{"id":814,"date":"2020-11-24T17:24:25","date_gmt":"2020-11-24T20:24:25","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/museudodoce\/?page_id=814"},"modified":"2022-05-26T10:56:24","modified_gmt":"2022-05-26T13:56:24","slug":"exposicao-virtual","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/museudodoce\/exposicao-virtual\/","title":{"rendered":"PERCURSOS REMOTOS, TRADI\u00c7\u00c3O E MEM\u00d3RIA NAS F\u00c1BRICAS DE DOCE EM CONSERVA DE PELOTAS-RS"},"content":{"rendered":"<div id=\"pl-814\"  class=\"panel-layout\" ><div id=\"pg-814-0\"  class=\"panel-grid panel-no-style\" ><div id=\"pgc-814-0-0\"  class=\"panel-grid-cell\" ><div id=\"panel-814-0-0-0\" class=\"so-panel widget widget_sow-headline panel-first-child\" data-index=\"0\" ><div\n\t\t\t\n\t\t\tclass=\"so-widget-sow-headline so-widget-sow-headline-default-6649cea9e56b-814\"\n\t\t\t\n\t\t><div class=\"sow-headline-container \">\n\t\t\t\t\t\t\t<h3 class=\"sow-headline\">\n\t\t\t\t\t\tEXPOSI\u00c7\u00d5ES\t\t\t\t\t\t<\/h3>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n<\/div><\/div><div id=\"panel-814-0-0-1\" class=\"so-panel widget widget_sow-headline panel-last-child\" data-index=\"1\" ><div class=\"panel-widget-style panel-widget-style-for-814-0-0-1\" ><div\n\t\t\t\n\t\t\tclass=\"so-widget-sow-headline so-widget-sow-headline-default-3088c3b9d20f-814\"\n\t\t\t\n\t\t><div class=\"sow-headline-container \">\n\t\t\t\t\t\t\t<h2 class=\"sow-headline\">\n\t\t\t\t\t\tPERCURSOS REMOTOS, TRADI\u00c7\u00c3O E MEM\u00d3RIA NAS F\u00c1BRICAS DE DOCE EM CONSERVA DE PELOTAS-RS\t\t\t\t\t\t<\/h2>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><div id=\"pg-814-1\"  class=\"panel-grid panel-no-style\" ><div id=\"pgc-814-1-0\"  class=\"panel-grid-cell\" ><div id=\"panel-814-1-0-0\" class=\"so-panel widget widget_sow-video panel-first-child\" data-index=\"2\" ><div\n\t\t\t\n\t\t\tclass=\"so-widget-sow-video so-widget-sow-video-default-f379b959fc93-814\"\n\t\t\t\n\t\t>\n<div class=\"sow-video-wrapper\n\">\n\t\t\t<video\n\t\t\tid=\"sow-player-1\" class=\"sow-video-widget\" preload=\"auto\" style=\"width:100%;height:100%;\" controls \t\t>\n\t\t\t\t\t\t\t<source type=\"video\/mp4\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/museudodoce\/files\/2020\/08\/mapa.mp4\"\/>\n\t\t\t\t\t<\/video>\n\t<\/div>\n<\/div><\/div><div id=\"panel-814-1-0-1\" class=\"so-panel widget widget_sow-editor\" data-index=\"3\" ><div\n\t\t\t\n\t\t\tclass=\"so-widget-sow-editor so-widget-sow-editor-base\"\n\t\t\t\n\t\t>\n<div class=\"siteorigin-widget-tinymce textwidget\">\n\t<h2 style=\"text-align: center;\"><b>Seja bem-vindo!<\/b><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">O objeto dessa exposi\u00e7\u00e3o virtual s\u00e3o as ind\u00fastrias produtoras de doces em conserva da zona urbana de Pelotas-RS. Nela apresentamos empreendimentos fabris surgidos desde o final do s\u00e9culo XIX e que somam um total, at\u00e9 agora catalogado, de 47 empresas. Considera-se nesse n\u00famero tanto aqueles empreendimentos com atividades encerradas, como tamb\u00e9m os que est\u00e3o ainda em funcionamento. Esse conjunto de f\u00e1bricas apresenta uma grande relev\u00e2ncia, para al\u00e9m de suas fun\u00e7\u00f5es produtivas e como refer\u00eancias no espa\u00e7o urbano, pois s\u00e3o elementos fundamentais que justificam, em conjunto com outros fatores, a inscri\u00e7\u00e3o da tradi\u00e7\u00e3o doceira de Pelotas como Patrim\u00f4nio Cultural Imaterial do Brasil.