{"id":399,"date":"2025-06-14T11:42:41","date_gmt":"2025-06-14T14:42:41","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lysis\/?p=399"},"modified":"2025-06-14T11:42:41","modified_gmt":"2025-06-14T14:42:41","slug":"a-tempestade-agonica-do-suicidio-sintoma-espiritual-e-desordem-do-mundo-moderno","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lysis\/2025\/06\/14\/a-tempestade-agonica-do-suicidio-sintoma-espiritual-e-desordem-do-mundo-moderno\/","title":{"rendered":"A tempestade ag\u00f4nica do suic\u00eddio: sintoma espiritual e desordem do mundo moderno"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-401\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/lysis\/files\/2025\/06\/Emile_Antoine_Bayard_-_The_suicide_1834_engraving_-_MeisterDrucke-1471099.jpg?resize=616%2C631&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"616\" height=\"631\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/lysis\/files\/2025\/06\/Emile_Antoine_Bayard_-_The_suicide_1834_engraving_-_MeisterDrucke-1471099.jpg?w=976&amp;ssl=1 976w, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/lysis\/files\/2025\/06\/Emile_Antoine_Bayard_-_The_suicide_1834_engraving_-_MeisterDrucke-1471099.jpg?resize=768%2C787&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/lysis\/files\/2025\/06\/Emile_Antoine_Bayard_-_The_suicide_1834_engraving_-_MeisterDrucke-1471099.jpg?resize=816%2C836&amp;ssl=1 816w\" sizes=\"auto, (max-width: 616px) 100vw, 616px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[Le Suicide. 1834 (gravura) \u00b7 Emile Antoine Bayard. Private Collection \/Bridgeman Images]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 pr\u00f3prio de cada \u00e9poca olhar ao redor e acreditar que est\u00e1 diante de um aumento in\u00e9dito de suic\u00eddios. No s\u00e9culo XVII, os jornais brit\u00e2nicos alertavam para a expans\u00e3o da \u201cdoen\u00e7a inglesa\u201d, como era ent\u00e3o chamada a morte volunt\u00e1ria. Dois s\u00e9culos mais tarde, os alienistas franceses soavam o mesmo alarme. E, j\u00e1 no fim do XIX, Durkheim observava com preocupa\u00e7\u00e3o o crescimento de casos na Fran\u00e7a. Talvez n\u00e3o haja tempo hist\u00f3rico em que algu\u00e9m n\u00e3o tenha dito: &#8220;os casos est\u00e3o aumentando&#8221;. E, no entanto, se compararmos os dados dispon\u00edveis ao longo de cem, duzentos anos (quando h\u00e1 estudos epidemiol\u00f3gicos) o que se revela \u00e9 uma estabilidade surpreendente que talvez queira dizer: esse tipo de morte faz parte da hist\u00f3ria humana.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas n\u00e3o \u00e9 de estat\u00edsticas que quero tratar. Gostaria de comentar um poema. E come\u00e7o com essa breve reflex\u00e3o sobre a percep\u00e7\u00e3o de \u201cprolifera\u00e7\u00e3o\u201d porque \u00e9 precisamente essa impress\u00e3o que anima os versos de Charles B\u00e9ranger, no poema <em>Le Suicide<\/em>, publicado em 1834 (dispon\u00edvel na Biblioteca Nacional da Fran\u00e7a, <a href=\"https:\/\/gallica.bnf.fr\/ark:\/12148\/bpt6k55074334\/f3.image.r=suicide?rk=21459;2\">aqui<\/a>).