{"id":517,"date":"2025-10-22T14:07:59","date_gmt":"2025-10-22T17:07:59","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lysis\/?p=517"},"modified":"2025-10-28T18:03:41","modified_gmt":"2025-10-28T21:03:41","slug":"uma-carta-de-amor-onde-psicologos-choram-as-flores-tem-espinhos-e-a-vida-se-refaz","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lysis\/2025\/10\/22\/uma-carta-de-amor-onde-psicologos-choram-as-flores-tem-espinhos-e-a-vida-se-refaz\/","title":{"rendered":"Uma carta de amor: onde psic\u00f3logos choram, as flores t\u00eam espinhos e a vida se refaz*"},"content":{"rendered":"<pre>por Jalane Moura Maia Bezerra**<img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-519\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/lysis\/files\/2025\/10\/Young_woman_writing_a_letter_1874_by_Federico_Zandomeneghi.jpg?resize=616%2C743&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"616\" height=\"743\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/lysis\/files\/2025\/10\/Young_woman_writing_a_letter_1874_by_Federico_Zandomeneghi.jpg?w=829&amp;ssl=1 829w, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/lysis\/files\/2025\/10\/Young_woman_writing_a_letter_1874_by_Federico_Zandomeneghi.jpg?resize=768%2C926&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/lysis\/files\/2025\/10\/Young_woman_writing_a_letter_1874_by_Federico_Zandomeneghi.jpg?resize=816%2C984&amp;ssl=1 816w\" sizes=\"auto, (max-width: 616px) 100vw, 616px\" \/> \"Young Woman\u202fWriting\u202fa\u202fLetter\" (Federico\u202fZandomeneghi, 1874)<\/pre>\n<p style=\"text-align: justify;\">Hoje n\u00e3o \u00e9 um dia comum! Hoje \u00e9 17 de setembro de 2018 e o senhor faria 64 anos de vida. Resolvi escrever a sua hist\u00f3ria painho, a nossa hist\u00f3ria. Ao contr\u00e1rio dos que muitos pensam e julgam, essa \u00e9 uma carta de amor. Esse \u00e9 o meu presente para ti e para o universo. Por muito tempo calei, ficava envergonhada de falar a minha filia\u00e7\u00e3o: voc\u00ea \u00e9 filha de quem? Quem s\u00e3o seus pais? Quando se mora numa cidade pequena, sua identidade \u00e9 atrelada a identidade dos seus pais. O medo sempre me acompanhou, o choro velado, a ang\u00fastia, o pesar, desde o ano de 2010, quando o senhor faleceu por suic\u00eddio. Aquele foi o pior ano da minha vida; meu marido havia infartado aos 27 anos nesse mesmo ano, \u00e9ramos rec\u00e9m-casados. Menos de um m\u00eas depois aconteceu a fat\u00eddica trag\u00e9dia: um surto psic\u00f3tico do meu pai fez com que ele tirasse a vida dos meus dois irm\u00e3os, da minha madrasta, e tirasse a sua pr\u00f3pria vida. Nada seria igual a partir daquele s\u00e1bado de 15 de maio. Minha vida deu uma virada de 180 graus. Mas como? O pai da psic\u00f3loga fez isso? Ele surtou? Que tipo de psic\u00f3loga \u00e9 essa que nem cuidou do pr\u00f3prio pai, como vai cuidar dos pacientes? Essas foram algumas das indaga\u00e7\u00f5es que ouvi na \u00e9poca do acontecido. Como foi dif\u00edcil sobreviver a tantos julgamentos. Realmente, o termo sobrevivente se aplica perfeitamente a n\u00f3s enlutados por suic\u00eddio. \u201cAssassino, assassino! Como foi capaz de tirar a vida de duas crian\u00e7as, uma de 2 e a outra de 4 anos? \u201d; \u201cquando ele aparecer, vamos acabar com ele! Vamos queimar, linchar\u201d; essas frases eu escutei no vel\u00f3rio e, principalmente, no enterro dos meus irm\u00e3os e da minha madrasta. E eu pensava: meu Deus, n\u00e3o bastando ele morto, ainda querem mat\u00e1-lo de novo?! Foram tr\u00eas dias de terror, pois o corpo do meu pai havia desaparecido nas \u00e1guas do Rio S\u00e3o Francisco, pois ele, para ter certeza de sua morte, usou uma arma de fogo para atirar contra si pr\u00f3prio e, em seguida, se precipitou da ponte met\u00e1lica que liga a cidade de Paulo Afonso na Bahia ao estado de Alagoas. Eu tinha certeza que ele estava morto; mas muitas pessoas conjecturaram muitas coisas, inclusive, que