{"id":454,"date":"2020-05-13T17:02:37","date_gmt":"2020-05-13T20:02:37","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/?page_id=454"},"modified":"2024-07-14T17:58:38","modified_gmt":"2024-07-14T20:58:38","slug":"projetos-desenvolvidos-pelo-labcom","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/?page_id=454","title":{"rendered":"Projetos desenvolvidos pelo LabCom"},"content":{"rendered":"<h2><strong>Sabedoria Ind\u00edgena Amaz\u00f4nica: Moldando Solu\u00e7\u00f5es Clim\u00e1ticas no Brasil<\/strong><\/h2>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-4494 alignleft\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2024\/07\/Amazon_CIAT_3.jpg\" alt=\"\" width=\"449\" height=\"298\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2024\/07\/Amazon_CIAT_3.jpg 800w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2024\/07\/Amazon_CIAT_3-424x281.jpg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2024\/07\/Amazon_CIAT_3-212x141.jpg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2024\/07\/Amazon_CIAT_3-768x510.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2024\/07\/Amazon_CIAT_3-272x182.jpg 272w\" sizes=\"auto, (max-width: 449px) 100vw, 449px\" \/><strong>O Brasil \u00e9 terra Ind\u00edgena<\/strong>, com mais de 60,3% da Floresta Amaz\u00f4nica situados em seu territ\u00f3rio e 385 grupos Ind\u00edgenas habitando a regi\u00e3o. Esses grupos det\u00eam conhecimentos ancestrais sobre adapta\u00e7\u00e3o, mitiga\u00e7\u00e3o e redu\u00e7\u00e3o de riscos de desastres clim\u00e1ticos. Contudo, a legisla\u00e7\u00e3o brasileira sobre mudan\u00e7as clim\u00e1ticas est\u00e1 longe de reconhecer a import\u00e2ncia das ontologias e dos conhecimentos Ind\u00edgenas na resposta a essas mudan\u00e7as. Nosso objetivo de pesquisa \u00e9 coprojetar a\u00e7\u00f5es e pol\u00edticas de mitiga\u00e7\u00e3o e adapta\u00e7\u00e3o \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas que sejam sustentadas pelas ontologias e pelos valores de conhecimento das comunidades Ind\u00edgenas da Amaz\u00f4nia, em resposta aos desafios ambientais enfrentados no Brasil. Para realizar uma pesquisa Ind\u00edgena transformadora sobre mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, \u00e9 essencial adotar metodologias de descoloniza\u00e7\u00e3o. Assim, nosso projeto est\u00e1 centrado no pluralismo ontol\u00f3gico Ind\u00edgena, no contexto das mudan\u00e7as ambientais globais, dentro do Bioma Amaz\u00f4nia. A metodologia de pesquisa \u00e9 desenhada em conjunto por quatro etnias ind\u00edgenas amaz\u00f4nicas (Yawanawa, Noke Koi Katukina, Shanenawa, Huni Kuin), que est\u00e3o localizadas em seis comunidades na Amaz\u00f4nia brasileira. O projeto \u00e9 composto por quatro Pacotes de Trabalho. Financiamento: The British Academy, UK.<\/p>\n<p>Coordenadores: Profa. Dra. Adriana Portella, Prof. Dr. Eduardo Rocha. Contatos: adrianaportella@yahoo.com.br; amigodudu@yahoo.com.br.<\/p>\n<p>Figura, fonte: Pic by Neil Palmer (CIAT). Aerial view of the Amazon Rainforest, near Manaus, the capital of the Brazilian state of Amazonas (Wikipedia).<\/p>\n<h2 style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-size: 18pt;\">Projeto da Sede Ampahro<\/span><\/h2>\n<h3 style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-size: 18pt;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-4229 \" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2023\/04\/WhatsApp-Image-2023-04-17-at-14.54.28-424x239.jpeg\" alt=\"\" width=\"440\" height=\"248\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2023\/04\/WhatsApp-Image-2023-04-17-at-14.54.28-424x239.jpeg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2023\/04\/WhatsApp-Image-2023-04-17-at-14.54.28-212x119.jpeg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2023\/04\/WhatsApp-Image-2023-04-17-at-14.54.28-768x432.jpeg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2023\/04\/WhatsApp-Image-2023-04-17-at-14.54.28-1536x864.jpeg 1536w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2023\/04\/WhatsApp-Image-2023-04-17-at-14.54.28.jpeg 1600w\" sizes=\"auto, (max-width: 440px) 100vw, 440px\" \/><\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">O projeto da sede da Ampahro contempla zonas funcionais destinadas ao atendimento de crian\u00e7as e pais de crian\u00e7as com TEA (transtorno do Espectro Autista). No pavimento t\u00e9rreo s\u00e3o encontrados espa\u00e7os destinados a terapias, como tamb\u00e9m cozinha industrial, espa\u00e7o para o brecho da Ampahro e circula\u00e7\u00e3o vertical. No segundo pavimento s\u00e3o encontrados espa\u00e7os para diferentes tipos de terapias para as crian\u00e7as com TEA e os pais, como tamb\u00e9m encontramos o sal\u00e3o de festas e o audit\u00f3rio da sede da Ampahro. O projeto contempla tamb\u00e9m a integra\u00e7\u00e3o com o contexto da pra\u00e7a vizinha ao terreno da edifica\u00e7\u00e3o. O projeto foi desenvolvido em n\u00edvel de Estudo Preliminar e seguir\u00e1 at\u00e9 se tornar um projeto executivo.<\/p>\n<p>Coordenador: Prof. Dr. Eduardo Grala Cunha e Profa. Dra. Adriana Portella. Contato: eduardogralacunha@yahoo.com.br e adrianaportella@yahoo.com.br<\/p>\n<h1><\/h1>\n<h2 class=\"entry-title\">Horta da FAUrb<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-4290 \" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2023\/05\/WhatsApp-Image-2023-05-17-at-12.15.57-424x318.jpeg\" alt=\"\" width=\"432\" height=\"324\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2023\/05\/WhatsApp-Image-2023-05-17-at-12.15.57-424x318.jpeg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2023\/05\/WhatsApp-Image-2023-05-17-at-12.15.57-212x159.jpeg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2023\/05\/WhatsApp-Image-2023-05-17-at-12.15.57-768x575.jpeg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2023\/05\/WhatsApp-Image-2023-05-17-at-12.15.57-1536x1149.jpeg 1536w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2023\/05\/WhatsApp-Image-2023-05-17-at-12.15.57.jpeg 1600w\" sizes=\"auto, (max-width: 432px) 100vw, 432px\" \/>A\u00e7\u00e3o de extens\u00e3o do projeto FAUrb no Bairro, que pretende revitalizar a horta da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFPel, afim de proporcionar a produ\u00e7\u00e3o de alimentos saud\u00e1veis, contribuindo para o meio ambiente, valoriza\u00e7\u00e3o de culturas locais e empoderamento comunit\u00e1rio. Organizada pelo LabCom e LabUrb, da FAUrb\/UFPel. <strong>Atividades iniciais: <\/strong>Levantamento de pr\u00e9-exist\u00eancia no campus FAUrb\/CA, reuni\u00f5es com o projeto \u201cHortas Urbanas\u201d da UFPel, estudo de viabilidade da Horta Comunit\u00e1ria da FAUrb, a\u00e7\u00f5es de educa\u00e7\u00e3o ambiental em m\u00eddias sociais e programa\u00e7\u00e3o visual, instala\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o de \u201cComposterira\u201d no sagu\u00e3o da FAUrb, instala\u00e7\u00e3o de floreiras com ervas e temperos para incentivar a re-implanta\u00e7\u00e3o da horta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Coordenador: Prof. Dr. Eduardo Rocha. Contato: amigodudu@yahoo.com.br<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><em>Foto: Eduardo Rocha<\/em><\/span><\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3><\/h3>\n<h3><\/h3>\n<h2><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/11\/projeto_4336-1.pdf\"><span style=\"font-size: 18pt;\">3\u00ba Congresso Internacional de Cidadania, Espa\u00e7o P\u00fablico e Territ\u00f3rio<\/span><\/a><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-3220 alignleft\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/11\/Capturar-2.jpg\" alt=\"\" width=\"493\" height=\"301\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/11\/Capturar-2.jpg 1159w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/11\/Capturar-2-424x259.jpg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/11\/Capturar-2-212x129.jpg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/11\/Capturar-2-768x468.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 493px) 100vw, 493px\" \/><strong>O 3\u00b0 Congresso Internacional de Cidadania, Espa\u00e7o P\u00fablico e Territ\u00f3rio \u00e9 um Projeto de Extens\u00e3o da Universidade Federal de Pelotas. Aconteceu de 3 \u00e0 5 de Novembro de 2021 no Brasil, na cidade de Pelotas.