{"id":479,"date":"2020-05-14T19:05:32","date_gmt":"2020-05-14T22:05:32","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/?page_id=479"},"modified":"2021-02-03T15:40:36","modified_gmt":"2021-02-03T18:40:36","slug":"quem-somos","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/?page_id=479","title":{"rendered":"Quem Somos"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-922\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/08\/IMG_2551-1-424x216.jpg\" alt=\"\" width=\"819\" height=\"417\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/08\/IMG_2551-1-424x216.jpg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/08\/IMG_2551-1-212x108.jpg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/08\/IMG_2551-1-768x392.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/08\/IMG_2551-1-1536x784.jpg 1536w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/08\/IMG_2551-1-2048x1046.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 819px) 100vw, 819px\" \/><strong>O Laborat\u00f3rio de Estudos Comportamentais<\/strong> (<strong>LabCom<\/strong>) da Universidade Federal de Pelotas (<a href=\"http:\/\/portal.ufpel.edu.br\/\">UFPel<\/a>), no Brasil, foi criado em 2016 no \u00e2mbito do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (<a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/faurb\/\">Faurb<\/a>) da UFPel. O LabCom come\u00e7ou com um grupo de professores, pesquisadores e alunos com interesses interdisciplinares de pesquisa, abrangendo tem\u00e1ticas de desenho e planejamento urbano, arquitetura, psicologia ambiental, pol\u00edtica social, sociologia, filosofia e turismo e conceitos te\u00f3ricos de migra\u00e7\u00e3o e ref\u00fagios, inclus\u00e3o social, desigualdades sociais, sa\u00fade e bem-estar, envelhecimento no local, senso de lugar, resili\u00eancia e patrim\u00f4nio hist\u00f3rico. O Projeto PlaceAge (<a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/placeageproject\/\">www.placeage.org<\/a>), financiado pela ag\u00eancia brit\u00e2nica ESRC (Economic and Social Research Council) num total de \u00a31.213.116,00 libras esterlinas (R$ 8.491.812,00) e coordenado no Reino Unido pelo Professor Ryan Woolrych e no Brasil pela professora Adriana Portella, foi o ponto de partida que motivou a cria\u00e7\u00e3o do Laborat\u00f3rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Temos experi\u00eancia na lideran\u00e7a de projetos de pesquisa financiados tanto por Conselhos Internacionais (ESRC, UK) quanto por \u00d3rg\u00e3os do Governo Federal Brasileiro (CAPES, CNPQ, FAPERGS). Desde 2016, o Laborat\u00f3rio coordena no Brasil o Projeto `Projetando lugares com os idosos: Rumo a comunidades amigas do envelhecimento`, realizando pesquisas transnacionais no Brasil e no Reino Unido. Desde 2018, o Labcom participa do Projeto \u2018Bom Envelhecimento em Ambientes Urbanos: Projetando cidades e comunidades com idosos\u00b4 em parceria com o Reino Unido e a \u00cdndia. Desde janeiro de 2019, tamb\u00e9m trabalhamos no Projeto internacional da Universidade Federal de Pelotas, financiado pela CAPES-PRINT, denominado `<a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/print\/projeto-institucional-de-internacionalizacao\/saude-sociedade-um-olhar-sobre-a-equidade-ao-longo-do-ciclo-vital\/nucleo-de-estudos-sobre-cidades-saudaveis-envelhecimento-e-cidadania\/\">N\u00facleo de Estudos sobre Cidades Saud\u00e1veis, Envelhecimento e Cidadania<\/a>`. Esse N\u00facleo envolve pesquisadores e investiga\u00e7\u00f5es do Brasil, Reino Unido, Argentina e Fran\u00e7a. Nossos projetos s\u00e3o fundamentados em uma estrutura participativa, envolvendo comunidades como co-pesquisadores. Temos experi\u00eancia significativa no design e na aplica\u00e7\u00e3o de m\u00e9todos inovadores, incluindo di\u00e1rios fotogr\u00e1ficos, mapeamento participativo, World Caf\u00e9 e F\u00f3rum de Pol\u00edticas P\u00fablicas. Tamb\u00e9m, somos especialistas em mapeamento georreferenciamento e pesquisas quantitativas baseadas em an\u00e1lises estat\u00edsticas. Trabalhamos na mobiliza\u00e7\u00e3o do conhecimento e do envolvimento p\u00fablico, traduzindo os resultados dos nossos estudos em suporte para pol\u00edticas e pr\u00e1ticas p\u00fablicas na cidade. Operamos sempre em conjunto com organiza\u00e7\u00f5es comunit\u00e1rias locais, sociedade