{"id":97,"date":"2022-07-15T17:12:49","date_gmt":"2022-07-15T20:12:49","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/museugruppelli\/?page_id=97"},"modified":"2022-09-29T19:32:04","modified_gmt":"2022-09-29T22:32:04","slug":"biblioteca-de-pesquisas","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/museugruppelli\/sobre-o-museu\/biblioteca-de-pesquisas\/","title":{"rendered":"Biblioteca de Pesquisas"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>TRABALHOS PUBLICADOS SOBRE O MUSEU GRUPPELLI\u00a0<\/strong><\/h2>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/museugruppelli\/files\/2022\/09\/imagem_2022-09-17_224017663.png\" \/><\/p>\n<p>Fonte da foto: Sheron Files Fotografia<\/p>\n<h3 style=\"text-align: center;\">Sobre esta P\u00e1gina<\/h3>\n<p>Esta aba contempla alguns (se n\u00e3o todos) os trabalhos acad\u00eamicos j\u00e1 publicados sobre o Museu Gruppelli como uma forma de facilitar a busca de estudantes e pessoas interessadas nos temas de Ruralidade e Museus Rurais. Para facilitar ainda mais a sua busca, sugerimos que utilize o atalho Ctrl + F, colocando a palavra que deseja buscar (podendo ser uma das palavras-chave dispon\u00edveis em cada artigo) para agilizar ainda mais sua procura.<br \/>\nN\u00e3o temos nenhuma inten\u00e7\u00e3o com ganhos monet\u00e1rios, muito menos somos realmente uma biblioteca &#8211; apenas disponibilizamos os links de acesso para os artigos serem baixados nas plataformas que j\u00e1 os disponibilizam gratuitamente.<\/p>\n<p>Guia de navega\u00e7\u00e3o entre as p\u00e1ginas:<br \/>\n<strong>&#8211; <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/museugruppelli\/sobre-o-museu\/biblioteca-de-pesquisas\/2\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Teses<\/a><br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/museugruppelli\/sobre-o-museu\/biblioteca-de-pesquisas\/3\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Disserta\u00e7\u00f5es<\/a><br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/museugruppelli\/sobre-o-museu\/biblioteca-de-pesquisas\/4\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Trabalhos de Conclus\u00e3o de Curso (TCCs)<\/a><br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/museugruppelli\/sobre-o-museu\/biblioteca-de-pesquisas\/5\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Livros<\/a><br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/museugruppelli\/sobre-o-museu\/biblioteca-de-pesquisas\/6\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Cap\u00edtulos de Livros<\/a><br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/museugruppelli\/sobre-o-museu\/biblioteca-de-pesquisas\/7\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Artigos Publicados em Anais<\/a><br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/museugruppelli\/sobre-o-museu\/biblioteca-de-pesquisas\/8\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Artigos Publicados em Revistas<\/a><br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/museugruppelli\/sobre-o-museu\/biblioteca-de-pesquisas\/9\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Resumos Expandidos<\/a><br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/museugruppelli\/sobre-o-museu\/biblioteca-de-pesquisas\/10\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Resumos<\/a><\/strong><\/p>\n<p><!--nextpage--><\/p>\n<h3 style=\"text-align: center;\">Teses<\/h3>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>T\u00edtulo:<\/strong> Desvendando emo\u00e7\u00f5es: O Museu Gruppelli, seus objetos e seu p\u00fablico<br \/>\n<strong>Autor: <\/strong>Jos\u00e9 Paulo Siefert Brahm<br \/>\n<strong>Resumo: <\/strong>Esta pesquisa tem como objetivo principal analisar as emo\u00e7\u00f5es expressas pelos visitantes no contexto expositivo do Museu Gruppelli, localizado na zona rural da cidade de Pelotas\/RS, e os seus significados. Durante pesquisas anteriores realizadas no Museu, percebemos que o p\u00fablico entrevistado ao se relacionar com os objetos tinha n\u00e3o somente mem\u00f3rias e identidades afloradas, mas tamb\u00e9m emo\u00e7\u00f5es. Entre as emo\u00e7\u00f5es mencionadas pelos entrevistados podemos citar: saudosismo, nostalgia, esperan\u00e7a, pena, l\u00e1stima, alegria, tristeza. Essa experi\u00eancia nos levou a ponderar sobre o que as provocavam e qual a import\u00e2ncia das mesmas para o p\u00fablico visitante e para a preserva\u00e7\u00e3o e difus\u00e3o do pr\u00f3prio museu. Essa pesquisa partiu da hip\u00f3tese de que a percep\u00e7\u00e3o museal do p\u00fablico visitante \u00e9 a principal raz\u00e3o contributiva para que aflorem diversas emo\u00e7\u00f5es nele mesmo, atrav\u00e9s da rela\u00e7\u00e3o que travam com os objetos expostos no contexto do espa\u00e7o museol\u00f3gico. Como procedimento metodol\u00f3gico, utilizamos, sobretudo, a entrevista (presencial) e, igualmente, a observa\u00e7\u00e3o do pesquisador. Destacamos que as entrevistas foram aplicadas aos frequentadores do Museu, fossem moradores da zona rural ou da urbana, durante a visita\u00e7\u00e3o. Por esse caminho, percebemos que o trabalho emocional \u00e9 facilitado pela fisicalidade dos objetos que guiam a nossa an\u00e1lise, o pil\u00e3o e o tacho, e pelo entrela\u00e7amento desses com outros objetos expostos. Esta pesquisa teve sua relev\u00e2ncia na medida em que possibilita compreender melhor as rela\u00e7\u00f5es que podem ser e s\u00e3o estabelecidas entre p\u00fablico, emo\u00e7\u00e3o, patrim\u00f4nio e museu, uma vez que o interc\u00e2mbio desses conceitos ainda \u00e9 pouco explorado pelo campo da Mem\u00f3ria Social e da Museologia. Ao compreendermos de maneira mais clara as poss\u00edveis rela\u00e7\u00f5es, podemos abrir campo para novas discuss\u00f5es e reflex\u00f5es e ampliar o conhecimento cient\u00edfico, al\u00e9m de existir a possibilidade de reverter as informa\u00e7\u00f5es obtidas nesta pesquisa para o pr\u00f3prio p\u00fablico que visita o Museu Gruppelli, por meio de suas diversas linguagens comunicativas. A melhor compreens\u00e3o da jun\u00e7\u00e3o desses conceitos tamb\u00e9m poder\u00e1 ajudar na elabora\u00e7\u00e3o e efetiva\u00e7\u00e3o de novas pol\u00edticas p\u00fablicas no campo do patrim\u00f4nio cultural, contribuindo ainda mais para a sua salvaguarda e difus\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Palavras-chave:<\/strong> Museologia. Patrim\u00f4nio. Musealidade. Emo\u00e7\u00e3o Patrimonial. Museu Gruppelli.<br \/>\n<strong>Dispon\u00edvel em: <\/strong><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgmp\/files\/2022\/01\/Tese-final-Jose-Paulo-Brahm.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para ser redirecionado!<\/a><\/p>\n<p><!