{"id":73,"date":"2012-08-14T11:50:03","date_gmt":"2012-08-14T14:50:03","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/modelage\/?page_id=73"},"modified":"2012-08-15T11:12:06","modified_gmt":"2012-08-15T14:12:06","slug":"geoestatistica","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/modelage\/material-didatico\/geoestatistica\/","title":{"rendered":"GEOESTAT\u00cdSTICA"},"content":{"rendered":"<p>O livro encontra-se conclu\u00eddo e editado em meio digital (formato PDF) e impresso com apoio da Associa\u00e7\u00e3o Profissional Sul-brasileira de Ge\u00f3logos e do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA-RS). Edi\u00e7\u00e3o pela Editora da UFSM. Aguarda registro na biblioteca Nacional.<br \/>\nEst\u00e1 sendo utilizado nas disciplinas de Geomatem\u00e1tica II, Pesquisa e Prospec\u00e7\u00e3o Mineral e Cubagem e Avalia\u00e7\u00e3o de Jazidas, assim como outras disciplinas.<\/p>\n<p>Este caderno t\u00e9cnico tem por objetivo colocar textos did\u00e1ticos \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o dos estudantes de gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o da ufsm. Este objetivo encontra guarida na S\u00e9rie Naturais e Exatas do ccne, cujo intuito \u201cPromover a divulga\u00e7\u00e3o de conhecimentos culturais, cient\u00edficos e t\u00e9cnicos que constituem patrim\u00f4nio da humanidade e comunicar o saber atrav\u00e9s do ensino, de publica\u00e7\u00f5es ou outras formas de comunica\u00e7\u00e3o\u201d, \u00e9 uma das finalidades da extens\u00e3o universit\u00e1ria, segundo os pressupostos da Lei de Diretrizes e Bases da Educa\u00e7\u00e3o.<br \/>\nCom esse foco, a S\u00e9rie Naturais e Exatas \u00e9 uma a\u00e7\u00e3o criada pela Dire\u00e7\u00e3o do Centro de Ci\u00eancias Naturais e Exatas \u2013 CCNE-UFSM \u2013 em colabora\u00e7\u00e3o com a subunidade Revista e visa envolver todos os docentes deste Centro atrav\u00e9s da produ\u00e7\u00e3o de material de ensino com forte consist\u00eancia cient\u00edfica e dentro de um projeto gr\u00e1fico.<\/p>\n<p>A S\u00e9rie foi criada com intuito de instigar o professor a pesquisar, selecionar conte\u00fados e, depois de uma criteriosa avalia\u00e7\u00e3o, produzir material instrucional que pode ser referido, por ele, como primeira fonte de pesquisa, como ponto de partida ao estudante que deseja um maior detalhamento sobre o assunto pesquisado. Essa s\u00e9rie tamb\u00e9m servir\u00e1 para prover necess\u00e1rios a um docente que ministre cursos ou oficinas de capacita\u00e7\u00e3o \u00e0 docentes de ensino m\u00e9dio das escolas de Santa Maria e regi\u00e3o. Dever\u00e1 contribuir com o desenvolvimento das a\u00e7\u00f5es de ensino dos diferentes cursos e atividades oferecidas pelo CCNE, discutindo desde as quest\u00f5es mais b\u00e1sicas at\u00e9 temas contempor\u00e2neos.<\/p>\n<p>Este texto tem como refer\u00eancias os mais atualizados trabalhos da \u00e1rea de geoestat\u00edstica, trabalhos estes de elevada qualidade cient\u00edfica e did\u00e1tica. Espera-se, deste modo, contribuir para melhoria das condi\u00e7\u00f5es de ensino na nossa universidade. Sendo assim, este caderno apresenta-se dividido em duas partes. Na primeira parte, composta pelos Cap\u00edtulos I e II, busca-se discutir os pressupostos te\u00f3ricos metodol\u00f3gicos da an\u00e1lise geoestat\u00edstica, sendo que, a \u00eanfase \u00e9 dada ao mapeamento das caracter\u00edsticas geoambientais. Na segunda parte, s\u00e3o elencados alguns estudos e refer\u00eancias que se utilizam da metodologia geoestat\u00edstica para a an\u00e1lise de dados das geoci\u00eancias.