civil, governo, ONGS, \u00f3rg\u00e3os internacionais e outras partes interessadas para garantir o m\u00e1ximo impacto da pesquisa. Temos trabalhado muito com grupos vulner\u00e1veis, destacando-se o trabalho com moradores que vivem em favelas e\/ ou foram removidos \u00e0 for\u00e7a de \u00e1reas afetadas pela gentrifica\u00e7\u00e3o no Rio de Janeiro. Em 2018, a Profa. Adriana Portella foi \u00e0 UNRISD\/UN em Genebra para apresentar o trabalho: \u02bb<a href=\"https:\/\/www.unrisd.org\/80256B42004CCC77\/(httpInfoFiles)\/04C488DBE3CCC567C125833C00549C5E\/$file\/Overcoming%20Inequalities%204a_Portella---Final.pdf\">O Legado Ol\u00edmpico do Rio 2016: Uma Cidade para Quem?<\/a> ` desenvolvido pelo LabCom.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Em 2019, o LabCom participou de uma importante atividade internacional organizando o <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/placeage\/iaps\/\">2019 IAPS Symposium<\/a> Ageing in Place in a World of Inequalities: How to Design Healthy Cities for All, com o apoio do <a href=\"https:\/\/iaps-association.org\/\">IAPS<\/a> (Internacional Association of People Environment Studies), com sede jur\u00eddica na Espanha.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Estamos sempre expandindo nossa rede de pesquisa internacional, e hoje nossas conex\u00f5es internacionais ocorrem com pesquisadores do Reino Unido, \u00cdndia, Espanha, M\u00e9xico, Col\u00f4mbia, Venezuela, Argentina, Chile, Austr\u00e1lia e USA.<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-1598\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/09\/mapa-atualizado-2-424x234.jpg\" alt=\"\" width=\"1022\" height=\"564\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/09\/mapa-atualizado-2-424x234.jpg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/09\/mapa-atualizado-2-212x117.jpg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/09\/mapa-atualizado-2-768x423.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/09\/mapa-atualizado-2-1536x846.jpg 1536w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/09\/mapa-atualizado-2-2048x1128.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1022px) 100vw, 1022px\" \/><\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify\">O que queremos<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\">Nossos estudos centram-se na grande tem\u00e1tica <strong>INCLUS\u00c3O SOCIAL E BEM-ESTAR PARA TODOS<\/strong>, e buscam atender os <a href=\"https:\/\/nacoesunidas.org\/pos2015\/\">17 Objetivos de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel da ONU<\/a>.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-927\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/08\/ONU-424x89.jpg\" alt=\"\" width=\"891\" height=\"187\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/08\/ONU-424x89.jpg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/08\/ONU-212x44.jpg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/08\/ONU-768x160.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/08\/ONU.jpg 1279w\" sizes=\"auto, (max-width: 891px) 100vw, 891px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O Laborat\u00f3rio busca promover cidades saud\u00e1veis e inclusivas por meio de pesquisas que possam apoiar a formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas em pa\u00edses de baixa e m\u00e9dia renda. Nossas investiga\u00e7\u00f5es est\u00e3o relacionadas a como incluir comunidades vulner\u00e1veis no processo de projeto e constru\u00e7\u00e3o da cidade. Nosso objetivo \u00e9 reunir a pr\u00e1tica humanit\u00e1ria com a de desenvolvimento urbano e regional, dois campos que tradicionalmente se baseiam em diferentes \u00e1reas de pesquisa acad\u00eamica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Nossa pesquisa compreende e aborda quest\u00f5es de vulnerabilidade, marginaliza\u00e7\u00e3o e inclus\u00e3o social e contribui para o desenvolvimento de pol\u00edticas e pr\u00e1ticas p\u00fablicas eficazes, apoiando interven\u00e7\u00f5es inclusivas que possam promover comunidades resilientes que apoiem a sa\u00fade e o bem-estar social e econ\u00f4mico de grupos vulner\u00e1veis. Os conceitos de resili\u00eancia, planejamento urbano integrado e desenho urbano s\u00e3o centrais para nossa pesquisa. A compreens\u00e3o dominante da resili\u00eancia