{"id":41,"date":"2012-09-04T22:50:47","date_gmt":"2012-09-05T01:50:47","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/leaa\/?page_id=41"},"modified":"2014-03-25T09:46:57","modified_gmt":"2014-03-25T12:46:57","slug":"pesquisa","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/leaa\/projetos\/pesquisa\/","title":{"rendered":"Pesquisa"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\">Projetos de Pesquisa<\/h2>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>MULTIFUNCIONALIDADE NA ORGANIZA\u00c7\u00c3O DO ESPA\u00c7O PELA<\/strong><br \/>\n<strong>AGRICULTURA FAMILIAR: abordagens comparativas sobre a paisagem rural nos<\/strong><br \/>\n<strong>estados de MG, RS e SP<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Partindo da diversidade espacial como a caracter\u00edstica principal do agro brasileiro, temos ao longo da hist\u00f3ria, o rural organizado distintamente em contextos regionais, assim atrelando culturas a \u00e1reas espec\u00edficas. Constatamos, tamb\u00e9m, a diversifica\u00e7\u00e3o em contextos sociais e econ\u00f4micos, criando tipos espec\u00edficos de agricultores e agriculturas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Uma das formas conceituais de entendimento de uma parte dessa realidade, resultado das \u201cnovas\u201d din\u00e2micas do espa\u00e7o rural, seria atrav\u00e9s da aplica\u00e7\u00e3o da no\u00e7\u00e3o de multifuncionalidade. A diferencia\u00e7\u00e3o de atividades nas unidades de produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1rias n\u00e3o constitui um fato hist\u00f3rico novo, mas a valoriza\u00e7\u00e3o de tais atividades \u00e9 que define o \u201cnovo\u201d, o contexto de multifuncionalidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Em decorr\u00eancia desses fatos, muitas propriedades agr\u00edcolas t\u00eam alcan\u00e7ado o seu<br \/>\nrendimento atrav\u00e9s de elementos externos aos limites de suas divisas, em atividades n\u00e3o agr\u00edcolas. Assim, a diversidade do campo torna-se um componente central que concebe uma multiplicidade de rurais, al\u00e9m de conformar novas articula\u00e7\u00f5es com o espa\u00e7o urbano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Reconhecer o potencial multifuncional das propriedades rurais familiares \u00e9 o primeiro<br \/>\npasso para planejar e implementar o desenvolvimento municipal, quer pela a\u00e7\u00e3o individual ou comunit\u00e1ria, quer como objeto de pol\u00edticas p\u00fablicas. \u00c9 com este objetivo que propomos o desenvolvimento do presente projeto, tendo como escala de an\u00e1lise estudos de caso a ser realizados em diferentes contextos hist\u00f3rico-espaciais, nos Estados de Minas Gerais, Rio Grande do Sul e S\u00e3o Paulo, a fim de permitir uma an\u00e1lise comparativa sobre a multifuncionalidade do espa\u00e7o e o campo da agricultura familiar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><b id=\"yui_3_13_0_ym1_1_1389889999430_2535\">Saberes e sabores, objetos e imagens da col\u00f4nia<\/b><\/p>\n<p id=\"yui_3_13_0_ym1_1_1389889999430_2533\" style=\"text-align: right\">Per\u00edodo de realiza\u00e7\u00e3o: janeiro\/2014 a dezembro\/2015<\/p>\n<p id=\"yui_3_13_0_ym1_1_1389889999430_2525\" style=\"text-align: justify\">Por meio de pesquisa etnogr\u00e1fica e documental, tomando o estudo da alimenta\u00e7\u00e3o como abordagem privilegiada para apreender modos de vida de grupos camponeses e os objetos materiais como partes integrantes dos sistemas classificat\u00f3rios desses grupos, este estudo visa identificar e registrar objetos e t\u00e9cnicas pertencentes ao universo da alimenta\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o colonial de Pelotas. Dessa forma e sempre colocados em contexto, ser\u00e3o alvo de particular interesse equipamentos e utens\u00edlios de cozinha, panos de parede, cadernos de receitas, ingredientes presentes na culin\u00e1ria, produtos tradicionais. Complementarmente e na medida em que produ\u00e7\u00e3o e consumo de alimentos est\u00e3o, no contexto em estudo, estreitamente associados, aten\u00e7\u00e3o ser\u00e1 tamb\u00e9m dedicada a equipamentos e ferramentas empregados na produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>A sustentabilidade