{"id":369,"date":"2021-03-15T09:56:03","date_gmt":"2021-03-15T12:56:03","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/midiars\/?p=369"},"modified":"2021-03-15T09:56:03","modified_gmt":"2021-03-15T12:56:03","slug":"nova-publicacao-how-the-mainstream-media-help-to-spread-disinformation-about-covid-19","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/midiars\/2021\/03\/15\/nova-publicacao-how-the-mainstream-media-help-to-spread-disinformation-about-covid-19\/","title":{"rendered":"Nova publica\u00e7\u00e3o: How the Mainstream Media Help to Spread Disinformation about Covid-19"},"content":{"rendered":"<h2><strong>Principais pontos<\/strong><\/h2>\n<ul>\n<li>Analisamos o compartilhamento de links da imprensa em grupos p\u00fablicos no Facebook em tr\u00eas eventos relacionados a Covid-19. Particularmente, <strong>olhamos para manchetes que poderiam refor\u00e7ar narrativas de desinforma\u00e7\u00e3o<\/strong>.<\/li>\n<li>Descobrimos que <strong>os grupos que compartilham as manchetes \u201cproblem\u00e1ticas\u201d n\u00e3o s\u00e3o os mesmos grupos que compartilham outros links da imprensa<\/strong>. Isto \u00e9, temos dois ecossistemas de informa\u00e7\u00e3o distintos.<\/li>\n<li>Identificamos tamb\u00e9m que estes links da imprensa com manchetes \u201cproblem\u00e1ticas\u201d s\u00e3o <strong>compartilhados em sua maioria em publica\u00e7\u00f5es no Facebook acompanhadas de mensagens desinformativas<\/strong>.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>Overview<\/strong><\/h2>\n<p>O nosso artigo \u201c<a href=\"https:\/\/journal.media-culture.org.au\/index.php\/mcjournal\/article\/view\/2735\">How the Mainstream Media Help to Spread Disinformation about Covid-19<\/a>\u201d foi publicado na \u00faltima edi\u00e7\u00e3o do M\/C Journal. No artigo, analisamos publica\u00e7\u00f5es em grupos p\u00fablicos no Facebook que inclu\u00edam 20 links da imprensa sobre Covid-19. Estes links foram selecionados a partir de uma an\u00e1lise de conte\u00fado para identificar manchetes que poderiam contribuir para narrativas de desinforma\u00e7\u00e3o. Dez links possu\u00edam manchetes \u201cproblem\u00e1ticas\u201d e os outros dez foram utilizados como um grupo controle, contendo manchetes sobre as mesmas tem\u00e1ticas, mas sem informa\u00e7\u00f5es que poderiam refor\u00e7ar a desinforma\u00e7\u00e3o. <strong>Descobrimos que a maioria dos links que poderiam contribuir para narrativas desinformativas eram compartilhados em grupos que n\u00e3o compartilham os links do grupo controle<\/strong>. Foi o que chamamos de bolha da desinforma\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que tamb\u00e9m olhamos para as publica\u00e7\u00f5es nos grupos p\u00fablicos com estes links e <strong>identificamos que a grande maioria (86,2%) eram acompanhadas de mensagens que reproduziam desinforma\u00e7\u00e3o<\/strong> \u2013 como afirmar que vacinas s\u00e3o perigosas e que medidas de distanciamento social s\u00e3o desnecess\u00e1rias.<\/p>\n<p>A nossa pesquisa mostra como jornalistas devem estar atentos na produ\u00e7\u00e3o de manchetes quando publicam not\u00edcias. Afinal, <strong>manchetes mal constru\u00eddas, como as que analisamos, acabam sendo utilizadas para legitimar discursos desinformativos nas m\u00eddias sociais<\/strong>. Assim, a imprensa pode acabar contribuindo para o espalhamento de desinforma\u00e7\u00e3o sobre Covid-19.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>M\u00e9todo<\/strong><\/h2>\n<p>O primeiro passo para a constru\u00e7\u00e3o do nosso <em>corpus<\/em> de an\u00e1lise foi selecionar <strong>tr\u00eas eventos relacionados \u00e0 pandemia de Covid-19 no Brasil<\/strong>. O primeiro evento selecionado foi a repercuss\u00e3o de pronunciamento de Jair Bolsonaro em 24 de mar\u00e7o de 2020, quando <a href=\"https:\/\/noticias.uol.com.br\/politica\/ultimas-noticias\/2020\/03\/24\/leia-o-pronunciamento-do-presidente-jair-bolsonaro-na-integra.htm\">minimizou a pandemia, criticou as medidas de distanciamento social e afirmou que era necess\u00e1rio salvar a economia<\/a>. O segundo evento foi quando <a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/bemestar\/coronavirus\/noticia\/2020\/06\/08\/transmissao-de-covid-19-por-pacientes-sem-sintomas-parece-ser-rara-diz-oms.ghtml\">especialista da OMS falou que a transmiss\u00e3o da doen\u00e7a atrav\u00e9s de pacientes assintom\u00e1ticos parecia ser rara<\/a>. O terceiro evento foi quando a <a href=\"https:\/\/noticias.uol.com.br\/videos\/2020\/11\/09\/anvisa-interrompe-os-estudos-clinicos-da-vacina-coronavac-apos-evento-adverso-grave.htm\">Anvisa interrompeu os testes da vacina Coronavac<\/a>.