<\/strong> O evento foi promovido pelo Laborat\u00f3rio de Estudos Comportamentais da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Juntamente com o Laborat\u00f3rio, a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFPel sediou o evento, de modo online devido a pandemia, com o apoio do Projeto PlaceAge, Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Arquitetura e Urbanismo da UFPel e Universidad La Gran Colombia. O Simp\u00f3sio \u00e9 desenvolvido com o apoio do LabCom Hospitalar e do Centre for Healthy Cities, Ageing and Citizenship, o qual faz parte do Programa Institucional de Internacionaliza\u00e7\u00e3o da UFPel \u2013 CAPES PRINT. Esse \u00e9 um evento mundial que ocorre anualmente em diferentes pa\u00edses; o \u00faltimo foi sediado em Bogot\u00e1 e promovido pela Universidad La Gran Colombia. Agora etamos envolvidos com o desenvolvimento do Livro de Resumos do Congresso e Edi\u00e7\u00e3o Especial da PIXO.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O evento foi totalmente financiado pelo Projeto CAPES-PRINT \u2013 N\u00facleo de Cidades Saud\u00e1veis, Envelhecimento e Cidadania<\/strong>, que envolve acad\u00eamicos dos Programas de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Arquitetura e Planejamento, Mem\u00f3ria Social e Patrim\u00f4nio Cultural, Odontologia, Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica e Epidemiologia da Universidade Federal de Pelotas . O N\u00facleo trabalha com os seguintes pa\u00edses: Reino Unido, Fran\u00e7a, Argentina e Chile. O N\u00facleo faz parte do Programa Internacional CAPES PRINT do Governo Federal Brasileiro. O objetivo \u00e9 incentivar a constru\u00e7\u00e3o, implementa\u00e7\u00e3o e consolida\u00e7\u00e3o de planos estrat\u00e9gicos de internacionaliza\u00e7\u00e3o; estimular a forma\u00e7\u00e3o de redes internacionais de pesquisa; ampliar as a\u00e7\u00f5es de apoio \u00e0 internacionaliza\u00e7\u00e3o nos programas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o; promover mobilidade de docentes e discentes (com destaque para alunos de doutorado, p\u00f3s-doutorandos e docentes no exterior e para o Brasil); fomentar a transforma\u00e7\u00e3o das institui\u00e7\u00f5es participantes em um ambiente internacional e integrar as demais a\u00e7\u00f5es de promo\u00e7\u00e3o da CAPES ao esfor\u00e7o de internacionaliza\u00e7\u00e3o brasileiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A primeira edi\u00e7\u00e3o do Congresso surgiu da investiga\u00e7\u00e3o denominada \u201cTerrit\u00f3rios de medo e seu impacto na vitalidade dos espa\u00e7os p\u00fablicos dos setores do Usme (Bogot\u00e1, Col\u00f4mbia) e nas pra\u00e7as centrais da Corsan e da URI em Frederico Westphalen (Brasil)\u201d. O Congresso teve sua primeira edi\u00e7\u00e3o realizada de forma presencial na cidade de Frederico Westphalen no Brasil, e foi organizado pela Universidade Regional Integrada (URI) no Campus Frederico Westphalen, em 2019.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O conceito de Cidadania refere-se a um conjunto de direitos e deveres da pessoa e baseia-se nos princ\u00edpios da lei e da igualdade: todos n\u00f3s somos iguais perante a lei. A cidade se caracteriza como o principal lugar de exerc\u00edcio da cidadania. Isso quer dizer que, n\u00e3o s\u00f3 a cidade deve garantir os meios para que o ser humano se desenvolva economica e culturalmente, mas que a cidade deve ser o resultado da aspira\u00e7\u00e3o e atua\u00e7\u00e3o de todos os seus cidad\u00e3os independente de ra\u00e7a, religi\u00e3o e condi\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica. Portanto, as pol\u00edticas p\u00fablicas de desenvolvimento urbano devem considerar o conceito da cidadania inerente a todas suas decis\u00f5es. O direito \u00e0 cidade refere-se ao acesso a uma boa qualidade de vida atrav\u00e9s de servi\u00e7os que a cidade deve prover a todas as pessoas, tais como escolas, postos de sa\u00fade, hospitais, pra\u00e7as e \u00e1reas verdes de lazer, \u00e1gua tratada, sistema de coleta de esgoto e de res\u00edduos. Entretanto, n\u00e3o s\u00e3o todas as pessoas que residem na cidade que acessam igualmente o direito \u00e0 cidade: a cidadania se estabeleceu de maneira hier\u00e1rquica no mundo, uma contradi\u00e7\u00e3o \u00e0 concep\u00e7\u00e3o de igualdade que ela presume. Grupos sociais vulner\u00e1veis como pessoas de baixa renda e refugiados, muitas vezes, tem seus direitos de cidadania negados na cidade em fun\u00e7\u00e3o de estruturas pol\u00edticas e sociais que privilegiam determinados grupos. Os grupos mais vulner\u00e1veis acabam como prisioneiros de seu lugar de resid\u00eancia, enquanto os demais se apropriam do restante da cidade (Freitas &amp; Castilho, 2016).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O conceito de cidadania se conecta diretamente ao de Territ\u00f3rio. O territ\u00f3rio est\u00e1 associado a uma atribui\u00e7\u00e3o de valor, de significado e um tipo de demarca\u00e7\u00e3o espacial que produz nova leitura, nova rela\u00e7\u00e3o, novo v\u00ednculo simb\u00f3lico e existencial da pessoa em sua rela\u00e7\u00e3o com o mundo e com os demais membros de sua comunidade. Dessa forma, se instaura uma condi\u00e7\u00e3o de apropria\u00e7\u00e3o, em que a presen\u00e7a humana \u00e9 definidora para a determina\u00e7\u00e3o de um territ\u00f3rio (Massara, 2016).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Espa\u00e7o P\u00fablico \u00e9 o local de identifica\u00e7\u00e3o dos cidad\u00e3os com as cidades. \u00c9 atrav\u00e9s do significado atribu\u00eddo a determinados espa\u00e7os urbanos que eles se transformam em lugares de mem\u00f3ria para as pessoas, lugares de recorda\u00e7\u00e3o de experi\u00eancias e sentimentos. Fazer parte de uma cidade, um estado ou um pa\u00eds n\u00e3o \u00e9 somente um estado legal, mas sobretudo a partilha de experi\u00eancias e de viv\u00eancia em lugares, especialmente os p\u00fablicos, como uma pra\u00e7a, um parque, uma rua. Portanto, \u00e9 importante manter todos os espa\u00e7os p\u00fablicos da cidade acess\u00edveis a toda popula\u00e7\u00e3o como modo de fortalecimento da liga\u00e7\u00e3o, da identifica\u00e7\u00e3o e do comprometimento das pessoas com a sua cidade, cultura e territ\u00f3rio. N\u00e3o podemos perpetuar a fragmenta\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o na cidade; o planejamento urbano tem que ser utilizado como instrumento de igualdade para a toda popula\u00e7\u00e3o (Freitas &amp; Castilho, 2016).<a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/11\/projeto_4336-1.pdf\">projeto_4336 (1)<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mais informa\u00e7\u00f5es em: <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/3ciecit\/pt\/\">https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/3ciecit\/pt\/<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Coordenadores: Prof. Dr. Cristhian Moreira Brum e Pra. Dra. Adriana Portella. Contatos: cristhianmbrum@gmail.com; adrianaportella@yahoo.com.br<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Fontes: FREITAS, Lucas Dornas de; CASTILHO, Pedro Teixeira (2016). A Cidade como Espa\u00e7o de Cidadania: Uma Realidade no Ensino? Revista Cient\u00edfica Multidisciplinar N\u00facleo do Conhecimento. Ano 1. Vol. 9. Pp 648-658 Outubro \/ Novembro. ISSN. 2448-0959.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">MASSARA, Bruno (2016). Territ\u00f3rios: modos de entend\u00ea-los e agenci\u00e1-los nas met\u00e1polis. Ano 3, n 6 \u2013 \u201cTerrit\u00f3rios\u201d ISSN 2359-4705. CHAMADAS | BUSCA E OUTRAS EDI\u00c7\u00d5ES.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><span style=\"font-size: 18pt;\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/11\/projeto_3734.pdf\">FAUrb no Bairro<\/a>: caminhar, ouvir e inscrever-se<\/span><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-3142 alignleft\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/11\/DSC00219-scaled.jpg\" alt=\"\" width=\"428\" height=\"320\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/11\/DSC00219-scaled.jpg 2560w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/11\/DSC00219-424x318.jpg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/11\/DSC00219-212x159.jpg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/11\/DSC00219-768x576.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/11\/DSC00219-1536x1152.jpg 1536w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/11\/DSC00219-2048x1536.