{"id":134,"date":"2019-10-10T16:30:24","date_gmt":"2019-10-10T19:30:24","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labgeotec\/?page_id=134"},"modified":"2019-10-14T15:42:22","modified_gmt":"2019-10-14T18:42:22","slug":"projetos-concluidos","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labgeotec\/extensao\/projetos-concluidos\/","title":{"rendered":"Projetos Conclu\u00eddos"},"content":{"rendered":"<div class=\"layout-cell layout-cell-9\">\n<div style=\"text-align: justify\"><strong>2015<\/strong><\/div>\n<div class=\"layout-cell-pad-5\" style=\"text-align: justify\">\n<p><strong>GEOPROCESSAMENTO COMO SUPORTE PARA MODELAGEM DE DADOS ESPACIAIS E N\u00c3O ESPACIAIS<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"layout-cell layout-cell-9\" style=\"text-align: justify\">\n<div class=\"layout-cell-pad-5\">\n<p><strong>Descri\u00e7\u00e3o:<\/strong> Este projeto de extens\u00e3o tem como objetivos capacitar os alunos do curso de Geografia Bacharelado que est\u00e3o terminando o curso de gradua\u00e7\u00e3o na Universidade Federal de Pelotas e profissionais em Geografia, e \u00e1reas correlatas, na utiliza\u00e7\u00e3o de ferramentas de geoprocessamento.<\/p>\n<p><strong>Coordenador:<\/strong> Allan de Oliveira de Oliveira<\/p>\n<hr \/>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"layout-cell layout-cell-9\">\n<div class=\"layout-cell-pad-5\" style=\"text-align: justify\">\n<p><strong>ATLAS GEOMORFOL\u00d3GICO DO MUNIC\u00cdPIO DE PELOTAS\/RS<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"layout-cell layout-cell-3 text-align-right\" style=\"text-align: justify\">\n<div class=\"layout-cell-pad-5 text-align-right\"><strong>Descri\u00e7\u00e3o:<\/strong> O objetivo principal deste projeto consiste na estrutura\u00e7\u00e3o de um atlas geomorfol\u00f3gico para \u00e1rea do munic\u00edpio de Pelotas\/ RS. Para tanto, faz-se necess\u00e1rio o levantamento de dados morfogen\u00e9ticos, morfocronol\u00f3gicos, morfol\u00f3gicos (morfom\u00e9tricos e morfogr\u00e1ficos) e morfodin\u00e2micos do relevo. Utilizar-se-\u00e3o das orienta\u00e7\u00f5es metodol\u00f3gicas da <em>International Geographical Union &#8211; Commission on Geomorphological Survay and Mapping<\/em> (DEMEK et al, 1972); Ross (1992); IBGE (2009) e Rehbein (2011). Operacionalmente se desenvolver\u00e3o atividades alternadas entre o gabinete e o campo: revis\u00f5es bibliogr\u00e1ficas, t\u00e9cnicas cartogr\u00e1ficas (estrutura\u00e7\u00e3o de um banco de dados de cartografia de base, mapeamento dos usos e coberturas da terra, cartografia de dados morfol\u00f3gicos do relevo), trabalhos de campo e o mapeamento geomorfol\u00f3gico. S\u00e3o in\u00fameras as aplica\u00e7\u00f5es do conhecimento geomorfol\u00f3gico, podem servir de base para politicas, planejamento, gerenciamento e ou monitoramento ambiental, a fim de se contribuir na qualifica\u00e7\u00e3o da gest\u00e3o ambiental. Essas aplica\u00e7\u00f5es dos trabalhos geomorfol\u00f3gicos, dentre outras, refor\u00e7am o estudo do relevo na educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica, sobretudo enquanto conte\u00fado program\u00e1tico da disciplina de Geografia, tanto no fundamental como no m\u00e9dio. Amparam-se os professores, enquanto uma ferramenta de