{"id":1436,"date":"2025-07-31T18:54:41","date_gmt":"2025-07-31T21:54:41","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/?page_id=1436"},"modified":"2026-04-03T16:18:54","modified_gmt":"2026-04-03T19:18:54","slug":"deleuze-e-a-arte-agenciamentos-com-a-psicologia-social-2025","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/deleuze-e-a-arte-agenciamentos-com-a-psicologia-social-2025\/","title":{"rendered":"Deleuze e a Arte: Agenciamentos com a Psicologia Social"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Partindo da quest\u00e3o colocada por Nietzsche \u2013 como algu\u00e9m se torna aquilo que \u00e9? \u2013 o projeto pretende investigar, na obra de Gilles Deleuze, agenciamentos entre cria\u00e7\u00e3o, subjetiva\u00e7\u00e3o e individua\u00e7\u00e3o. A pesquisa busca dar sequ\u00eancia ao projeto de p\u00f3s-doutorado do coordenador \u00c9dio Raniere da Silva realizado na Universit\u00e9 Paris-Nanterre entre 2018 e 2019, sob supervis\u00e3o de Anne Sauvagnargues. Nossa principal inten\u00e7\u00e3o \u00e9 investigar na obra de Gilles Deleuze resson\u00e2ncias entre processos de cria\u00e7\u00e3o e processos de subjetiva\u00e7\u00e3o. Deleuze e a arte: agenciamentos com a psicologia social \u00e9, atualmente, o projeto guarda chuva do Laborat\u00f3rio de Arte e Psicologia Social. Onde se busca acolher pesquisas de p\u00f3s gradua\u00e7\u00e3o em artes &#8211; PPGARTES &#8211; e de gradua\u00e7\u00e3o, do curso de psicologia da UFPel.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<h2>Pesquisas de Doutorado <strong>2026<\/strong>:<\/h2>\n<p><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-1623\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2026\/03\/Foto-circular-1-200x200.png\" alt=\"\" width=\"181\" height=\"181\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2026\/03\/Foto-circular-1-200x200.png 200w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2026\/03\/Foto-circular-1-400x400.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2026\/03\/Foto-circular-1-1024x1024.png 1024w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2026\/03\/Foto-circular-1-768x768.png 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2026\/03\/Foto-circular-1.png 1080w\" sizes=\"auto, (max-width: 181px) 100vw, 181px\" \/>Cynthia Luz <\/strong>&#8211; <strong>Entre Linhas de Fuga e Campos de Cria\u00e7\u00e3o: Po\u00e9ticas do <\/strong><strong>deslocamento<\/strong><\/p>\n<p>Trata-se de uma pesquisa de doutorado que se inscreve no campo da cartografia, ancorada na filosofia da diferen\u00e7a, investigando as rela\u00e7\u00f5es entre arte, sa\u00fade mental e processos de subjetiva\u00e7\u00e3o. O estudo acompanha a produ\u00e7\u00e3o de um acervo art\u00edstico desenvolvido no \u00e2mbito do Instituto de Artes, a partir da participa\u00e7\u00e3o de usu\u00e1rios de CAPS em circula\u00e7\u00e3o pela universidade, tomando esse processo como um campo de for\u00e7as, de afetos e de agenciamentos.<\/p>\n<p>Interessa mapear n\u00e3o apenas produ\u00e7\u00f5es, mas os modos de exist\u00eancia que se comp\u00f5em nesse entre \u2014 entre cl\u00ednica e arte, entre cuidado e cria\u00e7\u00e3o, entre institui\u00e7\u00e3o e inven\u00e7\u00e3o \u2014 acompanhando as linhas que se tra\u00e7am, se rompem e se reinventam. Trata-se de sustentar uma pr\u00e1tica em que a arte n\u00e3o representa, mas opera; n\u00e3o ilustra, mas produz realidade, abrindo brechas para outros poss\u00edveis no campo da sa\u00fade mental.<\/p>\n<p>Uma cartografia onde o sens\u00edvel se faz m\u00e9todo, e onde a cria\u00e7\u00e3o insiste como gesto de resist\u00eancia e produ\u00e7\u00e3o de vida.<\/p>\n<hr \/>\n<h2>Pesquisas de Mestrado <strong>2026<\/strong>:<\/h2>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-1536\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/10\/WhatsApp-Image-2025-10-13-at-15.08.14-400x400.jpeg\" alt=\"\" width=\"181\" height=\"181\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/10\/WhatsApp-Image-2025-10-13-at-15.08.14-400x400.jpeg 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/10\/WhatsApp-Image-2025-10-13-at-15.08.14-1024x1024.jpeg 1024w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/10\/WhatsApp-Image-2025-10-13-at-15.08.14-200x200.jpeg 200w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/10\/WhatsApp-Image-2025-10-13-at-15.08.14-768x768.jpeg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/10\/WhatsApp-Image-2025-10-13-at-15.08.14-1536x1536.jpeg 