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Trata-se de uma medita\u00e7\u00e3o l\u00edrica sobre a sensa\u00e7\u00e3o de que o suic\u00eddio se alastra pelo mundo moderno como um furor, um flagelo, uma febre moral. N\u00e3o \u00e9 ainda uma an\u00e1lise cient\u00edfica ou sociol\u00f3gica, como a que Durkheim ir\u00e1 propor algumas d\u00e9cadas depois. Mas, curiosamente, ela coincide com o soci\u00f3logo em um ponto crucial: o suic\u00eddio n\u00e3o \u00e9, aqui, visto como um gesto privado e isolado, mas como sintoma coletivo, mal metaf\u00edsico, crise espiritual da civiliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B\u00e9ranger \u00e9 claramente um moralista, isto \u00e9, um observador dos costumes, mas \u00e9 sobretudo um profeta l\u00edrico. Seu poema constr\u00f3i uma atmosfera carregada de desesperan\u00e7a, mas que paradoxalmente aponta para uma teologia poss\u00edvel da salva\u00e7\u00e3o. Entre o grito e a s\u00faplica, entre a den\u00fancia e a ora\u00e7\u00e3o, o que se desenha \u00e9 quase um salmo tr\u00e1gico da modernidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desde os primeiros versos, o tom \u00e9 abertamente apocal\u00edptico:<\/p>\n<h6 style=\"text-align: justify;\"><strong><em>La mort semble avoir pris possession du monde, \/ Le suicide y r\u00e8gne\u2026 <\/em><\/strong><\/h6>\n<h6 style=\"text-align: justify;\"><strong>[<em>A morte parece ter tomado posse do mundo, \/ O suic\u00eddio reina ali\u2026<\/em>]<\/strong><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify;\">A morte surge como pot\u00eancia soberana, e o suic\u00eddio, seu \u201catleta audacioso\u201d [Athl\u00e8te audacieux], percorre o mundo marcado vidas com uma m\u00e3o \u201chedionda e descarnada\u201d. H\u00e1 aqui uma personifica\u00e7\u00e3o demon\u00edaca, quase b\u00edblica, do suic\u00eddio: esse tipo de morte n\u00e3o \u00e9 pensado como decis\u00e3o subjetiva, mas como epidemia moral, for\u00e7a c\u00f3smica de devasta\u00e7\u00e3o. A imagem do furac\u00e3o que \u201c<em>gronde, mugit, \u00e9clate et tonne<\/em>\u201d transforma o gesto individual em tempestade coletiva.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse tratamento l\u00edrico do suic\u00eddio pode ser lido como um efeito tardio da cr\u00edtica agostiniana \u00e0 <em>mors spontanea<\/em>: como se B\u00e9ranger fosse um herdeiro rom\u00e2ntico de <em>De Ciuitate Dei<\/em>, transplantado \u00e0 desordem moderna. Se, para Agostinho, o suic\u00eddio representava uma ruptura com a ordem divina, para B\u00e9ranger ele \u00e9 o sinal de que essa ordem j\u00e1 foi esquecida. Vivemos num tempo onde a liberdade tornou-se veneno:<\/p>\n<h6 style=\"text-align: justify;\"><strong><em>Te fit libre. C\u2019est l\u00e0 de ses dons le plus beau ; \/ Mais il ne t\u2019a pas dit de te faire bourreau ! <\/em><\/strong><\/h6>\n<h6 style=\"text-align: justify;\"><strong>[Fez-te livre. \u00c9 esse o seu dom mais belo; \/ Mas ele n\u00e3o te mandou te tornar carrasco!]<\/strong><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify;\">Liberdade sem transcend\u00eancia \u00e9 liberdade que se volta contra si mesma. Nesse ponto, a est\u00e9tica do poema toca o nervo moral da tradi\u00e7\u00e3o crist\u00e3, n\u00e3o negando a liberdade humana, mas advertindo sobre o seu abismo quando ela se aparta da gra\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas gostaria de chamar a aten\u00e7\u00e3o para esse ponto de vista do poeta moralista: B\u00e9ranger n\u00e3o limita sua cr\u00edtica ao indiv\u00edduo suicida. Ele