{"id":267,"date":"2010-07-14T18:46:19","date_gmt":"2010-07-14T21:46:19","guid":{"rendered":"http:\/\/museologiaufpel.wordpress.com\/?p=267"},"modified":"2010-07-14T18:46:19","modified_gmt":"2010-07-14T21:46:19","slug":"materia-na-zero-hora","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/museologia\/2010\/07\/14\/materia-na-zero-hora\/","title":{"rendered":"MAT\u00c9RIA NA ZERO HORA"},"content":{"rendered":"<h3>CARREIRAS<\/h3>\n<h1>Uma carreira no museu<\/h1>\n<h4>Rio Grande do Sul tem cerca de 350 museus de todos os  tipos esperando por profissionais<\/h4>\n<div id=\"fonte\">\n<div>\/\/ <\/div>\n<p>Forma-se no dia 21 de agosto, na Universidade  Federal de Pelotas (UFPel), a primeira turma de Museologia do Estado.  Ser\u00e3o 13 profissionais com uma miss\u00e3o desafiadora: abrir caminho para as  pr\u00f3ximas gera\u00e7\u00f5es de muse\u00f3logos ga\u00fachos que v\u00eam por a\u00ed. Al\u00e9m da UFPel,  que foi a terceira a criar o curso no Brasil, a Universidade Federal do  Rio Grande do Sul (UFRGS) j\u00e1 oferece a gradua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u2013 Ano passado,  em um projeto de extens\u00e3o, visitamos cursinhos pr\u00e9-vestibular e escolas  de Pelotas para apresentar o nosso curso. A cada vestibular, pudemos  perceber um aumento na procura. \u00c9 um mercado ascendente \u2013 conta Matheus  Cruz, 26 anos, um dos muse\u00f3logos de Pelotas que pegam o diploma neste  ano.<\/p>\n<p>Para lembrar que nem sempre museu est\u00e1 associado a \u00f3rg\u00e3o  p\u00fablico, ele cita o caso do Museu Farmac\u00eautico Moura, na mesma cidade.  S\u00e3o centenas de objetos ligados \u00e0 atividade farmac\u00eautica oriundos do  Brasil e mais 32 pa\u00edses \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o do p\u00fablico. A ideia foi de um  farmac\u00eautico da cidade e contou com a parceria do curso de Museologia da  UFPel, que ofereceu estagi\u00e1rios.<\/p>\n<p>\u2013 Fomos o terceiro curso a  surgir no Brasil, em 2006. Aqui, na regi\u00e3o sul do Estado, temos uma  demanda espec\u00edfica, muitas prefeituras e \u00f3rg\u00e3os que precisam de  organiza\u00e7\u00e3o e suporte para sua mem\u00f3ria e patrim\u00f4nio \u2013 diz o professor  Daniel Maur\u00edcio Viana de Souza, coordenador do curso da UFPel.<\/p>\n<p><strong>H\u00e1  mais de 2 mil museus no pa\u00eds<\/strong><\/p>\n<p>Ele explica que h\u00e1 muito  mais espa\u00e7o do que somente atuar em museus, o que muitos estudantes  podem n\u00e3o perceber. Os muse\u00f3logos, avisa ele, encontram trabalho em  \u00e1reas ligadas \u00e0 pesquisa de modo geral e podem desenvolver trabalhos  junto \u00e0 sociologia e \u00e0 arqueologia, por exemplo.<\/p>\n<p>Na UFRGS, o  curso j\u00e1 poderia ter nascido bem antes. O primeiro projeto para uma  gradua\u00e7\u00e3o de Museologia na universidade data de 1991. Mas foi a partir  de 2005 que a ideia come\u00e7ou a sair do papel, com o governo federal  incentivando a forma\u00e7\u00e3o de muse\u00f3logos pelo Brasil. Em 2008, o sonho  virou realidade.<\/p>\n<p>\u2013 Temos mais de 2 mil museus em todo o pa\u00eds e  precisamos de gente formada. Temos tr\u00eas turmas em andamento. A procura  pela gradua\u00e7\u00e3o est\u00e1 boa, apesar de termos aulas somente no turno da  tarde. Os conv\u00eanios e as parcerias que temos propiciam muitos est\u00e1gios  para os alunos \u2013 conta a professora Marlise Giovanaz, coordenadora da  Comiss\u00e3o de Gradua\u00e7\u00e3o de Museologia da UFRGS<\/p>\n<p>Fonte: Zero Hora edi\u00e7\u00e3o on line. 14 de julho de 2010 | N\u00b0 16396<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>CARREIRAS Uma carreira no museu Rio Grande do Sul tem cerca de 350 museus de todos os tipos esperando por profissionais \/\/ Forma-se no dia 21 de agosto, na Universidade Federal de Pelotas (UFPel), a primeira turma de Museologia do Estado. 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