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">A ind\u00fastria conserveira local, com origens nas tradi\u00e7\u00f5es doceiras coloniais, teve importante participa\u00e7\u00e3o no processo de populariza\u00e7\u00e3o da cidade de Pelotas como \u201cCapital do Doce\u201d. \u00c9 simb\u00f3lico o exemplo da FENAP\u00caSSEGO, feira realizada na d\u00e9cada de 1970 por produtores e empres\u00e1rios locais, e considerada embrion\u00e1ria para o surgimento da atual FENADOCE - evento que em 2019 recebeu duzentos e quarenta e seis mil visitantes e comercializou mais de um milh\u00e3o de doces. A hist\u00f3ria econ\u00f4mica, social e cultural local est\u00e1 atravessada pelo surgimento, consolida\u00e7\u00e3o, e tamb\u00e9m pelos desafios vividos por esse coletivo de empreendimentos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">O p\u00eassego \u00e9 uma fruta de destaque dentre os v\u00e1rios tipos de doces de conserva. Cultura introduzida no final do s\u00e9culo XIX na regi\u00e3o da Pelotas colonial, adaptou-se ao clima temperado e revelou-se muito prop\u00edcia para uso como mat\u00e9ria-prima do setor conserveiro, j\u00e1 desde seus prim\u00f3rdios. No entanto, a sazonalidade do insumo levou as empresas locais a diversificarem sua produ\u00e7\u00e3o, o que fez com que doces de frutas como figo, morango, abacaxi, dentre outras, se tornassem tamb\u00e9m bastante populares.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">A ind\u00fastria conserveira \u00e9 uma realidade presente no cotidiano de Pelotas e cidades pr\u00f3ximas. As v\u00e1rias d\u00e9cadas de sua hist\u00f3ria s\u00e3o testemunho de altos e baixos. Muitas empresas fecharam suas portas, outras abriram ou ampliaram seus neg\u00f3cios. Gera\u00e7\u00f5es inteiras de fam\u00edlias constitu\u00edram suas vidas em torno dessas oportunidades de trabalho. O doce em conserva \u00e9 elemento frequente nas mesas locais, e ao ser amplamente comercializado no pa\u00eds e no exterior, divulga assim a imagem do munic\u00edpio.<\/span><\/p>\n<h4 style=\"text-align: center;\"><b>Sobre a exposi\u00e7\u00e3o: reinven\u00e7\u00e3o na pandemia.<\/b><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Essa mostra tem como ponto de partida fundamental o trabalho do pesquisador Alcir Nei Bach, com destaque para sua Tese de Doutorado intitulada \u201cPatrim\u00f4nio Agroindustrial: Invent\u00e1rio das f\u00e1bricas de compotas de p\u00eassego na \u00e1rea urbana de Pelotas (1950-1990)\u201d, cujos textos das geomarca\u00e7\u00f5es da exposi\u00e7\u00e3o est\u00e3o todos direta ou indiretamente nela baseados, al\u00e9m de outros materiais. Bach realizou um trabalho \u00fanico de registro memorial a respeito desse panorama de empreendimentos que marcou a hist\u00f3ria social, econ\u00f4mica e cultural da regi\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">A proposta de uma exposi\u00e7\u00e3o virtual sobre essa tem\u00e1tica oferece ao visitante a possibilidade de geolocalizar \u00e0s f\u00e1bricas j\u00e1 listadas em pesquisas, mas tamb\u00e9m proporciona, por meio do passeio virtual, informa\u00e7\u00f5es de refer\u00eancia, aspectos hist\u00f3ricos e imag\u00e9ticos sobre o tema. As marca\u00e7\u00f5es contam com um breve hist\u00f3rico de cada estabelecimento em quest\u00e3o, al\u00e9m de fotos e outros materiais que comp\u00f5em parte do acervo do Museu do Doce da UFPel.