{"id":406,"date":"2012-05-22T01:36:19","date_gmt":"2012-05-22T04:36:19","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/geoprocessamento\/?p=406"},"modified":"2012-05-26T01:42:42","modified_gmt":"2012-05-26T04:42:42","slug":"saida-de-campo-ametista-do-sul-rs","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/geoprocessamento\/2012\/05\/saida-de-campo-ametista-do-sul-rs\/","title":{"rendered":"Sa\u00edda de Campo &#8211; Ametista do Sul-RS"},"content":{"rendered":"<p><strong>A Verdadeira Joia do Rio Grande do Sul<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>Situada no norte do estado do Rio Grande Sul e esculpida entre os vales que cortam a BR 386 avista-se com o raiar do sol o brilho de uma j\u00f3ia verdadeira, a cidade de Ametista do Sul. O nome ao qual bem justo e n\u00e3o \u00e9 por menos, Ametista do Sul com pouco mais de 7414 habitantes (censo 2010-IBGE)\u00a0 abriga a maior jazida exportadora do\u00a0 min\u00e9rio de ametista no mundo. Nessa situa\u00e7\u00e3o Ametista do Sul tem extra\u00eddo 70 toneladas do min\u00e9rio por m\u00eas, comprovando o potencial de suas jazidas. Exporta para diversos pa\u00edses entre eles China (maior comprador), Alemanha e \u00cdndia entre outros. Do que \u00e9 extra\u00eddo, 90% da produ\u00e7\u00e3o \u00e9 exportado e somente 10% ficam no mercado interno, variando seu valor de acordo com o c\u00e2mbio estrangeiro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Breve hist\u00f3ria<\/strong><\/p>\n<p>A explora\u00e7\u00e3o das minas come\u00e7ou por volta dos anos 40 por imigrantes alem\u00e3es e pouco mais tarde por italianos, aonde era o pequeno distrito de S\u00e3o Gabriel de Ira\u00ed. Fora formado no auge da explora\u00e7\u00e3o nos anos 70,\u00a0 tornando-se\u00a0 uma cidade, no inicio dos anos 90 e recebendo o nome de Ametista do Sul. Durante esse per\u00edodo Ametista chegou a ter aproximadamente 300 minas ativas de explora\u00e7\u00e3o do min\u00e9rio (atualmente funcionam aproximadamente 100 minas), grande parte dessa produ\u00e7\u00e3o era exportada para nossos vizinhos latinos, mais especificamente o Peru onde eram confeccionadas j\u00f3ias e adornos oriundos dos minerais extra\u00eddos dos geodos de ametista.<\/p>\n<p>O trabalho de campo foi planejado de forma a proporcionar a melhor observa\u00e7\u00e3o sobre alguns aspectos estudados em aula desde conceitos e princ\u00edpios geol\u00f3gicos, ciclo das rochas, mineralogia, hidrologia, a rela\u00e7\u00e3o geologia x meio ambiente, ecologia e impactos ambientais.<\/p>\n<p>Tendo em vista a distancia a ser percorrida foram escolhidos afloramentos para o desenvolvimento do trabalho. Estabeleceram-se paradas t\u00e9cnicas, sendo, uma mina em atividade, com um guia que apresentou os dados relevantes no que se refere a explora\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica do local; o Parque- Museu Ametista do Sul, onde encontrava-se uma mina desativada, um acervo de minerais;\u00a0 o Shopping Ametista onde se verificou uma grande variedade de joias e artesanatos resultantes da atividade mineradora, uma vin\u00edcola, nova atividade econ\u00f4mica que aproveita as minas desativadas para o processo de produ\u00e7\u00e3o de vinhos e a Igreja S\u00e3o Gabriel, revestida com aproximadamente 40 toneladas de ametistas e decorada com enormes geodos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Proje\u00e7\u00f5es\u2026<\/strong><\/p>\n<p>Existem muitas fabriquetas que processam e transformam os adornos oriundos dos geodos de ametista, no qual trabalham muitas mulheres e suas fam\u00edlias. Todavia, muitas pessoas que residem em Ametista do Sul n\u00e3o mais trabalham na explora\u00e7\u00e3o das minas e deslocam-se todos os dias a longas dist\u00e2ncias para labutarem nas cidades vizinhas executando outros tipos de atividades econ\u00f4micas no estado do Rio Grande Sul e Santa Catarina. \u00a0Os moradores sofrem uma s\u00e9rie de dificuldades se considerarmos que por muitos anos dependeram das atividades das minas para sua sobreviv\u00eancia e que esta realidade n\u00e3o mais se verifica.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, mesmo com essas dificuldades Ametista do Sul salienta sua religiosidade, refletida no centro da cidade atrav\u00e9s da bel\u00edssima Igreja, \u00a0a primeira no mundo a ter revestimento interno em pedras preciosas, a Igreja de S\u00e3o Gabriel (padroeiro de Ametista do Sul) e, no centro da pra\u00e7a, onde localiza-se uma pir\u00e2mide que, para os esot\u00e9ricos, a Ametista tem energias especiais. A pir\u00e2mide \u00a0tamb\u00e9m tem o seu interior totalmente revestido com a por\u00e7\u00e3o dos geodos formados por pedras preciosas. Tanto as ametistas da Igreja de S\u00e3o Gabriel, quanto as da pir\u00e2mide, foram doa\u00e7\u00f5es dos garimpeiros da regi\u00e3o de Ametista do Sul.