{"id":2336,"date":"2020-05-14T15:20:13","date_gmt":"2020-05-14T18:20:13","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ib\/?p=2336"},"modified":"2020-05-14T15:23:06","modified_gmt":"2020-05-14T18:23:06","slug":"museu-de-ciencias-naturais-carlos-ritter-completa-um-ano-na-nova-sede","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ib\/2020\/05\/14\/museu-de-ciencias-naturais-carlos-ritter-completa-um-ano-na-nova-sede\/","title":{"rendered":"Museu de Ci\u00eancias Naturais Carlos Ritter completa um ano na nova sede"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: justify\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 No di<span style=\"color: #000000\">a 13 de maio de 2020 o Museu Carlos Ritter comemorou um ano desde a mudan\u00e7a para a nova sede, no Casar\u00e3o 1, junto a Pra\u00e7a Cel. Pedro Os\u00f3rio, no centro hist\u00f3rico de Pelotas. Desde a mudan\u00e7a de sede, sob coordena\u00e7\u00e3o do Prof. Jo\u00e3o Iganci, do Departamento de Bot\u00e2nica, o Museu teve uma s\u00e9rie de novidades e \u00e9 poss\u00edvel perceber muitas mudan\u00e7as positivas tanto de organiza\u00e7\u00e3o geral do acervo, exibi\u00e7\u00f5es e mesmo em rela\u00e7\u00e3o ao p\u00fablico. Desde a concep\u00e7\u00e3o inicial esta mudan\u00e7a n\u00e3o representava apenas uma mudan\u00e7a f\u00edsica de endere\u00e7o, mas sim uma mudan\u00e7a de conceitos, buscando uma moderniza\u00e7\u00e3o da cole\u00e7\u00e3o, sobretudo da forma de exibi\u00e7\u00e3o do acervo ao p\u00fablico visitante. Um museu de ci\u00eancias naturais tem um papel fundamental de aproxima\u00e7\u00e3o da academia com a comunidade em geral, que tanto carece de informa\u00e7\u00e3o acess\u00edvel de qualidade. O museu \u00e9 uma ponte capaz de ligar o conhecimento cient\u00edfico produzido na Universidade \u00e0 comunidade, atrav\u00e9s da promo\u00e7\u00e3o do conhecimento cient\u00edfico e da sensibiliza\u00e7\u00e3o do p\u00fablico para quest\u00f5es importantes, como a preserva\u00e7\u00e3o do meio ambiente, tema de extrema import\u00e2ncia atualmente.<\/span><\/div>\n<div><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0A prepara\u00e7\u00e3o para a mudan\u00e7a para a nova sede teve in\u00edcio em dezembro de 2018, com os estudos e execu\u00e7\u00e3o da embalagem e transporte do acervo. Para isso, o museu teve um grande esfor\u00e7o de trabalho, contando principalmente com a colabora\u00e7\u00e3o dos servidores Carolina Silveira R\u00e9gis e Mauro Mascarenhas, e dos monitores que atuaram fortemente neste processo. Junto com a mudan\u00e7a, o Museu estabeleceu uma colabora\u00e7\u00e3o que tem sido muito importante para a elabora\u00e7\u00e3o das exposi\u00e7\u00f5es. A Profa. N\u00e1dia Leschko, da faculdade de Design e da incubadora Suldesign Est\u00fadio, passou a integrar a equipe de trabalho, colaborando para a execu\u00e7\u00e3o das ideias de remodela\u00e7\u00e3o da exibi\u00e7\u00e3o permanente do novo Museu Carlos Ritter e, posteriormente, de algumas das exposi\u00e7\u00f5es tempor\u00e1rias. Da mesma forma, o Prof. Roberto Heiden, do curso de Conserva\u00e7\u00e3o e Restaura\u00e7\u00e3o de Bens Culturais M\u00f3veis e chefe do Museu do Doce, colaborou para a elabora\u00e7\u00e3o do Diorama sobre o Bioma Pampa, que se tornou uma das principais atra\u00e7\u00f5es do Museu em sua nova sede. Ao mesmo tempo, diversos estudos sobre a conserva\u00e7\u00e3o do acervo e para a elabora\u00e7\u00e3o de novas pe\u00e7as para o acervo do museu v\u00eam sendo desenvolvidos sob a coordena\u00e7\u00e3o do\u00a0 t\u00e9cnico Mauro Mascarenhas, agora acad\u00eamico do curso de Conserva\u00e7\u00e3o da UFPel. Diversos outros projetos de professores da UFPel colaboram para que o Museu Carlos Ritter tenha cada vez maior impacto nas atividades locais. Dentre estes, podem ser destacados os projetos de extens\u00e3o