{"id":100,"date":"2020-03-26T16:55:01","date_gmt":"2020-03-26T19:55:01","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/leae\/?page_id=100"},"modified":"2023-09-26T11:24:17","modified_gmt":"2023-09-26T14:24:17","slug":"pesquisa","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/leae\/pesquisa\/","title":{"rendered":"Pesquisa"},"content":{"rendered":"<div class=\"layout-cell layout-cell-3 text-align-right\" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"layout-cell layout-cell-3 text-align-right\" style=\"text-align: justify;\">\n<p>Projetos de Pesquisa em andamento no LEAE<\/p>\n<p><strong>Estudo de alternativas para redu\u00e7\u00e3o da polui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica e da emiss\u00e3o de gases de efeito estufa: energias renov\u00e1veis em Pelotas, no Rio Grande do Sul e no\u00a0Brasil\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Coordenador: Prof. Willian Nadaleti<\/p>\n<p>Os combust\u00edveis f\u00f3sseis geram diversos impactos ambientais negativos, desde sua extra\u00e7\u00e3o at\u00e9 seu consumo final. S\u00e3o emitidos gases de efeito estufa &#8211; GEE como o Di\u00f3xido de Carbono (CO2), metano (CH4) e in\u00fameros poluentes atmosf\u00e9ricos como \u00d3xidos de Nitrog\u00eanio (NOx) e Di\u00f3xido de Enxofre (SO2), alguns j\u00e1 originados nas usinas dos combust\u00edveis. Al\u00e9m disso, seu uso final na frota urbana de ve\u00edculos e em ind\u00fastrias diversas potencializam essas emiss\u00f5es atmosf\u00e9ricas com danos \u00e0 fauna, flora e \u00e0 sa\u00fade humana. Mudan\u00e7as clim\u00e1ticas decorrentes dessas emiss\u00f5es antropog\u00eanicas despertaram a preocupa\u00e7\u00e3o de diversos pa\u00edses, que passaram a direcionar suas pol\u00edticas energ\u00e9ticas de modo a incentivar, ou legislar no sentido da utiliza\u00e7\u00e3o de energias renov\u00e1veis. No caso das concession\u00e1rias de energia el\u00e9trica, por exemplo, h\u00e1 inclusive a possibilidade de subs\u00eddios p\u00fablicos para a instala\u00e7\u00e3o de usinas renov\u00e1veis. Nesse sentido, o projeto proposto visa avaliar as fontes dispon\u00edveis para gera\u00e7\u00e3o de energia renov\u00e1vel em n\u00edveis local, regional e nacional, bem como an\u00e1lises e experimentos em laborat\u00f3rio para produ\u00e7\u00e3o de energia e redu\u00e7\u00e3o de GEE e emiss\u00f5es de poluentes. Por fim, atrav\u00e9s de modelagem matem\u00e1tica e ferramentas de planejamento energ\u00e9tico, propor cen\u00e1rios e avaliar o potencial poluente de diferentes fontes de energia, bem como seu potencial de redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es atmosf\u00e9ricas.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"layout-cell layout-cell-3 text-align-right\" style=\"text-align: justify;\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Produ\u00e7\u00e3o de bioenergia empregando res\u00edduos s\u00f3lidos e l\u00edquidos via co-digest\u00e3o anaer\u00f3bia\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Coordenador: Prof. Willian Nadaleti<\/p>\n<p>A maior parte da energia utilizada no planeta \u00e9 advinda de origem n\u00e3o renov\u00e1vel e diante disso, muitas pesquisas v\u00eam sendo desenvolvidas buscando novas e alternativas fontes de energia, visando diminuir os impactos ambientais causados pelos combust\u00edveis f\u00f3sseis e propiciando maior seguran\u00e7a energ\u00e9tica frente \u00e0s grandes varia\u00e7\u00f5es no pre\u00e7o do