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 428px) 100vw, 428px\" \/><strong>O projeto FAUrb no Bairro tem o objetivo desenvolver a\u00e7\u00f5es de extens\u00e3o afim de aproximar a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFPel com bairros da cidade de Pelotas, a partir da cartografia sens\u00edvel<\/strong> e dos seguintes procedimentos metodol\u00f3gicos: diagn\u00f3stico e mapeamento do bairro, a caminhada por transurb\u00e2ncia, levantamentos em v\u00eddeo e fotogr\u00e1ficos, encontros no bairro, \u201cpequenos\u201d projetos arquitet\u00f4nicos e\/ou urbanos, execu\u00e7\u00e3o dos projetos e avalia\u00e7\u00e3o da a\u00e7\u00e3o. O planejamento do projeto preve a permanencia no bairro por um semestre letivo e assim consecutivamente: conhecendo, experimentando e interagindo com os bairros. Dessa forma, busca fomentar a interlocu\u00e7\u00e3o entre o fazer-urbano e o saber-urbano, aproximando os diversos agentes que modificam e planejam as cidades. Sabe-se, sobretudo na contemporaneidade, que ir de encontro aos diversos atores que constituem e moldam a cidade vivida \u00e9 fundamental para desconstruir a universidade e o planejamento homogeneizador. Ir de encontro \u00e0s pluralidades que configuram a vida nas cidades \u00e9 um dever \u00e9tico \u00e9 fundamental para realiza\u00e7\u00e3o da educa\u00e7\u00e3o, tanto no \u00e2mbito da pesquisa, quanto da extens\u00e3o. Dessa forma, esse projeto busca fomentar a interlocu\u00e7\u00e3o entre o fazer-urbano e o saber-urbano, aproximando os diversos agentes que modificam e planejam as cidades.<\/p>\n<p>Coordenador: Prof. Dr. Eduardo Rocha. Contato: amigodudu@yahoo.com.br<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h2><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/11\/projeto_4603-9.pdf\"><span style=\"font-size: 18pt;\">LabCom PRAXI<\/span><\/a><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-3083 alignleft\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/11\/caritas-2-scaled.jpg\" alt=\"\" width=\"427\" height=\"320\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/11\/caritas-2-scaled.jpg 2560w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/11\/caritas-2-424x318.jpg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/11\/caritas-2-212x159.jpg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/11\/caritas-2-768x576.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/11\/caritas-2-1536x1152.jpg 1536w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/11\/caritas-2-2048x1536.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 427px) 100vw, 427px\" \/><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-3079\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/11\/caritas.jpeg\" alt=\"\" \/><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-3079\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/11\/caritas.jpeg\" alt=\"\" \/><strong>LabCom PRAXI \u00e9 um Projeto de Extens\u00e3o que tem como objetivo apoiar o desenvolvimento de espa\u00e7os constru\u00eddos (p\u00fablicos, abertos, edifica\u00e7\u00f5es e interiores), atrav\u00e9s de a\u00e7\u00f5es organizadas por demandas da sociedade.<\/strong> \u00c9 um projeto de fluxo cont\u00ednuo que busca assessorar, no campo projetual da Arquitetura, da Antropologia e do Turismo, grupos que entrem em contato com o Laborat\u00f3rio de Estudos Comportamentais (LabCom) da UFPel. Se prop\u00f5e o desenvolvimento conceitual de interven\u00e7\u00f5es na cidade. Partindo dos princ\u00edpios que norteiam as atividades do LabCom &#8211; INCLUS\u00c3O SOCIAL E BEM-ESTAR PARA TODOS, ser\u00e3o atendidas as demandas que tenham um cunho social, que favore\u00e7am usu\u00e1rios e comunidades marginalizadas e muitas vezes esquecidas pelo planejamento da cidade. A participa\u00e7\u00e3o multidisciplinar de discentes e docentes da Universidade Federal de Pelotas, de institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas ou socialmente organizadas e comunidades desatendidas \u00e9 pr\u00e9-requisito para o oferecimento das a\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S\u00e3o principalmente dois os contextos que justificam essa proposta. O primeiro diz respeito ao fato de que alguns grupos e organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais que trabalham com comunidades vulner\u00e1veis, como a Caritas e tamb\u00e9m a Cuidativa, terem buscado o apoio do Laborat\u00f3rio para o desenvolvimento de ideias de organiza\u00e7\u00e3o espacial arquitet\u00f4nica e urbana. Com o intuito de formalizar essas demandas, assim como outras, atrav\u00e9s de um projeto de extens\u00e3o, desenvolvemos este projeto de fluxo cont\u00ednuo para o atendimento aos grupos sociais mais vulner\u00e1veis que necessitarem de apoio no n\u00edvel conceitual de ideias de projeto. N\u00e3o \u00e9 nosso objetivo realizar projetos executivos arquitet\u00f4nicos e urbanos. A proposta visa sugerir ideias de interven\u00e7\u00e3o na cidade, permanentes ou ef\u00eameras, que promovam comportamentos de inclus\u00e3o social, e que possam interessar aos grupos que nos procurarem para essa consultoria gratuita e multidisciplinar. Por outro lado, em sintonia com a pol\u00edtica de extens\u00e3o universit\u00e1ria brasileira, as a\u00e7\u00f5es propostas dever\u00e3o promover impacto na forma\u00e7\u00e3o do estudante, j\u00e1 que alunos da UFPEL ter\u00e3o participa\u00e7\u00e3o ativa no projeto Labcom Praxi, e impacto social melhorando a qualidade do espa\u00e7o constru\u00eddo para usu\u00e1rios vulner\u00e1veis, apresentando assim, potencial de articula\u00e7\u00e3o com o ensino e a pesquisa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Coordenadoras: Profa. Dra. Adriana Portella e Profa. Dra. Gisele Pereira. Contato: adrianaportella@yahoo.com.br; gisele_pereira@hotmail.com<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 18pt;\">Caminhografia Urbana: experi\u00eancia do inscrever-se na cidade<\/span><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-3162 alignleft\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/11\/DSC_0014-scaled.jpg\" alt=\"\" width=\"436\" height=\"290\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/11\/DSC_0014-scaled.jpg 2560w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/11\/DSC_0014-424x281.jpg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/11\/DSC_0014-212x140.jpg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/11\/DSC_0014-768x509.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/11\/DSC_0014-1536x1017.jpg 1536w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/11\/DSC_0014-2048x1356.jpg 2048w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/11\/DSC_0014-272x182.jpg 272w\" sizes=\"auto, (max-width: 436px) 100vw, 436px\" \/>O Projeto tem como objetivo estimular a pr\u00e1tica de experi\u00eancia urbana a partir do exerc\u00edcio da caminhografia urbana (caminhar e cartografar, concomitantemente), a fim de potencializar e intensificar a viv\u00eancia nas cidades da contemporaneidade, criando pistas e novas solu\u00e7\u00f5es relacionadas aos modos de vida urbana e arquitet\u00f4nica emergentes, que qualificam e contradizem as cidades latino-americanas.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Percebe-se nas \u00faltimas d\u00e9cadas, a conting\u00eancia das chamadas cartografias sens\u00edveis, como outras concep\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas e pr\u00e1ticas emergentes para experienciar e reivindicar um discurso processual sobre as cidades. A fim de intervir, projetar, identificar, potencializar e suscitar algumas pistas sobre os atores hegem\u00f4nicos e n\u00e3o hegemonizados que desconstroem e reproduzem o urbanismo, essas metodologias abertas v\u00eam conformando uma possibilidade de investiga\u00e7\u00e3o aberta. A partir de um mapeamento din\u00e2mico, menor e n\u00e3o verticalizado, a pesquisa com esse intuito tem desdobrado os discursos sobre a cidade ao desvelar a multiplicidade inerente \u00e0 constru\u00e7\u00e3o do cotidiano urbano. Propondo o resgate da experi\u00eancia de cidade, prevendo o encontro com a alteridade, essa proposta de pesquisa compromete-se com a transdisciplinaridade, e acolhe diferentes pontos e modos de experienciar a vida urbana. Abrindo-se a estudantes de diferentes \u00e1reas, planejadores, e curiosos que queiram acompanhar as din\u00e2micas urbanas, a pesquisa extrapola o \u00e2mbito acad\u00eamico e vai ao encontro da rua. Entende-se a rua como um lugar de polival\u00eancia, palco de movimentos de consenso e conflito, controle e resist\u00eancia, que estabelecem um territ\u00f3rio que \u00e9 contradit\u00f3rio em si mesmo. A experi\u00eancia se prop\u00f5e \u00e0 ativa\u00e7\u00e3o e \u00e0 proximidade &#8211; o tocar e o pisar, na terra, na grama, nas cal\u00e7adas. Ir ao encontro das urg\u00eancias cotidianas e aos acontecimentos significantes. Entrar em contato com o outro \u2013 a comunidade \u2013 conversando, ouvindo, agindo ou resistindo. Subvertendo o planejamento vertical e distante, que ignora as demandas pulsantes e evidentes na vida que ocorre na justaposi\u00e7\u00e3o de realidades.