{"id":949,"date":"2017-04-04T10:59:45","date_gmt":"2017-04-04T13:59:45","guid":{"rendered":"https:\/\/leppais.wordpress.com\/?page_id=949"},"modified":"2024-10-25T10:25:58","modified_gmt":"2024-10-25T13:25:58","slug":"pesquisa-e-extensao","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/leppais\/projetos\/pesquisa-e-extensao\/","title":{"rendered":"Pesquisa, Extens\u00e3o e Ensino"},"content":{"rendered":"<div>\n<p><strong>Veias Abertas da Ferrovia: contribuic\u0327o\u0303es antropoe\u0301ticas ao Centro Cultural da Estac\u0327a\u0303o (Projeto de extens\u00e3o)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Trabalho colaborativo com moradores do Bairro Simo\u0303es Lopes, especialmente pessoas e fami\u0301lias comprometidas com a memo\u0301ria ferrovia\u0301ria, este projeto extensionista e\u0301 indissocia\u0301vel do ensino e da pesquisa, na medida em que ac\u0327o\u0303es a ele relacionadas esta\u0303o previstas nos programas das disciplinas de Antropologia (2022\/2) para o Bacharelado, Mestrado e Doutorado em Antropologia, bem como para os cursos de Museologia e de Hist\u00f3ria, envolvendo as dimenso\u0303es e\u0301ticas, poli\u0301ticas e este\u0301ticas do ensino e da pesquisa e vislumbrando processos e produtos em que a comunidade estudada se reconhec\u0327a como protagonista da produc\u0327a\u0303o de conhecimento.<br \/>\nA proposta, portanto, e\u0301 que o aprendizado da Antropologia ocorra atrave\u0301s da teoria, mas igualmente da pra\u0301tica do trabalho de campo, da consulta e produc\u0327a\u0303o de acervos visuais, audiovisuais e documentais, envolvendo a problematizac\u0327a\u0303o da implementac\u0327a\u0303o e sucateamento do transporte ferrovia\u0301rio como feno\u0302meno social total, com impactos decisivos sobre a histo\u0301ria local, regional, nacional e latino-americana.<br \/>\nProjeto articulado \u00e0 proposta de Implementac\u0327a\u0303o do Centro Cultural da Estac\u0327a\u0303o Ferrovia\u0301ria, coordenada por docentes do Depto Museologia e Conservac\u0327a\u0303o e Restauro da UFPel, e, em o dia\u0301logo com outras a\u0301reas do conhecimento (Engenharia, Danc\u0327a, Cinema, etc.), visando retomar e aportar desdobramentos ao Memorial da Estac\u0327a\u0303o Fe\u0301rrea de Pelotas, projeto de extensa\u0303o desenvolvido no a\u0302mbito do LEPPAIS entre 2015 e 2018, com a participac\u0327a\u0303o de seu Grupo de Pesquisas e de estudantes da Museologia, em resposta a uma demanda da Secretaria Municipal de Cultura (SECULT).<\/p>\n<h1 class=\"js-clip_title\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/leppais\/vida-nos-trilhos-ensaios\/\">Vida nos Trilhos \u2013 Ensaios Fotogr\u00e1ficos<\/a><\/h1>\n<h1><a href=\"https:\/\/youtu.be\/DCs5JEa0Ghw\">Mem\u00f3rias da Esta\u00e7\u00e3o F\u00e9rrea de Pelotas \u2013 Video<\/a><\/h1>\n<h1 class=\"js-clip_title\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/leppais\/mef\/\">Museu de Rua para o Memorial da Esta\u00e7\u00e3o F\u00e9rrea de Pelotas \u2013 Banners<\/a><\/h1>\n<hr \/>\n<p><strong>Antropologia em M\u00eddias Alternativas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Linha extensionista do Coletivo Antropo\u00e9ticas, Grupo de Pesquisas do LEPPAIS, cadastrado no Deiret\u00f3rio do CNPq. Trata-se da articula\u00e7\u00e3o de sub-projetos e a\u00e7\u00f5es que visam ampliar di\u00e1logos com a sociedade atrav\u00e9s de podcasts, webn\u00e1rios, webTVs, r\u00e1dios comunit\u00e1rias e outras, promovendo a divulga\u00e7\u00e3o, difus\u00e3o e documenta\u00e7\u00e3o de eventos, produ\u00e7\u00f5es acad\u00eamicas e projetos de ensino, pesquisa e extens\u00e3o, e buscando integrar comunidades diversas, interlocutores de fato ou potenciais a respeito de temas de interesse da Antropologia e Ci\u00eancias Sociais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esta Linha articula e integra outros sub-projetos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; o <strong>PodCast Caraminholas<\/strong> (<a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/show\/2LT4R0bZftPxAIEOqZGHZv\">https:\/\/open.spotify.com\/show\/2LT4R0bZftPxAIEOqZGHZv<\/a>)<br \/>\nDesenvolvido no \u00e2mbito da pesquisa de doutorado de Daniele Borges Bezerra com o Movimento dos Ouvidores de Vozes, visando o compartilhamento de experi\u00eancias relacionadas \u00e0s formas de cuidado em Sa\u00fade Mental e seus atravessamentos pol\u00edticos, \u00e9ticos e sens\u00edveis, mas tamb\u00e9m a outras formas de significa\u00e7\u00e3o de fen\u00f4menos da percep\u00e7\u00e3o considerados como sintomas pela Psiquiatria Convencional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; O <strong>Podcast Antrop\u00f3lis<\/strong> (<a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/show\/3NwxK6MQiXS9DsLhd9fbnS\">https:\/\/open.spotify.com\/show\/3NwxK6MQiXS9DsLhd9fbnS<\/a>)<br \/>\nIniciativa do Prof. Dr. Guilhermo Aderaldo (p\u00f3s-doutorado no PPG em Antropologia de 2019 a 2023), cujos prop\u00f3sitos s\u00e3o: a amplia\u00e7\u00e3o do alcance dos conhecimentos produzidos por pesquisas antropol\u00f3gicas dentre estudantes e pesquisadores de outras institui\u00e7\u00f5es cient\u00edficas e dentre o p\u00fablico mais amplo; o fortalecimento das rela\u00e7\u00f5es institucionais com departamentos de outras regi\u00f5es do pa\u00eds e do exterior; a produ\u00e7\u00e3o de material did\u00e1tico-pedag\u00f3gico para o ensino da \u00e1rea de antropologia e \u00e1reas afins.