{"id":118,"date":"2017-09-21T14:45:33","date_gmt":"2017-09-21T17:45:33","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lidacampeira\/?page_id=118"},"modified":"2023-11-06T11:28:33","modified_gmt":"2023-11-06T14:28:33","slug":"inicio","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lidacampeira\/","title":{"rendered":"In\u00edcio"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">O Invent\u00e1rio Nacional de Refer\u00eancias Culturais Lida Campeira na Regi\u00e3o de Bag\u00e9\/RS (INRC Lida Campeira) se constituiu a partir da demanda da <a href=\"https:\/\/www.bage.rs.gov.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Prefeitura Municipal de Bag\u00e9<\/a>, do financiamento e ced\u00eancia de metodologia do <a href=\"http:\/\/portal.iphan.gov.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional (IPHAN)<\/a> e da realiza\u00e7\u00e3o pelo Departamento de Antropologia e Arqueologia da Universidade Federal de Pelotas (DAA-UFPel), por meio do <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgant\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o<\/a> e do <a href=\"https:\/\/institucional.ufpel.edu.br\/cursos\/cod\/6020\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Bacharelado em Antropologia<\/a>, com coordena\u00e7\u00e3o da antrop\u00f3loga Dr\u00aa. Fl\u00e1via Maria Silva Rieth.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">O INRC teve como objetivo identificar, documentar e construir conhecimento sobre a lida campeira para fins de registro como Patrim\u00f4nio Cultural Imaterial brasileiro. O trabalho de campo foi executado no per\u00edodo de 2010 a 2012. A entrega dos Relat\u00f3rios Finais, dos cinco Filmes e do CD-ROM Interativo foi realizada em 2013.<\/span><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"INRC - Lidas Campeiras na Regi\u00e3o de Bag\u00e9\/RS\" src=\"https:\/\/player.vimeo.com\/video\/123399315?dnt=1&amp;app_id=122963\" width=\"584\" height=\"329\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write\"><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Desde ent\u00e3o, a equipe acessou a \u201c\u00e1rea cultural\u201d da Pampa (LEAL, 1997), por meio da pesquisa antropol\u00f3gica com os detentores dos of\u00edcios, denominados como campeiros e campeiras, que vivenciam ou vivenciaram a lida na pecu\u00e1ria extensiva, em campos nativos, nas fronteiras platinas. S\u00e3o propriet\u00e1rios e propriet\u00e1rias de terras \u2013 de grandes extens\u00f5es, de m\u00e9dias, de propriedades familiares ou de uso comunit\u00e1rio, como no caso dos quilombos e das terras ind\u00edgenas \u2013 e\/ou pe\u00f5es campeiros, trabalhadores e trabalhadoras rurais, que desempenham ou desempenharam as atividades de doma, de pastoreio, de esquila, o of\u00edcio do guasqueiro, a tropeada, o artesanato em l\u00e3, a lida caseira, entre outros saberes e fazeres.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">A lida campeira abarca uma s\u00e9rie de atividades com rela\u00e7\u00e3o ao manejo extensivo dos rebanhos e ao cotidiano das propriedades, configurando-se enquanto um modo de vida. Atenta-se para a no\u00e7\u00e3o de modo de vida para ressaltar o quanto as rela\u00e7\u00f5es com os rebanhos ovinos, bovinos e equinos est\u00e3o articulados com saberes cosmol\u00f3gicos para al\u00e9m dos humanos, mas, tamb\u00e9m, sobre os outros animais, as coisas e o ambiente. Um cotidiano que acompanha os ciclos da natureza e de vida e de morte dos animais; que conhece os per\u00edodos de chuva e de estiagem; que sabe a especificidade dos rebanhos; bem como reflete sobre as rela\u00e7\u00f5es predat\u00f3rias entre os animais do campo e do mato. Em suma, a lida exige de campeiros e de campeiras uma aprendizagem atencional, para \u201csaber o que fazer\u201d (INGOLD, 2010) diante de situa\u00e7\u00f5es nas quais est\u00e3o em risco a vida de humanos e de outros animais.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">O s\u00edtio do INRC Lida Campeira, a regi\u00e3o de Bag\u00e9, abrange o trabalho de campo realizado nos munic\u00edpios de Arroio Grande, Pelotas, Bag\u00e9, Hulha Negra, Herval, Acegu\u00e1 (Brasil), Acegua (Uruguay), Jaguar\u00e3o e Piratini, por meio de rela\u00e7\u00f5es que contemplam os caminhos das tropas, que percorreram o territ\u00f3rio colonial e imperial, levando e trazendo bens culturais para a lida; a cria\u00e7\u00e3o de gado nas propriedades rurais do pampa; o transporte destes animais da campanha de Bag\u00e9 para o abate nas charqueadas de Pelotas\/RS, onde eram adquiridos, tamb\u00e9m, os escravizados para o trabalho nas est\u00e2ncias.