--nextpage--><\/p>\n<h3 style=\"text-align: center;\">Disserta\u00e7\u00f5es<\/h3>\n<p><strong>T\u00edtulo: <span style=\"font-weight: 400;\">A musealidade no Museu Gruppelli, Pelotas\/RS: Entre o vis\u00edvel e o invis\u00edvel<\/span><\/strong><br \/>\n<strong>Autor: <span style=\"font-weight: 400;\">Jos\u00e9 Paulo Siefert Brahm<\/span><\/strong><br \/>\n<strong>Resumo: <\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">Esta pesquisa tem como objetivo principal analisar a percep\u00e7\u00e3o museal do p\u00fablico ao vislumbrar os objetos expostos, do Museu Gruppelli, situado na zona rural da cidade de Pelotas\/RS, bem como, seu potencial de evocar mem\u00f3rias e forjar identidades. Ancorados nesse objetivo, buscaremos esclarecer as seguintes indaga\u00e7\u00f5es: o p\u00fablico que visita o Museu Gruppelli e suas exposi\u00e7\u00f5es o reconhece como um espa\u00e7o prop\u00edcio de evoca\u00e7\u00e3o de mem\u00f3rias e de afirma\u00e7\u00e3o identit\u00e1ria? Quais mem\u00f3rias os objetos expostos evocam: individual, partilhada ou ambas? Quais s\u00e3o as conex\u00f5es que as pessoas criam ao observarem os objetos expostos? Como procedimento metodol\u00f3gico, utilizamos, sobretudo, a entrevista (presencial) e, igualmente, observa\u00e7\u00e3o do pesquisador. Cumpre mencionar que as entrevistas foram aplicadas aos frequentadores do Museu, sejam eles moradores da zona rural ou da urbana, durante a visita\u00e7\u00e3o. Por esse caminho, percebemos que o trabalho memorial \u00e9 facilitado pela fisicalidade dos objetos que guiam a nossa an\u00e1lise, a foice e a carro\u00e7a, e pela conex\u00e3o desses com outros objetos expostos. A pesquisa ora apresentada se torna relevante por estar no cerne das discuss\u00f5es contempor\u00e2neas que tangenciam a mem\u00f3ria social e o patrim\u00f4nio cultural, por lan\u00e7ar luz sobre a forma como as pessoas se apropriam, significam e usam o patrim\u00f4nio, de sorte a afirmar (ou contestar) suas mem\u00f3rias e identidades. Do mesmo modo, interessa, tamb\u00e9m, ao campo dos museus, por buscar compreender como o p\u00fablico que visita o Museu Gruppelli percebe e se relaciona com os bens patrimoniais acautelados no espa\u00e7o expositivo, tendo como refer\u00eancia o conceito de musealidade \u2013 conceito esse que \u00e9 reconhecido como um dos principais objetos de estudo da Museologia. Desta feita, pretendemos, com esse estudo, solidificar e criar novas pontes disciplinares entre as \u00e1reas (mem\u00f3ria, patrim\u00f4nio e museu). Ao mesmo tempo, que intenta inter-relacionar e observar as aproxima\u00e7\u00f5es e os limites conceituais de ambas \u00e0s \u00e1reas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Palavras-chave:<\/strong> Museologia. Patrim\u00f4nio. Mem\u00f3ria. Musealidade. Museu Gruppelli.<br \/>\n<strong>Dispon\u00edvel em: <\/strong><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgmp\/files\/2016\/11\/Vers%C3%A3o-final-p%C3%B3s-banca-Jos%C3%A9-Paulo.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para ser redirecionado!<\/a><br \/>\n<\/span><\/p>\n<p><!--nextpage--><\/p>\n<h3 style=\"text-align: center;\">Trabalhos de conclus\u00e3o de Curso<\/h3>\n<p><strong>T\u00edtulo: <span style=\"font-weight: 400;\">Patrim\u00f4nio rural: um estudo de caso no Museu Gruppelli, Pelotas\/RS<\/span><\/strong><br \/>\n<strong>Autor: <span style=\"font-weight: 400;\">Maur\u00edcio Andr\u00e9 Maschke Pinheiro<\/span><\/strong><br \/>\n<strong>Resumo: <\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">O presente trabalho tem como tema o patrim\u00f4nio rural, tendo como estudo de caso a localidade do Gruppelli, zona rural de Pelotas\/RS.A pesquisa objetivou identificar o que se pode considerar patrim\u00f4nio rural na regi\u00e3o, contribuindo para a discuss\u00e3o sobre o tema do patrim\u00f4nio no pa\u00eds, a partir de uma vis\u00e3o mais humana e multivocal. O estudo se deu a partir de entrevistas com as pessoas divididas em tr\u00eas dimens\u00f5es: p\u00fablico que visita a localidade, fundadores do Museu Gruppelli e Academia. Para a realiza\u00e7\u00e3o desse trabalho, foi utilizado o prazo de 2019-2021; devido \u00e0 pandemia do Coronav\u00edrus, a pesquisa foi realizada com o p\u00fablico presencialmente e com os fundadores do Museu e Academia atrav\u00e9s de entrevistas gravadas por \u00e1udio. Colhemos resultados nessas tr\u00eas dimens\u00f5es e os comparamos afim de conceber o conceito mais correto para patrim\u00f4nio rural. Alguns resultados a que chegamos foram relacionados ao modo de vida na zona rural de Pelotas e \u00e0 rela\u00e7\u00e3o com a natureza, \u00e0s divis\u00f5es entre patrim\u00f4nio material rural e patrim\u00f4nio imaterial rural, al\u00e9m de ser poss\u00edvel diagnosticar as caracter\u00edsticas que cada uma das dimens\u00f5es considera importante ser preservadas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Palavras-chave:<\/strong> Museu Gruppelli. Patrim\u00f4nio rural. Ruralidades.<br \/>\n<strong>Dispon\u00edvel em: <\/strong><a href=\"https:\/\/pergamum.ufpel.edu.br\/pergamumweb\/vinculos\/0000d1\/0000d1aa.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para ser redirecionado!<\/a><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/p>\n<p><strong>T\u00edtulo: <\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">A rela\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica do homem com o objeto: a imagina\u00e7\u00e3o museal no Museu Gruppelli<br \/>\n<\/span><strong>Autor: <span style=\"font-weight: 400;\">Let\u00edcia Couto Casanova<\/span><\/strong><br \/>\n<strong>Resumo: <\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">O presente trabalho tem como estudo de caso o Museu Gruppelli, localizado na zona rural da cidade de Pelotas, no estado do Rio Grande do Sul. A pesquisa objetivou analisar as conex\u00f5es que foram criadas no Museu, por interm\u00e9dio dos objetos musealizados. Para a concretiza\u00e7\u00e3o desse trabalho foram realizadas an\u00e1lises nos documentos do Museu e a principal ferramenta de estudo foi a aplica\u00e7\u00e3o de um question\u00e1rio que foi elaborado com perguntas abertas e fechadas, sendo disponibilizado, dentro do espa\u00e7o do museu, para o p\u00fablico visitante. A an\u00e1lise dos dados do referido question\u00e1rio teve o intuito de entender a percep\u00e7\u00e3o museal dentro do Museu Gruppelli.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Palavras-chave:<\/strong> Museu Gruppelli. Imagina\u00e7\u00e3o museal. Objeto. Cole\u00e7\u00e3o.<br \/>\n<strong>Dispon\u00edvel em: <\/strong><a href=\"https:\/\/museologiaufpel.files.wordpress.com\/2012\/02\/tcc-letc3adcia-casanova.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para ser redirecionado!<\/a><br \/>\n<\/span><\/p>\n<p><!--nextpage--><\/p>\n<h3 style=\"text-align: center;\">Livros<\/h3>\n<p><strong>T\u00edtulo: <\/strong>A Musealidade no Museu Gruppelli<span style=\"font-weight: 400;\">:<\/span><strong><span style=\"font-weight: 400;\"> entre o vis\u00edvel e o invis\u00edvel<\/span><\/strong><br \/>\n<strong>Autor: <span style=\"font-weight: 400;\">Jos\u00e9 Paulo Siefert Brahm<br \/>\n<\/span>Editora:<\/strong> <span style=\"font-weight: 400;\">Editora Fi, 2018<\/span><br \/>\n<span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Dispon\u00edvel em: <\/strong><a href=\"https:\/\/docs.wixstatic.com\/ugd\/48d206_9ed966d0299a4a9a993e9e4075331ab1.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para ser redirecionado!<\/a><\/span><\/p>\n<p><!