denuncia as estruturas culturais da \u00e9poca, com um olhar agudo para a m\u00eddia de massas:<\/p>\n<h6 style=\"text-align: justify;\"><strong><em>Tous les journaux, ces trompettes vivantes \/ De la vieille bavarde \u00e0 la centuple voix\u2026 <\/em><\/strong><\/h6>\n<h6 style=\"text-align: justify;\"><strong>[<em>Todos os jornais, essas trombetas vivas \/ Da velha tagarela de voz centuplicada<\/em>\u2026]<\/strong><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify;\">A imprensa, com \u201cvozes centuplicadas\u201d, espalha os nomes dos mortos (populares e reis) como espet\u00e1culo m\u00f3rbido, refor\u00e7ando o cont\u00e1gio. O poema insinua que a cultura moderna transformou a dor em manchete, a morte em ru\u00eddo, e o sofrimento \u00edntimo em espet\u00e1culo p\u00fablico.\u00a0Essa cr\u00edtica antecipa, em chave rom\u00e2ntica e religiosa, algo que pensadores como Debord, Foucault ou Sontag abordariam mais tarde: a espetaculariza\u00e7\u00e3o do sofrimento e a normaliza\u00e7\u00e3o da morte como objeto de consumo simb\u00f3lico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Eu poderia ter nomeado esse brev\u00edssimo coment\u00e1rio do poema Le Suicide com o seguinte t\u00edtulo: \u201cPoetas, salvem-nos: o clamor pela arte redentora\u201d. De fato, eu pensei nisso, pois uma das se\u00e7\u00f5es mais tocantes do poema \u00e9 o apelo aos poetas. B\u00e9ranger dirige-se \u00e0 arte com um imperativo moral e salv\u00edfico:<\/p>\n<h6 style=\"text-align: justify;\"><strong><em>\u00d4 po\u00e8tes, chantez, de vos chants les plus doux !<\/em><\/strong><br \/>\n<strong><em>\u2026 Que votre voix \u00e9clate \/ En un cantique saint qui console et qui flatte\u00a0<\/em><\/strong><\/h6>\n<h6 style=\"text-align: justify;\"><strong>[\u00d3 poetas, cantem, com seus cantos mais doces!<br data-start=\"239\" data-end=\"242\" \/>\u2026 Que a vossa voz irrompa \/ Em um c\u00e2ntico sagrado que consola e<\/strong><\/h6>\n<h6 style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 acaricia]<\/strong><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aqui, a poesia parece ser pensada, para al\u00e9m da express\u00e3o de dor, como rem\u00e9dio espiritual. Em meio ao colapso metaf\u00edsico do s\u00e9culo, o poeta \u00e9 invocado como profeta restaurador, capaz de resgatar o amor, a f\u00e9 e a esperan\u00e7a. N\u00e3o por acaso, o final do poema transfigura a tempestade inicial numa ora\u00e7\u00e3o humilde:<\/p>\n<h6 style=\"text-align: justify;\"><strong><em>Grand Dieu, mets en leur c\u0153ur du calme et du courage. <\/em><\/strong><\/h6>\n<h6 style=\"text-align: justify;\"><strong>[<em>Grande Deus, coloca em seus cora\u00e7\u00f5es calma e coragem<\/em>.]<\/strong><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 a s\u00faplica de quem reconhece os limites da raz\u00e3o e da poesia e que, como \u00faltimo gesto, se rende \u00e0 transcend\u00eancia. Esse desfecho poderia ser lido como uma teologia po\u00e9tica da paci\u00eancia, parente da <em>patientia<\/em> agostiniana que substitui a <em>fortitudo<\/em> estoica. S\u00f3 que agora, n\u00e3o como dogma, mas como clamor l\u00edrico de um mundo doente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Do ponto de vista est\u00e9tico, o poema \u00e9 um exemplo t\u00edpico do romantismo moral franc\u00eas do s\u00e9culo XIX, com sua dic\u00e7\u00e3o grandiloquente, imagens c\u00f3smicas e estruturas de repeti\u00e7\u00e3o prof\u00e9tica. Ao mesmo tempo, o texto est\u00e1 em tens\u00e3o com os discursos modernos que buscavam laicizar e psicologizar o suic\u00eddio, como Durkheim o faria sessenta anos depois. B\u00e9ranger, ao contr\u00e1rio, insiste no car\u00e1ter teol\u00f3gico da crise.