{"id":590,"date":"2026-06-02T09:22:32","date_gmt":"2026-06-02T12:22:32","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lysis\/?p=590"},"modified":"2026-06-02T09:22:32","modified_gmt":"2026-06-02T12:22:32","slug":"os-cadaveres-e-a-ciencia-parte-2-dos-ladroes-de-cadaveres-aos-corpos-de-barbacena","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lysis\/2026\/06\/02\/os-cadaveres-e-a-ciencia-parte-2-dos-ladroes-de-cadaveres-aos-corpos-de-barbacena\/","title":{"rendered":"Os Cad\u00e1veres e a Ci\u00eancia. Parte 2 &#8211; Dos ladr\u00f5es de cad\u00e1veres aos corpos de Barbacena"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Seria um erro supor que a hist\u00f3ria dos <em>resurrectionists<\/em> pertence apenas ao passado brit\u00e2nico ou constitui uma curiosidade ex\u00f3tica da forma\u00e7\u00e3o da medicina europeia. Embora o fen\u00f4meno dos ladr\u00f5es de cad\u00e1veres tenha adquirido notoriedade particular na Inglaterra das primeiras d\u00e9cadas do s\u00e9culo XIX, a quest\u00e3o fundamental que o produziu \u2014 a necessidade crescente de corpos para o ensino anat\u00f4mico \u2014 manifestou-se em praticamente todos os pa\u00edses que constru\u00edram institui\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas modernas. A escassez de cad\u00e1veres e a expans\u00e3o da anatomia constitu\u00edram um problema estrutural da medicina ocidental, e o Brasil n\u00e3o permaneceu \u00e0 margem desse processo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A lembran\u00e7a desse passado retornou recentemente ao debate p\u00fablico brasileiro. Durante o primeiro semestre de 2026, importantes institui\u00e7\u00f5es universit\u00e1rias reconheceram oficialmente sua participa\u00e7\u00e3o na utiliza\u00e7\u00e3o de cad\u00e1veres provenientes do Hospital Col\u00f4nia de Barbacena para fins de ensino anat\u00f4mico ao longo do s\u00e9culo XX. A Universidade Federal de Minas Gerais e a Universidade Federal de S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei apresentaram manifesta\u00e7\u00f5es p\u00fablicas de reconhecimento e pedido de desculpas diante das evid\u00eancias hist\u00f3ricas que demonstram a incorpora\u00e7\u00e3o desses corpos aos circuitos universit\u00e1rios de forma\u00e7\u00e3o m\u00e9dica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-593\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/lysis\/files\/2026\/06\/colonia-de-barbacena-oronal-o-pharol.jpeg?resize=616%2C462&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"616\" height=\"462\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/lysis\/files\/2026\/06\/colonia-de-barbacena-oronal-o-pharol.jpeg?w=1700&amp;ssl=1 1700w, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/lysis\/files\/2026\/06\/colonia-de-barbacena-oronal-o-pharol.jpeg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/lysis\/files\/2026\/06\/colonia-de-barbacena-oronal-o-pharol.jpeg?resize=1536%2C1151&amp;ssl=1 1536w, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/lysis\/files\/2026\/06\/colonia-de-barbacena-oronal-o-pharol.jpeg?resize=816%2C612&amp;ssl=1 816w, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/lysis\/files\/2026\/06\/colonia-de-barbacena-oronal-o-pharol.jpeg?w=1232&amp;ssl=1 1232w\" sizes=\"auto, (max-width: 616px) 100vw, 616px\" \/><\/p>\n<div class=\"\" data-bfc=\"\" data-ved=\"2ahUKEwjBz62WxOiUAxXhK7kGHYkhC_8Qi4wTeggIAggBCAcQAA\" data-copy-service-computed-style=\"font-family: &quot;Google Sans&quot;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);\">\n<h6 class=\"n6owBd awi2gc\" data-sfc-root=\"c\" data-hveid=\"CAIIAQgHEAE\" data-copy-service-computed-style=\"font-family: &quot;Google Sans&quot;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 12px 0px 16px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);\">HOSPITAL Col\u00f4nia de Barbacena: Pavilh\u00e3o &#8220;Ant\u00f4nio Carlos&#8221; (Indigentes). Barbacena, MG: [s.n.], [ca. 19&#8211;]. 1 fotografia, p&amp;b, 17,3 x 23,4 cm. Dispon\u00edvel em: http:\/\/www.siaapm.cultura.mg.gov.br\/modules\/fotografico_docs\/photo.php?lid=32500. Acesso em: 2 jun. 2026.<!--TgQPHd|[]--><\/h6>\n<\/div>\n<div class=\"Fsg96\" data-sfc-cp=\"\" data-sfc-root=\"c\" data-sfc-cb=\"\" data-copy-service-computed-style=\"font-family: &quot;Google Sans&quot;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);\"><!