{"id":48,"date":"2019-05-07T17:11:20","date_gmt":"2019-05-07T20:11:20","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lho\/?page_id=48"},"modified":"2019-05-07T17:48:33","modified_gmt":"2019-05-07T20:48:33","slug":"apresentacao","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lho\/","title":{"rendered":"Apresenta\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">O Laborat\u00f3rio de Hist\u00f3ria Oral (LaHO), da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), foi fundado em 2010, para ser um local de arquivamento do acervo audiovisual e escrito de entrevistas e das demais atividades que englobam a metodologia de Hist\u00f3ria Oral.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Este \u201cbanco de mem\u00f3rias\u201d \u00e9 continuamente acrescido por narrativas, novos projetos de extens\u00e3o e pesquisa, pela colabora\u00e7\u00e3o de professores, estagi\u00e1rios, bolsistas e volunt\u00e1rios que se interessam pela metodologia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O LaHO, al\u00e9m de desenvolver atividades vinculadas ao N\u00facleo de Documenta\u00e7\u00e3o Hist\u00f3rica (NDH), como entrevistas, transcri\u00e7\u00f5es e guarda de acervo, serve de espa\u00e7o para pr\u00e1ticas de interven\u00e7\u00e3o de alunos dos cursos de Hist\u00f3ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O acervo conta o material dos seguintes projetos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>\u201cColonos da Palma: a individualiza\u00e7\u00e3o do coletivo\u201d<\/strong>, no qual foram entrevistados trabalhadores vinculados ao Movimento Sem Terra, que ocuparam a Fazenda da Palma, no fim da d\u00e9cada de 1980.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>\u201cReconstru\u00e7\u00e3o da Mem\u00f3ria Hist\u00f3rica da UFPel\u201d<\/strong>, que buscou reconstruir a Hist\u00f3ria da UFPel para que sua mem\u00f3ria n\u00e3o se perdesse, ouvindo fundadores da universidade, em suas v\u00e1rias unidades e tamb\u00e9m coletando fotografias e materiais relacionados \u00e0 \u00e9poca da ditadura militar e \u00e0s elei\u00e7\u00f5es para reitor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O projeto\u00a0<strong>\u201cClubes Carnavalescos de Pelotas\u201d<\/strong>\u00a0foi formulado com o objetivo de salvaguardar a mem\u00f3ria de tais clubes, atrav\u00e9s de entrevistas de Hist\u00f3ria Oral tem\u00e1tica e da salvaguarda da documenta\u00e7\u00e3o existente. Dois desses clubes, ainda existentes e em funcionamento, s\u00e3o o Fica A\u00ed Pra Ir Dizendo e o Chove N\u00e3o Molha.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>\u201cOs judeus em Pelotas, RS: da persegui\u00e7\u00e3o ao estabelecimento\u201d<\/strong>, foi um projeto que coletou entrevistas com judeus, buscando compreender os motivos de sua migra\u00e7\u00e3o, seus anseios em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 cidade, a recep\u00e7\u00e3o que tiveram, o cotidiano de suas vidas, marcas de religiosidade e cultura. Os judeus formam uma comunidade bastante organizada, sendo que no in\u00edcio da imigra\u00e7\u00e3o atuavam principalmente no com\u00e9rcio, e hoje s\u00e3o, sobretudo, m\u00e9dicos, magistrados, professores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201c<strong>Hist\u00f3rias de uma doen\u00e7a e de seus enfermos: tuberculose e tuberculosos em Pelotas (RS) 1930 \u2013 1960\u201d<\/strong>\u00a0\u00e9 um projeto que possibilita perceber a hist\u00f3ria dessa doen\u00e7a na cidade, em m\u00faltiplas vis\u00f5es: m\u00e9dicos, pacientes, familiares e de uma visitadora sanit\u00e1ria. O per\u00edodo tamb\u00e9m \u00e9 expressivo, pois, na d\u00e9cada de 20 inicia-se a vacina\u00e7\u00e3o pela BCG; nos anos de 1930 desenvolve-se a abreugrafia e na d\u00e9cada posterior a estreptomicina, as quais contribuem para aumentar a vida do enfermo e mudar as percep\u00e7\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 doen\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>\u201cMem\u00f3rias da Cidade: Pelotas atrav\u00e9s dos seus moradores\u201d<\/strong>\u00a0buscou coletar depoimentos de moradores sobre a hist\u00f3ria de Pelotas. \u00c9 o \u00fanico projeto do acervo desenvolvido com a metodologia de Hist\u00f3ria Oral de Vida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>\u201c\u00c0 beira da extin\u00e7\u00e3o: mem\u00f3rias de trabalhadores cujos of\u00edcios est\u00e3o em vias de desaparecer\u201d<\/strong>, no qual se observa o cotidiano de vida dos trabalhadores durante a segunda metade do s\u00e9culo XX no Brasil, com o objetivo de preservar os seus relatos, verificar suas posi\u00e7\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o a um mundo a cada dia mais industrializado, que acabou extinguindo uma gama de of\u00edcios, at\u00e9 ent\u00e3o vistos como imprescind\u00edveis. Este projeto tra\u00e7a paralelos e contrapontos entre os of\u00edcios em extin\u00e7\u00e3o e os processos da Justi\u00e7a do Trabalho de Pelotas, 1940 \u2013 1995, que integram o NDH. Dentre os of\u00edcios j\u00e1 entrevistados est\u00e3o os de alfaiates, chapeleira, relojoeiros, benzedores (homens e mulheres), parteiras, entre outros. Estas entrevistas foram realizadas nas cidades de Pelotas, Piratini, Jaguar\u00e3o, S\u00e3o Louren\u00e7o do Sul e Sant\u2019ana do Livramento. \u00c9 o projeto atual, que possui narrativas coletadas h\u00e1 cerca de seis anos e agora come\u00e7am a integrar o banco de arquivamento do LAHO.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Coordenadora: Profa. Dra. Lorena Gill<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Laborat\u00f3rio de Hist\u00f3ria Oral (LaHO), da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), foi fundado em 2010, para ser um local de arquivamento do acervo audiovisual e escrito de entrevistas e das demais atividades que englobam a metodologia de Hist\u00f3ria Oral. 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