<\/p>\n<p>SUM\u00c1RIO<\/p>\n<p>Apresenta\u00e7\u00e3o\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 5<br \/>\nIntrodu\u00e7\u00e3o\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 6<br \/>\nConceitos chave\u00a0 8<\/p>\n<p>Cap\u00edtulo 1\u00a0 An\u00e1lise Estat\u00edstica de Dados em Geoci\u00eancias\u00a0\u00a0\u00a0 11<br \/>\n1.1\u00a0 Estat\u00edstica descritiva e inferencial\u00a0\u00a0\u00a0 13<br \/>\n1.2\u00a0 Vari\u00e1vel\u00a0 aleat\u00f3ria\u00a0\u00a0\u00a0 14<br \/>\n1.3\u00a0 Apresenta\u00e7\u00e3o estat\u00edstica\u00a0\u00a0\u00a0 14<br \/>\n1.4\u00a0 Reconhecimento de duas popula\u00e7\u00f5es\u00a0 15<br \/>\n1.5\u00a0 Histograma\u00a0\u00a0 20<br \/>\n1.6\u00a0 An\u00e1lise estat\u00edstica b\u00e1sica\u00a0\u00a0 20<br \/>\n1.6.1\u00a0\u00a0 Medidas descritivas\u00a0\u00a0\u00a0 21<br \/>\n1.6.1.1\u00a0 Medidas de tend\u00eancia central\u00a0\u00a0\u00a0 21<br \/>\n1.6.1.2\u00a0 Medidas de localiza\u00e7\u00e3o\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 22<br \/>\n1.6.1.3\u00a0 Medidas de espalhamento ou disper\u00e7\u00e3o\u00a0\u00a0 23<br \/>\n1.6.1.4\u00a0 Medidas de forma 24<br \/>\n1.6.2\u00a0 Sum\u00e1rio estat\u00edstico\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 25<br \/>\n1.7\u00a0 Distribui\u00e7\u00e3o de frequ\u00eancias\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 25<br \/>\n1.7.1\u00a0\u00a0 Modelos de distribui\u00e7\u00e3o\u00a0\u00a0 28<br \/>\n1.8\u00a0 Estat\u00edstica bivariada\u00a0\u00a0\u00a0 30<br \/>\n1.9\u00a0 Gr\u00e1ficos q-q plot\u00a0\u00a0 31<br \/>\n1.10 Scatterplots\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 32<br \/>\n1.11 Correla\u00e7\u00e3o\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 33<br \/>\n1.12 Regress\u00e3o\u00a0\u00a0\u00a0 35<br \/>\n1.13 Erros\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 37<br \/>\n1.14 Estat\u00edstica de janelas m\u00f3veis\u00a0\u00a0\u00a0 38<\/p>\n<p>Cap\u00edtulo 2\u00a0\u00a0 Geoestat\u00edstica aplicada em Geoci\u00eancias\u00a0\u00a0\u00a0 41<br \/>\n2.1\u00a0\u00a0 Interpola\u00e7\u00e3o\u00a0 45<br \/>\n2.1.1\u00a0 Interpoladores cl\u00e1ssicos 45<br \/>\n2.1.2\u00a0 Desvantagens dos m\u00e9todos cl\u00e1ssicos 46<br \/>\n2.1.3\u00a0 Vantagens dos m\u00e9todos cl\u00e1ssicos\u00a0 46<br \/>\n2.2\u00a0 Estimativas por combina\u00e7\u00e3o linear ponderada\u00a0 46<br \/>\n2.3\u00a0 Variograma (Semivariograma)\u00a0\u00a0\u00a0 51<br \/>\n2.3.1\u00a0 Efeito proporcional \u2013 Infer\u00eancia do variograma\u00a0 53<br \/>\n2.3.2\u00a0 Par\u00e2metros do semivariograma\u00a0 53<br \/>\n2.3.3\u00a0 C\u00e1lculo do semivariograma para amostras regularmente espa\u00e7adas 54<br \/>\n2.3.4\u00a0 C\u00e1lculo do semivariograma a partir de uma malha de amostragem irregularmente espa\u00e7ada\u00a0\u00a0 55<br \/>\n2.4\u00a0 Modelos de semivariogramas (variogramas)\u00a0 56<br \/>\n2.4.1\u00a0 Modelo esf\u00e9rico\u00a0 57<br \/>\n2.4.2\u00a0 Modelo exponencial\u00a0\u00a0 58<br \/>\n2.4.3\u00a0 Modelo gaussiano\u00a0 58<br \/>\n2.4.4\u00a0 Modelo pot\u00eancia\u00a0\u00a0 58<br \/>\n2.5\u00a0 Semivariogramas experimentais e modelos te\u00f3ricos 59<br \/>\n2.5.1\u00a0 Modelo esf\u00e9rico de Semivariograma\u00a0 