--nextpage--><\/p>\n<h3 style=\"text-align: center;\">Cap\u00edtulo de livro<\/h3>\n<p><strong>T\u00edtulo: <span style=\"font-weight: 400;\">A musealiza\u00e7\u00e3o do ausente em um museu rural: do patrim\u00f4nio vis\u00edvel ao sens\u00edvel<\/span><\/strong><br \/>\n<strong>Autores: <\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">Diego Lemos Ribeiro, <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Jos\u00e9 Paulo Siefert Brahm e <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Davi Kiermes Tavares<br \/>\n<\/span><strong>Resumo:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">N\u00e3o gosto tanto dos museus. Muitos s\u00e3o admir\u00e1veis, nenhum \u00e9 delicioso. As ideias de classifica\u00e7\u00e3o, conserva\u00e7\u00e3o e utilidade p\u00fablica, que s\u00e3o justas e claras, guardam pouca rela\u00e7\u00e3o com as del\u00edcias.<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> (Paul Val\u00e9ry) <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Eu n\u00e3o sei o que Hist\u00f3ria Natural significa, e para mim museus significam morte, empalhamento e passado.<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> (Autor desconhecido)\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">As duas ep\u00edgrafes que d\u00e3o partida a este ensaio apontam, no m\u00ednimo, para o fato de que os museus s\u00e3o lugares imersos em contradi\u00e7\u00f5es. A incongru\u00eancia vem de um famoso fil\u00f3sofo e escritor franc\u00eas, Paul Val\u00e9ry (1871-1945), o qual em uma dura cr\u00edtica \u00e0 modernidade, coloca os museus em uma mesma trena que os cemit\u00e9rios \u2013 em sua vis\u00e3o, lugares que guardam pouca rela\u00e7\u00e3o com a vida. A segunda vem de um infame sujeito (no sentido de desprovido de fama) que deixou essa lapidar frase no livro de sugest\u00f5es do Museu de Hist\u00f3ria Natural de San Diego. A fama e o tempo os afastam, mas o tom da mensagem os aproxima de maneira enf\u00e1tica \u2013 e deixaria qualquer profissional de mem\u00f3ria rubro de vergonha. Ambos observam o museu como um lugar enfadonho, estagnado no tempo e, no mesmo diapas\u00e3o, como espa\u00e7os nada deliciosos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Palavras-chave:<\/strong> Museu. Patrim\u00f4nio. Musealiza\u00e7\u00e3o do ausente. Morte. Vida.<br \/>\n<strong>Dispon\u00edvel em:<\/strong> <a href=\"https:\/\/recapcilac.irice-conicet.gov.ar\/system\/files\/patrimonio_no_plural.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para ser redirecionado!<\/a><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/p>\n<p><strong>T\u00edtulo: <span style=\"font-weight: 400;\">Mem\u00f3ria e emo\u00e7\u00e3o: o caso do tacho do Museu Gruppelli, Pelotas\/RS<\/span><\/strong><br \/>\n<strong>Autores: <\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">Jos\u00e9 Paulo Siefert Brahm, <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Diego Lemos Ribeiro e <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Juliane Concei\u00e7\u00e3o Primon Serres<br \/>\n<\/span><strong>Resumo: <\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">Neste artigo discutimos o papel simb\u00f3lico que pode assumir um objeto dentro do cen\u00e1rio museal, mesmo que em sua aus\u00eancia material. Para demonstrar a ideia da representa\u00e7\u00e3o da aus\u00eancia, ser\u00e1 exposto a trajet\u00f3ria patrimonial do tacho de cobre que fazia parte do acervo do Museu Gruppelli. Museu que est\u00e1 situado na zona rural da cidade de Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil. No transcorrer da argumenta\u00e7\u00e3o, express\u00f5es como esp\u00edrito e alma dos objetos musealizados ser\u00e3o conceitualizadas.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Palavras-chave:<\/strong> Cultura material. Alma. Esp\u00edrito. Museu Gruppelli. Tacho.<br \/>\n<strong>Dispon\u00edvel em:<\/strong> <a href=\"http:\/\/guaiaca.ufpel.edu.br:8080\/handle\/prefix\/4955\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para ser redirecionado!<\/a><br \/>\n<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/p>\n<p><strong>T\u00edtulo: <span style=\"font-weight: 400;\">Da aus\u00eancia \u00e0 presen\u00e7a: o exemplo do tacho do Museu Gruppelli, Pelotas<\/span><\/strong><br \/>\n<strong>Autores: <\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">Davi Kiermes Tavares, <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Jos\u00e9 Paulo Siefert Brahm, <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Diego Lemos Ribeiro e <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Juliane Concei\u00e7\u00e3o Primon Serres<br \/>\n<\/span><strong>Resumo: <\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">Neste artigo discutimos o papel simb\u00f3lico que pode assumir um objeto dentro do cen\u00e1rio museal, mesmo que em sua aus\u00eancia material. Para demonstrar a ideia da representa\u00e7\u00e3o da aus\u00eancia, ser\u00e1 exposto a trajet\u00f3ria patrimonial do tacho de cobre que fazia parte do acervo do Museu Gruppelli. Museu que est\u00e1 situado na zona rural da cidade de Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil. No transcorrer da argumenta\u00e7\u00e3o, express\u00f5es como esp\u00edrito e alma dos objetos musealizados ser\u00e3o conceitualizadas.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Palavras-chave:<\/strong> Cultura material. Alma. Esp\u00edrito. Museu Gruppelli. Tacho.<br \/>\n<strong>Dispon\u00edvel em:<\/strong> <a href=\"https:\/\/www.finersistemas.com\/atenaeditora\/index.php\/admin\/api\/ebookPDF\/3005\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para ser redirecionado!<\/a> <\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/p>\n<p><strong>T\u00edtulo: <span style=\"font-weight: 400;\">Desvendando emo\u00e7\u00f5es no Museu Gruppelli: breves apontamentos conceituais<\/span><\/strong><br \/>\n<strong>Autores: <\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">Jos\u00e9 Paulo Siefert Brahm, <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Juliane Concei\u00e7\u00e3o Primon Serres e <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Diego Lemos Ribeiro<br \/>\n<\/span><strong>Resumo: <\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">Este artigo \u00e9 inspirado no projeto de tese que est\u00e1 sendo desenvolvido no Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Mem\u00f3ria Social e Patrim\u00f4nio Cultural da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). O objetivo deste artigo \u00e9 apresentar e discutir os principais conceitos que estamos abordando em nosso estudo de tese. Os conceitos s\u00e3o: emo\u00e7\u00e3o, musealidade e emo\u00e7\u00e3o patrimonial. Mencionamos que a nossa pesquisa de doutorado procura analisar as emo\u00e7\u00f5es expressas pelos visitantes no contexto expositivo do Museu Gruppelli, localizado na zona rural da cidade de Pelotas-RS, e os seus significados. A nossa argumenta\u00e7\u00e3o se apoia em autores como: Bruno (2006), Fabre (20013), Heinich (2013), Koury (2009), Torres (2009), entre outros.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Palavras-chave:<\/strong> Emo\u00e7\u00e3o. Musealidade. Emo\u00e7\u00e3o Patrimonial. Museu Gruppelli.