{"id":115,"date":"2011-02-08T11:46:02","date_gmt":"2011-02-08T14:46:02","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/fernandosimoes\/"},"modified":"2017-06-01T14:21:57","modified_gmt":"2017-06-01T17:21:57","slug":"pagina-inicial","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/fernandosimoes\/","title":{"rendered":"P\u00e1gina Inicial"},"content":{"rendered":"<p>NOTA : Esta p\u00e1gina t\u00eam objetivos puramente did\u00e1ticos.<\/p>\n<p>\u00c1reas de Interesse e Pesquisa em F\u00edsica:<\/p>\n<ul>\n<li>Plasmas espaciais<\/li>\n<li>Clima Espacial e intera\u00e7\u00e3o Sol-Terra<\/li>\n<li>Instabilidades de plasmas espaciais<\/li>\n<li>Ondas em plasmas<\/li>\n<li>Simula\u00e7\u00e3o computacional de plasmas espaciais via c\u00f3digos de part\u00edculas<\/li>\n<li>Fus\u00e3o Termonuclear controlada<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify\">As figuras ao lado s\u00e3o representa\u00e7\u00f5es de alguns fen\u00f4menos de plasmas espaciais e intera\u00e7\u00e3o Sol-Terra. A primeira figura (de cima para baixo) \u00e9 um esquema do acoplamento Sol-Terra e vento solar. Do Sol emana um plasma t\u00eanue, altamente <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/fernandosimoes\/files\/2011\/02\/V_S1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-medium wp-image-107\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/fernandosimoes\/files\/2011\/02\/V_S1-300x163.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/fernandosimoes\/files\/2011\/02\/V_S1-300x163.jpg 300w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/fernandosimoes\/files\/2011\/02\/V_S1.jpg 500w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>condutor denominado vento-solar, este plasma interage com o campo magn\u00e9tico terrestre gerando uma perturba\u00e7\u00e3o no formato das linhas de campo pr\u00f3ximas \u00e0 Terra. Esta intera\u00e7\u00e3o deforma o campo magn\u00e9tico terrestre dando-lhe a forma aproximada de uma gota. Esta regi\u00e3o do espa\u00e7o pr\u00f3xima \u00e0 Terra \u00e9 chamada de magnetosfera terrestre.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Na segunda figura \u00e9 apresentada uma erup\u00e7\u00e3o de uma proemin\u00eancia em He II com comprimento de onda de 304\u00c5. <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/fernandosimoes\/files\/2011\/02\/EIT99promcloseG1.gif\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-medium wp-image-108\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/fernandosimoes\/files\/2011\/02\/EIT99promcloseG1-268x300.gif\" alt=\"\" width=\"268\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/fernandosimoes\/files\/2011\/02\/EIT99promcloseG1-268x300.gif 268w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/fernandosimoes\/files\/2011\/02\/EIT99promcloseG1.gif 458w\" sizes=\"auto, (max-width: 268px) 100vw, 268px\" \/><\/a>Nesta imagem a Terra \u00e9 adicionada a fins de compara\u00e7\u00e3o de tamanho. Esta proemin\u00eancia ocorreu em 24 de julho 1999 e seu &#8220;loop&#8221; se estendeu a uma dist\u00e2ncia de 35 Terras para fora do SOl. A erup\u00e7\u00e3o deste tipo de proemin\u00eancia (quando direcionados para a Terra) podem afetar as comunica\u00e7\u00f5es, sistemas de navega\u00e7\u00e3o (GPS) e em alguns casos podem afetar as malhas de distribui\u00e7\u00e3o el\u00e9trica de cidades enquanto produzem as auroras polares.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A terceira figura \u00e9 uma representa\u00e7\u00e3o de como as part\u00edculas carregadas (\u00edons, el\u00e9trons, etc.) que s\u00e3o emitidas a partir do Sol durantes as <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/fernandosimoes\/files\/2011\/02\/aurore-crack1.gif\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-medium wp-image-109\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/fernandosimoes\/files\/2011\/02\/aurore-crack1-300x202.gif\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"202\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/fernandosimoes\/files\/2011\/02\/aurore-crack1-300x202.gif 300w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/fernandosimoes\/files\/2011\/02\/aurore-crack1.gif 576w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>atividades solares interagem com o campo magn\u00e9tico terrestre e acabam sendo injetadas nas regi\u00f5es polares da Terra dando origem as auroras polares.