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; <strong>O Projeto Trajet\u00f3rias pessoais na Antropologia Visual no Brasil<\/strong>, desenvolvido em parceria com o Laborat\u00f3rio das Mem\u00f3rias e Pr\u00e1ticas Cotidianas (LABOME) da Universidade do Vale do Acara\u00fa (UVA), Cear\u00e1. Premiado pela Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Antropologia na categoria Divulga\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica (2022). Trata-se de uma s\u00e9ria de 36 entrevistas via webconfer\u00eancia com expoentes da Antropologia Visual Brasileira, as quais foram transcritas, revisadas e publicadas em e.book e impress\u00e3o pela Editora Sert\u00e3o Cult : <a href=\"https:\/\/repositorio.editorasertaocult.com.br\/index.php\/omp\/catalog\/book\/54\">https:\/\/repositorio.editorasertaocult.com.br\/index.php\/omp\/catalog\/book\/54<\/a><br \/>\nEntrevistas no Canal YouTube do LABOME: <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/playlist?list=PLrKSbcOn7CPtLnaOF35Gi_ZrB2H7z7H7_\">https:\/\/www.youtube.com\/playlist?list=PLrKSbcOn7CPtLnaOF35Gi_ZrB2H7z7H7_<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; <strong>Internacionaliza\u00e7\u00e3o das v\u00eddeo-aulas &#8220;Cinema e Antropologia: para uma antropologia fora do texto&#8221; de Marc-Henri Piault.<\/strong><br \/>\nTradu\u00e7\u00e3o para o portugu\u00eas e o ingl\u00eas da s\u00e9rie de 9 v\u00eddeo-aulas com o Prof. Dr. Marc Piault, publicadas na T\u00e9l\u00e9 AMU &#8211; Universit\u00e9 AIX MARSEILLE em 2013, sob o t\u00edtulo &#8220;Cin\u00e9ma et Anthropologie: vers une anthropologie hors texte\u201d. O projeto de tradu\u00e7\u00e3o financiado pela Universit\u00e9 Num\u00e9rique sob coordena\u00e7\u00e3o do Dr Pascal Cesaro (ma\u00eetre de conference no D\u00e9partement Arts du spectacle, Master Cin\u00e9ma et audiovisuel da Universit\u00e9 d\u2019Aix Marseille), em parceira com LEPPAIS e apoio da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Antropologia, do NAVISUAL\/UFRGS, do LABOME\/UVA, dentre outro n\u00facleos acad\u00eamicos brasileiros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; <strong>Publicac\u0327a\u0303o (vi\u0301deo) de aulas do Prof. Mario Oso\u0301rio Magalha\u0303e (Projeto de Ensino)<\/strong><br \/>\nResgate de um projeto desenvolvido em 2009, &#8220;REGISTRO AUDIOVISUAL DE AULAS DO PROF. MARIO OSORIO SOBRE A HISTO\u0301RIA DE PELOTAS&#8221;, o qual foi interrompido devido ao falecimento do referido docente, em 201. O material gravado, com apoio de bolsistas do Curso de Cinema que atuavam no LEPPAIS, serviria de base para um documenta\u0301rio sobre a histo\u0301ria de Pelotas, a ser montado em alterna\u0302ncia com outras filmagens em locais especi\u0301ficos da cidade mencionados pelo professor. Passados quatorze anos do cadastramento do projeto, consideramos que o pro\u0301prio registro deste eminente professor constitui um material de valor inestima\u0301vel em termos de ensino e pesquisa, de modo que faremos um tratamento editorial ba\u0301sico para disponibilizar as pro\u0301prias aulas ao pu\u0301blico acade\u0302mico, pesquisadores e pu\u0301blico em geral.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Na origem desta Linha de Pesquisa e Extens\u00e3o, tamb\u00e9m esteve o programa radiof\u00f4nico <strong>N\u00f3s Nossotros &#8211; Antropofonias e Charlas<\/strong>, uma iniciativa de discentes do Bacharelado em Antropologia e Arqueologia e veiculado semanalmente na r\u00e1dio comunit\u00e1ria Radiocom, entre 2017 e 2019. Posteriormente transformado em podcast.<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Estudo antropol\u00f3gico sobre percep\u00e7\u00f5es, emo\u00e7\u00f5es e intelig\u00eancia artificial<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Considerando que a Intelige\u0302ncia Artificial (IA) media e produz pra\u0301ticas, relac\u0327o\u0303es, subjetividades, alteridades, modos de vivenciar e conceber o espac\u0327o, o tempo e a pro\u0301pria existe\u0302ncia, este projeto propo\u0303e o desenvolvimento de dispositivos nume\u0301ricos por meio de realidades mistas, capazes de mediar dos processos de verbalizac\u0327a\u0303o e compreensa\u0303o de emoc\u0327o\u0303es relacionadas a feno\u0302menos percebidos pelo corpo (MERLEAU-PONTY, 1994). O me\u0301todo para o estudo baseia-se na associac\u0327a\u0303o entre narrativas orais e ferramentas de IA, tais como a DALL-E e a Midjourney, que geram imagens digitais a partir de algoritmos e prompts de comando seguidos de uma frase, evocando experie\u0302ncias sensoriais distintas e imagina\u0301rios que sustentem as representac\u0327o\u0303es artificiais em cada situac\u0327a\u0303o narrada. Tomaremos como universos de investigac\u0327a\u0303o, coletivos com os quais ja\u0301 temos so\u0301lidos vi\u0301nculos de pesquisa: a Comunidade Quilombola Rinca\u0303o das Almas, em Sa\u0303o Lourenc\u0327o do Sul (RS); o Grupo de Auto e Mu\u0301tua ajuda Vozes que nos Unem, em Rio Grande (RS), coletivos de candombe uruguaio, ale\u0301m de segmentos sociais que circulam em espac\u0327os pu\u0301blicos. Com eles, pretendemos dar ini\u0301cio a experimentac\u0327o\u0303es mediadas por dispositivos tecnolo\u0301gicos de IA com vistas a\u0300 comunicac\u0327a\u0303o de experie\u0302ncias sensoriais associadas a intuic\u0327o\u0303es, premonic\u0327o\u0303es, sonhos e acontecimentos que desejem relatar.<br \/>\nA proposta situa-se na linha de investigac\u0327a\u0303o &#8220;Ma\u0301quinas, Corpos e Grafias&#8221; do Coletivo Antropoe\u0301ticas, vinculado ao Laborato\u0301rio de Ensino, Pesquisa e Produc\u0327a\u0303o em Antropologia da Imagem e do Som (LEPPAIS) e ao Programa de Po\u0301s-Graduac\u0327a\u0303o em Antropologia da Universidade Federal de Pelotas (PPGAnt\/UFPel).