--TgQPHd|[]--><\/div>\n<div class=\"\" data-bfc=\"\" data-ved=\"2ahUKEwjBz62WxOiUAxXhK7kGHYkhC_8Qi4wTeggIAggBCAgQAA\" data-copy-service-computed-style=\"font-family: &quot;Google Sans&quot;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);\"><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">O epis\u00f3dio possui uma import\u00e2ncia que ultrapassa largamente a discuss\u00e3o sobre responsabilidades institucionais. Ele permite compreender que o problema enfrentado pelos anatomistas ingleses do in\u00edcio do s\u00e9culo XIX n\u00e3o desapareceu com o tempo. A necessidade de corpos continuou existindo. O que mudou foram os mecanismos de obten\u00e7\u00e3o e legitima\u00e7\u00e3o desses cad\u00e1veres. Enquanto Joseph Naples e seus companheiros violavam sepulturas durante a noite para abastecer as escolas m\u00e9dicas londrinas, as institui\u00e7\u00f5es modernas passaram progressivamente a recorrer aos corpos daqueles que ocupavam posi\u00e7\u00f5es sociais particularmente vulner\u00e1veis: indigentes, internos de hospitais psiqui\u00e1tricos, pessoas sem familiares conhecidos, presos, abandonados e indiv\u00edduos cujas mortes dificilmente despertariam reivindica\u00e7\u00f5es p\u00fablicas significativas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sob esse aspecto, a hist\u00f3ria do Hospital Col\u00f4nia de Barbacena adquire um significado que ultrapassa a pr\u00f3pria hist\u00f3ria da psiquiatria brasileira. Ao longo do s\u00e9culo XX, milhares de pessoas morreram naquela institui\u00e7\u00e3o. Muitas delas jamais receberam diagn\u00f3stico psiqui\u00e1trico rigoroso. Entre seus internos encontravam-se pobres, alco\u00f3latras, epil\u00e9pticos, \u00f3rf\u00e3os, homossexuais, mulheres consideradas inconvenientes por suas fam\u00edlias, indiv\u00edduos abandonados e pessoas que simplesmente n\u00e3o encontravam lugar nas formas normativas de organiza\u00e7\u00e3o da vida social. O destino posterior de parte desses corpos revela uma continuidade hist\u00f3rica perturbadora: os mesmos sujeitos que haviam sido marginalizados em vida tornavam-se \u00fateis ap\u00f3s a morte.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A compara\u00e7\u00e3o com os <em>resurrectionists<\/em> ingleses n\u00e3o deve ser entendida como simples analogia moral. Existem diferen\u00e7as profundas entre os contextos hist\u00f3ricos. Contudo, ambos os casos revelam uma quest\u00e3o comum: a constitui\u00e7\u00e3o de uma categoria de mortos cuja disponibilidade para a ci\u00eancia pareceu socialmente aceit\u00e1vel. Em um caso, a necessidade anat\u00f4mica conduziu \u00e0 viola\u00e7\u00e3o clandestina das sepulturas. No outro, conduziu \u00e0 utiliza\u00e7\u00e3o institucionalizada de corpos provenientes de popula\u00e7\u00f5es consideradas marginais ou sem prote\u00e7\u00e3o social efetiva. O princ\u00edpio subjacente, entretanto, permanece semelhante: a produ\u00e7\u00e3o de conhecimento m\u00e9dico foi frequentemente sustentada pela apropria\u00e7\u00e3o dos corpos daqueles que possu\u00edam menor capacidade de defender sua mem\u00f3ria.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-594\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/lysis\/files\/2026\/06\/o-inferno-na-terra-o-dia-a-dia-do-hospital-psiquiatrico-de-barbacena.jpeg?resize=465%2C465&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"465\" height=\"465\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/lysis\/files\/2026\/06\/o-inferno-na-terra-o-dia-a-dia-do-hospital-psiquiatrico-de-barbacena.jpeg?w=465&amp;ssl=1 465w, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/lysis\/files\/2026\/06\/o-inferno-na-terra-o-dia-a-dia-do-hospital-psiquiatrico-de-barbacena.jpeg?resize=88%2C88&amp;ssl=1 88w\" sizes=\"auto, (max-width: 465px) 100vw, 465px\" \/><\/p>\n<h6>HOSPITAL COL\u00d4NIA, EM BARBACENA. in. <span style=\"background-color: #fafafa; font-size: 0.95em; font-style: italic;\">FRANCO, Jos\u00e9; FERREIRA, Luiz Alfredo. A sucursal do inferno. <\/span><strong class=\"Yjhzub\" style=\"background-color: #fafafa; font-size: 0.95em; font-style: italic;\" data-sfc-root=\"c\" data-sfc-cb=\"\" data-copy-service-computed-style=\"font-family: &quot;Google Sans&quot;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 700; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(0, 29, 53);\">O Cruzeiro<\/strong><span style=\"background-color: #fafafa; font-size: 0.95em; font-style: italic;\">, Rio de Janeiro, ano 33, n. 27, p. 4-15, 14 abr. 1961.<\/span><\/h6>\n<div class=\"Fsg96\" data-sfc-cp=\"\" data-sfc-root=\"c\" data-sfc-cb=\"\" data-copy-service-computed-style=\"font-family: &quot;Google Sans&quot;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);\"><!