{"id":119,"date":"2019-04-02T10:55:17","date_gmt":"2019-04-02T13:55:17","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gplaan\/?page_id=119"},"modified":"2024-04-27T12:09:04","modified_gmt":"2024-04-27T15:09:04","slug":"projetos","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gplaan\/projetos\/","title":{"rendered":"Projetos"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><strong>Linguagem e Performatividade: A Constru\u00e7\u00e3o de Subjetividades em Ambientes Formais e N\u00e3o Formais de Ensino\u00a0<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt; color: #000000;\"><em>[Em Andamento]<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">O projeto se prop\u00f5e a investigar de que maneira os ambientes formais e n\u00e3o formais de ensino concorrem para a constitui\u00e7\u00e3o das mais diversas subjetividades, uma vez que esses s\u00e3o ambientes privilegiados em que textos e discursos transitam e s\u00e3o entextualizados (BAUMAN e BRIGGS, 2006) nas performances narrativas dos sujeitos, a fim de constru\u00edrem um sentido para quem s\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #000000;\"><strong>Linguagem, G\u00eanero e Poder em Narrativas de Professor@s e de Alun@s<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Per\u00edodo de realiza\u00e7\u00e3o: 01\/08\/2017 a 31\/07\/2019\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Como indicam in\u00fameros estudos, a profiss\u00e3o docente, no Brasil, sobretudo na educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica, \u00e9 predominantemente feminina (BUENO et. al. 1993; LOURO, 1997; COSTA, 2006). Tal fato, conforme mostram os estudos, n\u00e3o \u00e9 um acaso, mas \u00e9 fruto de diversas condi\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas de possibilidade que reservaram \u00e0 mulher, durante muito tempo, a doc\u00eancia como uma das \u00fanicas alternativas de ocupar o espa\u00e7o p\u00fablico desenvolvendo uma atividade profissional. Essa \u201cfeminiza\u00e7\u00e3o\u201d do magist\u00e9rio foi se consolidando gra\u00e7as a uma ordem discursiva que, at\u00e9 hoje, relaciona a profiss\u00e3o a certas caracter\u00edsticas socialmente constru\u00eddas atribu\u00eddas ao \u201cfeminino\u201d, como o cuidado, a disciplina, o esfor\u00e7o, a abnega\u00e7\u00e3o, entre outras, todas ligadas \u00e0 ordem do cuidado. Tais caracter\u00edsticas \u201ccontribu\u00edram para que nelas fosse reconhecida uma \u2018natural\u2019 voca\u00e7\u00e3o para formar futuros cidad\u00e3os, racionais, aut\u00f4nomos, livres e obedientes \u00e0 lei\u201d (COSTA e SILVEIRA, 2006, p. 24). Pois bem, embora a condi\u00e7\u00e3o de muitas mulheres no ocidente tenha se modificado, no sentido de que elas podem, teoricamente, ocupar espa\u00e7os p\u00fablicos e escolher as mais diversas profiss\u00f5es, a discrimina\u00e7\u00e3o ainda se faz presente, muitas vezes de maneira sutil, no ambiente profissional. Isso posto, nosso interesse de pesquisa recai justamente na maneira como as mulheres ainda s\u00e3o discriminadas e sofrem todo tipo de ass\u00e9dio no ambiente profissional, mais especificamente, nos ambientes onde se exerce a doc\u00eancia, quais sejam, a Escola e a Universidade.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #000000;\"><strong>Trilhando Caminhos: Narrativas de Graduandos sobre a Experi\u00eancia de Estudar de Longe de Casa<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Per\u00edodo de realiza\u00e7\u00e3o: 02\/03\/2015 a 31\/12\/2017<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">A pesquisa tem por objetivo analisar a produ\u00e7\u00e3o de sentidos possibilitada pelas narrativas de um grupo de seis estudantes da UFPel e da UFRJ, que colocam em circula\u00e7\u00e3o certas verdades sobre o que significa pertencer \u201ca esse ou a aquele\u201d Estado do Brasil.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #000000;\"><strong>Linguagem, Narrativas e Identidades no Contexto de Forma\u00e7\u00e3o e de Atua\u00e7\u00e3o de Professores de L\u00ednguas<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Per\u00edodo de realiza\u00e7\u00e3o: 01\/08\/2012 a 02\/08\/2015<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Partindo-se do pressuposto de que uma das quest\u00f5es prementes na forma\u00e7\u00e3o de professores \u00e9 justamente o estudo dos processos identit\u00e1rios que constituem o professor em forma\u00e7\u00e3o, seja no espa\u00e7o acad\u00eamico, seja em outros espa\u00e7os, como a escola, que concorrem para a constru\u00e7\u00e3o identit\u00e1ria do profissional como docente (N\u00d3VOA, 1995), e considerando que as identidades s\u00e3o constru\u00eddas por meio da linguagem, o presente projeto de pesquisa pretende mapear os principais tra\u00e7os discursivos que concorrem para a constru\u00e7\u00e3o das identidades docentes no processo de forma\u00e7\u00e3o de professores de l\u00ednguas, a partir das narrativas e das hist\u00f3rias de vida dos acad\u00eamicos dos cursos de licenciatura em Letras da UFPel do primeiro, do quinto e do oitavo semestres, a fim de posteriormente tra\u00e7ar estrat\u00e9gias que visem \u00e0 qualifica\u00e7\u00e3o dos processos de forma\u00e7\u00e3o docente no \u00e2mbito dos referidos cursos.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Linguagem e Performatividade: A Constru\u00e7\u00e3o de Subjetividades em Ambientes Formais e N\u00e3o Formais de Ensino\u00a0 [Em Andamento] O projeto se prop\u00f5e a investigar de que maneira os ambientes formais e n\u00e3o formais de ensino concorrem para a constitui\u00e7\u00e3o das mais diversas subjetividades, uma vez que esses s\u00e3o ambientes privilegiados em que textos e discursos transitam &hellip; <\/p>\n<p><a class=\"more-link btn\" href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gplaan\/projetos\/\">Continue lendo<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":915,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-119","page","type-page","status-publish","hentry","nodate","item-wrap"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gplaan\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/119","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gplaan\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gplaan\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gplaan\/wp-json\/wp\/v2\/users\/915"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gplaan\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=119"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gplaan\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/119\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":262,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gplaan\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/119\/revisions\/262"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gplaan\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=119"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}