do Prof. Giovanni Nachtigall Mauricio, do Centro de Integra\u00e7\u00e3o do Mercosul, com \u00eanfase no Pontal da Barra do Laranjal, e da Profa. Noris Leal, do Instituto de Ci\u00eancias Humanas, sobre documenta\u00e7\u00e3o do acervo do Museu. Estes s\u00e3o apenas dois dos in\u00fameros projetos vinculados ao Museu que v\u00eam sendo desenvolvidos\u00a0 no Museu Carlos Ritter. Tamb\u00e9m deve ser destacada a grande procura por estudantes da UFPel, principalmente dos cursos de Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas, Museologia, Conserva\u00e7\u00e3o e Restaura\u00e7\u00e3o de Bens Culturais Im\u00f3veis, His\u00f3ria, Arquitetura dentre outros, que desenvolvem projetos relacionados ao Museu e que atuam como monitores, a maioria volunt\u00e1rios, recebendo os visitantes do Museu.<\/span><\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<div style=\"text-align: justify\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Desde a mudan\u00e7a para a nova sede, o Museu teve um grande aumento no n\u00famero de visitantes. Ainda n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel comparar o n\u00famero total de visitantes com anos anteriores, j\u00e1 que o Museu esteve fechado para a mudan\u00e7a entre dezembro de 2018 e maio de 2019 e agora, mais uma vez por conta da quarentena da COVIDI19. Entretanto, em 2019 o Museu j\u00e1 havia atingido um p\u00fablico semelhante \u00e0 visita\u00e7\u00e3o anual de anos anteriores. O principal p\u00fablico do Museu permanece sendo de estudantes e professores de escolas p\u00fablicas de Pelotas e regi\u00e3o, entretanto houve um grande aumento de visitantes provenientes de escolas particulares e, principalmente, de visitantes individuais, nacionais e estrangeiros, que encontram no Museu mais uma atra\u00e7\u00e3o tur\u00edstica na cidade e Pelotas. Isto se reflete nas redes sociais, nas refer\u00eancias ao Museu na web e mesmo no retorno que os visitantes trazem aos monitores e funcion\u00e1rios do Museu, ao manifestar grande satisfa\u00e7\u00e3o ao visitar o Museu, tanto pelas exibi\u00e7\u00f5es quanto pelas visitas guidas e aten\u00e7\u00e3o por parte dos monitores. Os dioramas s\u00e3o uma pe\u00e7a chave em museus de ci\u00eancias naturais pela representa\u00e7\u00e3o de ambientes e de animais em seu habitat natural.\u00a0<\/span><\/div>\n<div><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0O Museu reinaugurou na nova sede com tr\u00eas exposi\u00e7\u00f5es. O Diorama sobre o Bioma Pampa foi montado na entrada principal do Museu e retrata uma paisagem\u00a0 t\u00edpica do Pampa com animais comumente encontrados na regi\u00e3o. O diorama chama muito a aten\u00e7\u00e3o dos visitantes \u00e9 uma forma de tratar de diferentes assuntos, sobretudo sobre a import\u00e2ncia de preservar os ambientes naturais e preservar as esp\u00e9cies silvestres, e sobre os servi\u00e7os ambientais que o Pampa nos oferece. A segunda exposi\u00e7\u00e3o trata do principal acervo do Museu, a cole\u00e7\u00e3o de aves, em sua maioria taxidermizadas por Carlos Ritter e que deram origem ao Museu 50 anos atr\u00e1s, a partir da doa\u00e7\u00e3o do acervo para a UFPel.\u00a0 Em colabora\u00e7\u00e3o com o Prof. Giovanni, foram realizados estudos recentes sobre a evolu\u00e7\u00e3o das aves e identificadas as esp\u00e9cies de aves presentes no acervo que contemplavam a grande diversidade evolutiva neste grupo de animais. O desenho ao fundo do painel \u00e9 baseado em uma fotografia de um ambiente natural do Pontal da Barra do Laranja, uma \u00e1rea riqu\u00edssima do Bioma Pampa dentro do munic\u00edpio de Pelotas. Quem observar com aten\u00e7\u00e3o, ver\u00e1 a silhueta de plantas nativas da nossa regi\u00e3o, como o jeriv\u00e1, e tamb\u00e9m da pr\u00f3pria cidade de Pelotas, ao fundo. As aves foram fixadas na parede, sobre este painel de fundo, e