<br \/>\n<strong>Dispon\u00edvel em:<\/strong> <a href=\"https:\/\/www.atenaeditora.com.br\/post-ebook\/3964\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para ser redirecionado!<\/a><br \/>\n<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/p>\n<p><strong>T\u00edtulo: <span style=\"font-weight: 400;\">Cole\u00e7\u00e3o e musealidade: O Museu Gruppelli, Pelotas\/RS em foco<\/span><\/strong><br \/>\n<strong>Autores: <span style=\"font-weight: 400;\">Jos\u00e9 Paulo Siefert Brahm, M\u00e1rcia Della Flora Cortes, Diego Lemos Ribeiro, Juliane Concei\u00e7\u00e3o Primon Serres e Jo\u00e3o Fernando Igansi Nunes<\/span><\/strong><br \/>\n<strong>Resumo: <\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">O ato de colecionar objetos est\u00e1 intrinsecamente vinculado \u00e0 forma\u00e7\u00e3o dos museus no Ocidente. A atribui\u00e7\u00e3o de valores e a recolha de objetos, premissa basilar dos museus, est\u00e1 vinculada \u00e0 musealidade. Sob o prisma da musealidade, compreende-se que o sujeito, desde o princ\u00edpio da humaniza\u00e7\u00e3o, separa parcelas do real para fins de significa\u00e7\u00e3o, preserva\u00e7\u00e3o e exibi\u00e7\u00e3o; seria, em outros termos, o deslocamento de olhar sobre as coisas que nos cercam (a cultura material), conferindo novos estratos de sentido e significado, cujo objetivo final seria a preserva\u00e7\u00e3o e difus\u00e3o de mem\u00f3rias. Baseado nisso, nos debru\u00e7amos sobre os motivos que levam os sujeitos a separarem uma pequena parcela de objetos da realidade para fins de preserva\u00e7\u00e3o e, do mesmo modo, dedicamo-nos a compreender a rela\u00e7\u00e3o travada entre sujeito e objeto, tendo como fio condutor o conceito de musealidade. Com vistas a confrontar o espectro te\u00f3rico ao campo aplicado, apresentaremos, como estudo de caso, o Museu Gruppelli, situado na zona rural, no que se denomina Col\u00f4nia Municipal, da cidade de Pelotas, Rio Grande do Sul. Abordamos um breve hist\u00f3rico do referido Museu, tanto do nome que lhe caracteriza como das cole\u00e7\u00f5es que preserva. Apresentaremos, ainda, a biografia de dois objetos que fazem parte do acervo: o tacho e a carro\u00e7a.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Palavras-chave:<\/strong> Cole\u00e7\u00e3o. Musealidade. Museu Gruppelli.<br \/>\n<strong>Dispon\u00edvel em:<\/strong> <a href=\"https:\/\/www.atenaeditora.com.br\/post-ebook\/4110\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para ser redirecionado!<\/a><br \/>\n<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/p>\n<p><strong>T\u00edtulo: <span style=\"font-weight: 400;\">Patrim\u00f4nio rural gastron\u00f4mico: a melancia de porco do plantio ao consumo<\/span><\/strong><br \/>\n<strong>Autores: <span style=\"font-weight: 400;\">Jos\u00e9 Paulo Siefert Brahm, Davi Kiermes Tavares e Juliane Concei\u00e7\u00e3o Primon Serres<\/span><\/strong><br \/>\n<strong>Resumo: <\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">A Citrullus lanatus, ou \u201cmelancia de porco\u201d, como \u00e9 popularmente conhecida aqui na regi\u00e3o sul do Estado do Rio Grande do Sul, Brasil, tem esse nome devido ao fato da fruta n\u00e3o possuir muitas propriedades aliment\u00edcias e, assim, sua planta\u00e7\u00e3o servia e serve, sobretudo, para alimentar os animais dom\u00e9sticos, como, por exemplo, os porcos. Seu uso alimentar pelos moradores locais se d\u00e1 principalmente pela fabrica\u00e7\u00e3o do doce de melancia de porco. O doce da fruta \u00e9 uma caracter\u00edstica singular na col\u00f4nia da cidade de Pelotas e regi\u00e3o. Ele \u00e9 facilmente encontrado na mesa dos moradores e fam\u00edlias locais. O plantio da melancia, sua colheita, e a fabrica\u00e7\u00e3o do doce t\u00eam tamb\u00e9m um forte car\u00e1ter de tradi\u00e7\u00e3o, na medida em que ela \u00e9 passada de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o (pais para filhos, av\u00f3s para netos). A venda do doce contribui como complemento da renda de muitas fam\u00edlias que residem na zona rural da cidade. O que \u00e9 feito tanto na zona rural (col\u00f4nia) como na cidade. A partir desse contexto, o presente ensaio busca apresentar as etapas de plantio, colheita, preparo e consumo (principalmente na forma de doce colonial) dessa fruta para regi\u00e3o sul do Rio Grande do Sul. Ou seja, a fruta e o doce de melancia de porco n\u00e3o seriam o patrim\u00f4nio em si, mas elementos que fazem parte do patrim\u00f4nio gastron\u00f4mico. Em suma, o patrim\u00f4nio \u00e9 entendido aqui como sendo todo o processo pela qual a melancia de porco passa. Por \u00faltimo, ser\u00e1 apresentada brevemente a exposi\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria que foi realizada no Museu Gruppelli, situado na zona rural da cidade de Pelotas, em 2018, na qual o foco principal foi a melancia de porco e os processos de produ\u00e7\u00e3o de seus derivados.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Palavras-chave:<\/strong> Patrim\u00f4nio gastron\u00f4mico. Melancia de porco. Museu Gruppelli.<br \/>\n<strong>Dispon\u00edvel em:<\/strong> <a href=\"https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/1tXnJ0IjPx_qY-moxueNbEPYb9ZCDbzVT\/view\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para ser redirecionado!<\/a><br \/>\n<\/span><\/p>\n<p><!--nextpage--><\/p>\n<h3 style=\"text-align: center;\">Artigos publicados em anais<\/h3>\n<p><strong>T\u00edtulo: <span style=\"font-weight: 400;\">O museu como lugar de mem\u00f3ria e identidade: a musealidade no Museu Gruppelli, Pelotas\/RS<\/span><\/strong><br \/>\n<strong>Autores: <span style=\"font-weight: 400;\">Jos\u00e9 Paulo Siefert Brahm e Diego Lemos Ribeiro<\/span><\/strong><br \/>\n<strong>Resumo: <\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">O presente artigo busca abordar o potencial dos museus como lugares de mem\u00f3ria e identidade. Em um mesmo movimento, nem sempre dicot\u00f4mico, compreendemos que essas institui\u00e7\u00f5es podem se consubstanciar como lugares de esquecimento, de jogos de poder, de tens\u00f5es e disputas sobre as mem\u00f3rias que ser\u00e3o representadas e, por outra via, voluntariamente sublimadas. Num segundo momento apresentaremos uma pesquisa emp\u00edrica que est\u00e1 sendo realizada no Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Mem\u00f3ria Social e Patrim\u00f4nio Cultural da Universidade Federal de Pelotas. O estudo, ora apresentado, busca identificar e analisar como se efetiva a percep\u00e7\u00e3o museal do p\u00fablico que visita as exposi\u00e7\u00f5es do Museu Gruppelli situado na zona rural de Pelotas, Rio Grande do Sul. Do mesmo modo, problematiza seu potencial de evocar mem\u00f3rias e forjar identidades, al\u00e9m de identificar que poss\u00edveis conex\u00f5es o p\u00fablico cria ao flertar com os objetos expostos. Refletiremos ainda se o Museu seria realmente um lugar de mem\u00f3ria. Como procedimento metodol\u00f3gico utilizamos sobretudo a entrevista (presencial) e, igualmente, a observa\u00e7\u00e3o do pesquisador. O roteiro da entrevista \u00e9 semiestruturada, por meio de uma conversa com finalidade (NETO, 1994). Cumpre mencionar que as entrevistas est\u00e3o sendo aplicadas ao p\u00fablico frequentador do Museu, sejam eles moradores da zona rural ou urbana, durante a visita\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Palavras-chave:<\/strong> Patrim\u00f4nio. Lugares de mem\u00f3ria. Musealidade. Museu Gruppelli.