<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Projeto para implanta\u00e7\u00e3o do &#8220;Centro Cultural Esta\u00e7\u00e3o Ferrovi\u00e1ria&#8221;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O \u201cExpresso Mem\u00f3ria\u201d \u00e9 uma a\u00e7\u00e3o do \u201cProjeto para a implanta\u00e7\u00e3o do Centro Cultural Esta\u00e7\u00e3o Ferrovi\u00e1ria\u201d de Pelotas, R.S., parceria entre a Prefeitura Municipal e o Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Mem\u00f3ria Social e Patrim\u00f4nio Cultural da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). O projeto, nascido no ano de 2019, conta com muitos parceiros, como o Suldesign Est\u00fadio (UFPel), respons\u00e1vel pela identidade visual e site da iniciativa, e com a trajet\u00f3ria pr\u00e9via do trabalho do Laborat\u00f3rio de Ensino, Pesquisa e Produ\u00e7\u00e3o em Antropologia da Imagem e do Som (LEPPAIS- UFPel), que j\u00e1 havia realizado pesquisas junto aos ex-ferrovi\u00e1rios e seus familiares, moradores do entorno da Esta\u00e7\u00e3o, resultando em uma exposi\u00e7\u00e3o no ano de 2015.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O \u201cExpresso Mem\u00f3ria\u201d tem por objetivo narrar e registrar mem\u00f3rias do tempo do transporte ferrovi\u00e1rio na cidade, mas tamb\u00e9m congregar pessoas que t\u00eam interesse pelo passado de Pelotas e pelo seu patrim\u00f4nio.<\/p>\n<p>Coordena\u00e7\u00e3o: Juliana Concei\u00e7\u00e3o Primon Serres<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/expressomemoria\/sobre-o-projeto\/\">https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/expressomemoria\/sobre-o-projeto\/<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Antropo\u00e9ticas do Laborat\u00f3rio de Ensino, Pesquisa e Produ\u00e7\u00e3o em Antropologia da Imagem e do Som<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Este projeto promove desdobramentos e aprofunda implica\u00e7\u00f5es te\u00f3rico-metodol\u00f3gicas acerca do desenvolvimento cient\u00edfico, tecnol\u00f3gico e de inova\u00e7\u00e3o promovido, desde 2008, pelo Laborat\u00f3rio de Ensino, Pesquisa e Produ\u00e7\u00e3o em Antropologia da Imagem e do Som (LEPPAIS) &#8211; projeto de extens\u00e3o permanente, fundado pela proponente do presente projeto de pesquisa, o qual foi registrado no Diret\u00f3rio de Pesquisa do CNPq em 2018 sob o nome de Antropo\u00e9ticas: Coletivo de Pesquisa em A\u00e7\u00e3o. O LEPPAIS integra a Rede de Pesquisas em Antropologia Visual (RPAV) e foi respons\u00e1vel pela implementa\u00e7\u00e3o desta sub\u00e1rea na Universidade Federal de Pelotas, sendo um dos n\u00facleos estruturantes do Bacharelado em Antropologia e do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Antropologia (criados, respectivamente, em 2008 e 2012).<br \/>\nOs investimentos compartilhados na experimenta\u00e7\u00e3o de recursos criativos e na reflex\u00e3o sobre dimens\u00f5es po\u00e9ticas e pol\u00edticas de processos e produtos de pesquisas antropol\u00f3gicas desenvolvidas em intera\u00e7\u00e3o com \u00e1reas afins, t\u00eam o intuito de promover a quebra de fronteiras entre ensino, pesquisa e extens\u00e3o, potencializando interesses e desejos m\u00fatuos entre conhecimentos acad\u00eamicos formais e conhecimentos populares anti-hegem\u00f4nicos. Toma-se por premissa o fato de que a produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica vem enfrentando desafios epist\u00eamicos, pol\u00edticos e metodol\u00f3gicos, na medida em que sujeitos e &#8220;objetos&#8221; de pesquisa n\u00e3o podem mais ser compreendidos separadamente com base interpreta\u00e7\u00f5es un\u00edvocas e restritas a determinado campo do saber. Considera-se, portanto, o imperativo de dinamizar as trocas e di\u00e1logos com a sociedade, explorando caminhos multi, inter e transdisciplinares, com vistas a uma virada epist\u00eamica, atrav\u00e9s de abordagens atentas \u00e0s ag\u00eancias e intera\u00e7\u00f5es de diferentes cosmologias, modernas e tradicionais, envolvendo humanos, n\u00e3o-humanos, duplos e simulacros. Baseadas em m\u00e9todos e t\u00e9cnicas diversas &#8211; como observa\u00e7\u00e3o flutuante, observa\u00e7\u00e3o participante, caminhadas e deambula\u00e7\u00f5es, di\u00e1rios gr\u00e1ficos, fotogr\u00e1ficos, videogr\u00e1ficos e sonoros para o trabalho de campo, e a \u201cmetodologia dos caf\u00e9s\u201d para a democratiza\u00e7\u00e3o de debates &#8211; tais pesquisas, articuladads a oficinas, grupos de trabalho, exposi\u00e7\u00f5es, publica\u00e7\u00f5es, interc\u00e2mbios e programas em m\u00eddias alternativas, convidam a reflex\u00f5es \u00e9ticas e experimenta\u00e7\u00f5es est\u00e9ticas com linguagens e metalinguagens inovadoras e prop\u00edcias \u00e0 restitui\u00e7\u00e3o social, que logrem considerar as diferentes ag\u00eancias na produ\u00e7\u00e3o do conhecimento.