{"id":120,"date":"2025-04-01T09:27:40","date_gmt":"2025-04-01T12:27:40","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lysis\/?p=120"},"modified":"2025-05-28T19:07:08","modified_gmt":"2025-05-28T22:07:08","slug":"the-wounded-angel-1903-de-hugo-simberg","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lysis\/2025\/04\/01\/the-wounded-angel-1903-de-hugo-simberg\/","title":{"rendered":"&#8220;The Wounded Angel&#8221; (1903), de Hugo Simberg"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-122\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/lysis\/files\/2025\/05\/960px-The_Wounded_Angel_-_Hugo_Simberg.jpg?resize=571%2C460&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"571\" height=\"460\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/lysis\/files\/2025\/05\/960px-The_Wounded_Angel_-_Hugo_Simberg-scaled.jpg?resize=400%2C322&amp;ssl=1 400w, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/lysis\/files\/2025\/05\/960px-The_Wounded_Angel_-_Hugo_Simberg-scaled.jpg?resize=1024%2C825&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/lysis\/files\/2025\/05\/960px-The_Wounded_Angel_-_Hugo_Simberg-scaled.jpg?resize=768%2C618&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/lysis\/files\/2025\/05\/960px-The_Wounded_Angel_-_Hugo_Simberg-scaled.jpg?resize=1536%2C1237&amp;ssl=1 1536w, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/lysis\/files\/2025\/05\/960px-The_Wounded_Angel_-_Hugo_Simberg-scaled.jpg?resize=2048%2C1649&amp;ssl=1 2048w, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/lysis\/files\/2025\/05\/960px-The_Wounded_Angel_-_Hugo_Simberg-scaled.jpg?w=1232&amp;ssl=1 1232w, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/lysis\/files\/2025\/05\/960px-The_Wounded_Angel_-_Hugo_Simberg-scaled.jpg?w=1848&amp;ssl=1 1848w\" sizes=\"auto, (max-width: 571px) 100vw, 571px\" \/><\/p>\n<p><em data-start=\"150\" data-end=\"169\">(The Wounded Angel<\/em>, Hugo Simberg, 1903. \u00d3leo sobre tela, 127 x 154 cm. Ateneum Art Museum, Helsinque, Finl\u00e2ndia.)<\/p>\n<p data-start=\"71\" data-end=\"592\">Na pintura <em data-start=\"82\" data-end=\"101\">The Wounded Angel<\/em> (1903), Hugo Simberg oferece uma das imagens mais enigm\u00e1ticas e silenciosamente dilacerantes da hist\u00f3ria da arte ocidental. Dois jovens camponeses, de semblante fechado, carregam uma figura celestial ferida: uma jovem anjo, de asas brancas, com os olhos vendados e uma express\u00e3o de cansa\u00e7o ou dor contida. Eles atravessam uma paisagem cinzenta e pantanosa, desprovida de beleza, um cen\u00e1rio de transi\u00e7\u00e3o, como se estivessem entre um mundo que foi perdido e outro que ainda n\u00e3o se manifestou.<\/p>\n<p data-start=\"594\" data-end=\"911\">O anjo ferido \u00e9, antes de tudo, uma quebra simb\u00f3lica. O que deveria ser imune \u00e0 dor, o s\u00edmbolo da pureza, da transcend\u00eancia, da inoc\u00eancia intacta, aparece aqui marcado pela viol\u00eancia do mundo. N\u00e3o \u00e9 apenas um corpo ca\u00eddo: \u00e9 uma ideia que sangra (Existe imagem mais pr\u00f3xima do nosso tempo, da nossa &#8220;modernidade&#8221;?). A ferida do anjo \u00e9, pois, a ferida da esperan\u00e7a no cora\u00e7\u00e3o do humano.<\/p>\n<p data-start=\"913\" data-end=\"1293\">A cena remete \u00e0 condi\u00e7\u00e3o humana como tens\u00e3o entre a espiritualidade e a iman\u00eancia do sofrimento. Simberg n\u00e3o nos oferece explica\u00e7\u00f5es, n\u00e3o h\u00e1 narrativa expl\u00edcita sobre como o anjo se feriu, por que est\u00e1 ali, para onde vai. Essa aus\u00eancia de explica\u00e7\u00e3o nos for\u00e7a a olhar com a mesma perplexidade contida nos rostos dos rapazes. A dor est\u00e1 ali, mas ningu\u00e9m fala dela. Ela \u00e9 carregada.