{"id":72,"date":"2016-02-27T23:04:18","date_gmt":"2016-02-28T02:04:18","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/?page_id=72"},"modified":"2018-08-10T20:03:40","modified_gmt":"2018-08-10T23:03:40","slug":"dissertacoes","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/dissertacoes","title":{"rendered":"DISSERTA\u00c7\u00d5ES"},"content":{"rendered":"<ul>\n<li><a href=\"#dirceu\">KR\u00dcGER JUNIOR, Dirceu Arno, <strong>Foucault: O Dispositivo De Sexualidade No Discurso M\u00e9dico E Higienista<\/strong><\/a><\/li>\n<li><a href=\"#silvio\">CARDOSO, Silvio Cesar Gomes, <strong>Hannah Arendt: Desobedi\u00eancia Civil E Liberdade<\/strong><\/a><\/li>\n<li><a href=\"#alfons\">BOSCH, Alfons Carles Salellas, <strong>Hannah Arendt E Isaiah Berlin: Duas Concep\u00e7\u00f5es Da Liberdade<\/strong><\/a><\/li>\n<li><a href=\"#claudia\">PEIXOTO, Cl\u00e1udia Carneiro, <strong>Hannah Arendt: A Lei Como Condi\u00e7\u00e3o Para A Cidadania<\/strong><\/a><\/li>\n<li><a href=\"#matheus\">KUSKOSKI, Matheus Soares,<strong> Senso Comum E Realidade Em Hannah Arendt<\/strong><\/a><\/li>\n<li><a href=\"#daniela\">AZEVEDO, Daniela Grillo de, <strong>Hannah Arendt: Natalidade, A\u00e7\u00e3o E Responsabilidade<\/strong><\/a><\/li>\n<li><a href=\"#giovane\">JARDIM, Giovane Rodrigues, <strong>Theodor W. Adorno: Emancipa\u00e7\u00e3o E Liberdade Para Al\u00e9m Da Sociedade Administrada<\/strong><\/a><\/li>\n<li><a href=\"#ricardo\">ABUCHAIM, Ricardo Rheingantz, <strong>Dignidade Da Pessoa Humana: Um Conceito Dentro Da Perspectiva Dos Direitos Fundamentais Inscritos Na Constitui\u00e7\u00e3o Federal Do Brasil E Sua Contraposi\u00e7\u00e3o \u00c0s Decis\u00f5es Do Supremo Tribunal Federal<\/strong><\/a><\/li>\n<li><a href=\"#rossana\">PADILHA, Rossana Batista, <strong>Hannah Arendt: O Ordenamento Jur\u00eddico Como Complemento De Sociabilidade<\/strong><\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><b><a id=\"dirceu\"><\/a>FOUCAULT: O DISPOSITIVO DE SEXUALIDADE NO DISCURSO M\u00c9DICO E\u00a0<\/b><b>HIGIENISTA<\/b><\/h5>\n<p><i class=\"fa fa-user\"> <\/i> Dirceu Arno Kr\u00fcger Junior (2017)<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/1irdLL2WtfCu-2V7fArHfplML8-3r-K4Q\/view?usp=sharing\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"367\" data-permalink=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/dissertacoes\/pdf_icon\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/files\/2018\/08\/pdf_icon.png?fit=374%2C299&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"374,299\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"pdf_icon\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/files\/2018\/08\/pdf_icon.png?fit=374%2C299&amp;ssl=1\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/files\/2018\/08\/pdf_icon.png?fit=374%2C220&amp;ssl=1\" class=\"alignright wp-image-367\" style=\"border: 0\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/files\/2018\/08\/pdf_icon.png?resize=64%2C51&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"64\" height=\"51\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/files\/2018\/08\/pdf_icon.png?w=374&amp;ssl=1 374w, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/files\/2018\/08\/pdf_icon.png?resize=199%2C159&amp;ssl=1 199w\" sizes=\"auto, (max-width: 64px) 100vw, 64px\" \/><\/a><strong>RESUMO<\/strong>: A presente Disserta\u00e7\u00e3o exp\u00f5e a investiga\u00e7\u00e3o sobre o dispositivo de\u00a0sexualidade, a partir da perspectiva m\u00e9dico e higienista nos s\u00e9culos XVIII e XIX,\u00a0com base nos estudos te\u00f3rico-filos\u00f3ficos de Michel Foucault (1926-1984). A hip\u00f3tese\u00a0geral se baseia na acep\u00e7\u00e3o