<br \/>\n<strong>Dispon\u00edvel em:<\/strong> <a href=\"http:\/\/cehlaunisinos.weebly.com\/ii-cehla---2016.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para ser redirecionado!<\/a><br \/>\n<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/p>\n<p><strong>T\u00edtulo: <span style=\"font-weight: 400;\">Breve relato das exposi\u00e7\u00f5es tempor\u00e1rias \u201cMuseus:\u00a0 entre lembrar e esquecer, resistir \u00e9 lutar!\u201d, no Museu Gruppelli e no Museu Hist\u00f3rico de Morro Redondo.<\/span><\/strong><br \/>\n<strong>Autores: <span style=\"font-weight: 400;\">Diego Lemos Ribeiro, Jos\u00e9 Paulo Siefert Brahm, Marcos Roberto Souza, Andr\u00e9a Cunha Messias e Giovani Vahl Matthies<\/span><\/strong><br \/>\n<strong>Resumo: <\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">O Presente artigo pretende delinear o processo de concep\u00e7\u00e3o e montagem de exposi\u00e7\u00f5es tempor\u00e1rias no contexto de dois museus, ambos localizados na Serra dos Tapes: o Museu Gruppelli, situado na zona rural da cidade de Pelotas, e o Museu Hist\u00f3rico de Morro Redondo. Ambas as experi\u00eancias foram planejadas no contexto da 15\u00ba Semana de Museus, promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM)1, cujo tema, em 2017, foi \u201cMuseus e hist\u00f3rias controversas: dizer o indiz\u00edvel em museus\u201d. Optou-se por explorar, em ambos, narrativas referentes ao \u201capagamento\u201d memorial e identit\u00e1rio no per\u00edodo que compreende o Estado Novo (1937-1945). Neste per\u00edodo uma parcela significativa da popula\u00e7\u00e3o brasileira, sobretudo os descendentes dos pa\u00edses do eixo, (Alemanha, It\u00e1lia e Jap\u00e3o), bem como os pr\u00f3prios descendentes de pomeranos, sofreram com o processo de nacionaliza\u00e7\u00e3o, que buscava hegemonizar culturalmente o territ\u00f3rio nacional. A partir de relatos coletados de moradores circunvizinhos aos Museus, confrontados com as bibliografias consultadas, constatamos que a regi\u00e3o n\u00e3o ficou imune \u00e0s repres\u00e1lias de agentes do Governo. Ambas as exposi\u00e7\u00f5es tiveram como suporte as narrativas e hist\u00f3rias de vida de descendentes (filhos e netos) dessas etnias, que, em justaposi\u00e7\u00e3o aos objetos do acervo dos museus e o aporte de variados recursos audiovisuais, deram forma e contexto para elaborar a linguagem expogr\u00e1fica.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Palavras-chave:<\/strong> Identidade. Mem\u00f3ria. Estado-Novo. Museu Hist\u00f3rico de Morro Redondo. Museu Gruppelli.<br \/>\n<strong>Dispon\u00edvel em:<\/strong> <a href=\"https:\/\/periodicos.ufpel.edu.br\/ojs2\/index.php\/asm\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para ser redirecionado!<\/a><\/span><\/p>\n<p><!--nextpage--><\/p>\n<h3 style=\"text-align: center;\">Artigos publicados em revistas<\/h3>\n<p><strong>T\u00edtulo: <span style=\"font-weight: 400;\">Segunda casa, segunda vida: a biografia dos objetos de museus<\/span><\/strong><br \/>\n<strong>Autores: <span style=\"font-weight: 400;\">Olivia Silva Nery, Jos\u00e9 Paulo Siefert Brahm, Juliane Concei\u00e7\u00e3o Primon Serres e Diego Lemos Ribeiro<\/span><\/strong><br \/>\n<strong>Resumo: <\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">O presente artigo tem por objetivo refletir sobre os objetos que fazem parte dos museus, pensando-os, muito al\u00e9m de sua materialidade. Abordaremos como os objetos, ao fazerem parte dos museus e passarem pelo processo de musealiza\u00e7\u00e3o, s\u00e3o considerados documentos, ganham uma segunda vida como patrim\u00f4nio, uma nova chance, dando continuidade a sua biografia, t\u00eam esmaecida sua fun\u00e7\u00e3o utilit\u00e1ria inicial e incorporam novas camadas simb\u00f3licas. Al\u00e9m disso, passam a ser testemunhos de uma hist\u00f3ria, conectando passado, presente e futuro, ao mesmo tempo em que servem como pontes para a evoca\u00e7\u00e3o de mem\u00f3rias e para o fortalecimento das identidades dos diferentes sujeitos e grupos. Para confrontar a teoria ao campo aplicado, traremos como estudo dois objetos, a carro\u00e7a, acervo que faz parte do Museu Gruppelli, e o leque, que faz parte do Museu da Cidade do Rio Grande.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Palavras-chave:<\/strong> Museu. Documento. Objeto. Biografia.<br \/>\n<strong>Dispon\u00edvel em:<\/strong> <a href=\"http:\/\/ventilandoacervos.museus.gov.br\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/11.-Artigo-07-Jos%C3%A9-Paulo-2020.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para ser redirecionado!<\/a><br \/>\n<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/p>\n<p><strong>T\u00edtulo: <span style=\"font-weight: 400;\">Concep\u00e7\u00e3o, montagem e avalia\u00e7\u00e3o da exposi\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria \u201ca vida ef\u00eamera: um olhar p\u00f3s-enchente\u201d, no Museu Gruppelli, Pelotas\/RS<\/span><\/strong><br \/>\n<strong>Autores: <span style=\"font-weight: 400;\">Maur\u00edcio Andr\u00e9 Maschke Pinheiro, Jos\u00e9 Paulo Siefert Brahm, Giovani Vahl Matthies e Diego Lemos Ribeiro<\/span><\/strong><br \/>\n<strong>Resumo: <\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">O texto que segue busca refletir sobre o processo expositivo concebido ap\u00f3s evento traum\u00e1tico ocorrido no Museu Gruppelli. No dia 26 de mar\u00e7o de 2016, a comunidade do S\u00e9timo Distrito de Pelotas foi acometida por uma enchente de propor\u00e7\u00f5es in\u00e9ditas. Casas e com\u00e9rcios da regi\u00e3o sofreram enormes perdas. Com o Museu Gruppelli n\u00e3o foi diferente. Parte do acervo foi arrastado pela for\u00e7a da \u00e1gua, se perdeu, ou foi danificado, de forma irrevers\u00edvel. Entre as principais perdas do acervo est\u00e1 o tacho de cobre e a cadeira que ficava no cen\u00e1rio da barbearia. A partir desse acontecimento, elaboramos uma exposi\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria, intitulada \u201ca vida ef\u00eamera dos objetos: um olhar p\u00f3senchente\u201d, que busca contar a hist\u00f3ria da trag\u00e9dia ocorrida no Museu, atrav\u00e9s da vis\u00e3o dos objetos. Por esse contexto, o presente artigo tem por finalidade fazer um breve relato das etapas de concep\u00e7\u00e3o, montagem e avalia\u00e7\u00e3o da exposi\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria mencionada. Do mesmo modo, abre caminho para refletir sobre a musealiza\u00e7\u00e3o do ausente e do trato de acervos que passaram por eventos traum\u00e1ticos.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Palavras- chave:<\/strong> Enchente. Musealiza\u00e7\u00e3o. Exposi\u00e7\u00e3o. Museu Gruppelli.