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, sua est\u00e9tica \u00e9, paradoxalmente, tanto ultrapassada quanto profundamente atual: ultrapassada porque j\u00e1 n\u00e3o convence os modernos que se afastam da linguagem sacra; atual porque intui o mal-estar metaf\u00edsico que acompanha a perda do sentido \u2014 e que continua, sob outras formas, a nos assombrar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u201cLe Suicide\u201d \u00e9 um poema entre a den\u00fancia e a ora\u00e7\u00e3o, entre a est\u00e9tica do sublime tr\u00e1gico e a esperan\u00e7a de salva\u00e7\u00e3o espiritual. Sua for\u00e7a reside menos em oferecer respostas do que em reencenar a luta interior da alma moderna diante do vazio e da tenta\u00e7\u00e3o do fim.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como um Agostinho rom\u00e2ntico, B\u00e9ranger clama por uma voz que nos console&#8230; e que ainda creia que a vida, embora fr\u00e1gil, seja digna de ser vivida.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Prof. (e aluno) Alexandre H. Reis<\/p>\n<p>Abaixo, a minha tradu\u00e7\u00e3o do poema.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p data-start=\"270\" data-end=\"309\"><strong data-start=\"270\" data-end=\"284\">O Suic\u00eddio, de Charles B\u00e9ranger<\/strong><br data-start=\"284\" data-end=\"287\" \/><em data-start=\"287\" data-end=\"309\">27 de agosto de 1834<\/em><\/p>\n<p data-start=\"270\" data-end=\"309\">\n<blockquote data-start=\"311\" data-end=\"6130\">\n<p data-start=\"313\" data-end=\"697\">A morte parece ter tomado posse do mundo,<br data-start=\"354\" data-end=\"357\" \/>O suic\u00eddio reina, e, furioso vencedor,<br data-start=\"397\" data-end=\"400\" \/>Sua voz vibra no ar: \u00e9 o furac\u00e3o que ruge,<br data-start=\"444\" data-end=\"447\" \/>Muge, explode e troveja. Atleta audacioso,<br data-start=\"491\" data-end=\"494\" data-is-only-node=\"\" \/>Ele marca com sua m\u00e3o hedionda e descarnada<br data-start=\"539\" data-end=\"542\" \/>As cabe\u00e7as que deseja tomar, e v\u00ea-se sua pilhagem<br data-start=\"593\" data-end=\"596\" \/>Aumentar a cada dia, sem esfor\u00e7o e sem pena.<br data-start=\"642\" data-end=\"645\" \/>Quer-se morrer. Por qu\u00ea? Porque outros morreram.<\/p>\n<p data-start=\"704\" data-end=\"800\">A morte gera a morte: \u00e9 como a avalanche<br data-start=\"744\" data-end=\"747\" \/>Que cresce no tempo sobre este mundo que declina.<\/p>\n<p data-start=\"807\" data-end=\"1101\">O Anjo exterminador imprime nas mais belas testas<br data-start=\"856\" data-end=\"859\" \/>Estigmas ardentes, corro\u00eddos, negros, profundos,<br data-start=\"909\" data-end=\"912\" \/>Vis\u00edveis a todos, at\u00e9 mesmo aos vulgares.<br data-start=\"955\" data-end=\"958\" \/>Seu bra\u00e7o amea\u00e7a tudo; como o trov\u00e3o<br data-start=\"996\" data-end=\"999\" data-is-only-node=\"\" \/>Que destr\u00f3i ao mesmo tempo a videira e a oliveira,<br data-start=\"1051\" data-end=\"1054\" \/>O teto do lavrador, a jangada do barqueiro.