<\/p>\n<p>Coordenador: Prof. Dr. Eduardo Rocha. Contato: amigodudu@yahoo.com.br<\/p>\n<h2><span style=\"font-size: 18pt;\">Interven\u00e7\u00f5es e Registros do Urbanismo Contempor\u00e2neo: <a href=\"https:\/\/periodicos.ufpel.edu.br\/ojs2\/index.php\/pixo\">Revista Pixo <\/a><\/span><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-3157 alignleft\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/11\/cover_issue_998_pt_BR.jpg\" alt=\"\" width=\"431\" height=\"611\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/11\/cover_issue_998_pt_BR.jpg 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/11\/cover_issue_998_pt_BR-225x318.jpg 225w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/11\/cover_issue_998_pt_BR-112x159.jpg 112w\" sizes=\"auto, (max-width: 431px) 100vw, 431px\" \/><strong>O Projeto tem como objetivo construir e desconstruir a imagem da cidade a partir da aproxima\u00e7\u00e3o dos usu\u00e1rios com a mesma, fazendo com que essa proximidade potencialize as atividades de cria\u00e7\u00e3o na\/da cidade.<\/strong> Contando como instrumento principal a \u201cPIXO \u2013 REVISTA DE ARQUITETURA, CIDADE E CONTEMPORANEIDADE\u201d abrange as seguintes \u00e1reas do conhecimento: Arquitetura e Urbanismo, Artes, Filosofia, Educa\u00e7\u00e3o, Geografia e Psicologia. Uma iniciativa do Grupo de Pesquisa CNPQ Cidade+Contemporanenidade, do Laborat\u00f3rio de Urbanismo (LabUrb), da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAUrb), Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Arquitetura e Urbanismo (PROGRAU), da Universidade Federal de Pelotas. A revista digital trimestral (primavera, ver\u00e3o, outono e inverno \u2013 \u00e1gil e cont\u00ednua) reune artigos, ensaios, entrevistas e resenhas (redigidos em portugu\u00eas, ingl\u00eas ou espanhol) em n\u00fameros tem\u00e1ticos e; em torno da abordagem multidisciplinar de quest\u00f5es relacionadas \u00e0 sociedade contempor\u00e2nea, em especial na rela\u00e7\u00e3o entre a arquitetura e cidade, habitando para isso as fronteiras da filosofia da desconstru\u00e7\u00e3o, das artes e da educa\u00e7\u00e3o, a fim de criar a\u00e7\u00f5es projetuais e afectos para uma \u00e9tica e est\u00e9tica urbana atual.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As escritas urbanas (graffiti, stencil, lambe, picha\u00e7\u00e3o, etc.) s\u00e3o express\u00f5es gr\u00e1ficas manifestas no espa\u00e7o urbano, que se utilizam da cidade e da arquitetura como suportes e instrumentos de a\u00e7\u00e3o, comunica\u00e7\u00e3o e protesto. Assim, funcionam como elementos visuais inscritos pelos planos que comp\u00f5em o cen\u00e1rio das cidades e interferem no cotidiano da experi\u00eancia urbana, na constru\u00e7\u00e3o e leitura da cidade e na constitui\u00e7\u00e3o de sujeitos no contexto da contemporaneidade. Como interven\u00e7\u00f5es relacionam escrita, arte, territ\u00f3rio, urbanismo, pr\u00e1ticas sociais, desejos e cria\u00e7\u00e3o de espa\u00e7os relacionais. S\u00e3o manifesta\u00e7\u00f5es da vida p\u00fablica e da realidade contempor\u00e2nea, por uma necessidade de express\u00e3o e transgress\u00e3o. Como discursos visuais na e da cidade &#8211; aplicadas sobre muros, fachadas e monumentos &#8211; subvertem a arquitetura das cidades e profanam o ambiente urbano ao mesmo passo em que o comp\u00f5em. O tema das escritas urbanas emite um som de transforma\u00e7\u00e3o social, como vozes emitidas que colocam a movimentar o pensamento cr\u00edtico e a paisagem da cidade contempor\u00e2nea. Tons de protesto, de rebeldia, de apropria\u00e7\u00e3o urbana, por um direito \u00e0 cidade e \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de um ambiente m\u00faltiplo de corpos, interesses e usos. S\u00e3o aceitos trabalhos para participar das a\u00e7\u00f5es, nas diversas \u00e1reas do conhecimento, cuja discuss\u00e3o verse sobre a tem\u00e1tica das Escritas Urbanas. A atua\u00e7\u00e3o de seus produtores, a narrativa discursiva das manifesta\u00e7\u00f5es e a produ\u00e7\u00e3o do cen\u00e1rio das cidades a partir dessas linguagens que passam a construir um espa\u00e7o h\u00edbrido e que habita a fronteira entre o formal e o n\u00e3o formal no contexto atual urbano.<\/p>\n<p>Coordenador: Prof. Dr. Eduardo Rocha. Contato: amigodudu@yahoo.com.br<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/pt\/labcom-online-cafe\/\"><span style=\"font-size: 18pt;\">LabCom Online Cafe<\/span><\/a><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-1017 alignleft\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/08\/image8-424x239.jpeg\" alt=\"\" width=\"424\" height=\"239\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/08\/image8-424x239.jpeg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/08\/image8-212x119.jpeg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/08\/image8-768x432.jpeg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/08\/image8.jpeg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 424px) 100vw, 424px\" \/>O <strong>LabCom Online Cafe \u00e9 um Projeto de Extens\u00e3o desenvolvido pelo Laborat\u00f3rio de Estudos Comportamentais (LabCom) da Universidade Federal de Pelotas, e tem como objetivo promover rodas de conversa online entre pesquisadores, artistas, ativistas, comunidades, ONGs e todos interessados em temas que abordem a INCLUS\u00c3O SOCIAL E BEM-ESTAR PARA TODOS<\/strong>. Os encontros online acontecem todas as sextas-feiras, as 16 horas, via GoogleMeet. O objetivo principal \u00e9 criar um f\u00f3rum de troca de ideias e conhecimento, um momento inspirado na nossa realidade globalizada, para promover a inclus\u00e3o e a conex\u00e3o de todos. Qualquer pessoa pode propor a tem\u00e1tica do Cafe, basta entrar em contato com a organiza\u00e7\u00e3o do Projeto e do LabCom. Em fun\u00e7\u00e3o da pandemia do COVID-19, todas as atividades do Laborat\u00f3rio de Estudos Comportamentais (LabCom)\u00a0tiveram que ser repensadas em sua estrutura e objetivos. Nossos encontros para discuss\u00f5es acad\u00eamicas ocorriam antes em ambiente f\u00edsico, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFPel. Entretanto, com a pandemia esses encontros foram repensados e desde 7 de agosto de 2020 est\u00e3o ocorrendo online, todas as sextas-feiras, via GoogleMeet. Iniciamos de forma informal, mas a escala da programa\u00e7\u00e3o e a quantidade de participantes internacionais que est\u00e3o fazendo parte dos nossos encontros tanto como palestrantes, convidados e tamb\u00e9m p\u00fablico nos fizeram ent\u00e3o formalizar o Projeto dentro da Universidade, como atividade de extens\u00e3o. O encontro \u00e9 aberto a qualquer interessado. A Programa\u00e7\u00e3o \u00e9 divulgada no site do Laborat\u00f3rio (<a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/pt\/pagina-inicial\/\">https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/pt\/pagina-inicial\/<\/a>), no nosso <strong>Instagram, Fanpage e Twitter (@LabComUFPel)<\/strong>. Os interessados em participar pedem o link da sala do GoogleMeet por mensagem privada. Nossa proposta n\u00e3o \u00e9 de fazer lives, e sim de encontros em sala de bate papo para promover intera\u00e7\u00e3o e constru\u00e7\u00e3o de novos projetos internacionais. Fazem parte dessa nossa atividade pesquisadores e acad\u00eamicos do Brasil, Reino Unido, \u00cdndia, Espanha, M\u00e9xico, Col\u00f4mbia, Venezuela, Argentina, Chile, Austr\u00e1lia e USA.<\/p>\n<p>Coordenadoras: Profa. Dra. Adriana Portella e Profa. Dra. Gisele Pereira. Contato: adrianaportella@yahoo.com.br; gisele_pereira@hotmail.com<\/p>\n<h2 style=\"text-align: left;\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/redelab\/\"><span style=\"font-size: 18pt;\">REDELAB &#8211; Rede de Laborat\u00f3rios da UFPel<\/span><\/a><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-2134 alignleft\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/10\/Redelab-fundo-preto-424x156.jpg\" alt=\"\" width=\"424\" height=\"156\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/10\/Redelab-fundo-preto-424x156.jpg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/10\/Redelab-fundo-preto-212x78.jpg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/10\/Redelab-fundo-preto-768x283.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/10\/Redelab-fundo-preto-1536x566.jpg 1536w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/10\/Redelab-fundo-preto-2048x755.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 424px) 100vw, 424px\" \/>O <strong>Laborat\u00f3rio de Estudos Comportamentais (LabCom) faz parte da <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/redelab\/\">REDELAB<\/a> &#8211; Rede de Laborat\u00f3rios da UFPel<\/strong>. Frente \u00e0 atual situa\u00e7\u00e3o de prem\u00eancia de combate ao COVID-19, a Universidade Federal de Pelotas (UFPel), no Brasil, atrav\u00e9s da PROPLAN (Pr\u00f3 Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento), apresenta um programa de a\u00e7\u00f5es integradas de combate \u00e0 doen\u00e7a e preserva\u00e7\u00e3o da sa\u00fade das pessoas, mobilizando em rede 17 laborat\u00f3rios e coletivos da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, do Centro de Artes e do Centro de Desenvolvimento Tecnol\u00f3gico da UFPel, cada um atuando dentro de sua expertise. <strong>O LabCom participa da rede desenvolvendo a seguinte a\u00e7\u00e3o: Mapeamento da situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade dos refugiados no Rio Grande do Sul (Estado Brasileiro) frente a pandemia do COVID-19<\/strong>, que faz parte do Projeto &#8216;Projetando Comunidades Resilientes para apoiar a sa\u00fade e o bem-estar dos Refugiados Venezuelanos no Brasil e na Col\u00f4mbia&#8217;.