{"id":2800,"date":"2021-08-17T18:38:16","date_gmt":"2021-08-17T21:38:16","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ndh\/?page_id=2800"},"modified":"2021-08-17T18:38:16","modified_gmt":"2021-08-17T21:38:16","slug":"hr-26-2-jul-2021","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ndh\/hr-26-2-jul-2021\/","title":{"rendered":"HR -26.2 (jul. 2021)"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/periodicos.ufpel.edu.br\/ojs2\/index.php\/HistRev\/issue\/view\/1064\/showToc\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"2802\" data-permalink=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ndh\/hr-26-2-jul-2021\/capa-hr\/#main\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/ndh\/files\/2021\/08\/capa-hr.jpg?fit=600%2C749&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"600,749\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"capa hr\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/ndh\/files\/2021\/08\/capa-hr.jpg?fit=600%2C220&amp;ssl=1\" class=\"alignleft size-medium wp-image-2802\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/ndh\/files\/2021\/08\/capa-hr.jpg?resize=255%2C318&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"255\" height=\"318\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/ndh\/files\/2021\/08\/capa-hr.jpg?resize=255%2C318&amp;ssl=1 255w, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/ndh\/files\/2021\/08\/capa-hr.jpg?resize=127%2C159&amp;ssl=1 127w, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/ndh\/files\/2021\/08\/capa-hr.jpg?w=600&amp;ssl=1 600w\" sizes=\"auto, (max-width: 255px) 100vw, 255px\" \/><\/a>Hist\u00f3ria em Revista lan\u00e7a dossi\u00ea dedicado \u00e0 &#8220;<a href=\"https:\/\/periodicos.ufpel.edu.br\/ojs2\/index.php\/HistRev\/issue\/view\/1064\/showToc\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Hist\u00f3ria das mulheres e g\u00eanero em suas diversas abordagens<\/strong><\/a>&#8221;<\/p>\n<p>As pesquisas voltadas para os mais diversos \u00e2mbitos relacionados \u00e0 Hist\u00f3ria das mulheres e aos Estudos de G\u00eanero t\u00eam se ampliado desde meados do s\u00e9culo passado, e, no tempo presente, consolidam esses campos de estudos como importantes \u00e1reas de produ\u00e7\u00f5es acad\u00eamicas. Trabalhos realizados, tanto nas esferas da gradua\u00e7\u00e3o quanto da p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o, refletem a din\u00e2mica das investiga\u00e7\u00f5es realizadas e, significativamente, t\u00eam contribu\u00eddo para o fortalecimento dessas tem\u00e1ticas sens\u00edveis. Tendo em vista suas diversas abordagens, permeadas por diferentes fontes, bibliografias, discuss\u00f5es te\u00f3ricas e metodol\u00f3gicas, essas pesquisas s\u00e3o capazes de conduzir estudiosas e estudiosos desses assuntos a uma gama de novos conhecimentos hist\u00f3ricos e epistemol\u00f3gicos.<\/p>\n<p>As autoras e os autores que colaboram com seus artigos para a composi\u00e7\u00e3o do dossi\u00ea, abordam discuss\u00f5es a respeito de sexualidades, constru\u00e7\u00f5es culturais, preconceitos, desigualdades de g\u00eanero, viol\u00eancias, entre outros elementos, de forma que, com seus diferentes di\u00e1logos, problematizam os temas, oferecendo reflex\u00f5es atualizadas e enriquecedoras.<\/p>\n<p>O dossi\u00ea \u00e9 aberto pela se\u00e7\u00e3o \u201cDiscuss\u00f5es sobre Hist\u00f3ria das Mulheres e G\u00eanero\u201d e o primeiro artigo \u00e9 o das autoras Beatriz Berr Elias e M\u00f4nica Karawejczyk, o qual \u00e9 intitulado como \u201cSempre \u00e0 mulher, pela mulher: a coluna Feminismo no jornal O Paiz (RJ) &#8211; 1927-1930\u201d e nele \u00e9 realizada uma an\u00e1lise das pautas feministas tratadas na coluna do peri\u00f3dico, assinada por representantes da Federa\u00e7\u00e3o Brasileira pelo Progresso Feminino (FBPF), associa\u00e7\u00e3o fundada em 