1536w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/10\/WhatsApp-Image-2025-10-13-at-15.08.14.jpeg 1600w\" sizes=\"auto, (max-width: 181px) 100vw, 181px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Renata Peres &#8211; O que quer o sonho em mim? Pol\u00edticas da imagem e da cria\u00e7\u00e3o entre cosmologias<\/strong><br \/>\n<strong>ind\u00edgenas e psicologia<\/strong><\/p>\n<p>Esta pesquisa investiga os modos como sonho, imagem e arte ind\u00edgena contempor\u00e2nea se entrela\u00e7am na produ\u00e7\u00e3o de sentido e na cria\u00e7\u00e3o, deslocando a centralidade do sujeito moderno como origem do ato criador. A partir das concep\u00e7\u00f5es de sonho em Kopenawa e Krenak, da imagem em Anne Sauvagnargues e Didi-Huberman, da cria\u00e7\u00e3o em Deleuze e Sauvagnargues, e da arte ind\u00edgena contempor\u00e2nea em Jaider Esbell, busca-se compreender como esses campos se comp\u00f5em e tensionam as fronteiras entre arte, filosofia e psicologia. O estudo prop\u00f5e uma escuta que n\u00e3o interpreta o sonho, mas o acompanha; que n\u00e3o representa a imagem, mas a deixa agir; que n\u00e3o explica a arte, mas se deixa atravessar por ela. Assim, o percurso da pesquisa se constr\u00f3i como uma cartografia de for\u00e7as, uma pr\u00e1tica de pensamento e sensibilidade que visa produzir outros modos de existir, sonhar e criar em rela\u00e7\u00e3o com o mundo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-1572\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/12\/WhatsApp-Image-2025-12-08-at-21.15.11-400x400.jpeg\" alt=\"\" width=\"181\" height=\"181\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/12\/WhatsApp-Image-2025-12-08-at-21.15.11-400x400.jpeg 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/12\/WhatsApp-Image-2025-12-08-at-21.15.11-1024x1024.jpeg 1024w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/12\/WhatsApp-Image-2025-12-08-at-21.15.11-200x200.jpeg 200w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/12\/WhatsApp-Image-2025-12-08-at-21.15.11-768x768.jpeg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/12\/WhatsApp-Image-2025-12-08-at-21.15.11.jpeg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 181px) 100vw, 181px\" \/><\/p>\n<p><strong>Maria Ant\u00f4nia &#8211; Entre Mem\u00f3ria e Imagem: arte, tecnologia e espiritualidade afro-brasileira no Jogo Sarav\u00e1: Ax\u00e9s da Mem\u00f3ria<\/strong><\/p>\n<p>Esta pesquisa investiga as intersec\u00e7\u00f5es entre arte, espiritualidade afro-brasileira e pr\u00e1ticas de reexist\u00eancia decolonial, tomando o jogo Sarav\u00e1: Ax\u00e9s da Mem\u00f3ria como territ\u00f3rio de pertencimento e ancestralidade. O estudo compreende o jogo como tecnologia de mem\u00f3ria e dispositivo de aquilombamento, capaz de ativar narrativas e afetos em ambientes virtuais. A partir dos conceitos de rizoma e agenciamento em Deleuze e Guattari, das cartografias em Anne Sauvagnargues, do hibridismo cultural em Homi Bhabha, e das Epstemologias do Sul em Boaventura de Sousa Santos e Sueli Carneiro, busca-se compreender como esta interdiciplinariedade se articula em processos de cria\u00e7\u00e3o e resist\u00eancia simb\u00f3lica. A pesquisa prop\u00f5e um gesto cartogr\u00e1fico e sens\u00edvel: acompanhar imagens e sons como for\u00e7as vivas e escutar o jogo como canto de mem\u00f3ria e reencantamento do mundo. Assim, constr\u00f3i-se como pr\u00e1tica de pensamento e encontro, onde criar \u00e9 tamb\u00e9m lembrar, sonhar e afirmar a presen\u00e7a afro e sua espiritualidade nas telas e nas artes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<h2>Pesquisas de TCC <strong>2026<\/strong>:<\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-1596\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2026\/02\/Foto-circular-400x400.png\" alt=\"\" width=\"180\" height=\"180\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2026\/02\/Foto-circular-400x400.