<\/p>\n<p>Coordenador: Prof. Dr. Mauricio Couto Polidori. Contato: mauricio.polidori@gmail.com<\/p>\n<h2 style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-size: 18pt;\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/senseofplace\/\">Senso de Lugar como Pol\u00edtica P\u00fablica para Promover Cidades Saud\u00e1veis<\/a><\/span><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-2623 alignleft\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/03\/shoes-1246691_1920.jpg\" alt=\"\" width=\"431\" height=\"288\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/03\/shoes-1246691_1920.jpg 1920w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/03\/shoes-1246691_1920-424x283.jpg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/03\/shoes-1246691_1920-212x141.jpg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/03\/shoes-1246691_1920-768x512.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/03\/shoes-1246691_1920-1536x1025.jpg 1536w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2021\/03\/shoes-1246691_1920-272x182.jpg 272w\" sizes=\"auto, (max-width: 431px) 100vw, 431px\" \/><strong>O Projeto SENSO DE LUGAR COMO POL\u00cdTICA P\u00daBLICA PARA PROMOVER CIDADES SAUD\u00c1VEIS visa compilar a\u00e7\u00f5es que est\u00e3o sendo desenvolvidas no Laborat\u00f3rio de Estudos Comportamentais da Universidade Federal de Pelotas<\/strong>, no Brasil, visando o estudo da percep\u00e7\u00e3o do usu\u00e1rio, considerando a qualidade visual e sensorial da cidade, do patrim\u00f4nio e do ambiente escolar para a cria\u00e7\u00e3o de metodologias participativas e diretrizes para pol\u00edticas p\u00fablicas baseadas no Senso de Lugar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Senso de Lugar se refere aos la\u00e7os e liga\u00e7\u00f5es emocionais que as pessoas desenvolvem ou vivenciam em locais e ambientes espec\u00edficos, em escalas que v\u00e3o do lar \u00e0 na\u00e7\u00e3o. Senso de lugar tamb\u00e9m \u00e9 usado para descrever a distin\u00e7\u00e3o ou o car\u00e1ter \u00fanico de determinadas localidades e regi\u00f5es. Senso de lugar pode se referir a la\u00e7os positivos de conforto, seguran\u00e7a e bem-estar gerados pelo lugar, casa e moradia, bem como sentimentos negativos de medo, disforia e falta de lugar. Uma sensa\u00e7\u00e3o de lugar \u00e9 uma cole\u00e7\u00e3o \u00fanica de qualidades e caracter\u00edsticas \u2013 visuais, culturais, sociais e ambientais \u2013 que fornecem significado a um local. O Senso de Lugar \u00e9 o que torna uma cidade diferente de outra, mas tamb\u00e9m \u00e9 o que torna nosso ambiente f\u00edsico digno de considera\u00e7\u00e3o. Esses preceitos devem fundamentar qualquer pol\u00edtica p\u00fablica urbana que busque cidades mais saud\u00e1veis. O conceito de sentido de lugar desempenhou um papel importante no debate na geografia humana nos \u00faltimos 30 anos. Quando introduzido pela primeira vez, o conceito chamou a aten\u00e7\u00e3o para a natureza muitas vezes subjetiva da experi\u00eancia ambiental humana, bem como para as dimens\u00f5es perceptivas e cognitivas dessas experi\u00eancias. O Senso de Lugar continua sendo uma ponte entre uma s\u00e9rie de subdisciplinas, bem como um elo entre as geografias human\u00edsticas e positivistas.<\/p>\n<p>Mais informa\u00e7\u00f5es: <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/senseofplace\/\">https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/senseofplace\/<\/a><\/p>\n<p>Coordenadoras: Profa. Dra. Adriana Portella e Profa. Dra. Gisele Pereira. Contato: adrianaportella@yahoo.com.br; gisele_pereira@hotmail.com<\/p>\n<h2 style=\"text-align: left;\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/refugiadosbrasilcolombia\"><span style=\"font-size: 18pt;\">Projetando Comunidades Resilientes para apoiar a sa\u00fade e o bem-estar dos Refugiados Venezuelanos no Brasil e na Col\u00f4mbia<\/span><\/a><\/h2>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1173 alignleft\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/08\/Venezuelan_refugees_in_Boa_Vista_Brazil_1-424x283.jpg\" alt=\"\" width=\"425\" height=\"284\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/08\/Venezuelan_refugees_in_Boa_Vista_Brazil_1-424x283.jpg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/08\/Venezuelan_refugees_in_Boa_Vista_Brazil_1-212x141.jpg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/08\/Venezuelan_refugees_in_Boa_Vista_Brazil_1-768x512.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/08\/Venezuelan_refugees_in_Boa_Vista_Brazil_1-272x182.jpg 272w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/08\/Venezuelan_refugees_in_Boa_Vista_Brazil_1.jpg 1140w\" sizes=\"auto, (max-width: 425px) 100vw, 425px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como uma a\u00e7\u00e3o integrante do Projeto <em>&#8216;Comunidades Resilientes e A\u00e7\u00f5es Humanit\u00e1rias&#8217;<\/em>, o Laborat\u00f3rio de Estudos Comportamentais est\u00e1 desenvolvendo a seguinte investiga\u00e7\u00e3o: <em>&#8216;Projetando Comunidades Resilientes para apoiar a sa\u00fade e o bem-estar dos Refugiados Venezuelanos no Brasil e na Col\u00f4mbia&#8217;<\/em>. A pandemia do COVID-19 criou desafios significativos para as popula\u00e7\u00f5es mais vulner\u00e1veis, comprometendo a capacidade desses grupos de acessar servi\u00e7os b\u00e1sicos de sa\u00fade e assist\u00eancia social, participa\u00e7\u00e3o social e engajamento c\u00edvico. Em resposta a isso, <strong>o LabCom busca propor ferramentas tecnol\u00f3gicas que possam auxiliar a entender e abordar quest\u00f5es relativas \u00e0 vulnerabilidade dos refugiados venezuelanos no Brasil e na Col\u00f4mbia<\/strong>, considerando o contexto da pandemia do COVID-19. Esse projeto prop\u00f5e um conjunto de ferramentas para o planejamento e gest\u00e3o urbana integrada, que contribuam para o desenvolvimento de pol\u00edticas e pr\u00e1ticas p\u00fablicas de resili\u00eancia eficazes de resposta ao COVID-19. Essas ferramentas buscam interven\u00e7\u00f5es inclusivas, de car\u00e1ter tecnol\u00f3gico, que ofere\u00e7am suporte aos \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos para auxiliar o desenvolvimento de pol\u00edticas p\u00fablicas de sa\u00fade e bem-estar social.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Este projeto \u00e9 uma prioridade agora, pois o impacto do COVID-19 est\u00e1 causando efeitos delet\u00e9rios nos pa\u00edses de baixa e m\u00e9dia renda (LMICs \u2013 <em>Low and middle income countries<\/em>), como o Brasil e a Col\u00f4mbia. 80% dos refugiados vivem em LMICs e esses pa\u00edses j\u00e1 possuem fracos apoios formais de sa\u00fade e infraestrutura urbana mesmo em contextos anteriores \u00e0 pandemia. Muitos refugiados sa\u00edram de seus pa\u00edses para escapar de conflitos armados, viol\u00eancias e\/ou viola\u00e7\u00f5es de direitos humanos, e muitas vezes acabam vivendo em situa\u00e7\u00f5es transit\u00f3rias de campos tempor\u00e1rios em LMICs. Os esfor\u00e7os de reassentamento durante a pandemia do COVID foram suspensos pela ONU, em um momento em que as pessoas j\u00e1 est\u00e3o separadas das fam\u00edlias e n\u00e3o t\u00eam acesso \u00e0 redes de apoio, o que aumenta ainda mais sua vulnerabilidade (ACNUR, 2020). Experi\u00eancias anteriores com o v\u00edrus Ebola e outros surtos mostraram que as pol\u00edticas p\u00fablicas precisam incluir refugiados e migrantes em seus planos para combater o impacto das pandemias e garantir que eles tenham acesso \u00e0 sa\u00fade e ao bem-estar. Reconhecemos que as pol\u00edticas p\u00fablicas devem incluir refugiados em medidas de prepara\u00e7\u00e3o\/resposta \u00e0 pandemia do COVID-19 &#8211; Isso \u00e9 vital, sendo necess\u00e1rio apoio urgente para explorar como essas comunidades podem ser resilientes e estarem preparadas para enfrentar pandemias, tanto mais imediatamente no contexto do COVID-19 quanto em cen\u00e1rios futuros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O projeto \u00e9 inovador tanto no design da pesquisa quanto na natureza multidisciplinar da equipe do projeto, impulsionado por uma estrutura que coloca as comunidades centrais no processo de investiga\u00e7\u00e3o. . <strong>Estamos buscando financiamento internacional para este projeto, sendo que a Universidade Federal de Pelotas j\u00e1 est\u00e1 apoiando o LabCom com sete bolsistas de inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica para trabalhar nessa investiga\u00e7\u00e3o. Um estudo piloto da plataforma GIS come\u00e7ou a ser desenvolvido desde Agosto de 2020. <\/strong>Para mais informa\u00e7\u00f5es, acesse o site do Projeto: <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/refugiadosbrasilcolombia\">https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/refugiadosbrasilcolombia<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Institui\u00e7\u00f5es dos nossos parceiros: Universidade Federal de Pelotas (Brasil), Universidade Federal de Rio Grande (Brasil), Escola Nacional de Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica (Brasil), Universidade de La Sabana (Col\u00f4mbia), Sayara International (USA), Caritas Arquiodiocesana de S\u00e3o Paulo (Brasil) e Heriot-Watt University (UK).