de que a sexualidade, racionalizada pelas inst\u00e2ncias de\u00a0poder, foi higienizada e realocada como um discurso que instituiu limites no que\u00a0tange n\u00e3o somente \u00e0s pr\u00e1ticas sexuais do ser humano, mas como a um processo\u00a0subjetivo capaz de individualizar e de legitimar o sujeito no espectro social. Para\u00a0al\u00e9m de uma teoria unilateralmente repressiva, a sexualidade foi institu\u00edda pelas\u00a0estrat\u00e9gias m\u00e9dicas e psiqui\u00e1tricas como uma maneira de conhecer os segredos\u00a0interiorizados na categoria do desejo no indiv\u00edduo, a fim de compreender seu\u00a0comportamento, sua instintividade, assim como identificar suas poss\u00edveis patologias.\u00a0A sexualidade, ent\u00e3o, vincula-se a partir de duas concep\u00e7\u00f5es higienistas: subjetiva e\u00a0ass\u00e9ptica que, interceptando o corpo do indiv\u00edduo, preenchendo sua superf\u00edcie com\u00a0inscri\u00e7\u00f5es, o transforma e o reposiciona no corpus social. Desse modo, o sujeito\u00a0aprende a cercear seus movimentos, seu instinto sexual, ao mesmo tempo em que\u00a0as t\u00e1ticas produtivas atravessam sua organicidade f\u00edsica, potencializando sua for\u00e7a\u00a0e sua energia, possibilitando sustentar a base econ\u00f4mica da sociedade. Tendo\u00a0como agravante a transposi\u00e7\u00e3o de sua sexualidade do eixo privado para o eixo\u00a0p\u00fablico, fazendo com que o indiv\u00edduo acabe por n\u00e3o discernir essas duas \u00e1reas, na\u00a0tentativa das estruturas de poder (escola, igreja, hospital, f\u00e1brica, ex\u00e9rcito) de\u00a0produzir um saber e, consequentemente, extrair uma verdade do indiv\u00edduo. Neste\u00a0vi\u00e9s, as t\u00e9cnicas disciplinares, o discurso, a sexualidade, no formato de uma\u00a0tecnologia, produzem uma esp\u00e9cie peculiar de ser humano: o indiv\u00edduo assujeitado,\u00a0assim como sexualizado e, convenientemente, dominado e salubrizado pelo poder-saber da Medicina e da Psiquiatria, do mesmo modo que a Psicologia e tamb\u00e9m a\u00a0Pedagogia. O corpo humano torna-se, ent\u00e3o, a \u201cpedra de toque\u201d onde se configura o\u00a0dispositivo de sexualidade e a articula\u00e7\u00e3o dos sistemas de poder em somatizar esse\u00a0corpo, transfigurando-o, em uma complexidade produtiva, tanto na economia, como\u00a0na pol\u00edtica e na vida social.<br \/>\n<b>PALAVRAS-CHAVE:\u00a0<\/b>Foucault; Dispositivo de Sexualidade; Poder; Higieniza\u00e7\u00e3o; Sujeito.<\/p>\n<h5><strong><a id=\"silvio\"><\/a>HANNAH ARENDT: DESOBEDI\u00caNCIA CIVIL E LIBERDADE<\/strong><\/h5>\n<p><i class=\"fa fa-user\"> <\/i> Silvio Cesar Gomes Cardoso (2017)<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/1ZzN917HfTgYcOJ9bb3bVTrrve63374Aa\/view?usp=sharing\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"367\" data-permalink=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/dissertacoes\/pdf_icon\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/files\/2018\/08\/pdf_icon.png?fit=374%2C299&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"374,299\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"pdf_icon\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/files\/2018\/08\/pdf_icon.png?fit=374%2C299&amp;ssl=1\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/files\/2018\/08\/pdf_icon.png?fit=374%2C220&amp;ssl=1\" class=\"alignright wp-image-367\" style=\"border: 0\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/files\/2018\/08\/pdf_icon.png?resize=64%2C51&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"64\" height=\"51\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/files\/2018\/08\/pdf_icon.png?w=374&amp;ssl=1 