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2026\/02\/Foto-circular-1024x1024.png 1024w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2026\/02\/Foto-circular-200x200.png 200w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2026\/02\/Foto-circular-768x768.png 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2026\/02\/Foto-circular.png 1080w\" sizes=\"auto, (max-width: 180px) 100vw, 180px\" \/><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Kall\u00e9u Mendes &#8211; Por uma psicologia afropindor\u00e2mica<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Est\u00e1 pesquisa busca pensar um psicologia que se alinhe a uma \u00e9tica, uma est\u00e9tica e ao pensamento afropindor\u00e2mico. Uma psicologia que seja coletiva, horizontal, circular e de amplo parentesco com o mundo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-1449\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/07\/Lucas.png\" alt=\"\" width=\"180\" height=\"180\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Lucas Lima &#8211; G\u00eanero e Colonialismo: extra dissid\u00eancias para al\u00e9m do humano<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A pesquisa problematiza como narrativas de inclus\u00e3o e diversidade podem refor\u00e7ar o controle colonial ao exigir identidades leg\u00edveis. Apoia-se na Filosofia da Diferen\u00e7a e em perspectivas anarco-queer, ecofeministas e contracoloniais para afirmar exist\u00eancias irreconhec\u00edveis, recusando o reconhecimento identit\u00e1rio. Por meio da cartografia, tensiona mecanismos normativos sobre g\u00eanero e sexualidade, abrindo linhas de fuga para habitar o devir-impercept\u00edvel, desmontar moralismos e liberar o diverso para al\u00e9m da domestica\u00e7\u00e3o inclusiva.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-1493\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/08\/WhatsApp-Image-2025-08-22-at-20.07.32-2-400x381.jpeg\" sizes=\"auto, (max-width: 199px) 100vw, 199px\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/08\/WhatsApp-Image-2025-08-22-at-20.07.32-2-400x381.jpeg 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/08\/WhatsApp-Image-2025-08-22-at-20.07.32-2-1024x975.jpeg 1024w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/08\/WhatsApp-Image-2025-08-22-at-20.07.32-2-768x732.jpeg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/08\/WhatsApp-Image-2025-08-22-at-20.07.32-2-1536x1463.jpeg 1536w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/08\/WhatsApp-Image-2025-08-22-at-20.07.32-2-2048x1951.jpeg 2048w\" alt=\"\" width=\"180\" height=\"171\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Giulia Bergantini Waldemarin<\/strong> \u2013 Entre a Sociedade de Controle e a Sociedade do Cansa\u00e7o e\/ou como produzir para si uma linha de fuga em meio a um Tecnofeudalismo que se aproxima.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<h2>Bolsistas de Pesquisas <strong>2026<\/strong>:<\/h2>\n<p><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-1443\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-07-24-at-22.52.46-400x400.jpeg\" alt=\"\" width=\"180\" height=\"180\" \/> <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Bibiana Scherer &#8211; Em que sentido as linhas de fuga nos precedem? Di\u00e1logos entre a Filosofia da Diferen\u00e7a e o filme O \u00daltimo Azul<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Este ensaio prop\u00f5e um di\u00e1logo entre fragmentos do roteiro do filme O \u00daltimo Azul (2025), bem como das discuss\u00f5es suscitadas em entrevistas com o diretor Gabriel Mascaro e a atriz Denise Weinberg, e o pensamento da Filosofia da Diferen\u00e7a. N\u00e3o se trata de analisar, interpretar ou reduzir a obra a um conjunto de conceitos, mas de compor um agenciamento entre o filme e no\u00e7\u00f5es-chave elaboradas por Gilles Deleuze e F\u00e9lix Guattari em O Anti-\u00c9dipo e Mil Plat\u00f4s &#8211; tais como desejo, agenciamentos maqu\u00ednicos, agenciamentos coletivos de enuncia\u00e7\u00e3o e Corpo sem \u00d3rg\u00e3os &#8211; a fim de tensionar o conceito de linha de fuga. As perguntas que nos acompanham ao longo deste ensaio, as quais nos levam a pensar e a escrever, s\u00e3o: \u2018Pode Tereza, uma mulher de 77 anos, desejar?\u2019 e \u2018Em que sentido as linhas de fuga nos precedem?\u2019.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-1454\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-07-28-at-21.30.39-400x398.jpeg\" alt=\"\" width=\"180\" height=\"179\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-07-28-at-21.30.39-400x398.jpeg 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-07-28-at-21.30.39-200x200.jpeg 200w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-07-28-at-21.30.39-768x764.jpeg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-07-28-at-21.30.39.jpeg 852w\" sizes=\"auto, (max-width: 180px) 100vw, 180px\" \/><\/p>\n<p><b>Sarah Borges &#8211; Maria L\u00eddia Magliane: pistas para uma cartografia<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<h2>Pesquisas de TCC <strong>2025<\/strong>:<\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-1448 alignleft\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/07\/Liara-400x400.png\" alt=\"\" width=\"180\" height=\"180\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/07\/Liara-400x400.