<\/p>\n<p>Enfim vale a pena conhecer essa maravilha de j\u00f3ia que \u00e9 cidade de Ametista do Sul que desempenha importante fun\u00e7\u00e3o na proje\u00e7\u00e3o do estado do Rio Grande do Sul para o mundo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n\n\t\t<style type=\"text\/css\">\n\t\t\t#gallery-1 {\n\t\t\t\tmargin: auto;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 .gallery-item {\n\t\t\t\tfloat: left;\n\t\t\t\tmargin-top: 10px;\n\t\t\t\ttext-align: center;\n\t\t\t\twidth: 33%;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 img {\n\t\t\t\tborder: 2px solid #cfcfcf;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 .gallery-caption {\n\t\t\t\tmargin-left: 0;\n\t\t\t}\n\t\t\t\/* see gallery_shortcode() in wp-includes\/media.php *\/\n\t\t<\/style>\n\t\t<div id='gallery-1' class='gallery galleryid-406 gallery-columns-3 gallery-size-thumbnail'><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/geoprocessamento\/files\/2012\/05\/DSCN1699.jpg'><img width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/geoprocessamento\/files\/2012\/05\/DSCN1699-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/geoprocessamento\/files\/2012\/05\/DSCN1652.jpg'><img width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/geoprocessamento\/files\/2012\/05\/DSCN1652-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/geoprocessamento\/files\/2012\/05\/DSCN1634.jpg'><img width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/geoprocessamento\/files\/2012\/05\/DSCN1634-150x150.jpg\" 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href='https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/geoprocessamento\/files\/2012\/05\/DSCN1505.jpg'><img width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/geoprocessamento\/files\/2012\/05\/DSCN1505-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><br style=\"clear: both\" \/><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/geoprocessamento\/files\/2012\/05\/100_9562.jpg'><img width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/geoprocessamento\/files\/2012\/05\/100_9562-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/geoprocessamento\/files\/2012\/05\/100_9559.jpg'><img width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/geoprocessamento\/files\/2012\/05\/100_9559-150x150.jpg\" 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projeto de ensino \u00a0da disciplina de Ci\u00eancias do Ambiente.<\/p>\n<p>O objetivo principal do trabalho de campo no munic\u00edpio de Ametista do Sul foi avaliar a geologia do munic\u00edpio bem como as \u00e1reas de recupera\u00e7\u00e3o ambiental em \u00e1reas de minera\u00e7\u00f5es de ametista, \u00a0visto que o mercado \u00e9 dominado por micro, pequenas e m\u00e9dias empresas sendo a maioria dos minerais-gemas encontrados espacialmente concentrados.<\/p>\n<p>Para atingir esta finalidade foram tra\u00e7ados os seguintes objetivos espec\u00edficos:<\/p>\n<p>1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Avaliar hist\u00f3rica e espacialmente os pontos de minera\u00e7\u00e3o a serem visitados;<\/p>\n<p>2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Entrevistar moradores que dependem da explora\u00e7\u00e3o mineral no munic\u00edpio, a fim de caracterizar a m\u00e3o de obra presente.<\/p>\n<p>3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Analisar as minas desativadas com a finalidade de constatar os poss\u00edveis impactos ambientais e recupera\u00e7\u00e3o ambiental.<\/p>\n<p>Nas paradas em minas foram coletadas rochas para descri\u00e7\u00e3o petrogr\u00e1fica verificando-se o tamanho do gr\u00e3o, textura, \u00edndice de cor, quantidade de SiO2, estruturas, mineralogia e nome da rocha.<\/p>\n<p>As refei\u00e7\u00f5es foram realizadas em paradas programadas na estrada e o almo\u00e7o ocorreu na cidade de Ametista.<\/p>\n<p>No retorno, e em sala de aula ser\u00e3o realizadas discuss\u00f5es sobre o trabalho de campo relacionando os conhecimentos constru\u00eddos em aula com os verificados no campo. \u00a0Como forma de conclus\u00e3o, os alunos ser\u00e3o divididos em duplas para redigir um relat\u00f3rio. Este procedimento visa a reda\u00e7\u00e3o de um texto cient\u00edfico, especificamente um relat\u00f3rio, resultante da comunh\u00e3o de id\u00e9ias e observa\u00e7\u00f5es efetivadas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p align=\"right\"><strong><em>Reda\u00e7\u00e3o: Acad\u00eamico Rubens Barbosa Leal.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas:<\/strong><\/p>\n<p>AMETISTA DO SUL. Dispon\u00edvel em:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ametistadosul.com\/\">http:\/\/www.ametistadosul.com\/<\/a>. Acesso em: 22 mai 2012 22h 50min<\/p>\n<p>IBGE, Secret\u00e1ria de Turismo de Ametista do Sul. Dispon\u00edvel em:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.pormin.gov.br\/informacoes\/arquivo\/gemas_ametista_esmeralda_turmalina_propriedades_aplicabilidade_ocorrencias.pdf\">http:\/\/www.pormin.gov.br\/informacoes\/arquivo\/gemas_ametista_esmeralda_turmalina_propriedades_aplicabilidade_ocorrencias.pdf<\/a>. Acesso em: 22 mai 2012 23h00min<\/p>\n<p>Sr. Vilmar (Garimpeiro de Ametista do Sul)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Verdadeira Joia do Rio Grande do Sul \u00a0Situada no norte do estado do Rio Grande Sul e esculpida entre os vales que cortam a BR 386 avista-se com o raiar do sol o brilho de uma j\u00f3ia verdadeira, a cidade de Ametista do Sul. 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