como proposta de trabalho a inser\u00e7\u00e3o da comunidade externa da UFPel em projetos vinculados \u00e0 inclus\u00e3o. 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