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">A organiza\u00e7\u00e3o da presente exposi\u00e7\u00e3o virtual nasce das demandas culturais que emergem na atual sociedade pand\u00eamica, com os limites operacionais enfrentados pelo Museu do Doce durante a vig\u00eancia das medidas preventivas contra a contamina\u00e7\u00e3o pelo Covid-19. Apesar de o museu ter suas portas temporariamente fechadas ao p\u00fablico, suas atividades continuam em andamento. Nesse contexto, ampliam-se as formas com a qual a institui\u00e7\u00e3o ocupa os espa\u00e7os virtuais, e essa exposi\u00e7\u00e3o foi assim a oportunidade de organiza\u00e7\u00e3o da primeira mostra virtual do museu. Esse trabalho acompanha um momento hist\u00f3rico em que as institui\u00e7\u00f5es de mem\u00f3ria do mundo inteiro se reinventam por meio do restabelecimento de v\u00ednculos culturais e afetivos com seus p\u00fablicos, a partir de caminhos n\u00e3o convencionais.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">O Museu do Doce \u00e9 uma institui\u00e7\u00e3o cultural presente no cotidiano da cidade de Pelotas e essa mostra revela o desejo de assim continuar, mesmo nesse momento de adversidade. O doce de Pelotas, nas suas diversas manifesta\u00e7\u00f5es como patrim\u00f4nio imaterial, \u00e9 algo comunic\u00e1vel tanto nos metros quadrados de uma sala expositiva, como tamb\u00e9m pelos arranjos e rearranjos num\u00e9ricos que geram textos e est\u00edmulos sensoriais e sonoros diversos e, ao fim, narrativas que circulam na web, e que aqui se virtualizam nessa geografia local do doce em conserva convertida em exposi\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div><\/div><div id=\"panel-814-1-0-2\" class=\"so-panel widget widget_sow-image panel-last-child\" data-index=\"4\" ><div\n\t\t\t\n\t\t\tclass=\"so-widget-sow-image so-widget-sow-image-default-c67d20f9f743-814\"\n\t\t\t\n\t\t>\n<div class=\"sow-image-container\">\n\t\t\t<a href=\"https:\/\/www.google.com\/maps\/d\/u\/0\/viewer?mid=1lg-GHOCWPYFGnRSKBk7368C-5ctAJkpB&#038;ll=-31.6338222132445%2C-52.33304305555556&#038;z=11\"\n\t\t\ttarget=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" \t\t>\n\t\t\t<img \n\tsrc=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/museudodoce\/files\/2020\/08\/MAPA.png\" width=\"570\" height=\"380\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/museudodoce\/files\/2020\/08\/MAPA.png 900w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/museudodoce\/files\/2020\/08\/MAPA-424x283.png 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/museudodoce\/files\/2020\/08\/MAPA-212x141.png 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/museudodoce\/files\/2020\/08\/MAPA-768x512.png 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/museudodoce\/files\/2020\/08\/MAPA-450x300.png 450w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/museudodoce\/files\/2020\/08\/MAPA-272x182.png 272w\" sizes=\"(max-width: 570px) 100vw, 570px\" alt=\"\" \t\tclass=\"so-widget-image\"\/>\n\t\t\t<\/a><\/div>\n\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Seja bem-vindo! 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