374w, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/files\/2018\/08\/pdf_icon.png?resize=199%2C159&amp;ssl=1 199w\" sizes=\"auto, (max-width: 64px) 100vw, 64px\" \/><\/a><strong>RESUMO:\u00a0<\/strong>A presente investiga\u00e7\u00e3o visa a analisar o conceito de desobedi\u00eancia civil em Hannah Arendt (1906-1975), com\u00a0base em sua teoria, a qual concebe a pol\u00edtica como organizadora da vida humana que prescinde da viol\u00eancia,\u00a0buscando compreender como ela fundamenta a pol\u00edtica em um modelo de Estado Constitucional em que os\u00a0direitos individuais sejam garantidos e os espa\u00e7os de liberdade sejam ampliados, possibilitando aos cidad\u00e3os\u00a0participarem da gest\u00e3o governamental. Foram examinadas as seguintes obras de Arendt: Crises da Rep\u00fablica,\u00a0Sobre a Revolu\u00e7\u00e3o, Entre o passado e o Futuro, A Condi\u00e7\u00e3o Humana, Eichmann em Jerusal\u00e9m, em especial, e\u00a0ainda, foram consultadas obras de diversos comentadores que auxiliaram a elucidar alguns conceitos\u00a0relacionados. Nesse contexto, o m\u00e9todo que mais se adequou \u00e0 investiga\u00e7\u00e3o, foi o anal\u00edtico, ao expor os\u00a0conte\u00fados descritivamente, facilitando seu encadeamento e compreens\u00e3o. Para Arendt, a pol\u00edtica possui estreita\u00a0rela\u00e7\u00e3o com a liberdade humana, e implica em um espa\u00e7o para o desenvolvimento da discuss\u00e3o, da decis\u00e3o e da\u00a0a\u00e7\u00e3o. Segundo ela, o ordenamento jur\u00eddico deve estabelecer condi\u00e7\u00f5es que possibilitem o direito de divergir,\u00a0caso a liberdade e os direitos individuais garantidos legalmente estejam amea\u00e7ados. Dessa forma, a\u00a0desobedi\u00eancia civil, como forma de express\u00e3o do \u201cdireito de resist\u00eancia\u201d, n\u00e3o necessita de lei para garanti-la,\u00a0por tratar-se de um meio para assegurar os direitos do cidad\u00e3o, momento em que o Sistema Legal pode ser\u00a0entendido como um mecanismo que proporciona a realiza\u00e7\u00e3o efetiva dessas mudan\u00e7as, no qual a desobedi\u00eancia\u00a0civil pode ser o melhor \u201crem\u00e9dio\u201d poss\u00edvel para a falha b\u00e1sica da Revis\u00e3o Judicial. Para tanto, Arendt diferencia\u00a0o poder e a viol\u00eancia, afirmando que a \u201cviol\u00eancia\u201d, \u00e9 caracterizada pelo seu car\u00e1ter instrumental, multiplicador\u00a0da pot\u00eancia individual. O poder surge quando os seres humanos est\u00e3o agindo em conjunto e com objetivos e\u00a0opini\u00f5es em comum. Quando h\u00e1 o poder, ocorre uma rela\u00e7\u00e3o que leva \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de uma vontade comum,\u00a0voltada para a obten\u00e7\u00e3o do acordo. Dessa forma, para Arendt, o poder nunca \u00e9 atributo de um indiv\u00edduo no\u00a0singular, pois \u00e9 o resultado da capacidade do agir pluralmente, em conjunto, e existe apenas enquanto o grupo se\u00a0mant\u00e9m unido. Para ela, n\u00e3o basta apenas afirmar que a viol\u00eancia e o poder n\u00e3o s\u00e3o sin\u00f4nimos, pois eles se\u00a0op\u00f5em e quando um domina, o outro est\u00e1 ausente. Para Arendt, a desobedi\u00eancia civil prescinde de viol\u00eancia e\u00a0pode ser utilizada como uma importante ferramenta para a manuten\u00e7\u00e3o da cidadania, considerando que cabe ao\u00a0cidad\u00e3o a discuss\u00e3o, a busca de solu\u00e7\u00f5es e das a\u00e7\u00f5es em conjunto para alterar situa\u00e7\u00f5es desfavor\u00e1veis que\u00a0afetam a vida de todos os indiv\u00edduos de um grupo, direta ou indiretamente, e que carecem da interven\u00e7\u00e3o\u00a0p\u00fablica por repercutir na vida da comunidade pol\u00edtica. O uso dessa &#8220;ferramenta&#8221; torna-se importante no\u00a0contexto da denominada \u201ccrise de representatividade\u201d, para a promo\u00e7\u00e3o e realiza\u00e7\u00e3o de mudan\u00e7as necess\u00e1rias\u00a0para a preserva\u00e7\u00e3o da liberdade, da dignidade humana e da pr\u00f3pria Humanidade.