concentra-se na capacidade dos sistemas de persistir e retornar ao equil\u00edbrio ap\u00f3s um determinado evento. No entanto, para promover a inclus\u00e3o social, precisamos entender a resili\u00eancia como um \u201csalto para a frente\u201d ao inv\u00e9s de \u201cretorno\u201d. Essa conceitua\u00e7\u00e3o alternativa \u00e9 vista como mais compat\u00edvel com a abordagem do Laborat\u00f3rio &#8211; a aten\u00e7\u00e3o est\u00e1 voltada para a capacidade das comunidades de continuar uma trajet\u00f3ria de desenvolvimento ascendente, em vez de simplesmente retornar ao seu n\u00edvel original de vulnerabilidade. O planejamento urbano integrado e o desenho urbano est\u00e3o reunidos nesse conceito como uma for\u00e7a motriz para promover cidades saud\u00e1veis e sustent\u00e1veis para todos.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify\">Nossos principais interesses de pesquisa<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\">\u2022 <strong>Como projetar pol\u00edticas p\u00fablicas que garantam cidades inclusivas considerando os refugiados na Am\u00e9rica Latina<\/strong>. O Brasil e a Col\u00f4mbia, por exemplo, est\u00e3o passando por profundas mudan\u00e7as urbanas devido ao deslocamento interno e \u00e0 migra\u00e7\u00e3o transfronteiri\u00e7a. Historicamente, a migra\u00e7\u00e3o interna tem sido um fator chave, mas o fluxo de refugiados, incluindo aqueles que fogem da recente crise na Venezuela, criou desafios para as \u00e1reas urbanas em termos de como fornecer a infraestrutura f\u00edsica, social e comunit\u00e1ria necess\u00e1ria para apoiar de forma igualit\u00e1ria a sa\u00fade e o bem-estar dos refugiados. A capacidade de acessar servi\u00e7os de sa\u00fade em ambientes humanit\u00e1rios em geral \u00e9 comprometida e exacerbada pela escassez, barreiras \u00e0 informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o, falta de instala\u00e7\u00f5es de sa\u00fade e condi\u00e7\u00f5es urbanas e habitacionais prec\u00e1rias. Al\u00e9m disso, os refugiados normalmente enfrentam barreiras administrativas, financeiras, jur\u00eddicas e lingu\u00edsticas para navegar e negociar sistemas e servi\u00e7os de sa\u00fade. Todos esses desafios s\u00e3o o foco de nossas investiga\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u2022 <strong>O impacto do fen\u00f4meno do envelhecimento global em pa\u00edses de baixa e m\u00e9dia renda<\/strong>. Segundo estudos da Comiss\u00e3o Econ\u00f4mica para a Am\u00e9rica Latina e o Caribe (CEPAL), a Am\u00e9rica Latina \u00e9 uma das regi\u00f5es do mundo que envelhece mais rapidamente. Enquanto alguns pa\u00edses europeus demoraram 150 anos para se adaptar a um aumento de 10 a 20% na popula\u00e7\u00e3o idosa, pa\u00edses como o Brasil ter\u00e3o que se adaptar em muito menos tempo. Uma das principais observa\u00e7\u00f5es da Divis\u00e3o de Popula\u00e7\u00e3o da ONU \u00e9 que os pa\u00edses desenvolvidos ficaram ricos primeiro e depois envelheceram, enquanto os pa\u00edses em desenvolvimento envelhecer\u00e3o na pobreza. Isso cria um desafio que nossos estudos buscam responder. N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel replicar pol\u00edticas p\u00fablicas sobre o envelhecimento desenvolvidas para pa\u00edses ricos em pa\u00edses mais pobres, que j\u00e1 apresentam desigualdades consider\u00e1veis entre setores da sociedade; o importante \u00e9 entender as caracter\u00edsticas econ\u00f4micas, sociais e econ\u00f4micas de cada pa\u00eds a partir da percep\u00e7\u00e3o do usu\u00e1rio e a partir da\u00ed propor pol\u00edticas p\u00fablicas que atendam a popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u2022 <strong>O desenvolvimento de ferramentas e recursos tecnol\u00f3gicos inovadores<\/strong> (por exemplo, GIS Mapping e Story Maps), que possam ser disponibilizados \u00e0 profissionais e pessoas envolvidas no planejamento de pol\u00edticas p\u00fablicas, a fim de apoiar a melhoria da sa\u00fade e bem-estar social e econ\u00f4mico de grupos vulner\u00e1veis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u2022 <strong>O caso de emerg\u00eancias ou crises culturais, humanit\u00e1rias, pol\u00edticas e econ\u00f4micas<\/strong> e seus impactos em quest\u00f5es como: viola\u00e7\u00f5es dos direitos humanos, amea\u00e7as \u00e0 seguran\u00e7a humana ou processos