{"id":981,"date":"2020-12-08T21:37:06","date_gmt":"2020-12-09T00:37:06","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/museudodoce\/?page_id=981"},"modified":"2020-12-09T18:47:25","modified_gmt":"2020-12-09T21:47:25","slug":"a-arte-decorativa-da-sede-do-museu-do-doce","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/museudodoce\/a-arte-decorativa-da-sede-do-museu-do-doce\/","title":{"rendered":"A ARTE DECORATIVA DA SEDE DO MUSEU DO DOCE"},"content":{"rendered":"<div id=\"pl-981\"  class=\"panel-layout\" ><div id=\"pg-981-0\"  class=\"panel-grid panel-no-style\" ><div id=\"pgc-981-0-0\"  class=\"panel-grid-cell\" ><div id=\"panel-981-0-0-0\" class=\"so-panel widget widget_sow-headline panel-first-child\" data-index=\"0\" ><div\n\t\t\t\n\t\t\tclass=\"so-widget-sow-headline so-widget-sow-headline-default-6649cea9e56b-981\"\n\t\t\t\n\t\t><div class=\"sow-headline-container \">\n\t\t\t\t\t\t\t<h3 class=\"sow-headline\">\n\t\t\t\t\t\tA ARTE DECORATIVA DA SEDE DO MUSEU DO DOCE\t\t\t\t\t\t<\/h3>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n<\/div><\/div><div id=\"panel-981-0-0-1\" class=\"so-panel widget widget_sow-headline panel-last-child\" data-index=\"1\" ><div\n\t\t\t\n\t\t\tclass=\"so-widget-sow-headline so-widget-sow-headline-default-f211ccb10d4d-981\"\n\t\t\t\n\t\t><div class=\"sow-headline-container \">\n\t\t\t\t\t\t\t<h2 class=\"sow-headline\">\n\t\t\t\t\t\tA ARTE DECORATIVA DA CASA DO CONSELHEIRO\t\t\t\t\t\t<\/h2>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><div id=\"pg-981-1\"  class=\"panel-grid panel-no-style\" ><div id=\"pgc-981-1-0\"  class=\"panel-grid-cell\" ><div id=\"panel-981-1-0-0\" class=\"so-panel widget widget_sow-editor panel-first-child panel-last-child\" data-index=\"2\" ><div\n\t\t\t\n\t\t\tclass=\"so-widget-sow-editor so-widget-sow-editor-base\"\n\t\t\t\n\t\t>\n<div class=\"siteorigin-widget-tinymce textwidget\">\n\t<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">A casa do Conselheiro Francisco Antunes Maciel, atualmente transformada em sede do Museu do Doce, encontra-se situada no n\u00famero 8 da pra\u00e7a Cel. Pedro Os\u00f3rio de Pelotas-RS. \u00c9 um exemplar do estilo ecl\u00e9tico, reconhecido como uma importante tend\u00eancia em fins do s\u00e9culo XIX e in\u00edcio do s\u00e9culo XX na arquitetura brasileira. A cidade de Pelotas destaca-se com exemplares urbanos do g\u00eanero, dentre eles a sede do Museu do Doce. O uso de diferentes refer\u00eancias estil\u00edsticas do passado \u00e9 uma das caracter\u00edsticas desse movimento, assim como tamb\u00e9m o uso de novas formas e materiais cada vez mais frequentes nessa \u00e9poca para a ent\u00e3o moderna arquitetura, a exemplo de seus bens integrados executados em vidro, metais e diferentes formas e t\u00e9cnicas ornamentais. Esse conjunto de caracter\u00edsticas pode ser reconhecido na arquitetura do Museu do Doce.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">De acordo com a historiadora Noris Leal a constru\u00e7\u00e3o do Casar\u00e3o 8 come\u00e7ou em 1878 \u2013 ano seguinte ao casamento de seus propriet\u00e1rios originais, Francisco Antunes Maciel e Francisca de Castro Moreira, tendo funcionado por pelo menos meio s\u00e9culo como resid\u00eancia da fam\u00edlia. A edifica\u00e7\u00e3o foi tombada pelo Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional (IPHAN) em 1977 por conta de suas caracter\u00edsticas not\u00e1veis tais como o por\u00e3o alto (compreendido \u00e0 \u00e9poca de sua constru\u00e7\u00e3o como elemento de distin\u00e7\u00e3o e poder de seu propriet\u00e1rio, os estuques em relevo, utilizados nos tetos dos c\u00f4modos da \u00e1rea social e \u00edntima, suas faian\u00e7as, escaiolas e tamb\u00e9m os jardins, um frontal e outro lateral).\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Ao longo de sua hist\u00f3ria a casa teve usos diversos, tendo sido al\u00e9m de resid\u00eancia tamb\u00e9m quartel general do ex\u00e9rcito at\u00e9 meados dos anos 1970, em seguida funcionando como reparti\u00e7\u00e3o p\u00fablica da Prefeitura de Pelotas e, por fim, passando a abrigar o Museu do Doce. Antes do seu uso atual a casa passou por processo de restaura\u00e7\u00e3o que resolveu problemas estruturais advindos de d\u00e9cadas de abandono \u2013 a casa ficou fechada por cerca de 20 anos. Foram tamb\u00e9m desenvolvidas diversas frentes de trabalho para com seus elementos est\u00e9ticos em um processo que durou cerca de tr\u00eas anos.