<br \/>\n<b>PALAVRAS-CHAVE:<\/b> Arendt, liberdade, desobedi\u00eancia civil, poder, viol\u00eancia, crise de representatividade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><strong><a id=\"alfons\"><\/a>HANNAH ARENDT E ISAIAH BERLIN: DUAS CONCEP\u00c7\u00d5ES DA LIBERDADE<\/strong><\/h5>\n<p><i class=\"fa fa-user\"> <\/i> Alfons Carles Salellas Bosch (2012)<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/0B291d_-KCtn0YVhZSHZOaXRBTDQ\/view?usp=sharing\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"367\" data-permalink=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/dissertacoes\/pdf_icon\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/files\/2018\/08\/pdf_icon.png?fit=374%2C299&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"374,299\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"pdf_icon\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/files\/2018\/08\/pdf_icon.png?fit=374%2C299&amp;ssl=1\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/files\/2018\/08\/pdf_icon.png?fit=374%2C220&amp;ssl=1\" class=\"alignright wp-image-367\" style=\"border: 0\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/files\/2018\/08\/pdf_icon.png?resize=64%2C51&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"64\" height=\"51\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/files\/2018\/08\/pdf_icon.png?w=374&amp;ssl=1 374w, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/files\/2018\/08\/pdf_icon.png?resize=199%2C159&amp;ssl=1 199w\" sizes=\"auto, (max-width: 64px) 100vw, 64px\" \/><\/a><strong>RESUMO: <\/strong>Este trabalho busca estabelecer uma compara\u00e7\u00e3o entre os conceitos de liberdade de Hannah Arendt e Isaiah Berlin. Arendt oferece uma defesa da liberdade pol\u00edtica, oposta \u00e0s teorias liberais, cl\u00e1ssicas ou modernas. Para a autora, a liberdade consiste na capacidade humana de iniciar processos e de agir na esfera p\u00fablica junto a outros indiv\u00edduos. Por seu turno, Isaiah Berlin considera que a liberdade essencial para a pol\u00edtica \u00e9 a liberdade negativa, a n\u00e3o interfer\u00eancia de terceiros na vida dos indiv\u00edduos, a fim de que estes possam escolher entre alternativas. Berlin apresenta o problema mediante uma dicotomia \u2013 liberdade positiva ou liberdade negativa \u2013, enquanto a posi\u00e7\u00e3o arendtiana pode ser interpretada como uma alternativa ao planejamento berliniano. Ainda assim, a preocupa\u00e7\u00e3o central dos dois pensadores, qual seja, oferecer uma reflex\u00e3o pol\u00edtica e filos\u00f3fica que proporcione recursos intelectuais para afastar os cidad\u00e3os da servid\u00e3o a regimes desp\u00f3ticos e totalit\u00e1rios, permanece a mesma.<br \/>\n<strong>PALAVRAS-CHAVE<\/strong>: Arendt, Berlin, liberdade, pluralismo<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><strong><a id=\"claudia\"><\/a>HANNAH ARENDT: A LEI COMO CONDI\u00c7\u00c3O PARA A CIDADANIA<\/strong><\/h5>\n<p><i class=\"fa fa-user\"> <\/i> Cl\u00e1udia Carneiro Peixoto (2012)<\/p>\n<p><strong>RESUMO<\/strong>: O presente trabalho adota a ideia de que, para Hannah Arendt, a lei est\u00e1 colocada como condi\u00e7\u00e3o para a sua concep\u00e7\u00e3o cidadania. O desenvolvimento desta premissa imp\u00f5e que se descortine o conceito de lei em articula\u00e7\u00e3o com a concep\u00e7\u00e3o de cidadania que, em Hannah