<\/p>\n<p data-start=\"1295\" data-end=\"1687\">A atitude dos jovens \u00e9 amb\u00edgua: parecem resignados, quase insens\u00edveis, e ao mesmo tempo cuidadosos. N\u00e3o h\u00e1 piedade vis\u00edvel, mas h\u00e1 responsabilidade. Eles carregam o anjo como se fosse parte do mundo, como se fosse, paradoxalmente, um fardo cotidiano. Aqui emerge uma dimens\u00e3o \u00e9tica: cuidar do que \u00e9 sagrado mesmo quando ele est\u00e1 quebrado, silencioso, desacreditado. N\u00e3o h\u00e1 hero\u00edsmo. H\u00e1 dever.<\/p>\n<p data-start=\"1689\" data-end=\"2169\">A pintura pode ser lida como uma medita\u00e7\u00e3o sobre o fracasso do absoluto no mundo. A divindade ferida indica que n\u00e3o h\u00e1 mais lugar garantido para o sagrado. A religi\u00e3o, a inoc\u00eancia, a beleza, todas as figuras tradicionalmente elevadas foram tocadas pela queda, pelo trauma, pela banalidade da dor. No entanto, ao n\u00e3o abandonar o anjo, ao seguir carregando-o, os jovens realizam um gesto que talvez seja mais significativo do que a f\u00e9 dogm\u00e1tica: eles acolhem o sofrimento do ideal.<\/p>\n<p data-start=\"2171\" data-end=\"2617\">Psicologicamente, a obra mergulha numa percep\u00e7\u00e3o p\u00f3s-rom\u00e2ntica do esp\u00edrito: o mundo perdeu sua aura, e mesmo aquilo que chamamos de \u201canjo\u201d \u00e9 agora prec\u00e1rio. O v\u00e9u nos olhos do anjo \u00e9 um dos detalhes mais pungentes, ele n\u00e3o v\u00ea, talvez n\u00e3o saiba para onde vai, talvez tenha perdido a f\u00e9 nos pr\u00f3prios humanos. E, no entanto, \u00e9 levado por eles. Isso nos lan\u00e7a a uma \u00faltima camada filos\u00f3fica: a da interdepend\u00eancia tr\u00e1gica entre o humano e o sagrado.<\/p>\n<p data-start=\"2619\" data-end=\"2954\">A est\u00e9tica da pintura, seu tom opaco, a frieza quase mortu\u00e1ria do cen\u00e1rio, o vazio ao redor, intensifica a sensa\u00e7\u00e3o de deslocamento. N\u00e3o h\u00e1 espectadores, nem aplauso, nem reconhecimento. Tudo \u00e9 silencioso, como se a cena se repetisse desde sempre: o anjo ferido sendo carregado por aqueles que, embora exaustos, continuam caminhando.<\/p>\n<p data-start=\"2956\" data-end=\"3363\">Assim, <em data-start=\"2963\" data-end=\"2982\">The Wounded Angel<\/em> \u00e9 uma pintura do p\u00f3s-sagrado: a espiritualidade que sobrevive, n\u00e3o triunfante, mas carregada como ferida. Em tempos de cinismo, de ru\u00edna do ideal, ela nos pergunta: o que ainda fazemos com aquilo que j\u00e1 n\u00e3o brilha? A resposta parece estar no pr\u00f3prio gesto dos rapazes: n\u00e3o adoram, n\u00e3o explicam, apenas seguem carregando, e nisso talvez resida a forma mais profunda de fidelidade.<\/p>\n<p data-start=\"3365\" data-end=\"3488\" data-is-last-node=\"\" data-is-only-node=\"\">\u00c9 a imagem filos\u00f3fica da compaix\u00e3o sem promessa, da persist\u00eancia sem gl\u00f3ria. A beleza que sangra, mas n\u00e3o abandona o mundo.<\/p>\n<p data-start=\"3365\" data-end=\"3488\" data-is-last-node=\"\" data-is-only-node=\"\">Prof. (e aluno) Alexandre H. Reis<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>(The Wounded Angel, Hugo Simberg, 1903. \u00d3leo sobre tela, 127 x 154 cm. Ateneum Art Museum, Helsinque, Finl\u00e2ndia.) Na pintura The Wounded Angel (1903), Hugo Simberg oferece uma das imagens mais enigm\u00e1ticas e silenciosamente dilacerantes da hist\u00f3ria da arte ocidental. 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