<\/p>\n<p>A partir de uma an\u00e1lise explorat\u00f3ria no Facebook, utilizando o <a href=\"https:\/\/www.crowdtangle.com\/\">CrowdTangle<\/a>, selecionamos os links da imprensa mais compartilhados sobre cada um dos eventos. <strong>Utilizamos a an\u00e1lise de conte\u00fado (com dois analistas) para identificar manchetes que poderiam refor\u00e7ar narrativas desinformativas<\/strong>. Por exemplo: (1) <a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/app\/noticia\/politica\/2020\/03\/22\/interna_politica,835990\/desemprego-e-crise-muito-pior-do-que-coronavirus-diz-bolsonaro.shtml\">&#8220;Desemprego \u00e9 crise muito pior do que coronav\u00edrus&#8221;, diz Bolsonaro<\/a>; (2) <a href=\"https:\/\/noticias.r7.com\/saude\/pacientes-assintomaticos-nao-impulsionam-coronavirus-diz-oms-09062020\">Pacientes assintom\u00e1ticos n\u00e3o impulsionam coronav\u00edrus, diz OMS<\/a>. Consideramos problem\u00e1ticas apenas as manchetes marcadas pelos dois analistas. Destas, selecionamos as dez de maior compartilhamento nos grupos p\u00fablicos do Facebook para analisar. Para criar um \u201cgrupo controle\u201d, que nos ajudaria a identificar onde geralmente circulam as not\u00edcias da imprensa, selecionamos tamb\u00e9m as dez manchetes com maior n\u00famero de publica\u00e7\u00f5es em grupos p\u00fablicos do Facebook que n\u00e3o foram marcadas como problem\u00e1ticas por nenhum dos analistas.<\/p>\n<p>A partir destas 20 manchetes, realizamos nova busca com o CrowdTangle. Utilizamos a plataforma para coletar publica\u00e7\u00f5es de grupos p\u00fablicos do Facebook que inclu\u00edam o link para alguma destas not\u00edcias. No total, coletamos 2762 posts. <strong>Utilizamos a an\u00e1lise de redes sociais para mapear os grupos que compartilhavam estes links<\/strong>, identificando \u201ccomunidades\u201d que compartilham links semelhantes (m\u00e9trica de modularidade). Utilizamos tamb\u00e9m a an\u00e1lise de conceitos conectados para explorar os nomes dos grupos de cada comunidade. Por fim, utilizamos novamente <strong>a an\u00e1lise de conte\u00fado (dois analistas) para analisar as mensagens de posts que compartilhavam as manchetes<\/strong> que refor\u00e7avam a desinforma\u00e7\u00e3o sobre Covid-19.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>Resultados<\/strong><\/h2>\n<p>A nossa an\u00e1lise mostra que <strong>as manchetes que poderiam refor\u00e7ar a desinforma\u00e7\u00e3o s\u00e3o publicadas, em sua maioria, em grupos que n\u00e3o publicam os links do nosso \u201cgrupo controle\u201d<\/strong>. No total, apenas 10,7% dos grupos possu\u00edam posts com os links de manchetes problem\u00e1ticas e posts com links do grupo controle. Entre os outros grupos, 43,8% compartilhou apenas links com manchetes que refor\u00e7avam a desinforma\u00e7\u00e3o e os outros 45,5% compartilharam os outros links da imprensa. Isto pode ser visto na imagem 1, em que links problem\u00e1ticos est\u00e3o em vermelho e links do grupo controle est\u00e3o em azul; e na imagem 2, em que s\u00e3o identificadas duas comunidades a partir da m\u00e9trica de modularidade (os sete links do grupo roxo foram identificados como problem\u00e1ticos).<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-371 aligncenter\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/midiars\/files\/2021\/03\/figure1-400x363.png\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"363\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/midiars\/files\/2021\/03\/figure1-400x363.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/midiars\/files\/2021\/03\/figure1.png 541w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/p>\n<p>Figura 1. Grafo de rede<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-372 aligncenter\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/midiars\/files\/2021\/03\/figure2-400x366.png\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"366\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/midiars\/files\/2021\/03\/figure2-400x366.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/midiars\/files\/2021\/03\/figure2.png 593w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/p>\n<p>Figura 2. Grafo de rede com modularidade<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para explorar que tipos de grupos faziam parte de cada comunidade, selecionamos os nomes dos grupos e criamos uma rede de conceitos a partir do m\u00e9todo chamado an\u00e1lise de conceitos conectados. Este m\u00e9todo nos permite identificar os termos mais presentes nos nomes dos grupos e suas conex\u00f5es (quando aparecem juntos, s\u00e3o parte de um mesmo nome de grupo). Descobrimos que <strong>a comunidade roxa (Figura 3), onde circularam as manchetes que refor\u00e7avam desinforma\u00e7\u00e3o, possui alinhamento pol\u00edtico pr\u00f3ximo