<\/p>\n<p>Coordenadora: Profa. Dra. Adriana Portella. Contato: adrianaportella@yahoo.com.br<\/p>\n<p><em><span style=\"font-size: 10pt;\">Foto: Abrigo Rondon 1, em Boa Vista, que recebeu cerca de 100 venezuelanos vindos da cidade de Pacaraima nos \u00faltimos dois dias.\u00a0 Marcelo Camargo, 2018, dispon\u00edvel em https:\/\/pt.m.wikipedia.org\/wiki\/Ficheiro:Venezuelan_refugees_in_Boa_Vista,_Brazil_1.jpg.<\/span><\/em><\/p>\n<h2 style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-size: 18pt;\">Comunidades Resilientes e A\u00e7\u00f5es Humanit\u00e1rias<\/span><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-468 alignleft\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/05\/Colombia-424x294.jpg\" alt=\"\" width=\"424\" height=\"294\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/05\/Colombia-424x294.jpg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/05\/Colombia-212x147.jpg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/05\/Colombia-768x532.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/05\/Colombia-1536x1064.jpg 1536w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/05\/Colombia-2048x1419.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 424px) 100vw, 424px\" \/>Reconhecendo a natureza veloz de muitos dos desafios enfrentados pelos pa\u00edses de baixa e m\u00e9dia renda, este Projeto caracteriza-se como um <strong>Projeto &#8216;guarda-chuva&#8217;<\/strong>, um mecanismo responsivo, atrav\u00e9s do qual pesquisadores das ci\u00eancias sociais aplicadas (trabalhando com outras disciplinas, quando apropriado) podem responder \u00e0 necessidades urgentes e imprevistas de pesquisa, incluindo (mas n\u00e3o limitado a) pandemias, desastres, emerg\u00eancias, r\u00e1pidas mudan\u00e7as pol\u00edticas ou econ\u00f4micas radicais, mudan\u00e7as em conflitos, grandes deslocamentos de popula\u00e7\u00f5es, ou oportunidades imprevistas para que a pesquisa contribua para pol\u00edticas p\u00fablicas e pr\u00e1tica de desenvolvimento urbano sustent\u00e1vel. <strong>O Projeto engloba diferentes a\u00e7\u00f5es em parceria com o Reino Unido, Col\u00f4mbia, M\u00e9xico, Argentina e Venezuela<\/strong> para que situa\u00e7\u00f5es emergentes e de risco possam ser investigadas de modo multidisciplinar, envolvendo pesquisadores em rede internacional. As primeiras quatro a\u00e7\u00f5es do Projeto visam a situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade dos refugiados, vindos da Venezuela, no Brasil e na Col\u00f4mbia, considerando o contexto da pandemia do COVID-19 e as condi\u00e7\u00f5es pol\u00edticas e urbanas da Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Projeto busca (incluindo a coleta, an\u00e1lise e interpreta\u00e7\u00e3o cr\u00edtica de dados) investigar e informar respostas ou formas de resili\u00eancia ou recupera\u00e7\u00e3o de uma s\u00e9rie de eventos espec\u00edficos que afetam os pa\u00edses de baixa e m\u00e9dia renda, que n\u00e3o poderiam ter sido previstos com antecipa\u00e7\u00e3o, tais como:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u2022 o caso de emerg\u00eancias ou crises culturais, humanit\u00e1rias, pol\u00edticas ou econ\u00f4micas e seus impactos em quest\u00f5es como produ\u00e7\u00e3o\/express\u00e3o cultural, igualdade, marginaliza\u00e7\u00e3o, vulnerabilidade e exclus\u00e3o social;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u2022 a escalada inesperada ou mudan\u00e7as r\u00e1pidas em conflitos, viola\u00e7\u00f5es de direitos humanos, amea\u00e7as \u00e0 seguran\u00e7a humana ou processos de constru\u00e7\u00e3o da paz;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u2022 os deslocamentos\/migra\u00e7\u00f5es for\u00e7adas imprevistas em larga escala da popula\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u2022 os desastres ambientais (naturais e\/ou resultantes da atividade humana), como por exemplo: terremoto, tsunami, erup\u00e7\u00e3o vulc\u00e2nica, furac\u00e3o, grande incidente de polui\u00e7\u00e3o, colapso de barragens como no caso de Mariana e Brumadinho no Brasil e etc;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u2022 a fome e emerg\u00eancias de sa\u00fade (por exemplo, surtos de doen\u00e7as\/pandemias como COVID-19); e\/ou destrui\u00e7\u00e3o s\u00fabita em larga escala de\/danos ao patrim\u00f4nio\/bens culturais.<\/p>\n<p>Coordenadora: Profa. Dra. Adriana Portella. Contato: adrianaportella@yahoo.com.br<\/p>\n<p><em><span style=\"font-size: 10pt;\">Foto: Reg Natarajan from Vancouver, Bogot\u00e1. https:\/\/flickr.com\/photos\/61266278@N00\/49070277587.<\/span><\/em><\/p>\n<h2 style=\"text-align: left;\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/healthycities\/\"><span style=\"font-size: 18pt;\">Centro de Cidades Saud\u00e1veis, Envelhecimento e Cidadania<\/span><\/a><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-1259 alignleft\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/08\/old-couple-5051770_1920-1-424x283.jpg\" alt=\"\" width=\"433\" height=\"289\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/08\/old-couple-5051770_1920-1-424x283.jpg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/08\/old-couple-5051770_1920-1-212x141.jpg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/08\/old-couple-5051770_1920-1-768x512.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/08\/old-couple-5051770_1920-1-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/08\/old-couple-5051770_1920-1-272x182.jpg 272w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/08\/old-couple-5051770_1920-1.jpg 1920w\" sizes=\"auto, (max-width: 433px) 100vw, 433px\" \/>O LabCom j\u00e1 faz parte do Centro de Cidades Saud\u00e1veis, Envelhecimento e Cidadania da Universidade Federal de Pelotas &#8211; UFPel (Brasil); o N\u00facleo foi fundado em 2018 e \u00e9 coordenado pela Professora Adriana Portella da UFPel no Brasil e pelo Professor Ryan Woolrych da Heriot-Watt University de Edimburgo no UK. <strong>\u00c9 uma parceria internacional entre o Brasil, Reino Unido, Fran\u00e7a, Argentina e Chile<\/strong>. O N\u00facleo envolve pesquisadores dos Programas de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em &#8216;Mem\u00f3ria Social e Patrim\u00f4nio Cultural&#8217; e &#8216;Arquitetura e Urbanismo&#8217; da UFPel (Brasil), do Laboratoire de Sociologie M\u00e9moire et Cognition (LASMIC) da Universit\u00e9 Nice Anthipolis (Fran\u00e7a), da Universidade Nacional da Patag\u00f4nia San Juan Bosco (UNPSJB, Argentina), e do Instituto Urbano da Universidade Heriot-Watt (Reino Unido). O envelhecimento deve ser entendido como uma constru\u00e7\u00e3o formada por uma pluralidade de pr\u00e1ticas e valores culturais, que caracterizam a idade das pessoas. Estudos recentes realizados pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) mostram que at\u00e9 2050 o n\u00famero de pessoas com mais de 65 anos dobrar\u00e1 no mundo, criando v\u00e1rios desafios, principalmente para os pa\u00edses de baixa e m\u00e9dia renda. O N\u00facleo tem como objetivo analisar a intera\u00e7\u00e3o de tr\u00eas dimens\u00f5es ao considerar o processo de envelhecimento da popula\u00e7\u00e3o &#8211; a cidade, o meio ambiente e a habita\u00e7\u00e3o. Essas tr\u00eas dimens\u00f5es, nas quais se inserem as viv\u00eancias cotidianas das pessoas, devem ser adaptadas para que o processo de envelhecimento ocorra de maneira saud\u00e1vel, promovendo autonomia as pessoas mais velhas e fortalecendo os seus la\u00e7os sociais por meio da integra\u00e7\u00e3o com suas comunidades locais. Essas dimens\u00f5es formam trajet\u00f3rias de vida que evocam narrativas memor\u00e1veis, fundamentais para a afirma\u00e7\u00e3o da identidade social.