Arendt, coloca-se sob duas perspectivas, a saber, uma de cunho cosmopolita e outra de cunho mais estrito, de pertencimento e participa\u00e7\u00e3o ativa dos cidad\u00e3os na vida da comunidade. O conceito de lei \u00e9 exposto pela autora a partir da Antiguidade Cl\u00e1ssica, por meio das experi\u00eancias fundamentais do Ocidente, a saber, a <em>polis <\/em>e a <em>res publica<\/em>. Arendt faz uso do <em>nomos <\/em>em sua acep\u00e7\u00e3o de fronteira e muro, para conferir estabilidade aos neg\u00f3cios humanos; e se apropria da no\u00e7\u00e3o de <em>lex <\/em>romana para significar a funda\u00e7\u00e3o e a alian\u00e7a que constituem um corpo pol\u00edtico. Nos dois sentidos, a autora ressalta que a lei atua como uma conten\u00e7\u00e3o, uma fronteira a ser respeitada para que seja poss\u00edvel aos indiv\u00edduos compartilharem uma vida em comum. Al\u00e9m das fronteiras das leis, da estabilidade e do espa\u00e7o pol\u00edtico que elas proporcionam, h\u00e1 apenas o deserto e a inseguran\u00e7a. Para que a discuss\u00e3o se desenvolvesse, foi necess\u00e1ria uma incurs\u00e3o ao <em>corpus <\/em>arendtiano que, no caso espec\u00edfico da cidadania, inicia-se por sua cr\u00edtica aos direitos humanos e se alinha \u00e0 discuss\u00e3o em torno da prote\u00e7\u00e3o internacional e ao direito de hospitalidade kantiano e, no plano da cidadania ativa, est\u00e1 ligada \u00e0 filia\u00e7\u00e3o republicana de Arendt e sua ideia de participa\u00e7\u00e3o ativa.<br \/>\n<b>PALAVRAS-CHAVE:<\/b> Hannah Arendt, lei, cidadania.<strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><strong><a id=\"matheus\"><\/a>SENSO COMUM E REALIDADE EM HANNAH ARENDT<\/strong><\/h5>\n<p><i class=\"fa fa-user\"> <\/i> Matheus Soares Kuskoski<\/p>\n<h5><\/h5>\n<h5><strong><a id=\"daniela\"><\/a>HANNAH ARENDT: NATALIDADE, A\u00c7\u00c3O E RESPONSABILIDADE<\/strong><\/h5>\n<p><i class=\"fa fa-user\"> <\/i> Daniela Grillo De Azevedo (2013)<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/0B291d_-KCtn0YmJyakRJOXY0RVk\/view?usp=sharing\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"367\" data-permalink=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/dissertacoes\/pdf_icon\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/files\/2018\/08\/pdf_icon.png?fit=374%2C299&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"374,299\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"pdf_icon\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/files\/2018\/08\/pdf_icon.png?fit=374%2C299&amp;ssl=1\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/files\/2018\/08\/pdf_icon.png?fit=374%2C220&amp;ssl=1\" class=\"alignright wp-image-367\" style=\"border: 0\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/files\/2018\/08\/pdf_icon.png?resize=64%2C51&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"64\" height=\"51\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/files\/2018\/08\/pdf_icon.png?w=374&amp;ssl=1 374w, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/files\/2018\/08\/pdf_icon.png?resize=199%2C159&amp;ssl=1 199w\" sizes=\"auto, (max-width: 64px) 100vw, 64px\" \/><\/a><strong>RESUMO:\u00a0<\/strong>Esta pesquisa demonstra, a partir do pensamento de Hannah Arendt (19061975), a forma pela qual a natalidade relaciona-se \u00e0 a\u00e7\u00e3o, implicando na responsabilidade pol\u00edtica. Para a autora, o fato do nascimento \u00e9 uma categoria pol\u00edtica porque, a partir de cada novo ser \u00e9 poss\u00edvel surgir no mundo novas a\u00e7\u00f5es. O nascimento tamb\u00e9m se torna, na perspectiva de Arendt, um elo capaz de interligar os humanos, pois ao nascer o novo ser humano passa a conviver