{"id":39,"date":"2011-07-21T17:22:16","date_gmt":"2011-07-21T20:22:16","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gpdr\/"},"modified":"2011-07-25T11:17:02","modified_gmt":"2011-07-25T14:17:02","slug":"pelotas","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gpdr\/pelotas\/","title":{"rendered":"Pelotas"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\"><strong>Primeira refer\u00eancia hist\u00f3rica de Pelotas <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A primeira refer\u00eancia hist\u00f3rica do surgimento do munic\u00edpio data de junho de 1758, atrav\u00e9s da doa\u00e7\u00e3o que Gomes Freire de Andrade, Conde de Bobadela, fez ao Coronel Thom\u00e1z Luiz Os\u00f3rio, das terras que ficavam \u00e0s margens da Lagoa dos Patos. Fugindo da invas\u00e3o espanhola, em 1763, muitos dos habitantes da Vila de Rio Grande buscaram ref\u00fagio nas terras pertencentes a Thom\u00e1z Luiz Os\u00f3rio. A eles vieram juntar-se os retirantes da Col\u00f4nia do Sacramento, entregue pelos portugueses aos espanh\u00f3is em 1777, cumprindo o tratado de Santo Ildefonso assinado entre os dois pa\u00edses.<br \/>\nEm 1780, o portugu\u00eas Jos\u00e9 Pinto Martins, que abandonara o Cear\u00e1 em conseq\u00fc\u00eancia da seca, funda \u00e0s margens do Arroio Pelotas a primeira Charqueada. A prosperidade do estabelecimento, favorecida pela localiza\u00e7\u00e3o, estimulou a cria\u00e7\u00e3o de outras charqueadas e o crescimento da regi\u00e3o, dando origem \u00e0 povoa\u00e7\u00e3o que demarcaria o in\u00edcio da cidade de Pelotas.<br \/>\nA Freguesia de S\u00e3o Francisco de Paula, fundada em 07 de Julho de 1812 por iniciativa do padre Pedro Pereira de Mesquita, foi elevada \u00e0 categoria de Vila em 07 de abril de 1832. Tr\u00eas anos depois o Presidente da Prov\u00edncia, Ant\u00f4nio Rodrigues Fernandes Braga, outorgou \u00e0 Vila os foros de cidade, com o nome de Pelotas, sugest\u00e3o dada pelo Deputado Francisco Xavier Pereira. O nome originou-se das embarca\u00e7\u00f5es de varas de corticeira forradas de couro, usadas para a travessia dos rios na \u00e9poca das charqueadas.<br \/>\nA grande expans\u00e3o das charqueadas fez com que Pelotas fosse considerada a verdadeira capital econ\u00f4mica da prov\u00edncia, vindo a se envolver em todas as grandes causas c\u00edvicas. Pelotas tem a segunda maior concentra\u00e7\u00e3o de curtumes do Estado e uma das maiores capacidades curtidoras de couro e peles do Brasil.<br \/>\nO munic\u00edpio tem tradi\u00e7\u00e3o na cultura do p\u00eassego e aspargo. A produ\u00e7\u00e3o do leite \u00e9 o grande destaque na pecu\u00e1ria, constituindo a maior bacia leiteira do Estado. Pelotas apresenta um com\u00e9rcio \u00e1gil e diversificado com servi\u00e7os especializados e empresas de pequeno, m\u00e9dio e grande porte.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: justify\">Fonte: <a href=\"http:\/\/www.pelotas.com.br\/cidade_historia\/pelotas_historia.htm\">http:\/\/www.pelotas.com.br\/cidade_historia\/pelotas_historia.htm<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Conhe\u00e7a um pouco mais a cidade de Pelotas!<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Acesse os links abaixo:<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/pelotas.ufpel.edu.br\/\">http:\/\/pelotas.ufpel.edu.br\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.pelotas.com.br\/\">http:\/\/www.pelotas.com.br\/<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Primeira refer\u00eancia hist\u00f3rica de Pelotas A primeira refer\u00eancia hist\u00f3rica do surgimento do munic\u00edpio data de junho de 1758, atrav\u00e9s da doa\u00e7\u00e3o que Gomes Freire de Andrade, Conde de Bobadela, fez ao Coronel Thom\u00e1z Luiz Os\u00f3rio, das terras que ficavam \u00e0s&#8230; <a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gpdr\/pelotas\/\">Continue lendo &rarr;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":119,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":8,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-39","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gpdr\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/39","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gpdr\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gpdr\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gpdr\/wp-json\/wp\/v2\/users\/119"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gpdr\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=39"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gpdr\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/39\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":67,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gpdr\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/39\/revisions\/67"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gpdr\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=39"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}