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Nossos interlocutores, em sua maioria, t\u00eam propriedade, ou campereiam, nos campos lisos, ao sul de Bag\u00e9, regi\u00e3o caracter\u00edstica do bioma pampa, marcados pela horizontalidade, de campos com ondula\u00e7\u00f5es suaves e riqueza de gram\u00edneas. Por\u00e9m, realizamos pesquisas etnogr\u00e1ficas no Distrito de Palmas, em Bag\u00e9, na parte alta da Bacia Hidrogr\u00e1fica do Rio Camaqu\u00e3, com suas guaritas, aguadas, afloramento rochoso, peraus e penhascos. Tais diferen\u00e7as se manifestaram, tamb\u00e9m, por meio de relatos em que pe\u00f5es que campereiam nos campos lisos e diziam ter dificuldade de se adaptarem \u00e0 lida campeira nos campos dobrados.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">A partir de 2016, a equipe do INRC iniciou a extens\u00e3o da metodologia do IPHAN para inventariar os manejos nos campos de pedras do Alto Camaqu\u00e3, que abrange os munic\u00edpios de Bag\u00e9, Ca\u00e7apava do Sul, Cangu\u00e7u, Encruzilhada do Sul, Hulha Negra, Lavras do Sul, Piratini, Pinheiro Machado e Santana da Boa Vista, a partir de uma solicita\u00e7\u00e3o da Associa\u00e7\u00e3o para o Desenvolvimento Sustent\u00e1vel do Alto Camaqu\u00e3 (ADAC). A ADAC consiste em uma rede de associa\u00e7\u00f5es comunit\u00e1rias, que envolve cerca de 500 fam\u00edlias, distribu\u00eddas em 25 associa\u00e7\u00f5es, com o objetivo de construir e fomentar projetos orientados para o desenvolvimento territorial sustent\u00e1vel.<\/span><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"A luta da comunidade de Palmas contra a minera\u00e7\u00e3o\" width=\"584\" height=\"329\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/7hxkgHLj1m4?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">A experi\u00eancia do projeto de pesquisa INRC Lida Campeira \u00e9 ressaltada por esta regi\u00e3o, localizada na Serra do Sudeste, ser considerada a mais empobrecida do Rio Grande do Sul, uma vez que n\u00e3o teve \u00eaxito dentro das propostas e dos modelos de desenvolvimento (BORBA, 2016). Por\u00e9m, o discurso do Estado encobre que os campos do Alto Camaqu\u00e3 constituem a por\u00e7\u00e3o mais conservada do Bioma Pampa brasileiro, o que, devido ao manejo pelas popula\u00e7\u00f5es tradicionais, \u00e0s nuances da rela\u00e7\u00e3o entre humanos e ao ambiente, produz efeitos na lida da pecu\u00e1ria familiar extensiva.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">O INRC Lida Campeira est\u00e1 embasado na Antropologia e na Etnografia e resulta em oficinas, banners, exposi\u00e7\u00f5es, artigos, trabalhos de conclus\u00e3o de curso, disserta\u00e7\u00f5es e teses, que buscam refletir sobre as diversas linhas que comp\u00f5em o campo. O projeto t\u00eam etnografado temas diversos, mas relacionados, como a doma de cavalos, o pastoreio com cachorros, o pastoreio de cabras, o artesanato em l\u00e3 crua, as rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero na lida campeira, as rela\u00e7\u00f5es raciais, as rela\u00e7\u00f5es com o ambiente, que s\u00e3o desenvolvidos em pesquisas individuais e coletivas, realizadas pelo corpo discente e por pesquisadores parceiros que integram o INRC. Como as pesquisas apontam, a lida campeira \u00e9 um processo din\u00e2mico que envolve popula\u00e7\u00f5es distintas, como pecuaristas familiares, quilombolas e popula\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas, entre outras, invisibilizadas ao longo da forma\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica do Estado brasileiro (FARINATTI, 2018).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Em 2021, a equipe de pesquisa encaminhou ao IPHAN o Relat\u00f3rio Final do INRC Lida Campeira nos campos dobrados do Alto Camaqu\u00e3, que objetiva subsidiar o Registro do bem cultural. Nesse sentido, em 2022 o projeto busca dar andamento \u00e0 interlocu\u00e7\u00e3o com os detentores e as detentoras da lida campeira, a partir da restitui\u00e7\u00e3o do Relat\u00f3rio \u00e0s comunidades pastoris do Rio Grande do Sul e do levantamento de a\u00e7\u00f5es de salvaguarda, com \u00eanfase nas inova\u00e7\u00f5es, em conformidade com a <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/scs\/files\/2019\/11\/RES.-23.2019-Pol%C3%ADtica-de-Inova%C3%A7%C3%A3o-na-UFPel.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Resolu\u00e7\u00e3o n\u00ba 23-2019<\/a>, que aprova a Pol\u00edtica de Inova\u00e7\u00e3o da UFPel.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Logo, a restitui\u00e7\u00e3o do INRC mostra-se fundamental, tendo em vista a necessidade de participa\u00e7\u00e3o dos detentores e das detentoras nas quest\u00f5es que impactam no seu modo de vida e na salvaguarda do Patrim\u00f4nio Cultural. Com isso, destacamos a necessidade de atentarmos para uma pampa diversa, seja do ponto de vista sociocultural, seja do ponto de vista ambiental, descrevendo os diferentes modos de vida em suas diferentes rela\u00e7\u00f5es com os territ\u00f3rios e o ambiente que constituem os caminhos (e os descaminhos) das tropas, os caminhos da pampa.