<br \/>\n<strong>Dispon\u00edvel em:<\/strong> <a href=\"https:\/\/periodicos.ufpel.edu.br\/ojs2\/index.php\/Arte\/article\/view\/11542\/7383\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para ser redirecionado!<\/a><br \/>\n<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/p>\n<p><strong>T\u00edtulo: <\/strong>O princ\u00edpio da musealidade na constru\u00e7\u00e3o e consolida\u00e7\u00e3o dos museus como lugares de mem\u00f3ria e identidade: um estudo no Museu Gruppelli, Pelotas, RS.<br \/>\n<strong>Autores: <span style=\"font-weight: 400;\">Jos\u00e9 Paulo Siefert Brahm e Diego Lemos Ribeiro<\/span><\/strong><br \/>\n<strong>Resumo: <\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">O ato de colecionar objetos est\u00e1 intrinsecamente vinculado \u00e0 forma\u00e7\u00e3o dos museus no Ocidente. A atribui\u00e7\u00e3o de valores e a recolha de objetos, premissa basilar dos museus, s\u00e3o reflexo da percep\u00e7\u00e3o da musealidade. Baseado nisso, debru\u00e7aremos sobre os motivos que levam os indiv\u00edduos a separarem uma pequena parcela de objetos da realidade para a sua preserva\u00e7\u00e3o e exibi\u00e7\u00e3o, e, no mesmo sentido, buscaremos refletir sobre como os indiv\u00edduos se relacionam com os mesmos. Num segundo momento, abordaremos o potencial dos museus como lugares de mem\u00f3ria, identidade e, ao mesmo tempo, de esquecimento. Por \u00faltimo, apresentamos parte de uma pesquisa emp\u00edrica que est\u00e1 sendo desenvolvida no Museu Gruppelli, Pelotas\/RS. Nessa pesquisa, s\u00e3o identificadas e analisadas as rela\u00e7\u00f5es travadas entre sujeito e objeto, rela\u00e7\u00e3o esta sistematizada, aqui, a partir do conceito de percep\u00e7\u00e3o da musealidade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Palavras-chave:<\/strong> Cole\u00e7\u00e3o. Musealidade. Lugar de mem\u00f3ria. Museu Gruppelli.<br \/>\n<strong>Dispon\u00edvel em:<\/strong> <a href=\"https:\/\/periodicos.ufpel.edu.br\/ojs2\/index.php\/Arte\/article\/download\/7821\/5260\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para ser redirecionado!<\/a><br \/>\n<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/p>\n<p><strong>T\u00edtulo: <span style=\"font-weight: 400;\">Mem\u00f3ria e identidade: a musealidade no Museu Gruppelli, Pelotas\/RS.<\/span><\/strong><br \/>\n<strong>Autores: <\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">Jos\u00e9 Paulo Siefert Brahm, <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Diego Lemos Ribeiro e <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Davi Kiermes Tavares<br \/>\n<\/span><strong>Resumo: <\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">O presente artigo tem como refer\u00eancia uma pesquisa emp\u00edrica que est\u00e1 sendo realizada no Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Mem\u00f3ria Social e Patrim\u00f4nio Cultural, na Universidade Federal de Pelotas. O estudo busca identificar e analisar a percep\u00e7\u00e3o museal do p\u00fablico que visita as exposi\u00e7\u00f5es do Museu Gruppelli, situado na zona rural de Pelotas, Rio Grande do Sul. Do mesmo modo, problematiza seu potencial de evocar mem\u00f3rias e forjar identidades, al\u00e9m de identificar que poss\u00edveis conex\u00f5es o p\u00fablico cria ao flertar semanticamente com os objetos expostos. Como procedimento metodol\u00f3gico utiliza-se sobretudo a entrevista (presencial) e, igualmente, a observa\u00e7\u00e3o do pesquisador. O roteiro da entrevista \u00e9 semiestruturada, por meio de uma conversa com finalidade. Cumpre mencionar que as entrevistas est\u00e3o sendo aplicadas ao p\u00fablico frequentador do Museu, sejam eles moradores da zona rural ou urbana, durante a visita\u00e7\u00e3o. De modo geral, a pesquisa aponta para o fato de que os objetos s\u00e3o respons\u00e1veis por ajudarem os entrevistados, pelo prisma da musealidade, a afirmarem identidades e evocarem mem\u00f3rias individuais e\/ou coletivas, tanto pelo contato direto ou indireto que tiveram com os mesmos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Palavras-Chave:<\/strong> Cole\u00e7\u00e3o. Lugares de mem\u00f3ria. Identidade. Musealidade. Museu Gruppelli.<br \/>\n<strong>Dispon\u00edvel em:<\/strong> <a href=\"https:\/\/claec.org\/periodicos\/index.php\/relacult\/article\/download\/270\/169\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para ser redirecionado!<\/a><br \/>\n<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/p>\n<p><strong>T\u00edtulo: <span style=\"font-weight: 400;\">Mem\u00f3ria e emo\u00e7\u00e3o patrimonial: Objetos e vozes num museu rural.<\/span><\/strong><br \/>\n<strong>Autores: <\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">Maria Leticia Mazzucchi Ferreira, <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Carla Rodrigues Gastaud e <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Diego Lemos Ribeiro<br \/>\n<\/span><strong>Resumo: <\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">Neste artigo analisamos as rela\u00e7\u00f5es que se estabelecem entre uma comunidade rural no interior do munic\u00edpio de Pelotas, Rio Grande do Sul e seu museu. Partimos da id\u00e9ia de emo\u00e7\u00e3o patrimonial e de lugar de mem\u00f3ria para analisar as narrativas que se interp\u00f5em atrav\u00e9s dos objetos musealizados. Em um contexto fortemente marcado por popula\u00e7\u00f5es descendentes de imigrantes europeus que povoaram a regi\u00e3o no final do s\u00e9culo XIX, o Museu Gruppelli \u00e9 abordado aqui como um palco de representa\u00e7\u00e3o de mem\u00f3rias e significados, por interm\u00e9dio de objetos do cotidiano e de trabalho, formatando um discurso local de busca pelo reconhecimento de m\u00faltiplas mem\u00f3rias e significados e seu acervo, composto por objetos cotidianos e de trabalho, se insere em um discurso local de busca pelo reconhecimento.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Palavras-chave:<\/strong> Museu Gruppelli, Pelotas. Mem\u00f3ria. Narrativas de vida. Objetos musealizados. Patrim\u00f4nio.<br \/>\n<strong>Dispon\u00edvel em:<\/strong> <a href=\"http:\/\/revistamuseologiaepatrimonio.mast.br\/index.php\/ppgpmus\/article\/download\/236\/218\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para ser redirecionado!<\/a><br \/>\n<\/span><\/p>\n<p><!--nextpage--><\/p>\n<h3 style=\"text-align: center;\">Resumos expandidos<\/h3>\n<p><strong>T\u00edtulo: <\/strong>Revitaliza\u00e7\u00e3o Museol\u00f3gica do Museu Gruppelli: em busca de um museu etnogr\u00e1fico.<br \/>\n<strong>Autor: <\/strong>Adriana Silveira Cardoso<br \/>\n<strong>Palavras-chave:<\/strong> Museu, Revitaliza\u00e7\u00e3o, Etnografia.<br \/>\n<span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Dispon\u00edvel em:<\/strong> <a href=\"http:\/\/www2.ufpel.edu.br\/cic\/2011\/anais\/pdf\/CH\/CH_00571.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para ser redirecionado!\u00a0<\/a><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/p>\n<p><strong>T\u00edtulo: <\/strong>Revitaliza\u00e7\u00e3o Museol\u00f3gica do Museu Gruppelli: em busca de um museu etnogr\u00e1fico.<br \/>\n<strong>Autor: <\/strong>Caroline Dias Oliveira<br \/>\n<strong>Palavras-chave: <\/strong>Museu, Revitaliza\u00e7\u00e3o, Etnografia.