1922, no Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s, segue o artigo denominado \u201cO julgamento da fam\u00edlia Vandeput: uma an\u00e1lise da abordagem da m\u00eddia impressa brasileira sobre o infantic\u00eddio de Corinne\u201d (1962), nele, as autoras Bruna Alves Lopes e Francieli Lunelli Santos, discutem a hist\u00f3ria do medicamento Talidomida e analisam o modo como a m\u00eddia impressa brasileira noticiou o julgamento de uma fam\u00edlia pelo assassinato da filha, nascida com defici\u00eancias, e apresentam o caso como sendo representativo da medicaliza\u00e7\u00e3o do corpo feminino, das representa\u00e7\u00f5es acerca da maternidade e das pessoas com defici\u00eancia ao longo da d\u00e9cada de 1960.<\/p>\n<p>Os autores Bruno C\u00e9zar Pereira e Alexandra Louren\u00e7o analisam as experi\u00eancias de migrantes nordestinas para a cidade de Orl\u00e2ndia, no estado de S\u00e3o Paulo, por meio do artigo \u201cMulheres e a migra\u00e7\u00e3o: trajet\u00f3rias e motiva\u00e7\u00f5es de migrantes nordestinas na cidade das avenidas\u201d. A an\u00e1lise se centra em tr\u00eas entrevistas e problematiza o protagonismo feminino nos processos de deslocamentos.<\/p>\n<p>A autora Elisiane Medeiros Chaves, no artigo intitulado \u201cPercep\u00e7\u00f5es sobre a viol\u00eancia dom\u00e9stica a partir da \u00f3tica de agressores de mulheres\u201d, analisa a viol\u00eancia contra as mulheres por meio da metodologia da Hist\u00f3ria oral tem\u00e1tica. Foram realizadas entrevistas com agressores a fim de conhecer as suas vers\u00f5es sobre as situa\u00e7\u00f5es nas quais eles tinham se envolvido e que motivaram seus julgamentos no Juizado da Viol\u00eancia Dom\u00e9stica da Comarca de Pelotas, visando compreender as raz\u00f5es pelas quais esses tipos de viol\u00eancia continuam acontecendo na atualidade.<\/p>\n<p>Segue o artigo de Etiane Carvalho Nunes, cujo t\u00edtulo \u00e9\u00a0<strong>\u201c<\/strong>Compreendamos, partilhemos dos sofrimentos da mulher escrava: duas irm\u00e3s e o abolicionismo em Pelotas e Rio Grande (1880-1888)\u201d. A autora faz uma discuss\u00e3o sobre a participa\u00e7\u00e3o de mulheres na campanha abolicionista em Pelotas e Rio Grande, durante os anos 1880 e 1888, focando especialmente na atua\u00e7\u00e3o de duas irm\u00e3s, Julieta e Revocata de Mello, que deixaram suas ideias sobre aboli\u00e7\u00e3o registradas na imprensa, demonstrando a colabora\u00e7\u00e3o feminina no movimento.<\/p>\n<p>Gabbiana Clamer Fonseca Falavigna dos Reis escreveu o artigo denominado \u201cCorpo(s) e sexualidade(s) no cinema pornogr\u00e1fico no contexto da ditadura civil militar: percep\u00e7\u00f5es a partir das pornochanchadas (1969-1986)\u201d que reflete sobre a dimens\u00e3o da censura moral, dos discursos e pr\u00e1ticas de controle que atravessavam corpo e sexo durante a ditadura civil militar brasileira, utilizando como objeto e fonte os filmes de pornochanchada.<\/p>\n<p>J\u00e1 Mateus Dagios, no seu artigo que tem como t\u00edtulo \u201cO riso da inf\u00e2mia: estupro no drama sat\u00edrico Ciclope de Eur\u00edpides\u201d, analisa uma men\u00e7\u00e3o \u00e0 viol\u00eancia sexual no drama sat\u00edrico Ciclope de Eur\u00edpides, investigando como o corifeu transforma uma refer\u00eancia a um estupro de Helena em uma cena c\u00f4mica.<\/p>\n<p>No artigo \u201cEla diz que os homens \u00e9 quem s\u00e3o escravizados: Esther Vilar e as origens do antifeminismo como \u201cguerra cultural\u201d, Silviana Fernandes Mariz aborda o crescente antifeminismo passando pelo seu surgimento nos anos 1970 e refletindo sobre a produ\u00e7\u00e3o bibliogr\u00e1fica da autora argentina Esther Pilar, atrav\u00e9s de suas obras e entrevistas, bem como apontando desdobramentos de seu pensamento na atualidade.