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Atualmente, o Sol \u00e9 observado em tempo real por v\u00e1rios sat\u00e9lites, como o SOHO (Solar Heliospheric Observatory), SDO (Solar Dynamics Observatory) e os sat\u00e9lites dos projetos CLUSTER e STEREO.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Gra\u00e7as a estes sat\u00e9lites podemos aprender muito sobre o Sol e sua atividade nos \u00faltimos anos, o que permitiu desenvolvermos ferramentas e t\u00e9cnicas para compreender a atividade solar e o ambiente Sol-Terra, que convencionou-se chamar de clima espacial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Estudos recentes da Academia Nacional de Ci\u00eancias dos Estados Unidos, estimam que se ocorrer uma tempestade solar muito intensa, caso a mesma atinja a terra, os danos\u00a0 podem chegar a dois trilh\u00f5es de d\u00f3lares e algumas regi\u00f5es ao norte dos estados unidos podem ficar sem energia el\u00e9trica por at\u00e9 um ano. Por tanto, com<\/p>\n<p>Com o objetivo de melhorar nosso conhecimento sobre as caracter\u00edsticas do Sol bem como a influ\u00eancia da atividade solar sobre a Terra e tamb\u00e9m v\u00e1rios aspectos f\u00edsicos da coroa Solar, a NASA planeja lan\u00e7ar em 2018 a sonda Solar Parker, que entrar\u00e1 na orbita solar na regi\u00e3o da coroa, fornecendo informa\u00e7\u00f5es para v\u00e1rias quest\u00f5es ainda sem respostas para a ci\u00eancia.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Parker Solar Probe\" width=\"640\" height=\"360\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/XBudjihQKsw?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Como se formam as auroras:<\/strong> No v\u00eddeo abaixo h\u00e1 uma pequena representa\u00e7\u00e3o da forma\u00e7\u00e3o das auroras polares.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"NASA SDO - Aurora; What Causes Them?\" width=\"640\" height=\"480\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/7Mz2laHjVoQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Primeiras observa\u00e7\u00f5es de como se forma uma eje\u00e7\u00e3o de massa coronal (CME):<\/strong> Abaixo \u00e9 apresentado um v\u00eddeo produzido pela NASA que fala sobre a forma\u00e7\u00e3o dos CMEs.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"NASA | First Sightings of How a CME Forms\" width=\"640\" height=\"360\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/oxkFk7_EDVg?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Abaixo \u00e9 mostrado um v\u00eddeo da superf\u00edcie do Sol em comprimentos de onda de 304\u00c5, que foi obtida pelo sistema SDO (Solar Dynamics Observatory), neste v\u00eddeo \u00e9 poss\u00edvel observar uma erup\u00e7\u00e3o solar que ocorreu em 30 de mar\u00e7o de 2010.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/youtu.be\/eWrm-dADE8w\">http:\/\/youtu.be\/eWrm-dADE8w<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Erup\u00e7\u00e3o solar ocorrida em 24 de fevereiro de 2011, uma das maiores deste ciclo Solar.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Sun erupting plasma freb-24-2011\" width=\"640\" height=\"480\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/xKclySwuatg?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Abaixo podemos ver a erup\u00e7\u00e3o Solar ocorrida na madrugada de 6 de mar\u00e7o de 2012. Esta explos\u00e3o foi classificada como <a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/sunearth\/news\/X-class-flares.