<\/p>\n<p data-start=\"1108\" data-end=\"1258\">Mas a tempestade \u00e9 breve; um vento leve a dissipa.<br data-start=\"1158\" data-end=\"1161\" \/>Outra tormenta ruge, e sobre a esp\u00e9cie humana<br data-start=\"1208\" data-end=\"1211\" \/>Sopra o ar glacial de um sombrio desespero.<\/p>\n<p data-start=\"1265\" data-end=\"1503\">Nosso mundo est\u00e1 coberto por uma nuvem espessa;<br data-start=\"1312\" data-end=\"1315\" \/>A luz que dela escapa \u00e9 l\u00fagubre, e s\u00f3 ilumina<br data-start=\"1362\" data-end=\"1365\" \/>\u00d3dio ou ceticismo, ou medo ou c\u00f3lera;<br data-start=\"1404\" data-end=\"1407\" \/>Vivemos de ego\u00edsmo ou de incredulidade,<br data-start=\"1448\" data-end=\"1451\" data-is-only-node=\"\" \/>E Deus parece ter esquecido de ser bom para n\u00f3s;<\/p>\n<p data-start=\"1510\" data-end=\"1656\">Deus n\u00e3o enviou seu mensageiro celeste,<br data-start=\"1549\" data-end=\"1552\" \/>Como limpa o c\u00e9u em resposta \u00e0 prece do lavrador.<br data-start=\"1603\" data-end=\"1606\" \/>Os dias seguem os dias, resta-nos o desespero.<\/p>\n<p data-start=\"1663\" data-end=\"1909\">Escuta-se a cada dia um imenso clamor<br data-start=\"1700\" data-end=\"1703\" \/>De morte; todos os jornais, essas trombetas vivas<br data-start=\"1754\" data-end=\"1757\" \/>Da velha tagarela de voz centuplicada,<br data-start=\"1797\" data-end=\"1800\" \/>Exibem, como luto, em suas p\u00e1ginas sangrentas,<br data-start=\"1848\" data-end=\"1851\" data-is-only-node=\"\" \/>Os nomes dos filhos do povo, e os dos filhos dos reis,<\/p>\n<p data-start=\"1916\" data-end=\"2162\">Dos pr\u00edncipes, dos poderosos. Em toda parte o suic\u00eddio<br data-start=\"1970\" data-end=\"1973\" \/>Penetra; ele envenenou com seu sopro l\u00edvido<br data-start=\"2018\" data-end=\"2021\" \/>O ar que respiramos. Acordo, tr\u00eamulo,<br data-start=\"2060\" data-end=\"2063\" \/>Com medo de ter perdido o amigo que deixei sonhando<br data-start=\"2116\" data-end=\"2119\" data-is-only-node=\"\" \/>\u00c0 noite, ao deix\u00e1-lo, n\u00e3o longe do rio.<\/p>\n<p data-start=\"2169\" data-end=\"2322\">E adorme\u00e7o, imerso em amarga dor,<br data-start=\"2202\" data-end=\"2205\" \/>Por sofrimentos expressos em mil gritos diversos.<br data-start=\"2256\" data-end=\"2259\" \/>Verdadeiro concerto de condenados que os infernos inspiram.<\/p>\n<p data-start=\"2329\" data-end=\"2518\">Temo, a cada dia, os males da v\u00e9spera.<br data-start=\"2367\" data-end=\"2370\" \/>Homem que queres morrer, o Deus que vela por ti<br data-start=\"2419\" data-end=\"2422\" \/>Te fez livre. Esse \u00e9 de seus dons o mais belo;<br data-start=\"2470\" data-end=\"2473\" \/>Mas Ele n\u00e3o te ordenou fazer-te carrasco!<\/p>\n<p data-start=\"2525\" data-end=\"2681\">Como?! Amantes juntos abandonam a vida,<br data-start=\"2564\" data-end=\"2567\" \/>N\u00e3o encontrando mais em seus cora\u00e7\u00f5es nada que os convide<br data-start=\"2626\" data-end=\"2629\" \/>Ao prazer, \u00e0 felicidade, que j\u00e1 n\u00e3o compreendem!