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">O tombamento do conjunto hist\u00f3rico de Pelotas realizado no ano de 2018 reposicionou o edif\u00edcio em termos de sua import\u00e2ncia cultural para um novo patamar, na medida em que concomitante a isso tamb\u00e9m as Tradi\u00e7\u00f5es Doceiras de Pelotas foram registradas como patrim\u00f4nio cultural imaterial brasileiro. Atrav\u00e9s deste contexto foram refor\u00e7ados outros aspectos simb\u00f3licos referentes ao pr\u00e9dio, compreendido como um testemunho de um determinado tempo e preenchido por valores simb\u00f3licos daquela \u00e9poca em di\u00e1logo constante com valores contempor\u00e2neos, tal como s\u00e3o as pr\u00f3prias tradi\u00e7\u00f5es doceiras de Pelotas, com suas dimens\u00f5es hist\u00f3ricas e memoriais, suas caracter\u00edsticas ef\u00eameras, agora com abrigo na casa do conselheiro. Convidamos voc\u00ea a explorar nessa p\u00e1gina aspectos da arte decorativa que pode ser encontrada no edif\u00edcio sede do Museu do Doce em suas diferentes tipologias.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><div id=\"pg-981-2\"  class=\"panel-grid panel-no-style\" ><div id=\"pgc-981-2-0\"  class=\"panel-grid-cell\" ><div id=\"panel-981-2-0-1\" class=\"so-panel widget widget_sow-headline\" data-index=\"4\" ><div\n\t\t\t\n\t\t\tclass=\"so-widget-sow-headline so-widget-sow-headline-default-6b52635ceda7-981\"\n\t\t\t\n\t\t><div class=\"sow-headline-container \">\n\t<\/div>\n<\/div><\/div><div id=\"panel-981-2-0-2\" class=\"so-panel widget widget_sow-editor panel-last-child\" data-index=\"5\" ><div\n\t\t\t\n\t\t\tclass=\"so-widget-sow-editor so-widget-sow-editor-base\"\n\t\t\t\n\t\t>\n<div class=\"siteorigin-widget-tinymce textwidget\">\n\t<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 14pt\"><strong>Textos e Fotografias<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Isadora Costa e Roberto Heiden.<\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: 14pt\">Refer\u00eancias<\/span><\/strong><\/p>\n<p>ALVES, F\u00e1bio Galli. Decora\u00e7\u00f5es murais: t\u00e9cnicas pict\u00f3ricas de interiores. Pelotas\/RS (1878-1927). 2015. 186f. Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado em Mem\u00f3ria Social e Patrim\u00f4nio Cultural).<\/p>\n<p>CASAR\u00c3O OITO. Azulejos em tons de azul da cozinha t\u00eam origem francesa. &lt; https:\/\/casaraooito.wordpress.com\/...\/azulejos-em-tons...\/&gt; Acesso em 04 de junho 2019.<\/p>\n<p>CERQUEIRA, F\u00e1bio Vergara. Entrevista realizada no Museu do Doce. 2019.<\/p>\n<p>DOMINGUEZ, Andr\u00e9a Jorge do Amaral. Ladrilhos hidr\u00e1ulicos: bens integrados aos pr\u00e9dios tombados de Pelotas-RS. 2016. 254f. Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado em Mem\u00f3ria Social e Patrim\u00f4nio Cultural) \u2013 Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Mem\u00f3ria Social e Patrim\u00f4nio Cultural, Instituto de Ci\u00eancias Humanas, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2016.<\/p>\n<p>DOMINGUES, Andr\u00e9a do Amaral ; SANTOS, Carlos Alberto \u00c1vila. Propostas de fichas para o invent\u00e1rio dos ladrilhos hidr\u00e1ulicos dos pr\u00e9dios tombados em Pelotas. Semin\u00e1rio de Hist\u00f3ria da Arte-Centro de Artes-UFPel, n. 5.<\/p>\n<p>KR\u00dcGER, Gisela J. Os ladrilhos hidr\u00e1ulicos no patrim\u00f4nio arquitet\u00f4nico urbano na zona central de Pelotas. COL\u00d3QUIO IBERO-AMERICANO, 4, 2014.<\/p>\n<p>MICHELON, F. Entre o sal e o a\u00e7\u00facar: O doce atrav\u00e9s dos sentidos. Cat\u00e1logo do projeto o museu do conhecimento para todos. RS, 2018.<\/p>\n<p>ROZISKY, Cristina. Arte decorativa: Forros de estuques em relevo Pelotas, 1876|1911. Linguagens e artes S\u00e9rie P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o Volume 14. Editora UFPel. 2017. Pelotas, Rs.<\/p>\n<p>SCOLARI, Keli Cristina. CER\u00c2MICAS EM FAIAN\u00c7A EXISTENTES NOS CASAR\u00d5ES DO CENTRO HIST\u00d3RICO DE PELOTAS, RS. 2012. Programa de P\u00f3s \u2013 Gradua\u00e7\u00e3o Mem\u00f3ria Social e Patrim\u00f4nio Cultural do Instituto de Ci\u00eancias Humanas da Universidade Federal de Pelotas.<\/p>\n<p>YUNES, Giberto. Azulejaria no Patrim\u00f4nio Arquitet\u00f4nico do Rio Grande do Sul. Editora da UFPel 1999.<\/p>\n<\/div>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A casa do Conselheiro Francisco Antunes Maciel, atualmente transformada em sede do Museu do Doce, encontra-se situada no n\u00famero 8 da pra\u00e7a Cel. Pedro Os\u00f3rio de Pelotas-RS. \u00c9 um exemplar do estilo ecl\u00e9tico, reconhecido como uma importante tend\u00eancia em fins do s\u00e9culo XIX e in\u00edcio do s\u00e9culo XX na arquitetura brasileira. 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