{"id":435,"date":"2021-09-08T11:35:02","date_gmt":"2021-09-08T14:35:02","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/midiars\/?p=435"},"modified":"2021-09-08T11:35:02","modified_gmt":"2021-09-08T14:35:02","slug":"preprint-youtube-as-a-source-of-information-about-unproven-drugs-for-covid-19-the-role-of-the-mainstream-media-and-recommendation-algorithms-in-promoting-misinformation","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/midiars\/2021\/09\/08\/preprint-youtube-as-a-source-of-information-about-unproven-drugs-for-covid-19-the-role-of-the-mainstream-media-and-recommendation-algorithms-in-promoting-misinformation\/","title":{"rendered":"Preprint: YouTube as a source of information about unproven drugs for Covid-19: The role of the mainstream media and recommendation algorithms in promoting misinformation"},"content":{"rendered":"<p><strong>Principais pontos<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Analisamos 751 v\u00eddeos sobre cloroquina e hidroxicloroquina no YouTube. <strong>Buscamos compreender como \u00e9 promovido o conte\u00fado favor\u00e1vel a essas drogas, que n\u00e3o possuem efic\u00e1cia no tratamento da Covid-19<\/strong><\/li>\n<li>Identificamos <strong>um papel central da imprensa brasileira na promo\u00e7\u00e3o do uso de cloroquina e hidroxicloroquina para Covid-19<\/strong>. A maioria dos v\u00eddeos com desinforma\u00e7\u00e3o sobre o tema foram postados por canais da imprensa tradicional.<\/li>\n<li>Descobrimos tamb\u00e9m que os <strong>v\u00eddeos favor\u00e1veis ao uso das drogas receberam mais visualiza\u00e7\u00f5es e geraram mais intera\u00e7\u00f5es<\/strong> atrav\u00e9s de curtidas e coment\u00e1rios.<\/li>\n<li>Por fim, identificamos que <strong>os algoritmos de recomenda\u00e7\u00e3o do YouTube tamb\u00e9m promoveram o conte\u00fado desinformativo<\/strong>, j\u00e1 que os v\u00eddeos pr\u00f3-cloroquina eram mais frequentemente sugeridos do que os v\u00eddeos que apontavam para a falta de efic\u00e1cia do medicamento.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Overview<\/strong><\/p>\n<p>O nosso <strong>artigo \u201c<\/strong><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.31235\/osf.io\/27h9e\"><strong>YouTube as a source of information about unproven drugs for Covid-19: The role of the mainstream media and recommendation algorithms in promoting misinformation<\/strong><\/a><strong>\u201d est\u00e1 dispon\u00edvel<\/strong> em formato preprint na SocArXiv, servidor de preprints da \u00e1rea da comunica\u00e7\u00e3o e de outras ci\u00eancias sociais da Open Science Framework (OSF). <strong>Esta pesquisa ser\u00e1 apresentada no dia 13 de setembro, durante a <\/strong><a href=\"https:\/\/cristianvaccari.com\/2021\/08\/27\/program-of-the-2021-international-journal-of-press-politics-virtual-conference-13-16-september-2021\/\"><strong>7\u00aa Confer\u00eancia do International Journal of Press\/Politics<\/strong><\/a>.<\/p>\n<p>Neste estudo, <strong>exploramos a propaga\u00e7\u00e3o de conte\u00fado sobre hidroxicloroquina e cloroquina no YouTube<\/strong>. Utilizamos o <a href=\"https:\/\/tools.digitalmethods.net\/netvizz\/youtube\/index.php\">YouTube Data Tools<\/a> para coletar v\u00eddeos sobre o tema. Os 751 v\u00eddeos do nosso dataset final foram analisados por meio de An\u00e1lise de Conte\u00fado e An\u00e1lise de Redes Sociais. Os principais resultados apontam para <strong>pap\u00e9is centrais da imprensa tradicional brasileira e dos algoritmos de recomenda\u00e7\u00e3o do YouTube na promo\u00e7\u00e3o de conte\u00fado promovendo as drogas<\/strong> que n\u00e3o possuem efic\u00e1cia no tratamento da Covid-19.