dos recursos h\u00eddricos na Col\u00f4nia Maciel- Distrito de Rinc\u00e3o da Cruz- Pelotas -RS: turismo rural,educa\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o ambiental<\/strong><\/p>\n<p align=\"right\">Per\u00edodo de Realiza\u00e7\u00e3o: Janeiro de 2007 a Agosto de 2011<\/p>\n<p align=\"justify\">Nos \u00faltimos anos, tem-se intensificado o debate pela sustentabilidade, novas tem\u00e1ticas passaram a ocupar as preocupa\u00e7\u00f5es dos cientistas sociais, tais como os impactos ambientais dos processos produtivos agr\u00edcolas e a sustentabilidade dos recursos naturais e, especificamente, no que tange ao uso dos recursos h\u00eddricos. Dessa forma, analisar os impactos econ\u00f4micos, sociais e ambientais nas \u00e1reas dos recursos h\u00eddricos tribut\u00e1rios da bacia hidrogr\u00e1fica do Arroio Pelotas \u00e9 que se justifica a realiza\u00e7\u00e3o deste projeto. Ainda, faz-se necess\u00e1rio desenvolver projetos que diagnostiquem os limites e potenciais destes recursos, principalmente dos recursos h\u00eddricos, de maneira a se tra\u00e7ar um perfil s\u00f3cio-econ\u00f4mico e ambiental para, numa etapa posterior, promover um conjunto de a\u00e7\u00f5es na perspectiva da gest\u00e3o territorial de bacias, aliadas ao turismo rural e a educa\u00e7\u00e3o ambiental. A partir de um conceito amplo de territorialidade que engloba tanto o patrim\u00f4nio natural (paisagens), quanto o patrim\u00f4nio cultural (mem\u00f3ria) da comunidade.<\/p>\n<p align=\"justify\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Tipifica\u00e7\u00e3o dos Produtores de Base Agroecol\u00f3gica do Munic\u00edpio de Pelotas\/RS<\/strong><\/p>\n<p align=\"right\">Per\u00edodo de Realiza\u00e7\u00e3o: Janeiro de 2007 a Agosto de 2010<\/p>\n<p align=\"justify\">O conceito de agroecologia quer sistematizar todos os esfor\u00e7os em produzir um modelo tecnol\u00f3gico abrangente, que seja socialmente justo, economicamente vi\u00e1vel e ecologicamente sustent\u00e1vel. A rigor, pode-se dizer que a agroecologia \u00e9 a base cient\u00edfico-tecnol\u00f3gica para um projeto de desenvolvimento sustent\u00e1vel. Dessa forma, atrav\u00e9s do projeto de pesquisa busca-se analisar as possibilidades e restri\u00e7\u00f5es para o desenvolvimento da agricultura familiar sustent\u00e1vel no munic\u00edpio de Pelotas-RS, de maneira mais espec\u00edfica pretende-se caracterizar os produtores familiares de base agroecol\u00f3gica, segundo indicadores sociais, de produ\u00e7\u00e3o, econ\u00f4micos e t\u00e9cnicos por meio da proposta de Lamarche; Estabelecer compara\u00e7\u00f5es entre as unidades produtivas familiares, mediante an\u00e1lise emp\u00edrica de elementos diferenciadores presentes na agricultura; Identificar as alternativas de desenvolvimento para a agricultura familiar, baseadas nos princ\u00edpios da sustentabilidade e finalmente elaborar um estudo-diagn\u00f3stico sobre a realidade da produ\u00e7\u00e3o de base agroecol\u00f3gica no munic\u00edpio de Pelotas-RS, com fins de disponibilizar material bibliogr\u00e1fico para posteriores pesquisas sobre o tema.<\/p>\n<p align=\"justify\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Saberes e sabores da Col\u00f4nia: patrim\u00f4nio alimentar e campesinato no Rio Grande do Sul<\/strong><\/p>\n<p align=\"right\">Per\u00edodo de Realiza\u00e7\u00e3o: Mar\u00e7o de 2009 a Agosto de 2011<\/p>\n<p align=\"justify\">Inserindo a tradi\u00e7\u00e3o dos doces coloniais pelotenses no conjunto dos saberes e pr\u00e1ticas referentes \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o, aprofundar as rela\u00e7\u00f5es entre distintos modos de fazer e modos de vida, correspondentes a grupos camponeses de diferentes origens e identidades \u00e9tnicas. &#8211; Identificar e caracterizar, nos diversos grupos camponeses estudados, modos de fazer relacionados a tradi\u00e7\u00f5es culin\u00e1rias caracteriz\u00e1veis como patrim\u00f4nio alimentar. &#8211; Identificar, a partir da observa\u00e7\u00e3o das pr\u00e1ticas alimentares dos distintos grupos e de sua articula\u00e7\u00e3o aos modos de vida, elementos que apontam para uma cultura camponesa comum ou para a delimita\u00e7\u00e3o de fronteiras e distin\u00e7\u00f5es, n\u00e3o apenas entre os diferentes grupos, mas tamb\u00e9m em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 cidade. &#8211; Identificar nas classifica\u00e7\u00f5es referentes \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o as valora\u00e7\u00f5es operadas, particularmente aquelas que remetem \u00e0s percep\u00e7\u00f5es do rural e do urbano e \u00e0s tens\u00f5es entre o saber tradicional\/leigo e o saber cient\u00edfico\/moderno, que orientam diferentes concep\u00e7\u00f5es de qualidade dos alimentos produzidos, consumidos e\/ou comercializados.