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/07\/Liara-200x200.png 200w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/07\/Liara-768x768.png 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/07\/Liara.png 972w\" sizes=\"auto, (max-width: 180px) 100vw, 180px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Liara Soares &#8211; O DESEJO NO PALCO: po\u00e9ticas do teatro da espontaneidade em agenciamento com a Filosofia da Diferen\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa pesquisa coloca o Desejo como protagonista no palco de um espet\u00e1culo espont\u00e2neo e real, investigando-o a partir de um olhar da diferen\u00e7a usando como m\u00e9todo a fabula\u00e7\u00e3o especulativa de Donna Haraway.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-1450\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/07\/Maria-Eduarda-400x400.png\" alt=\"\" width=\"180\" height=\"180\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/07\/Maria-Eduarda-400x400.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/07\/Maria-Eduarda-1024x1024.png 1024w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/07\/Maria-Eduarda-200x200.png 200w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/07\/Maria-Eduarda-768x768.png 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/07\/Maria-Eduarda-1536x1536.png 1536w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/07\/Maria-Eduarda-2048x2048.png 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 180px) 100vw, 180px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Maria Eduarda Dutra &#8211; Arte e desterritorializa\u00e7\u00e3o: uma an\u00e1lise da cole\u00e7\u00e3o \u201cXarpigrafia\u201d a partir do devir-menor em Deleuze e Guattari.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esta pesquisa busca fazer conex\u00f5es entre as obras da cole\u00e7\u00e3o &#8220;Xarpigrafia&#8221;, do multiartista Mulamb\u00f6, e o devir-menor a partir dos escritos de Deleuze e Guattari em &#8220;Kafka: Por uma Literatura Menor&#8221;. Orientada pela filosofia da diferen\u00e7a, trbalhando com autores-artistas como Anne Sauvagnargues e com uma proposta de arte minorante, a pergunta central deste trabalho \u00e9: podem as interven\u00e7\u00f5es digitais de Mulamb\u00f6 operarem uma desterritorializa\u00e7\u00e3o das identidades hegem\u00f4nicas, criando novas subjetividades atrav\u00e9s da arte?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-1452\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-07-28-at-20.57.02-400x400.jpeg\" alt=\"\" width=\"180\" height=\"180\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-07-28-at-20.57.02-400x400.jpeg 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-07-28-at-20.57.02-200x200.jpeg 200w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-07-28-at-20.57.02.jpeg 640w\" sizes=\"auto, (max-width: 180px) 100vw, 180px\" \/><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Manoela Moreda &#8211; Entre capturas e inven\u00e7\u00f5es de si: autossociobiografia de um corpo feminino que trabalha.<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Este trabalho recusa destinos pr\u00e9-determinados para corpos pobres, femininos e trabalhadores, tensionando a captura pelo sistema. Usa autossociobiografia para explorar fic\u00e7\u00f5es sociais entre corpo, ancestralidade e institui\u00e7\u00f5es, propondo a escrita como linha de fuga e inven\u00e7\u00e3o de novas exist\u00eancias.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-1456\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-07-31-at-18.44.29-400x400.jpeg\" alt=\"\" width=\"181\" height=\"181\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-07-31-at-18.44.29-400x400.jpeg 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-07-31-at-18.44.29-1024x1024.jpeg 1024w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-07-31-at-18.44.29-200x200.jpeg 200w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-07-31-at-18.44.29-768x768.jpeg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-07-31-at-18.44.29.jpeg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 181px) 100vw, 181px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Max Chagas &#8211; Devires em grupo: uma autossociobiografia<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A ideia inicial era relatar como foi a minha experi\u00eancia como diretor de uma sess\u00e3o de