ele havia feito tudo aquilo e fugido. O corpo desaparecido refor\u00e7ava a fantasia de fuga na mente dessas pessoas. Meu sofrimento era visceral; eu clamava por Deus e Nossa Senhora para nos livrar daquele pesadelo. Essa fam\u00edlia que morreu era o segundo casamento do meu pai, na qual nasceu meus dois irm\u00e3ozinhos por parte de pai. Eu, minha m\u00e3e e meus dois outros irm\u00e3os somos a fam\u00edlia do primeiro casamento. Nossa uni\u00e3o, cumplicidade, for\u00e7a e f\u00e9 fez com que renasc\u00eassemos das cinzas, assim como F\u00eanix. Nos dias do ocorrido, n\u00e3o desgrud\u00e1vamos; dorm\u00edamos juntos, resolv\u00edamos todas as pend\u00eancias e problemas juntos. Ao terceiro dia, o rio S\u00e3o Francisco resolveu dar uma tr\u00e9gua para o nosso sofrimento: liberou o corpo de painho que estava submerso, estando preso por galhos e tocos no mesmo local que ele se precipitou. Era um grande sinal de que as coisas iam come\u00e7ar a ficar bem; foram muitos rumores e total crueldade com os nossos sentimentos e com nossa vida. As fotos dos homic\u00eddios vazaram na internet; as pessoas comentavam do crime \u201ccom requintes de crueldade\u201d que ele fizera, mas ningu\u00e9m se lembrava de mim, da minha m\u00e3e e dos meus irm\u00e3os. Aquilo era uma vitrine de horror; as pessoas compartilhavam e comentavam sobre as cenas da viol\u00eancia; como o ser humano consegue se comprazer da mis\u00e9ria e da dor do outro? Por morarmos numa cidade pequena, o ocorrido ganhou uma propor\u00e7\u00e3o descomunal, inclusive uma proje\u00e7\u00e3o na rede nacional de televis\u00e3o. Logo que o corpo apareceu e foi reconhecido, fizemos o enterro dele \u00e0s pressas; era quase dezoito horas da noite.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Despistamos os jornalistas que estavam pr\u00f3ximo ao Instituto m\u00e9dico legal e corremos para fazer o enterro que contou com a presen\u00e7a de pouqu\u00edssimas pessoas (eu, mainha, meus dois irm\u00e3os, meu sogro, quatro ou cinco amigos pr\u00f3ximos e um primo paterno). Gra\u00e7as a Deus conseguimos arranjar um padre que fizesse a recomenda\u00e7\u00e3o do corpo j\u00e1 que somos cat\u00f3licos. Tivemos que fazer tudo \u00e0 calada do quase anoitecer, afinal, muitos eram os revoltados e dispostos a \u201cmat\u00e1-lo\u201d novamente. Os dias corriam lentamente. Meu irm\u00e3o mais velho conseguiu passar o m\u00eas conosco, pois residia em Salvador e o ca\u00e7ula j\u00e1 estava de f\u00e9rias na cidade. Minha m\u00e3e, um peda\u00e7o de rocha viva, era quem nos dava a base e sustentabilidade emocional necess\u00e1ria. Essa mulher de rocha, cujo nome \u00e9 Maria Jos\u00e9, foi quem resolveu toda a tramita\u00e7\u00e3o do enterro dos meus irm\u00e3ozinhos e da minha madrasta. At\u00e9 para nos dar a not\u00edcia da trag\u00e9dia, lan\u00e7ou m\u00e3o de toda sua maestria materna para nos revelar e ao mesmo tempo nos acolher e proteger. Eu e meu irm\u00e3o mais velho, fomos mais poupados dos fatos, por estarmos em Salvador no dia fat\u00eddico; tudo foi sendo revelado passo a passo: primeiro, a morte do meu pai; segundo, o suic\u00eddio; terceiro, os homic\u00eddios. J\u00e1 meu irm\u00e3o ca\u00e7ula, por estar passando f\u00e9rias na cidade, n\u00e3o teve a mesma sorte; ficou sabendo da not\u00edcia da pior forma poss\u00edvel, atrav\u00e9s do r\u00e1dio e telefonemas das pessoas menos avisadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pouco tempo depois, meus irm\u00e3os voltaram para Salvador seguindo suas rotinas e eu permaneci em Paulo Afonso. Minha vida seguia num formato diferente; me sentia como se estivesse flutuando; esquecia muito das coisas e desenvolvi uma desorganiza\u00e7\u00e3o cr\u00f4nica com meus objetos, roupas e documentos pessoais. Al\u00e9m disso, apresentei sintomas de estresse p\u00f3s-traum\u00e1tico; dormia mal e chorava quase todos os dias, escondido. Tinha muitos sonhos