est\u00e3o dispostas de forma a representar o parentesco evolutivo entre as diferentes esp\u00e9cies. Esta disposi\u00e7\u00e3o traz tamb\u00e9m in\u00fameras possibilidades de abordagens de temas cient\u00edficos, sejam relacionados \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o, \u00e0s caracter\u00edsticas ecol\u00f3gicas apresentadas pelas esp\u00e9cies e sobre a conserva\u00e7\u00e3o da fauna nativa. \u00c9 importante destacar que para todas estas novas exibi\u00e7\u00f5es o Museu contou com a colabora\u00e7\u00e3o de in\u00fameras pessoas que trabalham na UFPel, sobretudo o setor de marcenaria e outras estruturas ligadas \u00e0 PROPLAN e \u00e0 PREC, com servidores que trabalharam de forma incans\u00e1vel para que tudo estivesse pronto em tempo da reinaugura\u00e7\u00e3o.<\/span><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ib\/files\/2020\/05\/Nova-sede-um-ano.png\"><img class=\"alignnone  wp-image-2338\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ib\/files\/2020\/05\/Nova-sede-um-ano-400x250.png\" alt=\"\" width=\"438\" height=\"274\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ib\/files\/2020\/05\/Nova-sede-um-ano-400x250.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ib\/files\/2020\/05\/Nova-sede-um-ano-1024x640.png 1024w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ib\/files\/2020\/05\/Nova-sede-um-ano-768x480.png 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ib\/files\/2020\/05\/Nova-sede-um-ano-1536x960.png 1536w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ib\/files\/2020\/05\/Nova-sede-um-ano.png 1820w\" sizes=\"(max-width: 438px) 100vw, 438px\" \/><\/a><\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<div style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Al\u00e9m de ocupar uma localiza\u00e7\u00e3o central no cora\u00e7\u00e3o do centro hist\u00f3rico da cidade de Pelotas, o Museu ganhou muito com a proximidade do Museu de Artes Leopoldo Gotuzzo e do Museu do Doce, bem como do Mercado Central, da Biblioteca P\u00fablica e demais pr\u00e9dios hist\u00f3ricos que atraem turistas \u00e0 nossa cidade. Os tr\u00eas museus t\u00eam uma liga\u00e7\u00e3o muito forte, que \u00e9 promovida principalmente pela Rede de Museus da UFPel, que busca integrar os museus em campanhas culturais sobretudo em datas comemorativas locais e nacionais e promove atividades em busca da integra\u00e7\u00e3o dos museus com a comunidade local. A Rede de Museus tem tamb\u00e9m um papel muito importante na busca por programas de acessibilidade nos tr\u00eas museus e tamb\u00e9m em a\u00e7\u00f5es para ampliar a seguran\u00e7a dos acervos, junto ao N\u00facleo de Seguran\u00e7a da UFPel. A proximidade entre os tr\u00eas museus promove a visita\u00e7\u00e3o integrada, sendo muito comum que o p\u00fablico visite no mesmo dia as exposi\u00e7\u00f5es nos diferentes museus. Isso acontece tanto quando s\u00e3o levados em considera\u00e7\u00e3o visitantes individuais, que relatam a visita nos outros museus, quando tamb\u00e9m em rela\u00e7\u00e3o aos visitantes em grupos, sejam de escolas ou outras entidades que agendam visitas nos tr\u00eas museus para aproveitar a visita ao centro hist\u00f3rico da cidade e o transporte. Sem d\u00favidas existem ainda infinitas possibilidades de integra\u00e7\u00e3o e interc\u00e2mbio entre os tr\u00eas museus e \u00e9 nosso papel fomentar isto.