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<hr \/>\n<\/div>\n<div><strong>Pra\u0301ticas e conhecimentos quilombolas na Parai\u0301ba e no Rio Grande do Sul: experimentac\u0327o\u0303es de extensa\u0303o, ensino e pesquisa etnogra\u0301fica com materiais sensi\u0301veis<\/strong><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo:\u00a0Por meio da presente proposta reuniremos iniciativas que inter-relacionem ensino, pesquisa e extensa\u0303o na construc\u0327a\u0303o do conhecimento cienti\u0301fico a partir da produc\u0327a\u0303o de materiais sensi\u0301veis diversos. Toma como referenciais projetos coletivos e individuais nos quais esta\u0301 presente o compartilhamento de uma relac\u0327a\u0303o entre sujeitos gerado por formatos coparticipativos. O objetivo e\u0301 realizar pesquisas etnogra\u0301ficas, debates e oficinas com e por meio de materiais visuais e audiovisuais que se voltem para os saberes, histo\u0301rias e trajeto\u0301rias de grupos sociais invisibilizados e marginalizados. Fara\u0303o parte do universo de pesquisa tanto saberes e memo\u0301rias locais quanto relatos de situac\u0327o\u0303es conflituosas e disruptivas narradas por quilombolas da Parai\u0301ba e do Rio Grande do Sul, respectivamente na Comunidade Quilombola de Mituac\u0327u\u00a0\u2013\u00a0na qual, ao mesmo tempo em que esta\u0301 sendo elaborada uma colec\u0327a\u0303o gra\u0301fica e bota\u0302nica de plantas medicinais da comunidade, emerge tambe\u0301m a demanda por um acervo comunita\u0301rio mais amplo relacionado aos saberes locais\u00a0\u2013, e na Comunidade Quilombola do Rinca\u0303o das Almas\u00a0\u2013\u00a0onde a produc\u0327a\u0303o, em curso, de fotobiografias das mulheres trouxe importantes elementos biogra\u0301ficos sobre a constituic\u0327a\u0303o do territo\u0301rio. Quilombolas esses\/as que sa\u0303o tambe\u0301m agricultores\/as, benzedeiras, rezadeiras, contadores de histo\u0301rias, guardio\u0303es das sementes crioulas e de plantas medicinais, pescadores\/as, entre outros. Sa\u0303o indivi\u0301duos que pouco figuram nos relatos oficiais, mesmo que tenham contribui\u0301do significativamente para a formac\u0327a\u0303o social regional e nacional. Junto com trajeto\u0301rias individuais singulares, tambe\u0301m emergem pra\u0301ticas comunita\u0301rias, sejam elas religiosas, de produc\u0327a\u0303o, cura, entre outras. Pra\u0301ticas que se expandem por todo Brasil e fortalecem os territo\u0301rios desses povos diante das mudanc\u0327as no mundo contempora\u0302neo, ale\u0301m de colaborarem para a conformac\u0327a\u0303o de complexos conhecimentos relacionados a saberes locais que se expandem e se vinculam\u00a0\u2014\u00a0em seus conflitos, transformac\u0327o\u0303es e na relac\u0327a\u0303o entre saberes e biodiversidade em um mundo de materiais em constante experimentac\u0327a\u0303o. A problematizac\u0327a\u0303o conti\u0301nua dos limites do fazer cie\u0302ncia atual esta\u0301 subjacente a\u0300 discussa\u0303o desta proposta, sem esquecer as intencionalidades diversas, especialmente daqueles com quem nos propomos a trabalhar. E\u0301 neste contexto, somado a\u0300s experie\u0302ncias de pesquisa, ensino e extensa\u0303o que surgem reflexo\u0303es, posicionamentos, escolhas e construc\u0327o\u0303es coletivas e coparticipativas geradoras de produtos image\u0301ticos e audiovisuais na\u0303o antevistos.<\/p>\n<p>Palavras-chave: comunidades quilombolas; memo\u0301rias coletivas; acervo de museu comunita\u0301rio; audiovisual, Antropologia Compartilhada.<\/p>\n<p>Coordenac\u0327a\u0303o: Dr\u00aa. Patri\u0301cia dos Santos Pinheiro (PPGA\/UFPB)<\/p>\n<p>Equipe de Pesquisa:<br \/>\nProf\u00aa. Dr\u00aa. Patri\u0301cia dos Santos Pinheiro (PPGA\/UFPB), Prof\u00aa. Dr\u00aa. Aina Guimara\u0303es Azevedo (CCHLA\/UFPB), Prof\u00aa. Dr\u00aa. Cla\u0301udia Turra Magni (PPGAnt\/UFPel), Prof. Dr. Marcos Castro Carvalho (PPGA\/UFPB), Prof\u00aa. Dr\u00aa. Luciana Chianca (PPGA\/UFPB).<br \/>\nMestre em Lingui\u0301stica e Doutoranda Edicle\u0301cia Sousa de Melo (PROLING\/UFPB), Graduada e mestranda em Antropologia Aline Maria Pinto da Paixa\u0303o (PPGA\/UFPB), Graduado e mestrando em Antropologia Antropo\u0301logo Guilherme Rodrigues de Rodrigues (PPGAnt\/UFPel).<br \/>\nGraduado em Mu\u0301sica e mestrando em Antropologia Eduard Alves Ferna\u0301ndez (PPGA\/UFPB), Graduanda em Licenciatura em Cie\u0302ncias Sociais Thayonara Marina Da Silva Santos (CCHLA\/UFPB).<\/p>\n<p>Colaboradores:<br \/>\nGraduando em Cinema Leonardo dos Santos Pinheiro (Cinema\/UFSC),<br \/>\nProfa. Dra. Yara Altez Ortega (Universidad Central de Venezuela e Programa de Po\u0301s- Graduac\u0327a\u0303o em Memo\u0301ria Social e Patrimo\u0302nio Cultural\/UFPel).<\/p>\n<p>A\u0301reas do projeto:<br \/>\nAntropologia das populac\u0327o\u0303es afro-brasileiras<br \/>\nAntropologia Visual, Desenho, Artes, Fotografia e Cinema.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>N\u00f3s Nosotros: antropofonias e charlas<\/strong><br \/>\nA proposta do Programa semanal de R\u00e1dio (104.5 FM \u2013 RadioCom) \u00e9 motivada pelo desejo de divulgar as produ\u00e7\u00f5es de pesquisa, ensino e extens\u00e3o do Curso de Antropologia da Universidade Federal de Pelotas e rede de pesquisadores, docentes e discentes a ele associada.<br \/>\nN\u00f3s Nosotros:\u00a0antropofonias e charlas\u00a0visa estabelecer di\u00e1logos para estreitar as rela\u00e7\u00f5es entre a universidade e comunidades em geral, atentando para o sens\u00edvel como maneira de acessar o processo de aprender, transbordando na m\u00fasica, na poesia, nos depoimentos que nos situam na vida em uma antropologia do inevit\u00e1vel.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/leppais\/producoes\/programas-radiofonicos\/\">Programas Radiof\u00f4nicos<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Grupo de Apoio \u00e0 Pesquisa Etnogr\u00e1fica com Imagem (GRAPETI)<\/strong><br \/>\nGrupo de estudos e atividades promovido pelo LEPPAIS, integrando discentes da gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o, docentes e membros externos \u00e0 Universidade, com o prop\u00f3sito de estimular e subsidiar, em termos te\u00f3ricos, pr\u00e1ticos e t\u00e9cnicos, o desenvolvimento de pesquisas antropol\u00f3gicas individuais e coletivas com aporte de imagens fotogr\u00e1ficas, videogr\u00e1ficas, multim\u00eddia e som.