e compartilhar um mundo que \u00e9 comum a todos. Este, diferentemente da natureza (que \u00e9 c\u00edclica e se refaz constantemente), necessita das a\u00e7\u00f5es humanas para ser preservado. Sendo assim, em virtude de os homens nascerem em um mundo plural e possu\u00edrem a capacidade para agir, as a\u00e7\u00f5es n\u00e3o necessitam apenas de um espa\u00e7o para ocorrerem (espa\u00e7o p\u00fablico), mas tamb\u00e9m da \u00c9tica, posto que, se cada ser \u00e9 um iniciador, podendo desencadear novos acontecimentos e eventos que repercutem no mundo, tais agentes s\u00e3o tamb\u00e9m respons\u00e1veis, tanto por suas a\u00e7\u00f5es, quanto pelo mundo. Ou seja, o pensamento de Arendt possibilita afirmar que a natalidade, enquanto condi\u00e7\u00e3o humana para a pol\u00edtica, representa uma esp\u00e9cie de compromisso de todos os homens e mulheres com o mundo (o que Arendt chamou tamb\u00e9m de responsabilidade pol\u00edtica) simplesmente porque nasceram e possuem a capacidade para agir.<br \/>\n<b>PALAVRAS-CHAVE:<\/b><strong>\u00a0<\/strong>natalidade; pol\u00edtica; a\u00e7\u00e3o; educa\u00e7\u00e3o; responsabilidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><strong><a id=\"giovane\"><\/a>THEODOR W. ADORNO: EMANCIPA\u00c7\u00c3O E LIBERDADE PARA AL\u00c9M DA SOCIEDADE ADMINISTRADA<\/strong><\/h5>\n<p><i class=\"fa fa-user\"> <\/i> Giovane Rodrigues Jardim (2013)<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/0B291d_-KCtn0akpGU09aZHgzVlU\/view?usp=sharing\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"367\" data-permalink=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/dissertacoes\/pdf_icon\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/files\/2018\/08\/pdf_icon.png?fit=374%2C299&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"374,299\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"pdf_icon\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/files\/2018\/08\/pdf_icon.png?fit=374%2C299&amp;ssl=1\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/files\/2018\/08\/pdf_icon.png?fit=374%2C220&amp;ssl=1\" class=\"alignright wp-image-367\" style=\"border: 0\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/files\/2018\/08\/pdf_icon.png?resize=64%2C51&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"64\" height=\"51\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/files\/2018\/08\/pdf_icon.png?w=374&amp;ssl=1 374w, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/files\/2018\/08\/pdf_icon.png?resize=199%2C159&amp;ssl=1 199w\" sizes=\"auto, (max-width: 64px) 100vw, 64px\" \/><\/a><strong>RESUMO:\u00a0<\/strong>Theodor W. Adorno (1903-1969), apesar de n\u00e3o ser considerado um Iluminista, dedica-se, em sua reflex\u00e3o filos\u00f3fica, a perspectivas que pertencem a essa Tradi\u00e7\u00e3o: \u00e9 o que ocorre com as acep\u00e7\u00f5es de \u201cemancipa\u00e7\u00e3o\u201d e de \u201cliberdade\u201d. A partir destas, examina-se a sua contribui\u00e7\u00e3o te\u00f3rica para a compreens\u00e3o da emancipa\u00e7\u00e3o humana na pluralidade das sociedades hist\u00f3ricas e no enfrentamento filos\u00f3fico ao problema da liberdade. Nesse horizonte, o pensamento de Adorno enfoca a tem\u00e1tica da emancipa\u00e7\u00e3o e de sua possibilidade hist\u00f3rica no \u00e2mago da contribui\u00e7\u00e3o filos\u00f3fica da Escola de Frankfurt em sua tentativa de atribuir aos seres humanos a responsabilidade pela elabora\u00e7\u00e3o de suas formas de vida. Assim, dois questionamentos se tornam relevantes, a saber: se a emancipa\u00e7\u00e3o \u00e9 uma possibilidade hist\u00f3rica, e se ela \u00e9 compat\u00edvel com a sociedade vigente, ou se exige sua supress\u00e3o.