petr\u00f3leo. biocombust\u00edvel pode ser definido como todo produto \u00fatil para a gera\u00e7\u00e3o de energia, obtido total ou parcialmente de biomassa. Seu processo de industrializa\u00e7\u00e3o teve in\u00edcio na Europa nos anos 90, tornando-se o principal mercado produtor e consumidor de biocombust\u00edvel puro ou em mistura com o \u00f3leo diesel. Tamb\u00e9m outros pa\u00edses como os Estados Unidos, a Argentina, a Austr\u00e1lia, o Canad\u00e1, as Filipinas, o Jap\u00e3o, a \u00cdndia, a Mal\u00e1sia, Taiwan, assim como o Brasil empregam significativos esfor\u00e7os para o desenvolvimento de suas ind\u00fastrias, estimulando o uso e a produ\u00e7\u00e3o de biocombust\u00edveis. Nesse sentido, res\u00edduos industriais e dom\u00e9sticos podem ser empregados para gerar biocombust\u00edveis, como por exemplo res\u00edduos org\u00e2nisoc, efluentes industriais, etc. Assim, o Rio Grande do Sul por exemplo \u00e9 um dos maiores produtores mundiais de arroz. A parboiliza\u00e7\u00e3o de arroz gera em torno de 2 a 4 litros de efluente por quilo de arroz beneficiado, resultando em pelo menos 504 bilh\u00f5es de litros por ano. Sendo este efluente caracterizado principalmente por conter altas cargas de subst\u00e2ncias org\u00e2nicas e nutrientes como nitrog\u00eanio e f\u00f3sforo. Esse efluente pode ser utilizado em processos de digest\u00e3o e codigest\u00e3o anaer\u00f3bia com res\u00edduos s\u00f3lidos org\u00e2nicos para gera\u00e7\u00e3o de biog\u00e1s, que pode ser aproveitado como energia para produzir eletricidade e calor. Assim, esse projeto visa o aproveitamento energ\u00e9tico de res\u00edduos tanto de ind\u00fastrias arrozeiras da regi\u00e3o como outros setores industriais e res\u00edduos org\u00e2nicos dom\u00e9sticos para produ\u00e7\u00e3o de bioenergia. O projeto ser\u00e1 desenvolvido no laborat\u00f3rio 201 do centro de engenharias em parceria com o laborat\u00f3rio 102 e 200, contando com a participa\u00e7\u00e3o de alunos de gradua\u00e7\u00e3o e mestrado da UFPel. Os gases gerados no processo de digest\u00e3o ser\u00e3o aproveitados como energia para eletricidade ou combust\u00edvel, por exemplo, al\u00e9m da constru\u00e7\u00e3o de cen\u00e1rios energ\u00e9ticos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Tratamento de Biog\u00e1s: Remo\u00e7\u00e3o de Siloxanos\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Coordenador: Prof. Willian Nadaleti<\/p>\n<p>A maioria das t\u00e9cnicas atualmente aplicadas em biogas upgrading s\u00e3o essencialmente curativas e tem por objetivo a remo\u00e7\u00e3o de siloxanos e outros contaminantes j\u00e1 em fim de linha. O m\u00e9todo comercialmente mais usado para remo\u00e7\u00e3o dos siloxanos consiste na adsor\u00e7\u00e3o destes compostos por carv\u00e3o ativado. No entanto existem outros m\u00e9todos em estudo e pass\u00edveis de serem utilizados para a remo\u00e7\u00e3o\/neutraliza\u00e7\u00e3o destes compostos, que se descrevem de seguida: adsor\u00e7\u00e3o, absor\u00e7\u00e3o, hidr\u00f3lise qu\u00edmica, processo de condensa\u00e7\u00e3o usando nitrog\u00eanio l\u00edquido, biofiltra\u00e7\u00e3o, peroxida\u00e7\u00e3o, e mais recentemente, tecnologias biol\u00f3gicas. Esse projeto empregar\u00e1 t\u00e9cnicas inovativas para tratamento de biog\u00e1s, com \u00eanfase na remo\u00e7\u00e3o de siloxanos.