<strong><br \/>\n<span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Dispon\u00edvel em:<\/strong> <a href=\"http:\/\/www2.ufpel.edu.br\/cic\/2012\/anais\/pdf\/CH\/CH_00942.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para ser redirecionado!\u00a0<\/a><\/span><br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/p>\n<p><strong>T\u00edtulo: <\/strong>A exposi\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria &#8216;costurando mem\u00f3rias&#8217;: uma breve an\u00e1lise do estudo de p\u00fablico do Museu Gruppelli.<br \/>\n<strong>Autor: <\/strong>Diego Lemos Ribeiro<br \/>\n<strong>Palavras-chave: <\/strong>Exposi\u00e7\u00e3o, Mem\u00f3rias, Estudo de p\u00fablico.<strong><br \/>\n<span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Dispon\u00edvel em:<\/strong> <a href=\"http:\/\/wp.ufpel.edu.br\/cic\/anais\/anais2013\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para ser redirecionado!<\/a><\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/p>\n<p><strong>T\u00edtulo: <\/strong>Museu Gruppelli e o programa de exposi\u00e7\u00f5es tempor\u00e1rias: um relato sobre as experi\u00eancias de concep\u00e7\u00e3o, montagem e avalia\u00e7\u00e3o.<br \/>\n<strong>Autor: <\/strong>Mariana Boujadi Mariano da Silva<br \/>\n<strong>Palavras-chave: <\/strong>Museu, Exposi\u00e7\u00e3o, Concep\u00e7\u00e3o.<strong><br \/>\n<span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Dispon\u00edvel em:<\/strong> <a href=\"http:\/\/wp.ufpel.edu.br\/congressoextensao\/files\/2015\/11\/Anais-CEC-2014-Final.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para ser redirecionado!<\/a><\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/p>\n<p><strong>T\u00edtulo: <\/strong>Museu Gruppelli: Projetos de Comunica\u00e7\u00e3o e Educa\u00e7\u00e3o.<br \/>\n<strong>Autores: <\/strong>Diego Lemos Ribeiro, Let\u00edcia Couto Casanova e Mariana Boujadi Mariano da Silva<br \/>\n<strong>Palavras-chave: <\/strong>Museu, Comunica\u00e7\u00e3o, Educa\u00e7\u00e3o.<strong><br \/>\n<span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Dispon\u00edvel em:<\/strong> <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/congressoextensao\/files\/2015\/11\/Anais-CEC-2014-Final.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para ser redirecionado!<\/a><\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/p>\n<p><strong>T\u00edtulo: <\/strong>O Museu Gruppelli e o Programa de Exposi\u00e7\u00f5es Tempor\u00e1rias: um relato sobre as experi\u00eancias de concep\u00e7\u00e3o, montagem e avalia\u00e7\u00e3o.<br \/>\n<strong>Autor: <\/strong>Diego Lemos Ribeiro<br \/>\n<strong>Palavras-chave: <\/strong>Exposi\u00e7\u00e3o, Concep\u00e7\u00e3o, Montagem, Avalia\u00e7\u00e3o.<strong><br \/>\n<span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Dispon\u00edvel em:<\/strong> <a href=\"http:\/\/www.proec.ufpr.br\/seurs\/links\/anais.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para ser redirecionado!<\/a><\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/p>\n<p><strong>T\u00edtulo: <\/strong>As conex\u00f5es simb\u00f3licas entre os visitantes e as cole\u00e7\u00f5es do Museu Gruppelli: os resultados preliminares de um estudo de p\u00fablico.<br \/>\n<strong>Autor: <\/strong>Let\u00edcia Couto Casanova<br \/>\n<strong>Palavras-chave: <\/strong>Mem\u00f3rias, Cole\u00e7\u00e3o, Resultados.<strong><br \/>\n<span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Dispon\u00edvel em:<\/strong> <a href=\"http:\/\/wp.ufpel.edu.br\/congressoextensao\/files\/2015\/11\/Cultura.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para ser redirecionado!<\/a><\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/p>\n<p><strong>T\u00edtulo: <\/strong>Concep\u00e7\u00e3o, montagem e avalia\u00e7\u00e3o da exposi\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria \u201ca vida ef\u00eamera: um olhar p\u00f3s-enchente\u201d, no Museu Gruppelli, Pelotas\/RS.<br \/>\n<strong>Autor: <\/strong>Maur\u00edcio Andr\u00e9 Maschke Pinheiro<br \/>\n<strong>Palavras-chave: <\/strong>Exposi\u00e7\u00e3o, Objetos, Efemeridade.<strong><br \/>\n<span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Dispon\u00edvel em:<\/strong> <a href=\"http:\/\/wp.ufpel.edu.br\/congressoextensao\/files\/2016\/12\/CULTURA-2016-.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para ser redirecionado!<\/a><\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/p>\n<p><strong>T\u00edtulo: <\/strong>O princ\u00edpio da musealidade no Museu Gruppelli, Pelotas\/RS.<br \/>\n<strong>Autores: <\/strong>Jos\u00e9 Paulo Siefert Brahm e Diego Lemos Ribeiro<br \/>\n<strong>Palavras-chave: <\/strong>Museu, Musealidade, Objetos.<strong><br \/>\n<span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Dispon\u00edvel em:<\/strong> <a href=\"http:\/\/cti.ufpel.edu.br\/siepe\/arquivos\/2015\/MD_03498.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para ser redirecionado!<\/a><\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/p>\n<p><strong>T\u00edtulo: <\/strong>Perceber o vis\u00edvel para se conectar ao invis\u00edvel: a musealidade no Museu Gruppelli, Pelotas\/RS.<br \/>\n<strong>Autores: <\/strong>Jos\u00e9 Paulo Siefert Brahm e Diego Lemos Ribeiro<br \/>\n<strong>Palavras-chave: <\/strong>Musealidade, Objetos, Pessoas.<strong><br \/>\n<span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Dispon\u00edvel em:<\/strong> <a href=\"http:\/\/cti.ufpel.edu.br\/siepe\/arquivos\/2016\/MD_00437.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para ser redirecionado!<\/a><\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/p>\n<p><strong>T\u00edtulo: <\/strong>A reorganiza\u00e7\u00e3o da documenta\u00e7\u00e3o museol\u00f3gica no Museu Gruppelli, Pelotas\/RS: um breve relato.<br \/>\n<strong>Autor: <\/strong>Giovani Vahl Matthies<br \/>\n<strong>Palavras-chave: <\/strong>Documenta\u00e7\u00e3o, Museu, Documentos.<strong><br \/>\n<span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Dispon\u00edvel em:<\/strong> <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/congressoextensao\/files\/2018\/07\/Cultura.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para ser redirecionado!<\/a><\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/p>\n<p><strong>T\u00edtulo: <\/strong>Desvendando emo\u00e7\u00f5es no Museu Gruppelli, Pelotas\/RS.<br \/>\n<strong>Autores: <\/strong>Jos\u00e9 Paulo Siefert Brahm, Juliane Concei\u00e7\u00e3o Pimon Serres e Diego Lemos Ribeiro<br \/>\n<strong>Palavras-chave: <\/strong>Musealidade, Objetos, Emo\u00e7\u00f5es.<strong><br \/>\n<span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Dispon\u00edvel em:<\/strong> <a href=\"http:\/\/cti.ufpel.edu.br\/siepe\/arquivos\/2018\/MD_00772.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para ser redirecionado!<\/a><\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/p>\n<p><strong>T\u00edtulo: <\/strong>A exposi\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria da \u201cmelancia de porco\u201d no Museu Gruppelli, e seus processos.