<\/p>\n<p>Coordena\u00e7\u00e3o: Claudia Turra Magni<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/youtu.be\/VgzWadSpk-A\">Garra Xavante, um documentario musical<\/a> | <a href=\"https:\/\/youtu.be\/QkKmDETq1WU\">Teaser Document\u00e1rio: &#8220;Habitantes do Guaju&#8221;<\/a> | Ensaio fotogr\u00e1fico:<a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/leppais\/files\/2017\/03\/ensaio-fotogrc3a1fico-do-castelo-ao-quilombo.pdf\"> Do Castelo ao Quilombo<\/a> | <a href=\"https:\/\/leppais.files.wordpress.com\/2017\/04\/devircoisas_qualisaudiovisual_carolhoffmann_ppgantufpel_web.pdf\">O Devir das Coisas<\/a><br \/>\nConvidados \/ 2016: <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/leppais\/2016\/10\/22\/grapeti-com-a-presenca-de-luana-schiavon\/\">Luana Schiavon<\/a> | <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/leppais\/2016\/10\/10\/grapeti-com-a-presenca-de-sophia-pinheiro\/\">Sophia Pinheiro<\/a> | <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/leppais\/2016\/09\/09\/grapeti-com-a-presenca-de-tiago-lemoes\/\">Tiago Lem\u00f5es<\/a> | <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/leppais\/2016\/09\/02\/grapeti-com-a-presenca-de-marta-denise-da-rosa-jardim\/\">Marta Jardim<\/a><br \/>\nVideoarte: <a href=\"https:\/\/youtu.be\/4rzkBb_IsyI\">Coloniza\u00e7\u00e3o Cibern\u00e9tica<\/a> | <a href=\"https:\/\/youtu.be\/44OmZsGX0a8\">Transi\u00e7\u00e3o<\/a> | <a href=\"https:\/\/youtu.be\/ncCVswuOH58\">V\u00eddeo-poema ao mar<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Vida nos Trilhos<\/strong><br \/>\nEste projeto coletivo, desenvolvido pelo Grupo de Apoio \u00e0 Pesquisa Etnogr\u00e1fica com Imagem (GRAPETI) do LEPPAIS, por demanda da Secretaria Municipal de Cultura de Pelotas, visa o desenvolvimento de pesquisa para a elabora\u00e7\u00e3o do Memorial da Esta\u00e7\u00e3o F\u00e9rrea de Pelotas, destacando a relev\u00e2ncia deste patrim\u00f4nio, atrav\u00e9s da mem\u00f3ria coletiva que o sustenta e das potencialidades de usos e signifcados atuais e futuros daquele s\u00edtio e equipamento urbanos.<\/p>\n<p>Coordena\u00e7\u00e3o: Claudia Turra Magni<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/leppais\/vida-nos-trilhos-ensaios\/\">Ensaios Fotogr\u00e1ficos<\/a> | <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=DCs5JEa0Ghw\">V\u00eddeo<\/a> | <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/leppais\/mef\/\">Museu de Rua<\/a> |<a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/leppais\/files\/2017\/04\/gocc81mez-g-s-r-cidade-trabalho-e-narrativa.pdf\"> TCC<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Saberes e Sabores da Col\u00f4nia<\/strong><br \/>\nA agenda de pesquisa Saberes e Sabores da Col\u00f4nia vem, desde 2011, sendo conduzida pelo Grupo de Estudos e Pesquisas em Alimenta\u00e7\u00e3o e Cultura (GEPAC) em parceria com o Laborat\u00f3rio de Ensino, Pesquisa e Produ\u00e7\u00e3o em Antropologia da Imagem e do Som (LEPPAIS) e o Laborat\u00f3rio de Estudos Agr\u00e1rios e Ambientais (LEAA), da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL). Nos \u00faltimos anos, a \u00eanfase das pesquisa tem se voltado aos objetos e imagens da col\u00f4nia. Dessa forma, por meio de pesquisa etnogr\u00e1fica e documental, tomando o estudo da alimenta\u00e7\u00e3o como abordagem privilegiada para apreender modos de vida de grupos camponeses e os objetos materiais como partes integrantes dos sistemas classificat\u00f3rios desses grupos, buscamos identificar e registrar objetos e t\u00e9cnicas pertencentes ao universo da alimenta\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o colonial de Pelotas. Assim \u00e9 que a aten\u00e7\u00e3o tem sido dirigida a equipamentos e utens\u00edlios de cozinha, panos de parede, cadernos de receitas, ingredientes presentes na culin\u00e1ria, produtos tradicionais e, complementarmente e na medida em que produ\u00e7\u00e3o e consumo de alimentos est\u00e3o, no contexto em estudo, estreitamente associados, tamb\u00e9m a equipamentos e ferramentas empregados na produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria.<\/p>\n<p>Coordena\u00e7\u00e3o geral: Renata Menasche<br \/>\nCoordena\u00e7\u00e3o dos Produtos Visuais\/Assessoria em Imagem: Claudia Turra Magni<\/p>\n<p>Como resultados destas iniciativas de pesquisa, foram e t\u00eam sido produzidos:<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/gepac\/livros.html\">Livro<\/a> | <a href=\"http:\/\/www.ufrgs.br\/pgdr\/publicacoes\/producaotextual\/renata-menasche\">Trabalhos apresentados em eventos, artigos, cap\u00edtulos de livro<\/a> | <a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/gepac\/teses.html\">Trabalhos de conclus\u00e3o de curso de gradua\u00e7\u00e3o, mestrado e doutorado<\/a> | <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/leppais\/files\/2017\/03\/cd-rom_folheto_dvd_blog.jpg\">CD-ROM interativo<\/a> | <a href=\"https:\/\/vimeo.com\/album\/3196835\">Cole\u00e7\u00e3o de v\u00eddeos<\/a> | <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/leppais\/saberessaboresdacolonia_banners\/\">Banners<\/a><\/p>\n<p>E em breve ser\u00e1 disponibilizado na internet um Banco de Imagens para exposi\u00e7\u00e3o de ensaios e acervo fotogr\u00e1fico produzidos pela equipe de pesquisa.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Hist\u00f3rias de Quilombo: oficina de v\u00eddeo na Comunidade Rinc\u00e3o das Almas<\/strong><br \/>\nEste projeto contempla uma demanda realizada pela Comunidade Quilombola Rinc\u00e3o das Almas, S\u00e3o Louren\u00e7o do Sul, RS (que conta atualmente com cerca de 100 fam\u00edlias), de realiza\u00e7\u00e3o de atividade de elabora\u00e7\u00e3o de v\u00eddeos junto aos jovens da comunidade. A partir disso, essa Oficina procura relacionar pr\u00e1ticas e saberes locais com as novas possibilidades introduzidas com as tecnologias digitais, em um compartilhamento de saberes, vivenciando o uso de ferramentas acess\u00edveis para a elabora\u00e7\u00e3o de v\u00eddeos, desde o processo de planejamento, capta\u00e7\u00e3o de imagens at\u00e9 a edi\u00e7\u00e3o final.