{"id":111,"date":"2017-07-01T01:48:08","date_gmt":"2017-07-01T04:48:08","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/jbs\/?page_id=111"},"modified":"2019-08-12T21:26:53","modified_gmt":"2019-08-13T00:26:53","slug":"grupos-de-trabalho","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/jbs\/grupos-de-trabalho\/","title":{"rendered":"Grupos de Trabalho"},"content":{"rendered":"<p style=\"font-weight: 400\"><strong>Grupos de trabalho:<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\"><strong>GT 1. Teoria Social: Repensar a modernidade<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Coordena\u00e7\u00e3o: Lucas Trindade da Silva, Eduardo Guedes e Sandro Adams.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Debatedores: L\u00e9o Peixoto e William H\u00e9ctor<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">O interesse deste grupo de trabalho \u00e9 de reler cl\u00e1ssicos e contempor\u00e2neos da teoria social a partir dos problemas e inquieta\u00e7\u00f5es postos por uma perspectiva do Sul Global, abrangendo aqui as cr\u00edticas, intensificadas a partir dos anos 50, \u00e0 teoria da moderniza\u00e7\u00e3o desde a Cepal e da teoria da depend\u00eancia, assim como os esfor\u00e7os mais recentes cristalizados em projetos como os\u00a0<em>subaltern studies<\/em>, a decolonialidade do poder\/saber, o debate sobre modernidades m\u00faltiplas e modernidade global, as teorias do sul, as\u00a0<em>indigenous sociologies<\/em>, etc. Diferente de uma postura exclusivamente destrutiva em rela\u00e7\u00e3o ao c\u00e2none da teoria social cl\u00e1ssica e contempor\u00e2nea, o GT tamb\u00e9m abriga trabalhos que buscam reter os avan\u00e7os deste c\u00e2none e pontos de di\u00e1logo entre discursos hegem\u00f4nicos e contra-hegem\u00f4nicos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\"><strong>GT 2. Novas sociologias: digital, algoritmos, m\u00eddia<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Coordena\u00e7\u00e3o: Elaine Leite e Julio Marinho Ferreira<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Com o advento das tecnologias de m\u00eddias digitais passamos a viver em uma sociedade mediada por redes sociais, plataformas virtuais e algoritmos, que alimentam subjetiva\u00e7\u00f5es geradas a partir de novas formas de sociabilidades que desafiam o fazer sociol\u00f3gico. O objetivo deste grupo de trabalho \u00e9 discutir pesquisas que abordam tem\u00e1ticas como m\u00eddias digitais, algoritmos, redes sociais, plataformas virtuais, organiza\u00e7\u00f5es online que transformam a cultura, a sociedade e a economia contempor\u00e2neas. Ser\u00e3o bem-vindos trabalhos de diferentes perspectivas te\u00f3ricas, metodol\u00f3gicas e emp\u00edricas, buscando considerar limites e potenciais avan\u00e7os para compreender tais tem\u00e1ticas e sua rela\u00e7\u00e3o com a sociedade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\"><strong>GT 3. Conflitos e controv\u00e9rsias<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Coordena\u00e7\u00e3o: Camila Prates e Sandro Miranda<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Debatedores: S\u00e9rgio Botton e Rafael Braz<\/p>\n<p>O objetivo deste grupo de trabalho \u00e9 discutir pesquisas (conclu\u00eddas ou em andamento) que se inserem no campo da sociologia ambiental e da sociologia rural e que tratem sobre a tem\u00e1tica dos conflitos socioambientais, desenvolvimento e sustentabilidade, controv\u00e9rsias em ci\u00eancia e tecnologia em torno de projetos que englobem: gera\u00e7\u00e3o de energia, explora\u00e7\u00e3o miner\u00e1ria, assentamentos populacionais, projetos agropecu\u00e1rios, reforma agr\u00e1ria, dentre outros. Procura-se trabalhos que estejam associados \u00e0 quest\u00e3o ambiental, ao desenvolvimento, \u00e0s novas ruralidades, que tratem de quest\u00f5es controversas sobre o modelo econ\u00f4mico de explora\u00e7\u00e3o capitalista, que exponham a crise do conhecimento t\u00e9cnico e cient\u00edfico, e, sobretudo, que promovam reflex\u00f5es \u00e0s ci\u00eancias sociais sobre as formas distintas de pensar e analisar os temas conexos a esses t\u00f3picos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>GT 4.