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">O Blog do INRC Lida Campeira busca, igualmente, compartilhar e restituir o trabalho de campo aos interlocutores e aos demais interessados e interessadas nas pesquisas sobre a diversidade social e cultural sul-riograndense e brasileira. Aqui \u00e9 poss\u00edvel acessar o contato da equipe, os Relat\u00f3rios Finais dos bens culturais inventariados, os banners confeccionados sobre a lida, as produ\u00e7\u00f5es audiovisuais sobre as atividades, os trabalhos desenvolvidos pelos pesquisadores da equipe e as informa\u00e7\u00f5es sobre o processo de Registro e de salvaguarda da lida campeira.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>REFER\u00caNCIAS BIBLIOGR\u00c1FICAS<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">BORBA, Marcos Fl\u00e1vio. Desenvolvimento territorial end\u00f3geno: o caso do Alto Camaqu\u00e3. In: WAQUIL, Paulo; MATTE, Alessandra; NESKE, M\u00e1rcio et al. <strong>Pecu\u00e1ria familiar no Rio Grande do Sul<\/strong>: hist\u00f3ria, diversidade social e din\u00e2micas de desenvolvimento. Porto Alegre: Editora da UFRGS, p. 187-214, 2016.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">FARINATTI, Lu\u00eds Augusto. La Historia Agraria en el Sur de Brasil.<strong> Bolet\u00edn del Instituto de Historia Argentina y Americana<\/strong>, v. 48, p. 174-206, 2018.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">INGOLD, Tim. Da transmiss\u00e3o de representa\u00e7\u00f5es \u00e0 educa\u00e7\u00e3o da aten\u00e7\u00e3o.<strong> Educa\u00e7\u00e3o<\/strong>, v. 33, n.1, p. 6-25, 2010.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">LEAL, Ondina. Do etnografado ao etnograf\u00e1vel: o \u201csul\u201d como \u00e1rea cultural. <strong>Horizontes Antropol\u00f3gicos<\/strong>, n. 7, p. 201-214, 1997.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>COMO CITAR<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">INRC Lida Campeira. <strong>Blog do INRC Lida Campeira<\/strong>. Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2022. Dispon\u00edvel em: https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lidacampeira\/. Acesso em: 28 fev. 2022.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>CONTATO<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">INRC Lida Campeira nos Campos Dobrados do Alto Camaqu\u00e3: <a href=\"mailto:inrcaltocamaqua@gmail.com\">inrcaltocamaqua@gmail.com<\/a><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Dra. Fl\u00e1via Maria Silva Rieth &#8211; Coordena\u00e7\u00e3o INRC Lida Campeira: <a href=\"mailto:rieth.flaviamaria@gmail.com\">rieth.flaviamaria@gmail.com<\/a><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>FINANCIAMENTO<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Programa Pesquisador(a) Ga\u00facho(a) &#8211; PqG<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">INRC Lida Campeira &#8211; Restitui\u00e7\u00e3o e salvaguarda dos ambientes pastoris. Projeto de pesquisa selecionado no Edital FAPERGS 07\/2021<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Invent\u00e1rio Nacional de Refer\u00eancias Culturais Lida Campeira na Regi\u00e3o de Bag\u00e9\/RS (INRC Lida Campeira) se constituiu a partir da demanda da Prefeitura Municipal de Bag\u00e9, do financiamento e ced\u00eancia de metodologia do Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional &hellip; <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lidacampeira\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":713,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"sidebar-page.php","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"footnotes":""},"class_list":["post-118","page","type-page","status-publish","hentry"],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/P99v1Q-1U","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lidacampeira\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/118","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lidacampeira\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lidacampeira\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lidacampeira\/wp-json\/wp\/v2\/users\/713"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lidacampeira\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=118"}],"version-history":[{"count":8,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lidacampeira\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/118\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":885,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lidacampeira\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/118\/revisions\/885"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lidacampeira\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=118"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}