<\/p>\n<p>A nossa pesquisa \u00e9 relevante para compreender o contexto de promo\u00e7\u00e3o de cloroquina e hidroxicloroquina no Brasil. Em particular, nossos resultados apontam para <strong>o papel da imprensa brasileira na promo\u00e7\u00e3o das drogas, contribuindo para um cen\u00e1rio de desinforma\u00e7\u00e3o<\/strong>. Al\u00e9m disso, mostramos como o YouTube tamb\u00e9m acaba promovendo conte\u00fado favor\u00e1vel a estas drogas, de forma que <strong>a plataforma tamb\u00e9m contribui para o fortalecimento da desinforma\u00e7\u00e3o sobre Covid-19 no Brasil<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>M\u00e9todo<\/strong><\/p>\n<p>Utilizamos m\u00e9todos mistosp ara a an\u00e1lise dos 751 v\u00eddeos sobre hidroxicloroquina e cloroquina. Utilizamos a <strong>An\u00e1lise de Conte\u00fado para identificar o tipo de conte\u00fado produzido no v\u00eddeo<\/strong>: se favor\u00e1vel ao uso de hidroxicloroquina e cloroquina (pr\u00f3-HCQ), se contr\u00e1rio ao uso das drogas para Covid-19 (anti-HCQ), ou se sem uma posi\u00e7\u00e3o clara. A <strong>An\u00e1lise de Conte\u00fado tamb\u00e9m foi utilizada para identificar o tipo de canal<\/strong> que postou cada um dos v\u00eddeos analisados. Com base na An\u00e1lise de Conte\u00fado, <strong>utilizamos testes estat\u00edsticos para comparar o n\u00famero de visualiza\u00e7\u00f5es e intera\u00e7\u00f5es <\/strong>(likes, dislikes e coment\u00e1rios) em v\u00eddeos pr\u00f3-HCQ e anti-HCQ.<\/p>\n<p>Utilizamos a <strong>An\u00e1lise de Redes Sociais para explorar uma rede criada a partir dos v\u00eddeos recomendados pelos algoritmos do YouTube<\/strong>. Cada v\u00eddeo do nosso dataset era acompanhado por uma lista de at\u00e9 50 recomenda\u00e7\u00f5es. Com base nisto, utilizamos m\u00e9tricas de rede (E-I index e coeficiente de clusteriza\u00e7\u00e3o) para identificar a tend\u00eancia de homofilia nas sugest\u00f5es do YouTube. Isto \u00e9, se os v\u00eddeos possu\u00edam tend\u00eancia a sugerir outros v\u00eddeos com o mesmo conte\u00fado. Al\u00e9m disso, <strong>utilizamos testes estat\u00edsticos para comparar a m\u00e9dia de vezes que v\u00eddeos pr\u00f3-HCQ e anti-HCQ foram sugeridos pelos algoritmos do YouTube<\/strong> no nosso dataset.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Resultados<\/strong><\/p>\n<p>O nosso primeiro resultado relevante aponta para a influ\u00eancia da imprensa na promo\u00e7\u00e3o de conte\u00fado pr\u00f3-HCQ. <strong>Os canais da imprensa brasileira foram maioria entre os produtores de v\u00eddeos pro-HCQ no YouTube<\/strong>, como mostra a imagem abaixo. Isto \u00e9 relevante porque a imprensa \u00e9 geralmente colocada em oposi\u00e7\u00e3o a desinforma\u00e7\u00e3o. Por\u00e9m, como vimos neste estudo, <strong>a imprensa acaba contribuindo para um contexto de desinforma\u00e7\u00e3o sobre Covid-19<\/strong> ao promover medicamentos que n\u00e3o possuem efic\u00e1cia no tratamento da doen\u00e7a.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-437 aligncenter\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/midiars\/files\/2021\/09\/content-channel-400x158.png\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"158\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/midiars\/files\/2021\/09\/content-channel-400x158.