e pesadelos. Sentia uma tristeza profunda, os coment\u00e1rios alheios adentravam minha alma como verdadeiras foices afiadas. Eu fiquei anestesiada por um bom tempo. A terapia me ajudou bastante a superar toda aquela trag\u00e9dia. Voltei a atender no consult\u00f3rio pouco tempo depois. Meus pacientes tamb\u00e9m me ajudaram muito. Nenhum deles invadiu minha intimidade; a grande maioria sabia do ocorrido, por\u00e9m, ao final da sess\u00e3o ou seguravam fortemente minha m\u00e3o ou me abra\u00e7avam; outros alisavam meu cabelo e diziam: tudo isso vai passar. Todos esses gestos de amor e respeito foram me fortalecendo. Meu consult\u00f3rio aumentava a clientela a cada dia, muitas pessoas procuravam os meus servi\u00e7os cl\u00ednicos e eu n\u00e3o conseguia entender isso, pois ainda tinha muito medo do julgamento das pessoas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tempos depois descobri que eu era humana e que psic\u00f3logos tamb\u00e9m choram, afinal somos gente de carne, osso e l\u00e1grimas. Eu, mainha e meu marido nos fortalec\u00edamos juntos. Em 2011 engravidei de Dante, meu primeiro filho. Ele nasceu em maio de 2012, m\u00eas que marcou minha vida para a dor e para o amor. Em setembro de 2015, nasceu Davi, meu segundo filho. Eu continuava aprimorando meus estudos e atuando como psic\u00f3loga cl\u00ednica e escolar. A priori, eu brigava muito com Deus, pois v\u00e1rias pessoas que me procuravam apresentavam idea\u00e7\u00e3o e comportamento suicida. Por qu\u00ea essas pessoas me procuravam? Logo eu marcada por tamanha trag\u00e9dia? Deixei de brigar com Deus e decidi estudar mais o universo da vida de flores e espinhos de cada exist\u00eancia humana. Em 2017 fiz um curso em suicidologia e me apaixonei. Logo ap\u00f3s, fui aprovada no mestrado com um projeto de preven\u00e7\u00e3o de suic\u00eddio nas escolas. Continuo sendo m\u00e3e, esposa, estudante, filha, irm\u00e3, amiga, psic\u00f3loga. A vida se refez e se refaz a cada dia que aceito minha miss\u00e3o de cuidar de almas t\u00e3o sofridas e doloridas. N\u00e3o tenho mais vergonha de falar quem foi meu pai. Meu painho, o senhor foi o grande laborat\u00f3rio de minha exist\u00eancia. Todo seu transtorno bipolar e instabilidade emocional n\u00e3o escamoteou ou diminuiu o seu amor por mim e meus irm\u00e3os; o senhor nos amou da forma que podia; sofreu tamb\u00e9m ao seu modo e nos concedeu a vida para que pud\u00e9ssemos contar hoje a grande hist\u00f3ria de amor que vivemos nos melhores momentos de nossa inf\u00e2ncia, com a saudade apertando nosso peito todas as vezes que vemos as flores das caraibeiras amarelas ca\u00eddas no ch\u00e3o da primavera, sabendo que algumas flores podem ter espinhos, mas nada impede a beleza da flor, assim como nada impede a certeza de que a vida se refez e se refaz em cada um de n\u00f3s.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">*Publicada originalmente em &#8220;Hist\u00f3rias de sobreviventes do suic\u00eddio: volume 2&#8221; \/ org. Karen Scavacini. \u2014 S\u00e3o Paulo : Instituto Vita Alere, 2019. pp. 69-71.<\/p>\n<p>**Jalane \u00e9 nossa convidada no Encontro Lysis do dia 29 de outubro de 2025, que acontecer\u00e1 \u00e0s 20h na Plataforma WebConf:\u00a0<a href=\"https:\/\/webconf.ufpel.edu.br\/b\/ale-cf2-si3-mcw\">https:\/\/webconf.ufpel.edu.br\/b\/ale-cf2-si3-mcw<\/a>. O Evento \u00e9 gratuito e aberto \u00e0 comunidade, e os participantes receber\u00e3o certificado.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>por Jalane Moura Maia Bezerra** &#8220;Young Woman\u202fWriting\u202fa\u202fLetter&#8221; (Federico\u202fZandomeneghi, 1874) Hoje n\u00e3o \u00e9 um dia comum! Hoje \u00e9 17 de setembro de 2018 e o senhor faria 64 anos de vida. Resolvi escrever a sua hist\u00f3ria painho, a nossa hist\u00f3ria. Ao contr\u00e1rio dos que muitos pensam e julgam, essa \u00e9 uma carta de amor. 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