<\/p>\n<p>Coordena\u00e7\u00e3o: Patr\u00edcia Pinheiro; Claudia Turra Magni (apoio LEPPAIS)<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/leppais\/2017\/03\/13\/calendario-quilombola-do-rincao-das-almas\/\">Calend\u00e1rios da Comunidade Quilombola do Rinc\u00e3o das Almas<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Morada sob as Estrelas<\/strong><br \/>\nProjeto de extens\u00e3o vinculado ao projeto de pesquisa: Museu das Coisas Banais (MCB). O MCB existe desde 2014, vinculado ao Instituto de Ci\u00eancias Humanas da Universidade Federal de Pelotas\/RS e busca, atrav\u00e9s da coleta virtual de acervos e, baseado na metodologia da hist\u00f3ria oral, a preserva\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria dos objetos, constituindo um acervo digital por meio de narrativas escritas e fotografias. Esses objetos, provenientes da livre participa\u00e7\u00e3o das pessoas, passam a constituir o acervo museol\u00f3gico do museu virtual. Al\u00e9m da coleta virtual de objetos ordin\u00e1rios, o MCB pretende expandir sua abordagem de coleta e compartilhamento ao trabalhar com \u201cpessoas em situa\u00e7\u00e3o de rua\u201d. A partir do registro fotogr\u00e1fico e oral, com a popula\u00e7\u00e3o de rua da cidade de Pelotas, pretende-se ampliar a discuss\u00e3o sobre objetos afetivos, memoriais e biogr\u00e1ficos, ao trazer \u00e0 tona outras perspectivas sociais que envolvem a cultura material: consumo, ac\u00famulo, preserva\u00e7\u00e3o, utilidade, mem\u00f3ria e afetividade.<\/p>\n<p>Coordena\u00e7\u00e3o: Daniele Borges; Claudia Turra Magni<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/leppais\/2016\/09\/29\/projeto-morada-sob-as-estrelas\/\">Mat\u00e9ria Jornal Di\u00e1rio Popular<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Terra de Santo: Patrimonializa\u00e7\u00e3o de terreiro em Pelotas (em parceria com o GEEUR)<\/strong><br \/>\nO planejamento do pedido de patrimonializa\u00e7\u00e3o da Comunidade Beneficente Tradicional de Terreiro Caboclo Rompe Mato Ile Ax\u00e9 Xang\u00f4 e Oxal\u00e1, institui\u00e7\u00e3o de religi\u00e3o afro-brasileira, de Pelotas, surgiu a partir de uma demanda da pr\u00f3pria comunidade afro-religiosa. Busca-se entender o universo desse terreiro, as hist\u00f3rias de forma\u00e7\u00e3o desse centro, bem como as hist\u00f3rias das pessoas ligadas a essa casa. Assim, procura-se elaborar um dossi\u00ea que seja base de encaminhamento do processo para o pedido de patrimonializa\u00e7\u00e3o desse terreiro. A abordagem utilizada no projeto \u00e9 multidisciplinar, pautada, especialmente, nas disciplinas de Antropologia e Arqueologia, atentando para as rela\u00e7\u00f5es entre humanos e humanos-n\u00e3o humanos e para olhares sobre a materialidade. Pretende-se, assim: 1) Compreender a hist\u00f3ria de forma\u00e7\u00e3o da casa, com os diversos elementos que a comp\u00f5e; 2) Procurar entender as rela\u00e7\u00f5es entre humanos e n\u00e3o humanos, com foco na materialidade (objetos\/artefatos) religiosa; 3) Relacionar as atividades religiosas e sociais com outras casas, buscando uma amplia\u00e7\u00e3o do entendimento das linhas afro-religiosas em Pelotas para compreender a inser\u00e7\u00e3o de tal terreiro no meio urbano; 4) Identificar as redes que ultrapassam os limites do munic\u00edpio, seja por atividade religiosa, seja por fornecimento de produtos utilizados para os eventos religiosos; 5) Elaborar um dossi\u00ea para o pedido de patrimonializa\u00e7\u00e3o desse terreiro.<br \/>\nCoordena\u00e7\u00e3o: Louise Alfonso<br \/>\nAssessoria em Imagem: Claudia Turra Magni<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/leppais\/files\/2017\/03\/terradesanto.jpg\">Divulga\u00e7\u00e3o<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Mapeando a Noite: o universo travesti (em parceria com o GEEUR)<\/strong><br \/>\nO projeto busca entender o universo das travestis que trabalham nas ruas das noites de Pelotas, especialmente as alocadas na regi\u00e3o do centro da cidade,atrav\u00e9s de abordagens multidisciplinares que contemplem, junto aos estudos etnogr\u00e1ficos, olhares voltados para a materialidade desse universo (mapas das ruas e trajetos; vestimentas e acess\u00f3rios; constru\u00e7\u00e3o do corpo, etc). Pretende-se, assim: 1) Compreender de que forma elas entendem o seu trabalho; 2) Identificar e entender as poss\u00edveis fronteiras entre trabalho e afeto, uma vez que esse universo abarca rela\u00e7\u00f5es pessoais \u00edntimas; 3) Mapear as \u00e1reas urbanas de atua\u00e7\u00e3o profissional;4) Identificar os processos de territorializa\u00e7\u00e3o; 5) Compreender as escolhas e usos de vestimentas e acess\u00f3rios atinentes ao trabalho (e fora dele), buscando, assim, identificar as rela\u00e7\u00f5es humanos-objetos; 6) Gerar debates e Reflex\u00f5es sobre corporalidade; 7) Promover a valoriza\u00e7\u00e3o e visibiliza\u00e7\u00e3o da luta travesti por meio de eventos e a\u00e7\u00f5es que procurem minimizar os efeitos dos estigmas implicados tanto sobre as quest\u00f5es profissionais, quanto nas rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero.<\/p>\n<p>Coordena\u00e7\u00e3o: Louise Alfonso<br \/>\nAssessoria em Imagem: Claudia Turra Magni<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Cole\u00e7\u00e3o de v\u00eddeos e fotos etnogr\u00e1ficas do Concurso Pierre Verger (2010)<\/strong><br \/>\nCole\u00e7\u00e3o composta por dezoito v\u00eddeos etnogr\u00e1ficos e treze ensaios fotogr\u00e1ficos \u2013 todos premiados em diversas modalidades do concurso, entre 1996 e 2008.<br \/>\nPara maiores informa\u00e7\u00f5es, <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/leppais\/2012\/10\/25\/colecao-pierre-verger\/\">clique aqui<\/a>.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Invent\u00e1rio Nacional de Refer\u00eancias Culturais &#8211; Lidas Campeiras na Regi\u00e3o de Bag\u00e9 (2010-atual)<\/strong><br \/>\nEm conson\u00e2ncia com a pol\u00edtica de preserva\u00e7\u00e3o da diversidade \u00e9tnica e cultural do pa\u00eds, a presente iniciativa de pesquisa atende a uma demanda da Prefeitura Municipal de Bag\u00e9\/RS, acolhida pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), por interm\u00e9dio do curso de Bacharelado em Antropologia, visando a documenta\u00e7\u00e3o, a produ\u00e7\u00e3o de conhecimento e o reconhecimento da pecu\u00e1ria, enquanto refer\u00eancia na estrutura\u00e7\u00e3o da cultura ga\u00facha. Percebido como um fato social total, por permear diferentes dimens\u00f5es da vida no pampa e permitir a discuss\u00e3o sobre uma ampla gama rela\u00e7\u00f5es sociais, o sistema da pecu\u00e1ria &#8211; a cria\u00e7\u00e3o de bovinos, ovinos e eq\u00fcinos, para fins econ\u00f4micos &#8211; tem, na perspectiva deste estudo, o estatuto de patrim\u00f4nio dessa regi\u00e3o. Ao pensar as culturas como patrim\u00f4nio, a partir do que sugere Gon\u00e7alves (2004), atenta-se para a id\u00e9ia de comunica\u00e7\u00e3o entre o passado e o presente, o cosmo e a sociedade, o indiv\u00edduo e o grupo social, e entre a hist\u00f3ria, a mem\u00f3ria e a experi\u00eancia. Desta forma, a proposta de inventariar a pecu\u00e1ria como refer\u00eancia cultural do pampa, privilegia a rela\u00e7\u00e3o cultura\/natureza, mais especificamente a rela\u00e7\u00e3o do homem com os animais, para pensar a configura\u00e7\u00e3o desta paisagem. A pecu\u00e1ria se apresenta como patrim\u00f4nio imaterial, e seu registro, enquanto saberes e modos de fazer. A metodologia desenvolvida pelo IPHAN para inventariar bens patrimoniais de car\u00e1ter imaterial ser\u00e1 empregada neste projeto. Este projeto apresenta desdobramentos nas orienta\u00e7\u00f5es de pesquisa dos alunos de gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o na \u00e1rea de antropologia \/UFPEL.<\/p>\n<p>Coordena\u00e7\u00e3o: Flavia Rieth<br \/>\nCoordena\u00e7\u00e3o dos Produtos Visuais: Claudia Turra Magni<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/vimeo.com\/123399315\">Trailer <\/a>| <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/leppais\/files\/2017\/04\/inrc_lidascampeiras_dvds_cd-rom.pdf\">Divulga\u00e7\u00e3o DVDs e CD-ROM<\/a> | <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lidacampeira\/\">Site INRC Lida Campeira Bag\u00e9<\/a> | <a href=\"http:\/\/inrcbage.wordpress.com\/\">Site INRC Bag\u00e9 (antigo)<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Invent\u00e1rio Nacional de Refer\u00eancias Culturais &#8211; produ\u00e7\u00e3o de doces tradicionais pelotenses (2006-2014)<\/strong><br \/>\nO Invent\u00e1rio Nacional de Refer\u00eancias Culturais Produ\u00e7\u00e3o de doces tradicionais pelotenses, \u00e9 instrumento de pesquisa do Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional (IPHAN) e visa identificar e reconhecer a tradi\u00e7\u00e3o doceira pela qual Pelotas \u00e9 nacionalmente conhecida. A compreens\u00e3o dos m\u00faltiplos significados que est\u00e3o associados \u00e0 arte doceira, demanda a realiza\u00e7\u00e3o de estudo de perfil etnogr\u00e1fico, considerando as atualiza\u00e7\u00f5es que t\u00eam possibilitado esta tradi\u00e7\u00e3o manter-se viva como pr\u00e1tica social. O Invent\u00e1rio foi dividido em tr\u00eas etapas: preliminar, de identifica\u00e7\u00e3o e documenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Coordena\u00e7\u00e3o geral: Flavia Rieth<br \/>\nCoordena\u00e7\u00e3o de produtos visuais: Claudia Turra Magni<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/leppais\/files\/2017\/04\/inrc_docespelotenses_cd-rom.pdf\">Divulga\u00e7\u00e3o CD-ROM<\/a> | <a href=\"http:\/\/www.abant.org.br\/conteudo\/ANAIS\/CD_Virtual_26_RBA\/grupos_de_trabalho\/trabalhos\/GT%2027\/flavia%20maria%20rieth.pdf\">Artigo<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Invent\u00e1rio Nacional de Refer\u00eancias Culturais Massacre de Porongos (2002-2006)<\/strong><br \/>\nEntre 2004 e 2007, a pedido do Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional (IPHAN), pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul realizaram o Invent\u00e1rio Nacional de Refer\u00eancias Culturais sobre o Cerro de Porongos. Nesta localidade sulriograndense vem ocorrendo celebra\u00e7\u00f5es em homenagem aos soldados escravos que lutaram durante a Guerra dos Farrapos (1835 \u2013 1845) &#8211; marco hist\u00f3rico na constru\u00e7\u00e3o identit\u00e1ria da sociedade ga\u00facha. \u00c0s v\u00e9speras da assinatura do Tratado de Paz, entretanto, foram massacrados naquele Cerro, em um epis\u00f3dio controverso, com suspeita de conluio entre as for\u00e7as Imperiais e os l\u00edderes Farroupilhas. Dentre os produtos visuais e audiovisuais deste INRC est\u00e3o o document\u00e1rio &#8220;Lanceiros Negros: Heran\u00e7a de Porongos&#8221;, um CD-rom, uma exposi\u00e7\u00e3o em banners e um caderno de divulga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Coordena\u00e7\u00e3o: Daisy Macedo de Barcellos<br \/>\nCoordena\u00e7\u00e3o dos produtos visuais: Claudia Turra Magni<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/leppais\/lanceiros-negros-historia-memorias-e-identidades-no-sul-do-brasil\/\">Banners<\/a> | <a href=\"https:\/\/www.cairn.info\/revue-etudes-rurales-2015-2-page-25.htm\">Artigos<\/a> | <a href=\"https:\/\/vimeo.com\/106844643\">Document\u00e1rio<\/a> |<a href=\"https:\/\/vimeo.com\/86528933\"> Demo Reel<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Oficina de foto e v\u00eddeo \u2013 Projeto Saberes e Sabores da Col\u00f4nia (2011)<\/strong><br \/>\nProjeto de extens\u00e3o vinculado ao projeto interdisciplinas e interinstitucional Saberes e Sabores da Col\u00f4nia (coordena\u00e7\u00e3o Prof\u00aa Renata Menasche) destinado \u00e0 capacita\u00e7\u00e3o dos alunos na utiliza\u00e7\u00e3o de equipamentos fotogr\u00e1ficos e videogr\u00e1ficos no processo e produto da pesquisa.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Grupo de Estudos sobre Antropologia do Corpo, Espa\u00e7o e Performance (2008 a 2010)<\/strong><br \/>\nNo segundo semestre de 2008, a partir de uma parceria entre a Academia de Dan\u00e7a Est\u00edmulo e a UFPel, foi dado in\u00edcio a um Grupo de Estudos sobre Antropologia do Corpo e da Performance, atrav\u00e9s de um Projeto de Extens\u00e3o, com \u00eanfase no p\u00fablico n\u00e3o-acad\u00eamico constitu\u00eddo principalmente por integrantes do corpo de ballet daquele centro de dan\u00e7a, embora tamb\u00e9m aberta a alunos da UFPel. Teve por objetivo manter um espa\u00e7o de orienta\u00e7\u00e3o de leituras e de debates que estimulasse os alunos envolvidos em pesquisas a refletir sobre as bases te\u00f3ricas e metodol\u00f3gicas concernentes aos tr\u00eas temas enfocados \u2013 corpo, espa\u00e7o e performance; bem como auxiliar os alunos no desenvolvimento e aperfei\u00e7oamento de pr\u00e1ticas e t\u00e9cnicas de trabalho de campo, registro e interpreta\u00e7\u00e3o de dados, assim como na reda\u00e7\u00e3o e no uso de linguagens audiovisuais para a realiza\u00e7\u00e3o de suas pesquisas.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Grupo de Estudos sobre a No\u00e7\u00e3o\/Conceito de Exclus\u00e3o Social (2009)<\/strong><br \/>\nEste projeto de ensino surgiu da necessidade de conceitua\u00e7\u00e3o e aprofundamento te\u00f3rico da no\u00e7\u00e3o ou do conceito de exclus\u00e3o social. Direcionado portanto a alunos de diferentes Cursos da UFPel e, mais especificamente, \u00e0queles que desenvolvem suas pesquisas de TCC, monografia de especializa\u00e7\u00e3o e disserta\u00e7\u00e3o de mestrado sob orienta\u00e7\u00e3o da coordenadora deste projeto.<br \/>\nUsou-se a express\u00e3o no\u00e7\u00e3o\/conceito devido ao conhecimento pr\u00e9vio da multiplicidade de apropria\u00e7\u00f5es e interesses acerca do tema da exclus\u00e3o social. Sabe-se que, tal conceito, a partir da d\u00e9cada 1980 e, principalmente 1990, foi alvo de distintos grupos sociais com interesses particulares: interven\u00e7\u00f5es sociais, discursos pol\u00edticos, movimentos religiosos, al\u00e9m de tamb\u00e9m ter mobilizado o campo acad\u00eamico no esfor\u00e7o de defini\u00e7\u00e3o e conceitua\u00e7\u00e3o. Nesse contexto, o tema encerra tanto uma no\u00e7\u00e3o t\u00e1cita, quanto um conceito.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Veias Abertas da Ferrovia: contribuic\u0327o\u0303es antropoe\u0301ticas ao Centro Cultural da Estac\u0327a\u0303o (Projeto de extens\u00e3o) Trabalho colaborativo com moradores do Bairro Simo\u0303es Lopes, especialmente pessoas e fami\u0301lias comprometidas com a memo\u0301ria ferrovia\u0301ria, este projeto extensionista e\u0301 indissocia\u0301vel do ensino e da &hellip; <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/leppais\/projetos\/pesquisa-e-extensao\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":641,"featured_media":0,"parent":16,"menu_order":1,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"sidebar-page.php","meta":{"advanced_seo_description":"","jetpack_seo_html_title":"","jetpack_seo_noindex":false,"jetpack_post_was_ever_published":false,"footnotes":""},"class_list":["post-949","page","type-page","status-publish","hentry"],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/PayVYo-fj","jetpack-related-posts":[{"id":2,"url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/leppais\/sobre\/","url_meta":{"origin":949,"position":0},"title":"Sobre","author":"antropologia","date":"05\/11\/2012","format":false,"excerpt":"Hist\u00f3rico O Laborat\u00f3rio de Ensino, Pesquisa e Produ\u00e7\u00e3o em Antropologia da Imagem e do Som foi\u00a0 inaugurado no ano de 2008 pela Prof\u00aa. Dr\u00aa. Claudia Turra Magni como um projeto de extens\u00e3o permanente e est\u00e1 situado no Instituto de Ci\u00eancias Humanas da Universidade Federal de Pelotas (UFPel).\u00a0Seu principal objetivo \u00e9\u2026","rel":"","context":"Post similar","block_context":{"text":"Post similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":3467,"url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/leppais\/producoes\/podcast\/","url_meta":{"origin":949,"position":1},"title":"Podcasts","author":"antropologia","date":"06\/04\/2022","format":false,"excerpt":"Link do Antrop\u00f3lis no Spotify Antrop\u00f3lis \u00e9 um podcast especializado em debates sobre estudos contempor\u00e2neos em antropologia, desenvolvido por uma equipe de pessoas vinculadas ao Programa de P\u00f3s gradua\u00e7\u00e3o em Antropologia da Universidade Federal de Pelotas. 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