<\/p>\n<p>O artigo que encerra a se\u00e7\u00e3o \u00e9 de autoria de Thiago Rom\u00e3o de Alencar e se intitula \u201cG\u00eanero, trabalho, guerra e paz no Reino Unido: o impacto da Segunda Guerra Mundial e do imediato p\u00f3s-guerra na vida das trabalhadoras brit\u00e2nicas (1939-1951)\u201d. O autor, por meio de uma revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica, analisa a vida das mulheres trabalhadoras brit\u00e2nicas no contexto da Segunda Guerra Mundial e no p\u00f3s-guerra, refletindo sobre a inser\u00e7\u00e3o dessas mulheres no mercado de trabalho a partir da l\u00f3gica da hierarquia de g\u00eanero como estruturante do modo de produ\u00e7\u00e3o capitalista.<\/p>\n<p>Por fim, a se\u00e7\u00e3o de tema livre \u00e9 composta por dois artigos. No primeiro, intitulado \u201cO palha\u00e7o de reis fluminense e sua m\u00e1scara: performance, ritual e religiosidade\u201d a autora, Carolina da Silva Rodrigues, faz uma an\u00e1lise sobre a manifesta\u00e7\u00e3o cultural religiosa, denominada Folia de Reis, a fim de compreender o universo em que est\u00e3o inseridas a figura do palha\u00e7o e a sua m\u00e1scara.<\/p>\n<p>A se\u00e7\u00e3o \u00e9 encerrada pelo artigo denominado \u201cSantu\u00e1rio do Cara\u00e7a: mem\u00f3rias e esquecimentos luso-brasileiros na Hist\u00f3ria de Minas Gerais\u201d, produzido por Rudiney Avelino de Castro Silva e J\u00falia Calvo, nele os autores analisam o processo hist\u00f3rico de constitui\u00e7\u00e3o e transforma\u00e7\u00e3o do lugar em eremit\u00e9rio, col\u00e9gio, centro de peregrina\u00e7\u00e3o, espa\u00e7o de cultura e destino tur\u00edstico, assim como a import\u00e2ncia que o reconhecimento pelo IPHAN tem exercido diante da preserva\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria material e imaterial do Santu\u00e1rio.<\/p>\n<p>Uma vez apresentados os artigos que fazem parte deste dossi\u00ea, <a href=\"https:\/\/periodicos.ufpel.edu.br\/ojs2\/index.php\/HistRev\/issue\/view\/1064\/showToc\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>desejamos a todas e a todos uma leitura enriquecedora<\/strong><\/a>!<\/p>\n<p><em>Daniele Gallindo | Elisiane Chaves | Silvana Moreira | Taiane Mendes<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center\">[Organizadores]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hist\u00f3ria em Revista lan\u00e7a dossi\u00ea dedicado \u00e0 &#8220;Hist\u00f3ria das mulheres e g\u00eanero em suas diversas abordagens&#8221; As pesquisas voltadas para os mais diversos \u00e2mbitos relacionados \u00e0 Hist\u00f3ria das mulheres e aos Estudos de G\u00eanero t\u00eam se ampliado desde meados do s\u00e9culo passado, e, no tempo presente, consolidam esses campos de estudos como importantes \u00e1reas de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":718,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_crdt_document":"","footnotes":""},"class_list":["post-2800","page","type-page","status-publish","hentry"],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/P9qy4R-Ja","jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ndh\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2800","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ndh\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ndh\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ndh\/wp-json\/wp\/v2\/users\/718"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ndh\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2800"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ndh\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2800\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2803,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ndh\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2800\/revisions\/2803"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ndh\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2800"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}