de Bolsonaro<\/strong> e outras tem\u00e1ticas da extrema-direita. Entre os grupos mais ativos est\u00e3o: \u201cAlian\u00e7a pelo Brasil\u201d, \u201cBolsonaro 2022\u201d, \u201cNa\u00e7\u00e3o Bolsonaro 2022\u201d e \u201cSou de direita com orgulho\u201d. <strong>J\u00e1 na comunidade verde (Figura 4), Bolsonaro tamb\u00e9m aparece com centralidade, por\u00e9m est\u00e1 principalmente associado a conceitos contr\u00e1rios ao seu nome<\/strong> (contra, fora, anti). Tamb\u00e9m aparecem grupos de esquerda e de localidades (Rio de Janeiro, S\u00e3o Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, entre outros). Est\u00e3o entre os grupos mais ativos: \u201cSomos 70%\u201d, \u201cUni\u00e3o da Esquerda\u201d, \u201cLula presidente\u201d, \u201cAnti-Bolsonaro\u201d. Portanto, descobrimos que, na m\u00e9dia, <strong>as duas comunidades representam diferentes discursos pol\u00edticos<\/strong>.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-373 aligncenter\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/midiars\/files\/2021\/03\/figure3-400x376.png\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"376\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/midiars\/files\/2021\/03\/figure3-400x376.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/midiars\/files\/2021\/03\/figure3.png 578w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/p>\n<p>Figura 3. Rede de conceitos do grupo roxo<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-374 aligncenter\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/midiars\/files\/2021\/03\/figure4-400x365.png\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"365\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/midiars\/files\/2021\/03\/figure4-400x365.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/midiars\/files\/2021\/03\/figure4.png 592w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/p>\n<p>Figura 4. Rede de conceitos do grupo verde<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Por fim, olhamos para as publica\u00e7\u00f5es que compartilhavam links de manchetes problem\u00e1ticas. Ap\u00f3s a an\u00e1lise de conte\u00fado, <strong>descobrimos que 81,8% das publica\u00e7\u00f5es com estes links tamb\u00e9m inclu\u00edam mensagens com desinforma\u00e7\u00e3o no post<\/strong>. Este n\u00famero \u00e9 maior na comunidade roxa, que chamamos de <strong>\u201cbolha de desinforma\u00e7\u00e3o\u201d, j\u00e1 que 82,6% dos posts inclu\u00edam mensagens com desinforma\u00e7\u00e3o junto dos links da imprensa<\/strong>. Alguns exemplos de mensagens s\u00e3o: \u201cDESEMPREGO, A C\u00c2MARA DOS DEPUTADOS, O SENADO E O STF MATAM MAIS DO QUE COVID19\u201d; \u201cQUARENTENA FAKE #FicaEmCasa, a mentira do s\u00e9culo\u201d; \u201cE o D\u00f3ria quer te for\u00e7ar a tomar esta merda [vacina Coronavac]\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>Relev\u00e2ncia<\/strong><\/h2>\n<p>A imprensa tem um papel importante na divulga\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es sobre a pandemia. Por\u00e9m, manchetes como as que analisamos podem contribuir para a legitima\u00e7\u00e3o e o espalhamento de desinforma\u00e7\u00e3o. <strong>Manchetes que apenas reproduzem declara\u00e7\u00f5es (desinformativas) de pol\u00edticos, que se utilizam de clickbaits, ou que incluem informa\u00e7\u00f5es fora de contexto podem contribuir para o que a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade chamou de <a href=\"https:\/\/iris.paho.org\/bitstream\/handle\/10665.2\/52054\/Factsheet-Infodemic_por.pdf?sequence=14\">Infodemia<\/a><\/strong>. Cabe aos jornalistas e aos ve\u00edculos de imprensa ter um cuidado especial na produ\u00e7\u00e3o de manchetes, j\u00e1 que este \u00e9 o conte\u00fado mais vis\u00edvel no compartilhamento de not\u00edcias em m\u00eddias sociais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>Autores e financiamento<\/strong><\/h2>\n<p>Os autores deste artigo s\u00e3o<strong> Felipe Bonow Soares<\/strong>\u00a0(MIDIARS) e <strong>Raquel Recuero<\/strong>\u00a0(UFPEL\/UFRGS). O estudo contou com o apoio do CNPq e da FAPERGS. Os dados foram coletados atrav\u00e9s do CrowdTangle, a quem tamb\u00e9m agradecemos pelo acesso.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Principais pontos Analisamos o compartilhamento de links da imprensa em grupos p\u00fablicos no Facebook em tr\u00eas eventos relacionados a Covid-19. Particularmente, olhamos para manchetes que poderiam refor\u00e7ar narrativas de desinforma\u00e7\u00e3o. Descobrimos que os grupos que compartilham as manchetes \u201cproblem\u00e1ticas\u201d n\u00e3o s\u00e3o os mesmos grupos que compartilham outros links da imprensa. 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