\u00a0 A partir da Dial\u00e9tica do Esclarecimento, escrita conjuntamente com Max Horkheimer, perpassando pela M\u00ednima Moralia, Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 Sociologia e pela Teoria Est\u00e9tica , dentre outros escritos, mas principalmente na Dial\u00e9tica Negativa, investiga-se a hip\u00f3tese de que para Adorno a emancipa\u00e7\u00e3o pressup\u00f5e a supera\u00e7\u00e3o da realidade estabelecida. Entretanto, para ele, a emancipa\u00e7\u00e3o humana n\u00e3o \u00e9 antag\u00f4nica \u00e0 vida em sociedade, ao contr\u00e1rio, ela a exige para sua realiza\u00e7\u00e3o como nexo funcional, bem como, para ele, a emancipa\u00e7\u00e3o permanece uma possibilidade mesmo n\u00e3o tendo ainda sido efetivada no curso da Hist\u00f3ria humana. Neste sentido, sua elabora\u00e7\u00e3o te\u00f3rica pode ser compreendida no n\u00e3o comprometimento da Filosofia com a domina\u00e7\u00e3o do humano ou com a desumaniza\u00e7\u00e3o do mundo. Adorno \u00e9 um pensador cr\u00edtico, um Te\u00f3rico Cr\u00edtico da Sociedade, e sua filosofia, centrada na \u201can\u00e1lise de modelos\u201d, se prop\u00f5e a efetuar a \u201cnega\u00e7\u00e3o determinada\u201d do entrela\u00e7amento entre vida e produ\u00e7\u00e3o, entre liberdade e repress\u00e3o, entre progresso e desenvolvimento, enfim, visa a efetivar uma \u201cdial\u00e9tica negativa\u201d da exist\u00eancia humana nos limites da realidade estabelecida. A elabora\u00e7\u00e3o te\u00f3rica adorniana possibilita uma abordagem da \u201csociedade de massas\u201d, a qual foi o baluarte de eventos como o Nazismo. Al\u00e9m disso, seu pensamento \u00e9 atual no tocante \u00e0 an\u00e1lise da conjuntura da sociedade contempor\u00e2nea, fornecendo uma arquitetura te\u00f3rica que exp\u00f5e quest\u00f5es prementes sobre a educa\u00e7\u00e3o, a est\u00e9tica, a moralidade pol\u00edtica, entre outras, que explicitam as condi\u00e7\u00f5es e as possibilidades humanas de resist\u00eancia, de recusa frente ao estabelecido, de reflex\u00e3o que ao tornar-se distante dos objetivos socialmente requeridos fornece a profundidade que se necessita para a diferencia\u00e7\u00e3o frente \u00e0 sociedade que a tudo pretende harmonizar com o objetivo de dominar e de alienar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><a id=\"ricardo\"><\/a>DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA: UM CONCEITO DENTRO DA PERSPECTIVA DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS INSCRITOS NA CONSTITUI\u00c7\u00c3O FEDERAL DO BRASIL E SUA CONTRAPOSI\u00c7\u00c3O \u00c0S DECIS\u00d5ES DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL<\/h5>\n<p><i class=\"fa fa-user\"> <\/i> Ricardo Rheingantz Abuchaim<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><strong><a id=\"rossana\"><\/a>HANNAH ARENDT: O ORDENAMENTO JUR\u00cdDICO COMO COMPLEMENTO DE SOCIABILIDADE<\/strong><\/h5>\n<p><i class=\"fa fa-user\"> <\/i> Rossana Batista Padilha (2015)<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/0B291d_-KCtn0Z0RJcElnMzlxb0E\/view?usp=sharing\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"367\" data-permalink=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/dissertacoes\/pdf_icon\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/files\/2018\/08\/pdf_icon.png?fit=374%2C299&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"374,299\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"pdf_icon\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/files\/2018\/08\/pdf_icon.png?fit=374%2C299&amp;ssl=1\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/files\/2018\/08\/pdf_icon.png?fit=374%2C220&amp;ssl=1\" class=\"alignright