<\/p>\n<p align=\"justify\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Cultura, patrim\u00f4nio e seguran\u00e7a alimentar entre fam\u00edlias rurais: etnografias de casos significativos<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right\">\u00a0Per\u00edodo de Realiza\u00e7\u00e3o:\u00a0novembro\/2011 a julho\/2013.<\/p>\n<p align=\"justify\">A pesquisa que aqui se apresenta prop\u00f5e a apreens\u00e3o do saber-fazer constitutivo dos h\u00e1bitos alimentares e da produ\u00e7\u00e3o voltada ao autoconsumo de fam\u00edlias rurais. Pretende-se aprofundar as rela\u00e7\u00f5es entre distintas pr\u00e1ticas alimentares e modos de vida, correspondentes a fam\u00edlias rurais de diferentes origens e identidades \u00e9tnicas, presentes nos processos de forma\u00e7\u00e3o social das col\u00f4nias da regi\u00e3o de Pelotas (RS) e em assentamentos da Reforma Agr\u00e1ria nela estabelecidos. Por meio de pesquisa etnogr\u00e1fica e documental, este estudo visa mapear e analisar a conforma\u00e7\u00e3o desse patrim\u00f4nio alimentar e de suas din\u00e2micas, associadas aos modos como os grupos estudados concebem sua (in)seguran\u00e7a alimentar. A proposta inova ao pensar de modo articulado a produ\u00e7\u00e3o e o consumo de alimentos, ao relacion\u00e1-los a partir da identifica\u00e7\u00e3o das categorias \u00eamicas que remetem \u00e0 no\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a alimentar \u00e0 discuss\u00e3o de patrim\u00f4nio e ao tomar a alimenta\u00e7\u00e3o como abordagem para apreender as percep\u00e7\u00f5es do rural, buscando a partir da comida vislumbrar identidades compartilhadas e pertencimentos e fronteiras a elas associados.<\/p>\n<p align=\"justify\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Estrat\u00e9gias de Reprodu\u00e7\u00e3o Social e Territorial da Agricultura Familiar: estudos na escala local e regional<\/strong><\/p>\n<p align=\"right\">Per\u00edodo de Realiza\u00e7\u00e3o: 01\/07\/2010 a 01\/07\/2012<\/p>\n<p align=\"justify\">O segmento da agricultura familiar caracteriza-se por apresentar uma grande diversidade de combina\u00e7\u00f5es, tanto no que se refere \u00e0 disponibilidade quanto ao uso e distribui\u00e7\u00e3o dos recursos terra, trabalho e capital &#8211; no interior das unidades produtivas. Essa diferencia\u00e7\u00e3o pode ser observada em diversas escalas, tanto nacional, regional e local, ou seja, at\u00e9 mesmo em uma comunidade rural. A agricultura familiar, dessa forma, torna-se foco de estudos, principalmente \u00e0queles relacionados \u00e0s estrat\u00e9gias adotadas por este segmento para se organizar e reorganizar diante das especificidades do modo de produ\u00e7\u00e3o capitalista. Assim, justifica-se aprofundar o conhecimento acerca da produ\u00e7\u00e3o familiar na agricultura, vis \u00e0 vis a diversidade de formas e de processos de adapta\u00e7\u00e3o e inser\u00e7\u00e3o no sistema de mercado ou ainda, na manuten\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias n\u00e3o-capitalistas de reprodu\u00e7\u00e3o social e perman\u00eancia no contexto produtivo do espa\u00e7o rural.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Projetos de Pesquisa MULTIFUNCIONALIDADE NA ORGANIZA\u00c7\u00c3O DO ESPA\u00c7O PELA AGRICULTURA FAMILIAR: abordagens comparativas sobre a paisagem rural nos estados de MG, RS e SP Partindo da diversidade espacial como a caracter\u00edstica principal do agro brasileiro, temos ao longo da hist\u00f3ria, o rural organizado distintamente em contextos regionais, assim atrelando culturas a \u00e1reas espec\u00edficas. 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