<br \/>\n<strong>Autor: <\/strong>Marina Monteiro Nascimento<br \/>\n<strong>Palavras-chave: <\/strong>Exposi\u00e7\u00f5es, Gastronomia, Museu Rural.<strong><br \/>\n<span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Dispon\u00edvel em:<\/strong> <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/congressoextensao\/files\/2018\/12\/Cultura.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para ser redirecionado!<\/a><\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/p>\n<p><strong>T\u00edtulo: <\/strong>Montagem, concep\u00e7\u00e3o e an\u00e1lise da exposi\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria \u201cMuseu Gruppelli em rede: uma conex\u00e3o entre tempos, espa\u00e7os e mem\u00f3rias\u201d<br \/>\n<strong>Autor: <\/strong>Diego Lemos Ribeiro, Lu\u00edsa Lacerda Maciel e Chayane Fernandes de Souza.<br \/>\n<strong>Palavras-chave: <\/strong>Exposi\u00e7\u00f5es, Mem\u00f3rias, Museu.<strong><br \/>\n<span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Dispon\u00edvel em:<\/strong> <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/congressoextensao\/files\/2018\/12\/Cultura.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para ser redirecionado!<\/a><\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/p>\n<p><strong>T\u00edtulo: <\/strong>A emo\u00e7\u00e3o patrimonial no Museu Gruppelli, Pelotas\/RS.<br \/>\n<strong>Autor:\u00a0<\/strong>Diego Lemos Ribeiro, Juliane Concei\u00e7\u00e3o Pimon Serres e Jos\u00e9 Paulo Siefert Brahm.<br \/>\n<strong>Palavras-chave: <\/strong>Emo\u00e7\u00e3o Patrimonial, Museu, Emo\u00e7\u00e3o.<strong><br \/>\n<span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Dispon\u00edvel em: <\/strong><a href=\"http:\/\/cti.ufpel.edu.br\/siepe\/arquivos\/2019\/MD_01311.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para ser redirecionado!<\/a><\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/p>\n<p><strong>T\u00edtulo:\u00a0<\/strong>Museu Gruppelli e m\u00eddias sociais: pesquisa de avalia\u00e7\u00e3o da p\u00e1gina do museu no facebook.<br \/>\n<strong>Autor:\u00a0<\/strong>Diego Lemos Ribeiro, Cristiele Santos de Souza e Chayane Lise Fernandes de Souza.<br \/>\n<strong>Palavras-chave: <\/strong>Facebook, M\u00eddias Sociais, Museu.<strong><br \/>\n<span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Dispon\u00edvel em:<\/strong> <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/congressoextensao\/files\/2019\/11\/Cultura.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para ser redirecionado!<\/a><\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/p>\n<p><strong>T\u00edtulo:\u00a0<\/strong>Emo\u00e7\u00e3o patrimonial: um estudo no Museu Gruppelli, Pelotas\/RS.<br \/>\n<strong>Autor: <\/strong>Diego Lemos Ribeiro, Juliane Concei\u00e7\u00e3o Pimon Serres e Jos\u00e9 Paulo Siefert Brahm.<br \/>\n<strong>Palavras-chave: <\/strong>Emo\u00e7\u00e3o Patrimonial, Museu Rural, Emo\u00e7\u00e3o.<strong><br \/>\n<span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Dispon\u00edvel em: <\/strong><a href=\"https:\/\/cti.ufpel.edu.br\/siepe\/arquivos\/2020\/MD_00376.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para ser redirecionado!<\/a><\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/p>\n<p><strong>T\u00edtulo:\u00a0<\/strong>O uso das m\u00eddias sociais no Museu Gruppelli: de possibilidade \u00e0 necessidade.<br \/>\n<strong>Autor:\u00a0<\/strong>Diego Lemos Ribeiro e Chayane Lise Fernandes de Souza.<br \/>\n<strong>Palavras-chave: <\/strong>M\u00eddias Sociais, Museu Rural, Pandemia.<strong><br \/>\n<span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Dispon\u00edvel em:<\/strong> <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/congressoextensao\/anais\/anais-2020\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para ser redirecionado!<\/a><\/span><\/strong><\/p>\n<p><!--nextpage--><\/p>\n<h3 style=\"text-align: center;\">Resumos<\/h3>\n<p><strong>T\u00edtulo: <\/strong>Objetos musealizados em conex\u00e3o: mem\u00f3rias e identidades no Museu Gruppelli.<br \/>\n<strong>Autor: <\/strong>Jos\u00e9 Paulo Siefert Brahm e Diego Lemos Ribeiro<br \/>\n<strong>Palavras-chave: <\/strong>Objetos, Museus, Mem\u00f3ria.<strong><br \/>\n<span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Dispon\u00edvel em:<\/strong> <a href=\"http:\/\/salao.ucpel.edu.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para ser redirecionado!<\/a><\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/p>\n<p><strong>T\u00edtulo: <\/strong>Breve relato da exposi\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria \u201ca vida ef\u00eamera: um olhar p\u00f3s-enchente\u201d, no Museu Gruppelli, Pelotas\/RS.<br \/>\n<strong>Autor: <\/strong>Maur\u00edcio Andr\u00e9 Maschke Pinheiro<br \/>\n<strong>Palavras-chave: <\/strong>Objetos, Museus, Mem\u00f3ria, Enchente, Vida.<br \/>\n<strong>Dispon\u00edvel em: <\/strong><a href=\"http:\/\/salao.ucpel.edu.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para ser redirecionado!<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>TRABALHOS PUBLICADOS SOBRE O MUSEU GRUPPELLI\u00a0 Fonte da foto: Sheron Files Fotografia Sobre esta P\u00e1gina Esta aba contempla alguns (se n\u00e3o todos) os trabalhos acad\u00eamicos j\u00e1 publicados sobre o Museu Gruppelli como uma forma de facilitar a busca de estudantes e pessoas interessadas nos temas de Ruralidade e Museus Rurais. Para facilitar ainda mais a<a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/museugruppelli\/sobre-o-museu\/biblioteca-de-pesquisas\/\">Continue reading <span class=\"screen-reader-text\">&#8220;Biblioteca de Pesquisas&#8221;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":812,"featured_media":0,"parent":88,"menu_order":3,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"tags":[],"class_list":["post-97","page","type-page","status-publish","hentry"],"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/museugruppelli\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/97","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/museugruppelli\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/museugruppelli\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/museugruppelli\/wp-json\/wp\/v2\/users\/812"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/museugruppelli\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=97"}],"version-history":[{"count":9,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/museugruppelli\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/97\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":235,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/museugruppelli\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/97\/revisions\/235"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/museugruppelli\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/88"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/museugruppelli\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=97"}],"wp:term":[{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/museugruppelli\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=97"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}