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Produ\u00e7\u00e3o de biocombust\u00edveis a partir de subprodutos da ind\u00fastria aliment\u00edcia: Biodiesel e Biometano<\/strong><\/p>\n<p>Coordenador: Prof. Bruno Vieira \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Coordenador Adjunto: Prof. Willian Nadaleti<\/p>\n<div class=\"page\" title=\"Page 1\">\n<div class=\"layoutArea\">\n<div class=\"column\">\n<p style=\"text-align: justify;\">O esgotamento inevit\u00e1vel dos combust\u00edveis f\u00f3sseis, o aumento do pre\u00e7o do petr\u00f3leo cru e as altas emiss\u00f5es de gases do efeito estufa e poluentes tornam emergencial o desenvolvimento de energias limpas e renov\u00e1veis. Atualmente, a produ\u00e7\u00e3o de energia renov\u00e1vel no Brasil se d\u00e1, majoritariamente, por meio de usinas hidrel\u00e9tricas. O setor atende 70% da produ\u00e7\u00e3o total do pa\u00eds. Entretanto, a constru\u00e7\u00e3o e opera\u00e7\u00e3o deste tipo de usina ocasiona diversos impactos ambientais negativos, como as emiss\u00f5es de gases do efeito estufa, como o metano, e destrui\u00e7\u00e3o de habitats. Nesse contexto, surgem os biocombust\u00edveis capazes de gerar bioenergia, que se caracteriza como energia derivada da biomassa e permite a redu\u00e7\u00e3o de gases do efeito estufa quando substituta de energias f\u00f3sseis e h\u00eddricas. Suas fontes se apresentam na forma de biomassa de culturas e res\u00edduos agr\u00edcolas, res\u00edduos s\u00f3lidos urbanos e efluentes. Sua convers\u00e3o em biocombust\u00edvel se d\u00e1, por exemplo, na biodigest\u00e3o anaer\u00f3bia destes compostos para gera\u00e7\u00e3o de biog\u00e1s, ou pela transesterifica\u00e7\u00e3o de lip\u00eddios para produ\u00e7\u00e3o de biodiesel. Tendo em vista o alto potencial de produ\u00e7\u00e3o de energia a partir de efluentes e outros res\u00edduos de ind\u00fastrias de arroz no Brasil, torna-se fundamental o estudo e o desenvolvimento de biocombust\u00edveis oriundos destes subprodutos. Assim, o objetivo desse projeto ser\u00e1 a produ\u00e7\u00e3o de biocombust\u00edveis, biodiesel e biometano, que tenham como mat\u00e9ria-prima os res\u00edduos e efluentes gerados em processos de beneficiamento do arroz, determinando: 1) as melhores condi\u00e7\u00f5es para transesterifica\u00e7\u00e3o b\u00e1sica met\u00edlica de \u00f3leo vegetal do farelo de arroz para produ\u00e7\u00e3o de biodiesel; 2) o potencial de inibi\u00e7\u00e3o e potencializa\u00e7\u00e3o do glicerol do biodiesel \u00e0 Atividade Metanog\u00eanica Especifica (AME) do lodo da parboiliza\u00e7\u00e3o de arroz, e em quais propor\u00e7\u00f5es tais efeitos est\u00e3o presentes; 3) o potencial de produ\u00e7\u00e3o de biodiesel e biometano das ind\u00fastrias de arroz do estado do Rio Grande do Sul, assim como o potencial de gera\u00e7\u00e3o de energia t\u00e9rmica e el\u00e9trica oriundas de tais biocombust\u00edveis. O projeto se complementa, portanto, em tr\u00eas frentes: experimental, de planejamento energ\u00e9tico e de aplica\u00e7\u00e3o da energia gerada.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Projetos de Pesquisa em andamento no LEAE Estudo de alternativas para redu\u00e7\u00e3o da polui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica e da emiss\u00e3o de gases de efeito estufa: energias renov\u00e1veis em Pelotas, no Rio Grande do Sul e no\u00a0Brasil\u00a0 Coordenador: Prof. Willian Nadaleti Os combust\u00edveis f\u00f3sseis geram diversos impactos ambientais negativos, desde sua extra\u00e7\u00e3o at\u00e9 seu consumo final. 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