sociodrama, por\u00e9m olhando para minha vida percebi como ela estava permeada\/encharcada por grupos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nisso surge o meu trabalho de conclus\u00e3o de curso: irei utilizar da autossociobiografia da escritora francesa Annie Ernaux, para pesquisar sobre os diversos grupos da minha vida, essenciais na forma\u00e7\u00e3o da minha subjetividade, trazendo fragmentos dessas experi\u00eancias individuais, mas que ser\u00e3o analisadas\/pensadas de forma coletiva, onde &#8220;utilizo minha subjetividade para encontrar, desvelar mecanismos ou fen\u00f4menos mais gerais, coletivos&#8221; (Ernaux, 2003, pg 52)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<h2>Bolsistas de Pesquisas <strong>2025<\/strong>:<\/h2>\n<p><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-1596\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2026\/02\/Foto-circular-400x400.png\" alt=\"\" width=\"180\" height=\"180\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2026\/02\/Foto-circular-400x400.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2026\/02\/Foto-circular-1024x1024.png 1024w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2026\/02\/Foto-circular-200x200.png 200w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2026\/02\/Foto-circular-768x768.png 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2026\/02\/Foto-circular.png 1080w\" sizes=\"auto, (max-width: 180px) 100vw, 180px\" \/><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Kall\u00e9u Mendes &#8211; Afrofuturismo e o processo de subjetiva\u00e7\u00e3o<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pesquiso sobre a vida e obra do pintor negro pelotense Miguel Barros, tamb\u00e9m conhecido como Barros, O Mulato. A pesquisa busca tra\u00e7ar os passos de Miguel Barros, desde seus escritos nos jornais na juventude at\u00e9 suas exposi\u00e7\u00f5es pelo Brasil e internacionalmente, cartografando sua trajet\u00f3ria e suas obras espelhadas por acervos particulares e museus. Esta pesquisa tem como futuro resultado a publica\u00e7\u00e3o de um livro, um biografema ficcional sobre a vida e obra de Barros, O Mulato.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-1443\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/files\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-07-24-at-22.52.46-400x400.jpeg\" alt=\"\" width=\"180\" height=\"180\" \/>Bibiana Scherer &#8211; Diante o homem destronado: por uma \u00e9tica feminista, vegetal e dos bichos<\/strong><\/p>\n<p>A morte de Deus, mapeada por Nietzsche, em 1882, \u00e9 a crise &#8211; ainda em curso &#8211; do pensamento que posicionava o homem branco europeu como exce\u00e7\u00e3o diante de todos. Uma posi\u00e7\u00e3o na qual tinha o direito leg\u00edtimo, concedido pelo seu criador, de dominar e subjugar toda a natureza. Defendemos que o seu assassianato \u00e9, tamb\u00e9m, a morte de quem o matou, ou seja, do homem e de suas narrativas her\u00f3icas, autossuficientes e violentas. Nesse sentido, esta pesquisa busca se agenciar e dialogar com o pensamento afropindor\u00e2mico e a Filosofia da Diferen\u00e7a, questionando &#8211; O que quer a humanidade em n\u00f3s? A quem esse conceito serviu e vem servindo? -, al\u00e9m de propor, diante o homem destronado, uma \u00e9tica feminista, vegetal e dos bichos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Partindo da quest\u00e3o colocada por Nietzsche \u2013 como algu\u00e9m se torna aquilo que \u00e9? \u2013 o projeto pretende investigar, na obra de Gilles Deleuze, agenciamentos entre cria\u00e7\u00e3o, subjetiva\u00e7\u00e3o e individua\u00e7\u00e3o. A pesquisa busca dar sequ\u00eancia ao projeto de p\u00f3s-doutorado do coordenador \u00c9dio Raniere da Silva realizado na Universit\u00e9 Paris-Nanterre entre 2018 e 2019, sob supervis\u00e3o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1195,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-1436","page","type-page","status-publish","hentry","post"],"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1436","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1195"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1436"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1436\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1634,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1436\/revisions\/1634"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/lapso\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1436"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}