<em>\u00a0<\/em>Ra\u00e7a, G\u00eanero, Classe<\/strong><\/p>\n<p>Coordena\u00e7\u00e3o: Mara Beatriz Nunes Gomes e Mabielle Pedra<\/p>\n<p>Debatedores: Marcus Spolle, Georgina Nunes<\/p>\n<p>Este GT objetiva promover debates articulados entre os demarcadores de ra\u00e7a, g\u00eanero e classe na batida do \u201cdevir\u201d cient\u00edfico em produ\u00e7\u00e3o no Sul Global na \u00e1rea das ci\u00eancias sociais, ou seja, repensar esses fatores sob a lente de concep\u00e7\u00f5es epistemol\u00f3gicas que suleam\u00a0[2]\u00a0o tema frente a um contexto sociopol\u00edtico que corporifica e potencializa as pr\u00e1ticas cient\u00edficas denominadas como perif\u00e9ricas. Assim, procura-se trabalhos que problematizam novas formas de abordagens daquelas categorias, avan\u00e7ando, portanto, para al\u00e9m das reflex\u00f5es usuais que costumam centralizar em n\u00edvel hegem\u00f4nico a discuss\u00e3o desta tem\u00e1tica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>GT 5. Reconfigura\u00e7\u00f5es no mundo do trabalho<\/strong><\/p>\n<p>Coordena\u00e7\u00e3o: Ana Paula F. D\u2019Avila, Neidi\u00e2ne Cardoso da Silva e M\u00e1ximo \u00c1vila.<\/p>\n<p>Debatedores: Pedro Robertt e Attila Magno<\/p>\n<p>O presente grupo de trabalho tem por objetivo proporcionar um espa\u00e7o para discuss\u00e3o de pesquisas em andamento, em fase de conclus\u00e3o e conclu\u00eddas, as quais t\u00eam interface com os contextos de trabalho, em seus diversos recortes, alinhados com as altera\u00e7\u00f5es em curso, considerando os impactos da reestrutura\u00e7\u00e3o do capitalismo, oriundas da mundializa\u00e7\u00e3o do capital. Nesse sentido, considerando a heterogeneidade do mercado de trabalho brasileiro, o GT pretende refletir sobre as configura\u00e7\u00f5es e reconfigura\u00e7\u00f5es que o trabalho assume, seja em termos de flexibiliza\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es de trabalho, do empreendedorismo e da precariza\u00e7\u00e3o como grandes linhas gerais nas quais se inserem outros subtemas. Al\u00e9m disso, procura identificar, para al\u00e9m da dimens\u00e3o objetiva, como essas mudan\u00e7as influenciam a subjetividade das\/os trabalhadoras\/es no que tange a sua atua\u00e7\u00e3o profissional, as formas de resist\u00eancia e de organiza\u00e7\u00e3o. Considera que h\u00e1 um conjunto de discursos empresariais que incita novas pr\u00e1ticas econ\u00f4micas, portanto, nos interessar conhecer quais s\u00e3o essas novas pr\u00e1ticas. Por fim, considerando a desregulamenta\u00e7\u00e3o do mercado de trabalho, em um contexto de desemprego acentuado, objetiva refletir sobre quais os poss\u00edveis impactos das tend\u00eancias recentes para o trabalho no pa\u00eds.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>GT 6 &#8211; M\u00faltiplas perspectivas sobre viol\u00eancia e criminalidade<\/strong><\/p>\n<p>Coordenadores: Carolina Oliveira Silva e Matheus Lira Bento<\/p>\n<p>Debatedores: Am\u00edlcar Freitas e Simone Gomes<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos cinquenta anos estabeleceram-se novas formas de rela\u00e7\u00e3o dos indiv\u00edduos entre si e com o Estado. Essas modifica\u00e7\u00f5es atingiram pontualmente a natureza e resolu\u00e7\u00e3o dos conflitos sociais, trazendo novos padr\u00f5es de viol\u00eancia e delinqu\u00eancia que diversificadas abrangem os crimes contra a pessoa, o sistema financeiro, as economias populares, movimentos sociais, pol\u00edticos, narcoviol\u00eancia, contra as minorias sociais ou as causadas por agentes do Estado. Desta forma, este grupo de trabalho pretende fomentar as discuss\u00f5es que permeiam o tema da viol\u00eancia e os diferentes arranjos da criminalidade. Partindo de uma perspectiva interdisciplinar, interessa-nos pesquisas realizadas nas ci\u00eancias sociais, em andamento ou conclu\u00eddas, que propiciem a reflex\u00e3o e questionem as problem\u00e1ticas que est\u00e3o inseridas neste campo de estudos como: viol\u00eancias &#8211; militar, pol\u00edtica, de g\u00eanero, ind\u00edgena, simb\u00f3lica -, controle social, punibilidade, narcotr\u00e1fico e estudos sobre o funcionamento do sistema de justi\u00e7a.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Grupos de trabalho: GT 1. Teoria Social: Repensar a modernidade Coordena\u00e7\u00e3o: Lucas Trindade da Silva, Eduardo Guedes e Sandro Adams. 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