trabalho, nos livros did\u00e1ticos adotados pelas escolas, os quais trazem a abordagem do conte\u00fado relevo de modo abrangente. Este projeto se justifica pela inten\u00e7\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o de material paradid\u00e1tico, de conte\u00fado, que problematize localmente e regionalmente as quest\u00f5es pertinentes ao relevo do munic\u00edpio de Pelotas, suas morfocronog\u00eaneses, morfologias e morfodin\u00e2micas, constituindo-se em ferramenta de promo\u00e7\u00e3o do saber local e da educa\u00e7\u00e3o ambiental nas escolas do munic\u00edpio de Pelotas.<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"layout-cell layout-cell-9\">\n<div class=\"layout-cell-pad-5\" style=\"text-align: justify\">\n<p><strong>Coordenador:<\/strong> Mois\u00e9s Ortemar Rehbein<\/p>\n<hr \/>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p><!--nextpage--><\/p>\n<div class=\"layout-cell layout-cell-3 text-align-right\" style=\"text-align: justify\">\n<div class=\"layout-cell-pad-5 text-align-right\"><b>2014<\/b><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"layout-cell layout-cell-9\" style=\"text-align: justify\">\n<div class=\"layout-cell-pad-5\">\n<p><strong>GEOPROCESSAMENTO COMO SUPORTE PARA MODELAGEM DE DADOS ESPACIAIS E N\u00c3O ESPACIAIS<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"layout-cell layout-cell-3 text-align-right\" style=\"text-align: justify\">\n<div class=\"layout-cell-pad-5 text-align-right\"><strong>Descri\u00e7\u00e3o:<\/strong> Este projeto de extens\u00e3o tem como objetivos capacitar os alunos do curso de Geografia Bacharelado que est\u00e3o terminando o curso de gradua\u00e7\u00e3o na Universidade Federal de Pelotas e profissionais em Geografia, e \u00e1reas correlatas, na utiliza\u00e7\u00e3o de ferramentas de geoprocessamento..<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"layout-cell layout-cell-9\" style=\"text-align: justify\">\n<div class=\"layout-cell-pad-5\">\n<p><strong>Coordenador:<\/strong> Allan de Oliveira de Oliveira<\/p>\n<hr \/>\n<\/div>\n<\/div>\n<p><!--nextpage--><\/p>\n<div class=\"layout-cell layout-cell-3 text-align-right\" style=\"text-align: justify\">\n<div class=\"layout-cell-pad-5 text-align-right\"><b>2013<\/b><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"layout-cell layout-cell-9\" style=\"text-align: justify\">\n<div class=\"layout-cell-pad-5\">\n<p><strong>GEOPROCESSAMENTO COMO SUPORTE PARA MODELAGEM DE DADOS ESPACIAIS E N\u00c3O ESPACIAIS<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"layout-cell layout-cell-9\">\n<div class=\"layout-cell-pad-5\" style=\"text-align: justify\">\n<p><strong>Descri\u00e7\u00e3o:<\/strong> Este projeto de extens\u00e3o tem como objetivos capacitar os alunos do curso de Geografia Bacharelado que est\u00e3o terminando o curso de gradua\u00e7\u00e3o na Universidade Federal de Pelotas e profissionais em Geografia, e \u00e1reas correlatas, na utiliza\u00e7\u00e3o de ferramentas de geoprocessamento..<\/p>\n<p><strong>Coordenador:<\/strong> Allan de Oliveira de Oliveira<\/p>\n<hr \/>\n<\/div>\n<\/div>\n<p><!