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/midiars\/files\/2021\/09\/content-channel-1024x404.png 1024w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/midiars\/files\/2021\/09\/content-channel-768x303.png 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/midiars\/files\/2021\/09\/content-channel-1536x605.png 1536w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/midiars\/files\/2021\/09\/content-channel-2048x807.png 2048w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/midiars\/files\/2021\/09\/content-channel-750x296.png 750w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/p>\n<p>Exploramos tamb\u00e9m o n\u00famero de visualiza\u00e7\u00f5es, likes, dislikes e coment\u00e1rios dos v\u00eddeos, com o objetivo de comparar os \u00edndices de v\u00eddeos pro-HCQ e anti-HCQ. <strong>Descobrimos que os v\u00eddeos pr\u00f3-HCQ receberam mais visualiza\u00e7\u00f5es, likes e coment\u00e1rios<\/strong> (todos com relev\u00e2ncia estat\u00edstica), enquanto os v\u00eddeos anti-HCQ receberam mais dislikes, ainda que sem relev\u00e2ncia estat\u00edstica. Isto mostra uma tend\u00eancia de engajamento de usu\u00e1rios no YouTube na promo\u00e7\u00e3o de conte\u00fado pro-HCQ.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-438 aligncenter\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/midiars\/files\/2021\/09\/imagem2youtube-400x317.png\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"317\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/midiars\/files\/2021\/09\/imagem2youtube-400x317.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/midiars\/files\/2021\/09\/imagem2youtube.png 591w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/p>\n<p>Na an\u00e1lise sobre a tend\u00eancia de homofilia das sugest\u00f5es do YouTube, descobrimos que os algoritmos n\u00e3o favorecem a forma\u00e7\u00e3o de \u201cc\u00e2maras de eco\u201d, de forma geral. Por\u00e9m, <strong>descobrimos que v\u00eddeos pr\u00f3-HCQ possuem maior tend\u00eancia de sugerir outros v\u00eddeos pr\u00f3-HCQ<\/strong>. V\u00eddeos anti-HCQ e sem posi\u00e7\u00e3o clara possuem maior tend\u00eancia a sugerir v\u00eddeos com outro tipo de conte\u00fado do que o apresentado no v\u00eddeo. Assim, h\u00e1 maior tend\u00eancia de homofilia entre os v\u00eddeos pr\u00f3-HCQ. Descobrimos que isso ocorre principalmente porque <strong>os algoritmos de sugest\u00f5es do YouTube deram prefer\u00eancia a conte\u00fado pr\u00f3-HCQ<\/strong>. Como pode ser visto na imagem abaixo, estes v\u00eddeos possu\u00edam maior m\u00e9dia no n\u00famero de vezes que foram recomendados no nosso dataset em compara\u00e7\u00e3o com v\u00eddeos anti-HCQ.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-439 aligncenter\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/midiars\/files\/2021\/09\/indegree-400x267.png\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"267\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/midiars\/files\/2021\/09\/indegree-400x267.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/midiars\/files\/2021\/09\/indegree-1024x683.png 1024w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/midiars\/files\/2021\/09\/indegree-768x512.png 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/midiars\/files\/2021\/09\/indegree-750x500.png 750w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/midiars\/files\/2021\/09\/indegree.png 1500w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/p>\n<p>Ainda que <a href=\"https:\/\/www.cnnbrasil.com.br\/tecnologia\/2021\/04\/16\/youtube-remove-videos-que-indicam-o-uso-de-cloroquina-e-ivermectina-contra-covid\">o YouTube tenha anunciado a\u00e7\u00f5es para combater o espalhamento de conte\u00fado favor\u00e1vel a medicamentos sem efic\u00e1cia comprovada para o tratamento de Covid-19<\/a>, os nossos resultados mostram que a plataforma acabou favorecendo a propaga\u00e7\u00e3o de v\u00eddeos pr\u00f3-HCQ. Tamb\u00e9m <strong>analisamos quantos v\u00eddeos pr\u00f3-HCQ seguem dispon\u00edveis no YouTube e descobrimos que o n\u00famero \u00e9 superior a 90%.