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os objetivos do N\u00facleo s\u00e3o:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u2022 Aprimorar as parcerias internacionais entre o Brasil, Reino Unido, Fran\u00e7a e Argentina, sobre estudos de envelhecimento, bem como estabelecer novos projetos com financiamento internacional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u2022 Apoiar pesquisas que proponham diretrizes para promover o envelhecimento saud\u00e1vel no local, permitindo que os idosos vivam em suas comunidades at\u00e9 a idade mais avan\u00e7ada e sejam ativos e conectados socialmente com sua comunidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u2022 Organizar de semin\u00e1rios, workshops e minicursos relacionados com envelhecimento ativo, mem\u00f3ria e identidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u2022 Promover a mobilidade acad\u00eamica internacional de pesquisadores de e para as institui\u00e7\u00f5es parceiras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Institui\u00e7\u00f5es de nossos parceiros: Universidade Federal de Pelotas (Brasil), Universidade Heriot-Watt (Reino Unido), Universidade Nacional de La Patagonia San Juan Bosco (Argentina) e Universit\u00e9 Nice Sophia Antipolis (Fran\u00e7a).<\/p>\n<p>Coordenadora: Profa. Dra. Adriana Portella. Contato: adrianaportella@yahoo.com.br<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-size: 10pt;\">Foto: https:\/\/pixabay.com\/pt\/users\/balouriarajesh-6205857\/<\/span><\/em><\/p>\n<h2 style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-size: 18pt;\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/agefriendlycities\/\">PlaceAge &#8211; COVID<\/a>:\u00a0<\/span><span style=\"font-size: 18pt;\"> Delivering Age-Friendly Cities to Support Social Wellbeing in Response to COVID-19<\/span><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-605 alignleft\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/08\/old-women-5435976_1920-424x283.jpg\" alt=\"\" width=\"424\" height=\"283\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/08\/old-women-5435976_1920-424x283.jpg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/08\/old-women-5435976_1920-212x141.jpg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/08\/old-women-5435976_1920-768x512.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/08\/old-women-5435976_1920-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/08\/old-women-5435976_1920-272x182.jpg 272w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/08\/old-women-5435976_1920.jpg 1920w\" sizes=\"auto, (max-width: 424px) 100vw, 424px\" \/>A pandemia do COVID-19 levantou desafios significativos na \u00e1rea urbana, considerado a sa\u00fade e o bem estar das pessoas mais velhas, quando analisado a capacidade de acesso aos servi\u00e7os de sa\u00fade e assist\u00eancia social na cidade. O acesso a esses recursos s\u00e3o fundamentais para manter o idoso saud\u00e1vel e ativo e tamb\u00e9m socialmente conectado em suas comunidades. Os idosos foram desproporcionalmente afetados pela pandemia, tanto em termos de mortalidade (mais de 95% de todas as mortes por COVID-19 ocorreram naqueles com mais de 60 anos de idade) quanto no bem-estar f\u00edsico e mental resultante do isolamento social e da solid\u00e3o. O COVID-19 causa um impacto significativo na vida de adultos que vivem em comunidades urbanas em todo o mundo, principalmente em pa\u00edses em desenvolvimento, onde as desigualdades espaciais e sociais s\u00e3o profundas e onde a capacidade de envelhecer no local \u00e9 comprometida pela falta de apoio formal para envelhecer bem. Essa pesquisa \u00e9 urgentemente necess\u00e1ria para entender o impacto social do COVID-19 sobre os idosos na cidade, a fim de desenvolver interven\u00e7\u00f5es comunit\u00e1rias eficazes e amig\u00e1veis para a idade, que abranjam diferentes contextos urbanos, sociais e culturais. Em resposta a isso, <strong>investigamos as experi\u00eancias de idosos residentes no Brasil inicialmente (e posteriormente na \u00cdndia e no Reino Unido com a aprova\u00e7\u00e3o do financiamento internacional)<\/strong>, para determinar os impactos da pandemia do COVID-19 no bem-estar social e a efic\u00e1cia de respostas como medidas de distanciamento social e &#8216;estadia em casa&#8217; para enfrentar a crise. A forma\u00e7\u00e3o de ambientes resilientes e de apoio que abordem o bem-estar social \u00e9 crucial para garantir a sa\u00fade f\u00edsica e mental dos idosos durante uma pandemia, reduzindo assim os custos de sa\u00fade e assist\u00eancia social. Esse projeto contribui para o desenvolvimento de respostas efetivas de pol\u00edticas p\u00fablicas e pr\u00e1ticas ao COVID-19 e futuras pandemias por meio de interven\u00e7\u00f5es que ofere\u00e7am comunidades resilientes amig\u00e1veis ao idoso, e que possibilitem o bem-estar social dos idosos durante uma pandemia. As comunidades amigas da idade precisam ser mais receptivas \u00e0s mudan\u00e7as r\u00e1pidas dos contextos urbanos, para construir lugares que promovam resili\u00eancia individual, social e comunit\u00e1ria ao COVID-19 e \u00e0 futuras pandemias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Institui\u00e7\u00f5es dos nossos parceiros: Universidade Federal de Pelotas (Brasil), Universidade Federal de Rio Grande (Brasil), Heriot-Watt University (UK) e Universidade de Bras\u00edlia (Brasil).<\/p>\n<p>Coordenadora: Profa. Dra. Adriana Portella. Contato: adrianaportella@yahoo.com.br<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 10pt;\"><em>Foto: Pixabay. MirceaIancu_CandidShots \/ 2095 imagens<\/em><\/span><\/p>\n<h2 style=\"text-align: left;\"><a href=\"http:\/\/www.placeage.org\"><span style=\"font-size: 18pt;\">PlaceAge &#8211; Brasil, Reino Unido e \u00cdndia<\/span><\/a><\/h2>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-465 alignleft\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/05\/DSC_0041-424x281.jpg\" alt=\"\" width=\"424\" height=\"281\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/05\/DSC_0041-424x281.jpg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/05\/DSC_0041-212x140.jpg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/05\/DSC_0041-768x509.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/05\/DSC_0041-1536x1017.jpg 1536w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/05\/DSC_0041-2048x1356.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 424px) 100vw, 424px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Laborat\u00f3rio de Estudos Comportamentais da UFPel participa do Projeto <a href=\"http:\/\/www.placeage.org\">PlaceAge<\/a> desde Maio de 2016 quando a pesquisa recebeu primeiro lugar nos projetos selecionados para financiamento internacional pelo Edital <em><a href=\"http:\/\/confap.org.br\/news\/healthy-urban-living-and-the-social-science-of-the-food-water-energy-nexus\/\">Healthy Urban Living and the Social Science of the Food-Water-Energy Nexus<\/a>. <\/em>O Projeto PlaceAge atualmente \u00e9 constitu\u00eddo por duas pesquisas financiadas pelo ESRC (<em>Economic and Social Research Council<\/em>) no Brasil e Reino Unido e ICSSR (Indian Council for Social Science Research) na \u00cdndia num total de \u00a31.213.116,00 libras esterlinas (R$ 8.491.812,00). <strong>Entre os pa\u00edses envolvidos participam o Reino Unido, o Brasil e a \u00cdndia.<\/strong> Uma das pesquisa do Projeto se intitula &#8216;<em>Projetando lugares com os idosos: Rumo a comunidades amigas do envelhecimento&#8217;<\/em> e tem como foco explorar como os idosos enfrentam o envelhecimento em diferentes contextos urbanos, sociais e culturais no Brasil e no Reino Unido. J\u00e1 a outra pesquisa se intitula &#8216;<em>Bom Envelhecimento em Ambientes Urbanos: Projetando cidades e comunidades com idosos&#8217; <\/em>e busca uma an\u00e1lise do envelhecimento no bairro e as percep\u00e7\u00f5es de senso de lugar na \u00cdndia, Reino Unido e Brasil. Para mais informa\u00e7\u00f5es visite o site do Projeto PlaceAge: <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/placeageproject\/\">www.placeage.org<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Institui\u00e7\u00f5es dos nossos parceiros: Universidade Federal de Pelotas (Brasil), Universidade Federal de Rio Grande (Brasil), Heriot-Watt University (UK) e Sri Venkateswara University (India).<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 10pt;\"><em>Foto: Adriana Portella.