60<br \/>\n2.5.2\u00a0 Modelo exponencial de Semivariograma\u00a0\u00a0 60<br \/>\n2.5.3\u00a0 Modelo gaussiano de Semivariograma\u00a0\u00a0 61<br \/>\n2.5.4\u00a0 Modelo pot\u00eancia de Semivariograma\u00a0\u00a0 61<br \/>\n2.5.5\u00a0 Modelos Aninhados\u00a0\u00a0 61<br \/>\n2.6\u00a0 Anisotropia\u00a0 63<br \/>\n2.7\u00a0 Aspectos a destacar\u00a0 68<br \/>\n2.8\u00a0 Krigagem\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 70<br \/>\n2.8.1\u00a0 Krigagem ordin\u00e1ria (ok) versus krigagem simples (sk)\u00a0\u00a0 72<br \/>\n2.8.2\u00a0 Krigagem simples\u00a0\u00a0 73<br \/>\n2.8.2.1\u00a0 Vari\u00e2ncia de krigagem simples\u00a0 74<br \/>\n2.8.2.2\u00a0 Defini\u00e7\u00f5es preliminares\u00a0\u00a0 74<br \/>\n2.8.2.3\u00a0 Ponderadores da krigagem simples\u00a0 75<br \/>\n2.8.2.4\u00a0 Coment\u00e1rios sobre krigagem simples\u00a0\u00a0 76<br \/>\n2.8.3\u00a0 Krigagem ordin\u00e1ria\u00a0\u00a0 77<br \/>\n2.9\u00a0 Valida\u00e7\u00e3o cruzada\u00a0 77<br \/>\n2.9.1\u00a0 Distribui\u00e7\u00e3o do erro\u00a0 79<br \/>\n2.9.2\u00a0 Valida\u00e7\u00e3o como ferramenta qualitativa\u00a0\u00a0 81<br \/>\n2.10\u00a0 Declusteriza\u00e7\u00e3o\u00a0\u00a0\u00a0 82<br \/>\n2.10.1\u00a0 M\u00e9todos de declusteriza\u00e7\u00e3o\u00a0 82<br \/>\n2.10.1.1\u00a0 M\u00e9todo do grid (Gridded Method)\u00a0 83<br \/>\n2.10.1.2\u00a0 M\u00e9todo da poligonal (Polygonal Method)\u00a0 83<br \/>\n2.10.1.3\u00a0 M\u00e9todo da c\u00e9lula m\u00f3vel (Cell Declustering Method)\u00a0 84<br \/>\n2.10.1.4\u00a0 M\u00e9todo da entropia (Entropy Method)\u00a0 86<br \/>\n2.11\u00a0 Estimativa linear com vari\u00e1veis auxiliares (co-krigagem)\u00a0\u00a0\u00a0 87<br \/>\n2.12\u00a0 Co-krigagem do valor m\u00e9dio de uma \u00e1rea v\u00a0\u00a0\u00a0 89<br \/>\n2.13\u00a0 Notas sobre o estimador de krigagem\u00a0\u00a0\u00a0 90<br \/>\n2.14\u00a0 Co-estimativa com amostras superabundantes da vari\u00e1vel auxiliar: co-krigagem co-localizada\u00a0\u00a0 90<br \/>\n2.15\u00a0 Exemplos de co-estimativa: co-krigagem e co-krigagem co-localizadas\u00a0\u00a0 91<br \/>\n2.16\u00a0 Valores extremos de recursos naturais\u00a0\u00a0 93<\/p>\n<p>Cap\u00edtulo 3\u00a0\u00a0 Aplica\u00e7\u00f5es geoestat\u00edsticas \u2013 Estudos de casos 95<br \/>\nEstudo de caso 1: Modelagem e integra\u00e7\u00e3o de dados para pesquisa de ouro no Prospecto Volta Grande, Lavras do Sul, rs, Brasil\u00a0\u00a0 97<br \/>\nEstudo de caso 2: Mapeamento geoestat\u00edstico de par\u00e2metros obtidos em Sondagens de Simples Reconhecimento na por\u00e7\u00e3o central da cidade de Santa Maria \u2013 rs \u2013 Brasil\u00a0\u00a0 128<br \/>\nEstudo de caso 3: Estudo das caracter\u00edsticas f\u00edsico-qu\u00edmicas do solo em plantio de erva-mate (ilex paraguaiensis st. hil) atrav\u00e9s da geoestat\u00edstica e do geoprocessamento 143<br \/>\nEstudo de caso 4: Geoestat\u00edstica aplicada ao estudo das caracter\u00edsticas f\u00edsico-qu\u00edmicas do solo em \u00e1reas de Floresta Estacional Decidual\u00a0\u00a0 161<br \/>\nCap\u00edtulo 4\u00a0\u00a0 Bibliografia\u00a0\u00a0 177<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O livro encontra-se conclu\u00eddo e editado em meio digital (formato PDF) e impresso com apoio da Associa\u00e7\u00e3o Profissional Sul-brasileira de Ge\u00f3logos e do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA-RS). 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