<\/strong> Entre os que fazem parte do nosso dataset, apenas 20 v\u00eddeos pr\u00f3-HCQ foram removidos por ferir as normas de conte\u00fado do YouTube e 12 v\u00eddeos pr\u00f3-HCQ est\u00e3o indispon\u00edveis ou foram tornados privados. Juntos, estes v\u00eddeos foram assistidos mais de 4 milh\u00f5es de vezes. <strong>Isto indica que as a\u00e7\u00f5es do YouTube foram tardias, j\u00e1 que os v\u00eddeos retirados do ar foram visualizados milh\u00f5es de vezes, e tiveram pouca efic\u00e1cia, j\u00e1 que a maioria dos v\u00eddeos pr\u00f3-HCQ segue dispon\u00edvel<\/strong>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Relev\u00e2ncia<\/strong><\/p>\n<p>Drogas sem efic\u00e1cia no tratamento da Covid-19 foram um dos principais t\u00f3picos da desinforma\u00e7\u00e3o sobre a pandemia no Brasil. De forma particular, a CPI da Covid investiga quest\u00f5es relacionadas a <a href=\"https:\/\/gauchazh.clicrbs.com.br\/politica\/noticia\/2021\/08\/a-cpi-diretor-de-farmaceutica-confirma-patrocinio-de-anuncios-e-aumento-de-600-na-venda-de-ivermectina-cks7ybbrk00cd013b4d60jnk5.html\">lobby de empresas com pol\u00edticos<\/a> e tamb\u00e9m a <a href=\"https:\/\/gauchazh.clicrbs.com.br\/politica\/noticia\/2021\/08\/senador-aponta-pagamentos-de-empresa-a-medicos-para-incentivar-tratamento-precoce-cks7njbtg000z01ebgyd3cf2f.html\">pagamentos para que m\u00e9dicos prescrevam drogas do \u201ckit Covid\u201d<\/a>. Por isso, <strong>\u00e9 importante compreender como o conte\u00fado sobre cloroquina e hidroxicloroquina circulou nas m\u00eddias sociais<\/strong>, em particular, no YouTube, plataforma utilizada por aproximadamente tr\u00eas quartos da popula\u00e7\u00e3o brasileira \u2013 segundo dados do <a href=\"https:\/\/www.digitalnewsreport.org\/\">Digital News Report, da Reuters Insitute<\/a>.<\/p>\n<p>Os nossos resultados destacam o papel da imprensa brasileira na promo\u00e7\u00e3o de drogas sem efic\u00e1cia para Covid-19. Isto \u00e9 especialmente problem\u00e1tico porque <strong>a imprensa acaba contribuindo com o contexto de desinforma\u00e7\u00e3o sobre a pandemia no Brasil<\/strong>. Al\u00e9m disso, vimos que as a\u00e7\u00f5es do YouTube no combate a desinforma\u00e7\u00e3o foram insuficientes. Mais do que isso, <strong>o YouTube acabou promovendo conte\u00fado pr\u00f3-HCQ ao mais frequentemente recomendar v\u00eddeos que promoviam as drogas<\/strong>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Autores <\/strong><\/p>\n<p>Os autores deste artigo s\u00e3o<strong> Felipe Soares<\/strong>\u00a0(MIDIARS), <strong>Igor Salgueiro<\/strong> (UFPEL), <strong>Carolina Bonoto<\/strong> (UFRGS) e <strong>Ot\u00e1vio Vinhas<\/strong>\u00a0(UCD).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Principais pontos Analisamos 751 v\u00eddeos sobre cloroquina e hidroxicloroquina no YouTube. Buscamos compreender como \u00e9 promovido o conte\u00fado favor\u00e1vel a essas drogas, que n\u00e3o possuem efic\u00e1cia no tratamento da Covid-19 Identificamos um papel central da imprensa brasileira na promo\u00e7\u00e3o do uso de cloroquina e hidroxicloroquina para Covid-19. 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