<\/span><\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<div style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 No dia 21 de maio o Museu e a Universidade Federal de Pelotas comemoram 50 anos de funda\u00e7\u00e3o do Museu de Ci\u00eancias Naturais Carlos Ritter. \u00c9 uma data muito importante para Pelotas, que j\u00e1 vinha sendo pensada desde que a dire\u00e7\u00e3o atual assumiu a coordena\u00e7\u00e3o do Museu. A quarentena pegou \u00e0 todos de surpresa e infelizmente impede que atividades presencias sejam desenvolvidas. Poucos dias antes de iniciar a quarentena, o Museu inaugurou uma exposi\u00e7\u00e3o muito importante para a hist\u00f3ria da Institui\u00e7\u00e3o. Esta exposi\u00e7\u00e3o j\u00e1 fazia parte das comemora\u00e7\u00f5es do anivers\u00e1rio do Museu. \u00c9 uma exposi\u00e7\u00e3o sobre a Cervejaria C.Ritter &amp; Irm\u00e3o, de propriedade de Carlos Ritter, na cidade de Pelotas. A exposi\u00e7\u00e3o tem curadoria do Prof. Jo\u00e3o Iganci, chefe do Museu, e da Profa. N\u00e1dia Leschko e retrata diferentes aspectos da cervejaria e sua rela\u00e7\u00e3o direta com o Museu. O principal destaque da exposi\u00e7\u00e3o \u00e9 para o mosaico elaborado por Carlos Ritter, composto por insetos e que representa a fachada da cervejaria. O mosaico estava guardado na reserva t\u00e9cnica do Museu enquanto passava por um trabalho muito cuidadoso de conserva\u00e7\u00e3o preventiva, realizado pelo t\u00e9cnico Mauro Mascarenhas, para que pudesse retornar \u00e0 exibi\u00e7\u00e3o. A exposi\u00e7\u00e3o contou ainda com um trabalho de pesquisa sobre os r\u00f3tulos antigos das cervejas produzidas pela C.Ritter &amp; Irm\u00e3o, tema de interesse de pesquisa da Profa. N\u00e1dia. Durante o resgate destes r\u00f3tulos, foram encontradas duas pedras litogr\u00e1ficas originais, com as inscri\u00e7\u00f5es utilizadas para imprimir os r\u00f3tulos da cervejaria. Estas pedras fazem parte do acervo do Museu da Bibliotheca P\u00fablica Pelotense e foram gentilmente emprestados para comp\u00f4r a exposi\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m da Biblioteca P\u00fablica Pelotense, diversos outros colaboradores contribu\u00edram com o empr\u00e9stimos de itens para a elabora\u00e7\u00e3o da exposi\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m da hist\u00f3ria da cervejaria, a exposi\u00e7\u00e3o tem um lado cient\u00edfico biol\u00f3gico, ao retratar os processos envolvidos na fabrica\u00e7\u00e3o da cerveja. Busca representar cada uma das etapas, ilustrando as plantas utilizadas como insumos para fabricar a cerveja, assim como a levedura e o processo de fermenta\u00e7\u00e3o. Recentemente, renovando uma parceria do Museu com o DNIT de longa data, o Museu pretende lan\u00e7ar um <em>tour<\/em> virtual para que o p\u00fablico possa visitar a exposi\u00e7\u00e3o de casa. Assim, esperamos suprir em parte a impossibilidade de visitas f\u00edsicas ao Museu durante a quarentena e reaproximar o Museu de seu p\u00fablico. Outras atividades est\u00e3o sendo programadas, como algumas palestras sobre temas gerais relacionado \u00e0s ci\u00eancias e relevantes para a comunidade, bem como sobre a hist\u00f3ria do Museu e de Carlos Ritter. Na ter\u00e7a-feira, dia 19, \u00e0s 19h, ser\u00e1 lan\u00e7ado um selo comemorativo aos cinquenta anos do Museu de Ci\u00eancias Naturais Carlos Ritter e na quinta-feira, dia 21, tamb\u00e9m \u00e0s 19h, haver\u00e1 um sarau de anivers\u00e1rio, com o Prof. Jo\u00e3o Iganci e o Prof. Leandro Maia, do Conservat\u00f3rio de M\u00fasica, como convidados do Programa Pinheiro Nativo, que vai ao ar ao vivo pelo canal no Youtube e na p\u00e1gina do Facebook do Museu.<\/span><\/div>\n<div class=\"x_gmail_signature\" dir=\"ltr\">\n<div dir=\"ltr\">\n<div>\n<div dir=\"ltr\">\n<div>\n<div dir=\"ltr\">\n<div>\n<div dir=\"ltr\">\n<div>\n<div dir=\"ltr\">\n<div>\n<div dir=\"ltr\">\n<div dir=\"ltr\">\n<div dir=\"ltr\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Prof. Dr. Jo\u00e3o R.V. Iganci<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 No dia 13 de maio de 2020 o Museu Carlos Ritter comemorou um ano desde a mudan\u00e7a para a nova sede, no Casar\u00e3o 1, junto a Pra\u00e7a Cel. Pedro Os\u00f3rio, no centro hist\u00f3rico de Pelotas. 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