<\/p>\n<p data-start=\"2688\" data-end=\"2907\">Ah! \u00c9 que o pr\u00f3prio amor torna-se um mist\u00e9rio horr\u00edvel,<br data-start=\"2743\" data-end=\"2746\" \/>Quando ao grande nome de Deus nossa alma \u00e9 insens\u00edvel,<br data-start=\"2802\" data-end=\"2805\" \/>E Ele nos chega apenas como som difuso,<br data-start=\"2846\" data-end=\"2849\" \/>Palavra v\u00e3, sem virtude, como o balbuciar da inf\u00e2ncia.<\/p>\n<p data-start=\"2914\" data-end=\"3113\">Teriam passado todos os dias da esperan\u00e7a?<br data-start=\"2956\" data-end=\"2959\" \/>Deus n\u00e3o tem mais voz para penetrar os cora\u00e7\u00f5es?<br data-start=\"3009\" data-end=\"3012\" \/>Homens de quinze anos clamam suas dores;<br data-start=\"3054\" data-end=\"3057\" \/>E sua voz n\u00e3o mente: pois, para provar, eles morrem!<\/p>\n<p data-start=\"3120\" data-end=\"3321\">A morte, sempre a morte! \u00d3, para os que ficam,<br data-start=\"3166\" data-end=\"3169\" \/>Viver j\u00e1 n\u00e3o \u00e9, ai de n\u00f3s, sen\u00e3o um dever penoso!<br data-start=\"3220\" data-end=\"3223\" \/>Onde encontrar, onde buscar calma e esperan\u00e7a,<br data-start=\"3271\" data-end=\"3274\" \/>Se n\u00e3o est\u00e3o no cora\u00e7\u00e3o da inf\u00e2ncia alegre?<\/p>\n<p data-start=\"3328\" data-end=\"3511\">Qual poeta, de voz terna e melodiosa,<br data-start=\"3365\" data-end=\"3368\" \/>Embriagando o universo com sons harmoniosos,<br data-start=\"3414\" data-end=\"3417\" \/>Dilatar\u00e1 os cora\u00e7\u00f5es, umedecer\u00e1 os olhos<br data-start=\"3459\" data-end=\"3462\" \/>Com l\u00e1grimas de alegria que aliviam as almas?<\/p>\n<p data-start=\"3518\" data-end=\"3662\">\u00d3 poetas, cantem! Voc\u00eas possuem essas chamas<br data-start=\"3562\" data-end=\"3565\" \/>Que permitem ver, atrav\u00e9s das eras passadas,<br data-start=\"3611\" data-end=\"3614\" \/>As eras futuras, reveladas aos nossos olhos.<\/p>\n<p data-start=\"3669\" data-end=\"3830\">Falem-nos do futuro, de seu poder, de sua gl\u00f3ria;<br data-start=\"3718\" data-end=\"3721\" \/>Fa\u00e7am-nos amar a Deus; contem-nos a hist\u00f3ria<br data-start=\"3767\" data-end=\"3770\" \/>Da felicidade que Ele reserva aos nossos filhos por vir.<\/p>\n<p data-start=\"3837\" data-end=\"4033\">Por que seus cantos de morte? Sois v\u00f3s t\u00e3o poderosos<br data-start=\"3889\" data-end=\"3892\" \/>Apenas para desesperar? Que vossa voz ressoe<br data-start=\"3938\" data-end=\"3941\" \/>Num c\u00e2ntico sagrado que console e afague;<br data-start=\"3984\" data-end=\"3987\" \/>E que obrigue a morte a afastar-se de n\u00f3s.<\/p>\n<p data-start=\"4040\" data-end=\"4092\">\u00d3 poetas, cantem, com os vossos cantos mais doces!<\/p>\n<p data-start=\"4099\" data-end=\"4277\">O mundo ouvir\u00e1. Quando o globo onde estamos<br data-start=\"4142\" data-end=\"4145\" \/>Ainda ardia; quando a multid\u00e3o dos homens<br data-start=\"4188\" data-end=\"4191\" \/>Ainda era cativa de um sopro divino,<br data-start=\"4229\" data-end=\"4232\" \/>A mat\u00e9ria era tudo, a intelig\u00eancia, nada.<\/p>\n<p data-start=\"4284\" data-end=\"4419\">Deus dizia, guiando essa massa disforme,<br data-start=\"4324\" data-end=\"4327\" \/>Que estremecia ao som de sua voz amorosa:<br data-start=\"4370\" data-end=\"4373\" \/>&#8220;Avan\u00e7a sem parar, o progresso \u00e9 tua lei.