--TgQPHd|[]--><\/div>\n<div class=\"\" data-bfc=\"\" data-ved=\"2ahUKEwjBwZD1xOiUAxVbB7kGHTaxDwAQi4wTeggIAggBCBQQAA\" data-copy-service-computed-style=\"font-family: &quot;Google Sans&quot;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);\"><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa constata\u00e7\u00e3o possui consequ\u00eancias importantes para a hist\u00f3ria do suic\u00eddio. Durante o s\u00e9culo XIX, alienistas como Esquirol procuravam nos cad\u00e1veres dos suicidas as les\u00f5es anat\u00f4micas capazes de explicar cientificamente a morte volunt\u00e1ria. Ao mesmo tempo, m\u00e9dicos-legistas reivindicavam a autoridade para examinar, classificar e interpretar esses corpos. Pouco a pouco, o cad\u00e1ver do suicida ingressava no mesmo universo de observa\u00e7\u00e3o que j\u00e1 inclu\u00eda o cad\u00e1ver do alienado, do criminoso, do indigente e do internado hospitalar. A medicina moderna n\u00e3o apenas medicalizou o suic\u00eddio; ela incorporou os mortos aos seus dispositivos de conhecimento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Talvez por isso o di\u00e1rio de Joseph Naples conserve, ainda hoje, uma relev\u00e2ncia que ultrapassa em muito a hist\u00f3ria do crime ou da anatomia. Ele permite observar o instante em que a medicina moderna come\u00e7ava a construir uma nova rela\u00e7\u00e3o com os mortos. Entre as sepulturas violadas da Londres de 1811, os anfiteatros anat\u00f4micos do s\u00e9culo XIX, os hosp\u00edcios estudados por Esquirol e os corpos provenientes de Barbacena utilizados pelas escolas m\u00e9dicas brasileiras existe uma continuidade hist\u00f3rica que ainda precisa ser investigada em toda a sua extens\u00e3o. Trata-se da hist\u00f3ria da transforma\u00e7\u00e3o do cad\u00e1ver em objeto de saber; uma hist\u00f3ria na qual a promessa de produzir conhecimento frequentemente conviveu com formas de viol\u00eancia, exclus\u00e3o e profana\u00e7\u00e3o que as sociedades contempor\u00e2neas apenas come\u00e7am a reconhecer plenamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mais do que investigar os ladr\u00f5es de cad\u00e1veres ingleses, talvez seja necess\u00e1rio perguntar se existiram, tamb\u00e9m entre n\u00f3s, circuitos semelhantes de obten\u00e7\u00e3o clandestina de corpos. Como as faculdades de medicina do Rio de Janeiro, da Bahia, de Porto Alegre ou de Minas Gerais abasteciam seus anfiteatros anat\u00f4micos antes da consolida\u00e7\u00e3o dos hospitais modernos? Qual foi o papel dos cemit\u00e9rios p\u00fablicos, das Santas Casas, dos hospitais de caridade e dos estabelecimentos psiqui\u00e1tricos nesse processo? Houve resist\u00eancia popular semelhante \u00e0 observada na Inglaterra? Existiram den\u00fancias de viola\u00e7\u00e3o de sepulturas destinadas ao ensino m\u00e9dico? Essas quest\u00f5es permanecem amplamente abertas e talvez constituam um dos cap\u00edtulos ainda n\u00e3o escritos da hist\u00f3ria da medicina brasileira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A investiga\u00e7\u00e3o dos <em>resurrectionists<\/em> ingleses pode, assim, conduzir-nos a uma pergunta mais inquietante: n\u00e3o apenas como a medicina aprendeu a abrir os corpos, mas tamb\u00e9m quais corpos foram considerados dispon\u00edveis para serem abertos.<\/p>\n<p>Prof. Alexandre H. Reis<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fontes:\u00a0UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS. <em>UFMG pede desculpas por uso, no s\u00e9culo XX, de cad\u00e1veres de Barbacena em suas atividades de ensino<\/em>. Belo Horizonte, 2026. Dispon\u00edvel em:\u00a0<a href=\"https:\/\/www.medicina.ufmg.br\/ufmg-pede-desculpas-por-uso-no-seculo-xx-de-cadaveres-de-barbacena-em-suas-atividades-de-ensino\/\">https:\/\/www.medicina.ufmg.br\/ufmg-pede-desculpas-por-uso-no-seculo-xx-de-cadaveres-de-barbacena-em-suas-atividades-de-ensino\/<\/a>\u00a0Acesso em: 1 jun. 2026.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">UNIVERSIDADE FEDERAL DE S\u00c3O JO\u00c3O DEL-REI. <em>Nota p\u00fablica sobre a utiliza\u00e7\u00e3o de corpos provenientes do Hospital Col\u00f4nia de Barbacena<\/em>. S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei, 2026.\u00a0Dispon\u00edvel em:\u00a0<a href=\"https:\/\/ufsj.edu.br\/\">https:\/\/ufsj.edu.br<\/a>\u00a0Acesso em: 1 jun. 2026.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Seria um erro supor que a hist\u00f3ria dos resurrectionists pertence apenas ao passado brit\u00e2nico ou constitui uma curiosidade ex\u00f3tica da forma\u00e7\u00e3o da medicina europeia. 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