<\/em><\/span><\/p>\n<p>Coordenador no Reino Unido: Prof. Dr. Ryan Woorych. Contato: r.d.woolrych@hw.ac.uk<\/p>\n<p>Coordenadora no Brasil: Profa. Dra. Adriana Portella. Contato: adrianaportella@yahoo.com.br<\/p>\n<p>Coordenadora na \u00cdndia: Profa. Dra. Jamuna Duvvuru. Contato: jxd172@gmail.com<\/p>\n<h2 style=\"text-align: left;\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/placeage\/evento\/\"><span style=\"font-size: 18pt;\">Envelhecimento no mundo das desigualdades: como projetar cidades saud\u00e1veis para todos<\/span><\/a><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-472 alignleft\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/05\/valderluizeizaura-424x281.jpg\" alt=\"\" width=\"424\" height=\"281\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/05\/valderluizeizaura-424x281.jpg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/05\/valderluizeizaura-212x140.jpg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/05\/valderluizeizaura-768x509.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/05\/valderluizeizaura-1536x1017.jpg 1536w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/05\/valderluizeizaura-2048x1356.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 424px) 100vw, 424px\" \/>O Projeto &#8216;<em>Envelhecimento no mundo das desigualdades: como projetar cidades saud\u00e1veis para todos<\/em>&#8216; consistiu na organiza\u00e7\u00e3o do Simp\u00f3sio Internacional &#8216;<a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/placeage\/evento\/\">2019 IAPS Symposium Ageing in Place in a World of Inequalities: How to Design Healthy Cities for All<\/a>&#8216;, o qual trouxe ao Brasil pesquisadores de diversos pa\u00edses &#8211; <strong>Espanha, Austr\u00e1lia, Chile, Jap\u00e3o, Brasil<\/strong>, para debater como planejar cidades saud\u00e1veis para todas as gera\u00e7\u00f5es, respondendo a diferentes impactos ambientais, sociais, culturais e econ\u00f4micos. O Simp\u00f3sio partiu do entendimento que simplesmente mudar a forma constru\u00edda n\u00e3o \u00e9 suficiente para criar um ambiente mais inclusivo para o envelhecimento, pois os lugares s\u00e3o mais do que espa\u00e7os f\u00edsicos. Ambientes vi\u00e1veis s\u00e3o articulados atrav\u00e9s de um forte sentido de lugar, definido pelos v\u00ednculos sociais, psicol\u00f3gicos e emocionais que as pessoas t\u00eam com seu ambiente. Um forte senso de lugar resulta do acesso a apoios para participa\u00e7\u00e3o ativa, oportunidades para construir e sustentar redes sociais e assumir um papel significativo na comunidade. Em contraste, um\u00a0 sentimento de exclus\u00e3o ou falta de oportunidades de participa\u00e7\u00e3o na comunidade est\u00e1 associado \u00e0 aliena\u00e7\u00e3o, ao isolamento e \u00e0 solid\u00e3o, muitas vezes resultando em problemas diversos de sa\u00fade e bem-estar, particularmente entre os idosos vulner\u00e1veis. Socialmente, a cria\u00e7\u00e3o de ambientes urbanos amig\u00e1veis ao envelhecimento que apoiam o sentido de lugar s\u00e3o parte integrante do envelhecimento bem-sucedido, garantindo que as pessoas possam continuar a contribuir positivamente na velhice, atrasando a necessidade de cuidados institucionais e reduzindo os custos de sa\u00fade e assist\u00eancia social. Dentro dessa tem\u00e1tica,\u00a0 acad\u00eamicos, pesquisadores, profissionais e alunos participaram deste encontro e no ano de 2020 e 2021 o LabCom finaliza a publica\u00e7\u00e3o dos anais do evento em portugu\u00eas, ingl\u00eas e espanhol. Os artigos de maior destaque no evento at\u00e9 dezembro de 2020 estar\u00e3o publicados em duas edi\u00e7\u00f5es da revista cient\u00edfica <a href=\"https:\/\/periodicos.ufpel.edu.br\/ojs2\/index.php\/pixo\">PIXO<\/a>; a primeira edi\u00e7\u00e3o foi publicada em <a href=\"https:\/\/periodicos.ufpel.edu.br\/ojs2\/index.php\/pixo\/issue\/view\/984\">Agosto de 2020<\/a>. Para maiores informa\u00e7\u00f5es sobre o Simp\u00f3sio acesse o site: <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/placeage\/evento\/\">https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/placeage\/evento\/<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Institui\u00e7\u00f5es dos nossos parceiros: Universidade Federal de Pelotas (Brasil), IAPS (Internacional Association of People Environment Studies, sede na Espanha), Projeto PlaceAge, Laborat\u00f3rio de Estudos Comportamentais da UFPel, Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Arquitetura e Urbanismo da UFPel. O Simp\u00f3sio tamb\u00e9m foi desenvolvido pelo <em>Centre for Healthy Cities, Aging and Citizenship Project<\/em>, o qual faz parte do Programa Institucional de Internacionaliza\u00e7\u00e3o da UFPel \u2013 CAPES PRINT.<\/p>\n<p>Coordenadora: Profa. Dra. Adriana Portella e Profa. Dra. Nirce Saffer Medvedoski. Contatos: adrianaportella@yahoo.com.br e nirce.sul@gmail.com<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><em>Foto: Marcelo Soares.<\/em><\/span><\/p>\n<h2 style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-size: 18pt;\">Metodologias Participativas no Ensino da Arquitetura e Urbanismo<\/span><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-470 alignleft\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/05\/casa-1-424x318.jpg\" alt=\"\" width=\"424\" height=\"318\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/05\/casa-1-424x318.jpg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/05\/casa-1-212x159.jpg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/05\/casa-1-768x576.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/files\/2020\/05\/casa-1.jpg 960w\" sizes=\"auto, (max-width: 424px) 100vw, 424px\" \/>Este Projeto busca desenvolver, junto \u00e0s disciplinas de ensino em arquitetura e urbanismo, a discuss\u00e3o e aplica\u00e7\u00e3o de m\u00e9todos participativos junto a comunidades vulner\u00e1veis. A arquitetura e o urbanismo devem ser pensados e projetados para atender as necessidades das pessoas. Desse modo, \u00e9 necess\u00e1rio que o estudante conhe\u00e7a as ferramentas metodol\u00f3gicas que possam ser aplicadas para que se conhe\u00e7a bem tais necessidades. A diversidade humana e os m\u00faltiplos fatores a serem considerados em um projeto de arquitetura e urbanismo, torna a atividade projectual bastante complexa, requerendo uma forma\u00e7\u00e3o ampla, que inclui dom\u00ednios art\u00edsticos, sociais, \u00e9ticos e t\u00e9cnicos, visando a solu\u00e7\u00e3o de problemas multifacetados. Paradoxalmente, esse amplo espectro de conhecimento muitas vezes distancia os estudantes de arquitetura e urbanismo das pessoas ditas n\u00e3o t\u00e9cnicas, pois cria uma lente pr\u00f3pria pela qual os discentes culminam por aplicar em sala de aula para desenvolver seus projetos nas disciplinas. Isso pode se tornar um obst\u00e1culo para a identifica\u00e7\u00e3o das reais demandas dos usu\u00e1rios. Visando uma forma\u00e7\u00e3o profissional completa do estudante de arquitetura e urbanismo, este Projeto visa diminuir o hiato entre os projetos produzidos pelos futuros arquitetos e urbanistas e as percep\u00e7\u00f5es, necessidades e desejos das pessoas que ir\u00e3o se apropriar dos lugares da cidade. Para tal, v\u00e1rios temas s\u00e3o analisados, dos quais se pode destacar: o processo de projeto, o projeto centrado no usu\u00e1rio, a participa\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria em projetos de arquitetura e urbanismo e a aplica\u00e7\u00e3o de m\u00e9todos participativos de projeto. As disciplinas em que s\u00e3o aplicadas essa abordagem metodol\u00f3gica s\u00e3o: Ateli\u00ea de Concursos e Ateli\u00ea de Habita\u00e7\u00e3o de Interesse Social, do curso de gradua\u00e7\u00e3o da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Pelotas (Brasil) durante os semestres de 2020 e 2021.<\/p>\n<p>Coordenadora: Profa. Dra. Adriana Portella. Contato: adrianaportella@yahoo.com.br<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 10pt;\"><em>Foto: Gisele Pereira<\/em>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sabedoria Ind\u00edgena Amaz\u00f4nica: Moldando Solu\u00e7\u00f5es Clim\u00e1ticas no Brasil O Brasil \u00e9 terra Ind\u00edgena, com mais de 60,3% da Floresta Amaz\u00f4nica situados em seu territ\u00f3rio e 385 grupos Ind\u00edgenas habitando a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":717,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_crdt_document":"","footnotes":""},"class_list":["post-454","page","type-page","status-publish","hentry","post"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/454","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/717"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=454"}],"version-history":[{"count":119,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/454\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4289,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/454\/revisions\/4289"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labcom\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=454"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}