{"id":2311,"date":"2024-02-28T10:23:15","date_gmt":"2024-02-28T13:23:15","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/legadolaclau\/?page_id=2311"},"modified":"2024-05-08T15:39:23","modified_gmt":"2024-05-08T18:39:23","slug":"a-perspectiva-pos-estruturalista-e-as-analises-da-politica-no-campo-social-e-na-educacao-na-mira-da-democracia-radical","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/legadolaclau\/a-perspectiva-pos-estruturalista-e-as-analises-da-politica-no-campo-social-e-na-educacao-na-mira-da-democracia-radical\/","title":{"rendered":"GT 5: A perspectiva p\u00f3s-estruturalista e as an\u00e1lises da pol\u00edtica no campo social e na educa\u00e7\u00e3o: na mira da democracia radical"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><b>Proponentes<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">: Eduardo Nunes Jacondino (UNIOESTE), Dulce Mari da Silva Voss (UNIPAMPA) e Eliada Mayara Alves Krakhecke (UFPEL).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. Nas sociedades modernas e contempor\u00e2neas, o discurso em defesa da democracia equivale ao entendimento de que esse regime pol\u00edtico se fundamenta na vontade soberana de uma na\u00e7\u00e3o. A vontade coletiva \u00e9 manifestada pela participa\u00e7\u00e3o social na tomada de decis\u00f5es e cabe ao Estado, enquanto representante dos interesses coletivos, garantir a justi\u00e7a social. Assim, o Estado liberal ocupa a posi\u00e7\u00e3o de ente pol\u00edtico que governa a popula\u00e7\u00e3o (Foucault, 2008). A democracia definida pela racionalidade moderna liberal est\u00e1 presente nos debates contempor\u00e2neos, tanto nos discursos que reclamam a favor da ordem social guiada pelos interesses capitalistas, quanto nos que clamam pela garantia de direitos sociais plenos, como sa\u00fade, trabalho e educa\u00e7\u00e3o. Cen\u00e1rio pol\u00edtico em que se constitu\u00edram in\u00fameras demandas sociais que erguem a bandeira da democracia e da justi\u00e7a social, como os feminismos, e neles, os feminismos negros e trans, as lutas LGBTQIA+; os movimentos estudantis; os movimentos anticolonialistas; movimentos de trabalhadores\/as sem-terra; das na\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas, comunidades amer\u00edndias, quilombolas, entre outros. Nesse GT interessa-nos operar a an\u00e1lise do discurso da pol\u00edtica, do poder do Estado e da democracia pelas vias te\u00f3rico-epistemol\u00f3gicas, metodol\u00f3gicas e ontol\u00f3gicas p\u00f3s-estruturalistas. A concep\u00e7\u00e3o de democracia radical &#8211; conceito criado por Mouffe (1996; 2003; 2004; 2005) expressa os pluralismos como constitutivos do pol\u00edtico. Assim, h\u00e1 o entendimento de que o pluralismo e o antagonismo s\u00e3o elementos constitutivos do pol\u00edtico \u00e0 medida que todas as rela\u00e7\u00f5es s\u00e3o conflitivas e tangenciadas por rela\u00e7\u00f5es de poder entre demandas diferenciais, cujos interesses s\u00e3o sempre prec\u00e1rios e contingentes, podem ou n\u00e3o gerar equival\u00eancias (Laclau, 2005). Entendemos que inexiste sociedade democr\u00e1tica sem antagonismos, sem diferen\u00e7as, sem conflitos e que as articula\u00e7\u00f5es e alian\u00e7as entre demandas ser\u00e3o provis\u00f3rias e contingentes, de modo que o movimento democr\u00e1tico se faz por meio de arranjos pol\u00edticos que mudam a todo momento. Logo, objetivamos debater os limites da concep\u00e7\u00e3o de democracia arraigada na tradi\u00e7\u00e3o moderna e na ordem liberal-burguesa frente a complexidade dos tempos atuais, os quais exigem pensar novas formas de tradu\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica, da democracia, do campo social e da educa\u00e7\u00e3o e suas interrela\u00e7\u00f5es. Assim, nesse GT, ser\u00e3o bem-vindos\/as\/es autores\/as cujos trabalhos fa\u00e7am uso das ferramentas conceituais p\u00f3s-estruturalistas ao trabalhar na interpreta\u00e7\u00e3o e tradu\u00e7\u00e3o das articula\u00e7\u00f5es pol\u00edticas no campo social e na educa\u00e7\u00e3o com vistas a demarcar a potencialidade da democracia radical.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Palavras-chave<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">: Perspectiva P\u00f3s-estruturalista; Democracia; Movimentos Sociais; Educa\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Proponentes: Eduardo Nunes Jacondino (UNIOESTE), Dulce Mari da Silva Voss (UNIPAMPA) e Eliada Mayara Alves Krakhecke (UFPEL). Resumo. Nas sociedades modernas e contempor\u00e2neas, o discurso em defesa da democracia equivale ao entendimento de que esse regime pol\u00edtico se fundamenta na vontade soberana de uma na\u00e7\u00e3o. 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