wp-image-367\" style=\"border: 0\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/files\/2018\/08\/pdf_icon.png?resize=64%2C51&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"64\" height=\"51\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/files\/2018\/08\/pdf_icon.png?w=374&amp;ssl=1 374w, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/files\/2018\/08\/pdf_icon.png?resize=199%2C159&amp;ssl=1 199w\" sizes=\"auto, (max-width: 64px) 100vw, 64px\" \/><\/a><strong>RESUMO: <\/strong>A investiga\u00e7\u00e3o visa a analisar o tema: O ordenamento jur\u00eddico como complemento de sociabilidade no pensamento pol\u00edtico de Hannah Arendt (1906- 1975). Segundo a autora, a pol\u00edtica \u00e9 a maneira humana de conv\u00edvio entre os homens e mulheres por meio do gerenciamento de quest\u00f5es emergentes, sem o uso de qualquer coa\u00e7\u00e3o. Ainda, para ela, a igualdade n\u00e3o se origina da linhagem, do status social, mas da igualdade no sentido de poder agir em conjunto. Assim o indiv\u00edduo tem um importante papel a ser exercido na esfera pol\u00edtica, enquanto cidad\u00e3o. \u00c9 preciso que haja um \u201cespa\u00e7o p\u00fablico\u201d, bem como, que os cidad\u00e3os tenham a liberdade para expressar-se, podendo contestar, discutir suas ideias e ideais, sem utilizar-se de qualquer tipo de viol\u00eancia, buscando, por meio dessa elabora\u00e7\u00e3o conjunta, adquirir outros direitos, por exemplo, \u00e0 sa\u00fade, \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, \u00e0 moradia, ao emprego. A exist\u00eancia de possibilidade de ver e ser visto, discordar e poder expor isso, para Arendt, apenas ocorre em uma conviv\u00eancia pol\u00edtica, na pluralidade, buscando a elabora\u00e7\u00e3o de regras para a organiza\u00e7\u00e3o do grupo em que vivem e pelo qual se sentir\u00e3o part\u00edcipes e respons\u00e1veis. Ou seja, \u00e9 uma atitude que ocorre em um espa\u00e7o p\u00fablico de encontro de iguais, enquanto cidad\u00e3os, diferentes, enquanto seres \u00fanicos por nascimento, a fim de conseguir, mesmo que momentaneamente, a garantia de paz no conv\u00edvio das singularidades.<br \/>\n<strong>PALAVRAS-CHAVE:<\/strong> Hannah Arendt, pol\u00edtica, ordenamento jur\u00eddico, cidadania,<br \/>\nsociabilidade.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>KR\u00dcGER JUNIOR, Dirceu Arno, Foucault: O Dispositivo De Sexualidade No Discurso M\u00e9dico E Higienista CARDOSO, Silvio Cesar Gomes, Hannah Arendt: Desobedi\u00eancia Civil E Liberdade BOSCH, Alfons Carles Salellas, Hannah Arendt E Isaiah Berlin: Duas Concep\u00e7\u00f5es Da Liberdade PEIXOTO, Cl\u00e1udia Carneiro,&#8230; <a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/dissertacoes\">Continue lendo &rarr;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":537,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":3,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"class_list":["post-72","page","type-page","status-publish","hentry"],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/PaaByC-1a","jetpack-related-posts":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/72","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/wp-json\/wp\/v2\/users\/537"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=72"}],"version-history":[{"count":36,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/72\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":499,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/72\/revisions\/499"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/gehar\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=72"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}