&#8221;<\/p>\n<p data-start=\"4426\" data-end=\"4645\">Sua voz ainda o clama; e n\u00f3s, homens sem f\u00e9,<br data-start=\"4470\" data-end=\"4473\" \/>Queremos, esquecendo nossa origem sagrada,<br data-start=\"4517\" data-end=\"4520\" \/>Queremos deter a pot\u00eancia divina;<br data-start=\"4555\" data-end=\"4558\" \/>Retroceder na vida e nos aniquilar,<br data-start=\"4595\" data-end=\"4598\" data-is-only-node=\"\" \/>N\u00f3s que nada podemos come\u00e7ar, nem terminar!<\/p>\n<p data-start=\"4652\" data-end=\"4840\">A vida, ela nos mant\u00e9m numa rede sublime;<br data-start=\"4693\" data-end=\"4696\" \/>Sua base \u00e9 o desconhecido, mas seu cume \u00e9 vis\u00edvel.<br data-start=\"4748\" data-end=\"4751\" \/>\u00c9 Deus que nos atrai, erguendo com sua m\u00e3o,<br data-start=\"4796\" data-end=\"4799\" \/>Abrigo do Universo, um eterno amanh\u00e3!<\/p>\n<p data-start=\"4847\" data-end=\"5036\">Ah! Por que apressar-se a abandonar a vida<br data-start=\"4889\" data-end=\"4892\" \/>Antes que, com o tempo, ela tenha amadurecido?<br data-start=\"4940\" data-end=\"4943\" \/>A felicidade e a f\u00e9 n\u00e3o est\u00e3o na morte.<br data-start=\"4984\" data-end=\"4987\" \/>Homem, s\u00ea povo ou rei, viver \u00e9 o teu destino!<\/p>\n<p data-start=\"5043\" data-end=\"5249\">A morte n\u00e3o passa de palavra v\u00e3 que n\u00e3o comove o s\u00e1bio.<br data-start=\"5098\" data-end=\"5101\" \/>\u00c9 um pa\u00eds novo, \u00e9 uma terra distante<br data-start=\"5139\" data-end=\"5142\" \/>Que todos visitar\u00e3o, que deve a todos oferecer:<br data-start=\"5191\" data-end=\"5194\" \/>Um mundo inteiro de amor, de felicidade, de prazer.<\/p>\n<p data-start=\"5256\" data-end=\"5471\">Mas \u00e9 preciso alcan\u00e7\u00e1-lo pela estrada comum.<br data-start=\"5300\" data-end=\"5303\" \/>Uma exist\u00eancia fr\u00e1gil e enfermi\u00e7a<br data-start=\"5338\" data-end=\"5341\" \/>\u00c9 a condi\u00e7\u00e3o do homem mal concebido,<br data-start=\"5379\" data-end=\"5382\" \/>Mal feito, mal gerado, que sua m\u00e3e recebeu<br data-start=\"5426\" data-end=\"5429\" data-is-only-node=\"\" \/>Como um germe fatal de dor e ang\u00fastia.<\/p>\n<p data-start=\"5478\" data-end=\"5612\">Proferis an\u00e1tema ao mundo que vos fere.<br data-start=\"5517\" data-end=\"5520\" \/>Chamais pela morte, pensais que ela vos trar\u00e1<br data-start=\"5567\" data-end=\"5570\" \/>O repouso; mas ele n\u00e3o pode estar ali.<\/p>\n<p data-start=\"5619\" data-end=\"5822\">Buscai em outro lugar, buscai. A vida universal<br data-start=\"5666\" data-end=\"5669\" \/>Possui tesouros ocultos: ai daquele que vacila<br data-start=\"5717\" data-end=\"5720\" \/>No espa\u00e7o infinito que ela oferece a percorrer,<br data-start=\"5769\" data-end=\"5772\" \/>E que n\u00e3o se pode deixar, nem mesmo ao morrer!<\/p>\n<p data-start=\"5829\" data-end=\"6023\">Buscai. Deus, que enche os mundos e os espa\u00e7os,<br data-start=\"5876\" data-end=\"5879\" \/>Deus que, por um instante, ocultou seu rosto a v\u00f3s,<br data-start=\"5932\" data-end=\"5935\" \/>Vos criou para a vida e para o amor. Sua m\u00e3o<br data-start=\"5981\" data-end=\"5984\" \/>Plantou apoios ao longo do caminho.<\/p>\n<p data-start=\"6030\" data-end=\"6130\">Repousem cem vezes: mas fa\u00e7am a viagem.<br data-start=\"6069\" data-end=\"6072\" \/>Grande Deus, ponde em seus cora\u00e7\u00f5es calma e coragem.<\/p>\n<p data-start=\"6030\" data-end=\"6130\">tradu\u00e7\u00e3o de Alexandre H. 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