de constru\u00e7\u00e3o da paz na cidade, destrui\u00e7\u00e3o ao patrim\u00f4nio cultural local, produ\u00e7\u00e3o cultural e liberdade de express\u00e3o na cidade, g\u00eanero, exclus\u00e3o social, faveliza\u00e7\u00e3o, marginaliza\u00e7\u00e3o, vulnerabilidade, infraestrutura urbana, viol\u00eancia urbana, condi\u00e7\u00f5es de sa\u00fade e bem-estar em ambientes urbanos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u2022 <strong>Remo\u00e7\u00e3o for\u00e7ada de pessoas causada por processos de gentrifica\u00e7\u00e3o<\/strong> (por exemplo, o que aconteceu no Brasil devido \u00e0 Copa do Mundo de 2014 e aos Jogos Ol\u00edmpicos de 2016), e <strong>o impacto de fluxos migrat\u00f3rios em grande escala<\/strong> considerando aspectos de planejamento urbano e regional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u2022 <strong>Conforto t\u00e9rmico urbano e desastres ambientais<\/strong> (naturais e\/ou resultantes da atividade humana), como mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, terremoto, tsunami, erup\u00e7\u00e3o vulc\u00e2nica, furac\u00e3o, grande incidente de polui\u00e7\u00e3o, desabamento de barragem (por exemplo, o caso de Mariana e Brumadinho no Brasil).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u2022 <strong>Estudos da fome e emerg\u00eancias de sa\u00fade<\/strong> (por exemplo, surtos causados por doen\u00e7as e pandemias como COVID-19) com foco na an\u00e1lise urbana e regional, das condi\u00e7\u00f5es da arquitetura hospitalar, e acesso a servi\u00e7os de sa\u00fade na cidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u2022<strong> Reflex\u00f5es sobre turismo sustent\u00e1vel e como promov\u00ea-lo nos pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina<\/strong>. O turismo sustent\u00e1vel \u00e9 aquele que leva em conta as necessidades dos atores envolvidos: comunidades receptoras, turistas, empresas tur\u00edsticas e o poder p\u00fablico. Ao mesmo tempo que \u00e9 economicamente vi\u00e1vel, n\u00e3o destr\u00f3i os recursos naturais e as caracter\u00edsticas singulares das comunidades locais, dos quais o turismo depender\u00e1 no futuro. O deslocamento \u00e9 um elemento central tanto nas pr\u00e1ticas tur\u00edsticas quanto na mobilidade urbana. Por isso, a mobilidade sustent\u00e1vel \u00e9 o elo entre os nossos estudos urbanos e as investiga\u00e7\u00f5es que promovam o turismo sustent\u00e1vel nos pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina, alinhados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel da ONU.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-1818\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/09\/20180525_162109-scaled.jpg\" alt=\"\" width=\"1140\" height=\"641\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/09\/20180525_162109-scaled.jpg 2560w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/09\/20180525_162109-424x239.jpg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/09\/20180525_162109-212x119.jpg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/09\/20180525_162109-768x432.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/09\/20180525_162109-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/09\/20180525_162109-2048x1152.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1140px) 100vw, 1140px\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Laborat\u00f3rio de Estudos Comportamentais (LabCom) da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), no Brasil, foi criado em 2016 no \u00e2mbito do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Faculdade de Arquitetura [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":717,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_crdt_document":"","footnotes":""},"class_list":["post-479","page","type-page","status-publish","hentry","post"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/479","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/717"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=479"}],"version-history":[{"count":62,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/479\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2618,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/479\/revisions\/2618"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=479"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}