--nextpage--><\/p>\n<p><strong>2012<\/strong><\/p>\n<div class=\"layout-cell layout-cell-9\">\n<div class=\"layout-cell-pad-5\">\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>BANCO DE DADOS DIGITAL GEOGR\u00c1FICO DO ACERVO AEROFOTOGRAM\u00c9TRICO DA AG\u00caNCIA DE DESENVOLVIMENTO DA LAGOA MIRIM\/RS<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"layout-cell layout-cell-9\">\n<div class=\"layout-cell-pad-5\" style=\"text-align: justify\"><strong>Descri\u00e7\u00e3o:<\/strong> Objetivo Geral &#8211; Estruturar um banco de dados digital geogr\u00e1fico (BDG) a partir do acervo anal\u00f3gico aerofotogram\u00e9trico da Ag\u00eancia de Desenvolvimento da Lagoa Mirim (ALM). Justificativa\/Relev\u00e2ncia &#8211; As fotografias a\u00e9reas s\u00e3o importantes fontes de dados espaciais, os quais podem ser usados para diversos fins. Uma mesma fotografia a\u00e9rea pode ser usada para mapeamentos de usos e coberturas do solo, geomorfol\u00f3gico, geol\u00f3gico, hidrogr\u00e1fico, etc. S\u00e3o, portanto, pertinentes a diversas \u00e1reas do conhecimento cient\u00edfico. Apresentam-se, sumariamente, alguns fatos que justificam a vantajosa utiliza\u00e7\u00e3o das fotografias a\u00e9reas, pois: 1) Registram a situa\u00e7\u00e3o de um espa\u00e7o f\u00edsico qualquer numa determinada \u00e9poca, desse modo, as fotografias a\u00e9reas podem ser estudadas em \u00e9pocas posteriores; logo, possuem valor hist\u00f3rico. Quando se possuem seq\u00fc\u00eancias temporais de fotografias de uma mesma regi\u00e3o se pode detectar, com relativa precis\u00e3o, as transforma\u00e7\u00f5es da mesma; 2) S\u00e3o geradas em escala, o que permite c\u00e1lculos de \u00e1rea e ou medi\u00e7\u00f5es outras dos terrenos fotografados; 3) Pares de fotografias a\u00e9reas proporcionam vis\u00e3o estereosc\u00f3pica, possibilitando leituras em tr\u00eas dimens\u00f5es e, assim, melhores panoramas do relevo e da hidrografia; 4) Proporcionam um amplo campo de vis\u00e3o da paisagem; 5) Fornecem informa\u00e7\u00f5es de locais, muitas vezes, de dif\u00edcil acesso, seja por condi\u00e7\u00f5es f\u00edsico-geogr\u00e1ficas, financeiras e ou pol\u00edticas; 6) Permitem o reconhecimento de regi\u00f5es num relativo menor tempo e, ou mesmo, permitem pr\u00e9vias de \u00e1reas de interesse de estudo; 7) Permitem que se trabalhe no conforto de um gabinete. O acervo anal\u00f3gico aerofotogram\u00e9trico da ALM disp\u00f5e de diversas fotografias a\u00e9reas, de diferentes datas e escalas. Estas abrangem \u00e1reas da por\u00e7\u00e3o brasileira da bacia hidrogr\u00e1fica da Lagoa Mirim. A partir da ALM, este material, pelas qualifica\u00e7\u00f5es que sumariamente apresentadas, \u00e9 frequentemente requisitado por diferentes usu\u00e1rios, para diferentes.<\/div>\n<div><\/div>\n<div class=\"layout-cell-pad-5\" style=\"text-align: justify\"><strong>Coordenador:<\/strong> Mois\u00e9s Ortemar Rehbein<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>2015 GEOPROCESSAMENTO COMO SUPORTE PARA MODELAGEM DE DADOS ESPACIAIS E N\u00c3O ESPACIAIS Descri\u00e7\u00e3o: Este projeto de extens\u00e3o tem como objetivos capacitar os alunos do curso de Geografia Bacharelado que est\u00e3o terminando o curso de gradua\u00e7\u00e3o na Universidade Federal de Pelotas e profissionais em Geografia, e \u00e1reas correlatas, na utiliza\u00e7\u00e3o de ferramentas de geoprocessamento. 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