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">classe X5.4<\/a> captada pelo Observat\u00f3rio de Din\u00e2mica Solar (SDO) em comprimentos de onda de 171 e 131 Angstrom. Uma das caracter\u00edsticas dram\u00e1ticas desta explos\u00e3o \u00e9 a maneira como a superf\u00edcie do Sol ondula com a for\u00e7a da explos\u00e3o. Este movimento \u00e9 chamado de ondas EIT- porque foram descobertas pelo experimento de imagens em ultravioleta extrema (EIT) do Observat\u00f3rio Heliosf\u00e9rico Solar (SOHO). O SDO captura imagens a cada 12 segundos, e tem sido capaz de mapear toda a evolu\u00e7\u00e3o dessas ondas confirmando que estas podem viajar em toda a superf\u00edcie do sol. As ondas chegam a se mover pr\u00f3ximas a 1,6 milh\u00f5es de metros por hora, varrendo a superf\u00edcie do Sol de um lado ao outro em cerca de uma hora. O filme mostra duas ondas distintas. A primeira parece se espalhar em todas as dire\u00e7\u00f5es, a segunda \u00e9 mais concentrada, movendo em dire\u00e7\u00e3o ao sudeste. Tais ondas est\u00e3o associados com, e talvez sejam o gatilho, r\u00e1pidas eje\u00e7\u00f5es de massa coronal, por isso \u00e9 prov\u00e1vel que cada uma esteja ligada a uma das duas CMEs que eclodiram em 6 de Mar\u00e7o de 2012. [Fonte: http:\/\/sdo.gsfc.nasa.gov\/]<\/p>\n<table style=\"width: 640px;height: 300px\" border=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"NASA | Massive Solar Flare gets HD Close Up\" width=\"640\" height=\"360\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/4xKRBkBBEP0?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>Flare de 6 de mar\u00e7o de 2012<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"NASA | X-Class: A Guide to Solar Flares\" width=\"640\" height=\"360\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/oOXVZo7KikE?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o dos Flares (em ingl\u00eas)<\/td>\n<td>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify\">Nesta semana (5 de junho de 2012) tivemos um evento solar pouco comum, a passagem de V\u00eanus entre a face do Sol e a Terra, este evento ocorre aos pares de 8 anos intercalados por 105 ou 121 anos. O \u00faltimo transito de V\u00eanus ocorreu em 2004 e o pr\u00f3ximo n\u00e3o deve ocorrer antes de 2117. As imagens foram capturadas pelo sat\u00e9lite da NASA SDO (Solar Dynamics Observatory).<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"NASA | SDO&#039;s Ultra-high Definition View of 2012 Venus Transit\" width=\"640\" height=\"360\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/4Z9rM8ChTjY?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">No \u00faltimo dia 21 de abril de 2012, o sat\u00e9lite da NASA Solar Dynamics Observatory &#8211; SDO completou dois anos de atividade. O sat\u00e9lite foi lan\u00e7ado em 11 de fevereiro de 2010 e atualmente \u00e9 o sat\u00e9lite mais avan\u00e7ado destinado a estudar o Sol e sua atividade. O SDO\u00a0 captura imagens\u00a0 com resolu\u00e7\u00e3o 8 vezes maior que nossas televis\u00f5es de alta defini\u00e7\u00e3o (Full-HD) e envia diariamente mais de um terabytes de dados, o que permite o estudo de eventos solares com alta qualidade. No v\u00eddeo abaixo s\u00e3o mostradas algumas das observa\u00e7\u00e3o de destaque realizadas pelo SDO nestes dois anos de atividade.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"NASA | SDO: Year 2\" width=\"640\" height=\"360\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/G3TejSf5B7k?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<table border=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"text-align: center\">P\u00e1gina desde 04\/10\/2012<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>NOTA : Esta p\u00e1gina t\u00eam objetivos puramente did\u00e1ticos. \u00c1reas de Interesse e Pesquisa em F\u00edsica: Plasmas espaciais Clima Espacial e intera\u00e7\u00e3o Sol-Terra Instabilidades de plasmas espaciais Ondas em plasmas Simula\u00e7\u00e3o computacional de plasmas espaciais via c\u00f3digos de part\u00edculas Fus\u00e3o Termonuclear &hellip; <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/fernandosimoes\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":96,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-115","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/fernandosimoes\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/115","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/fernandosimoes\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/fernandosimoes\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/fernandosimoes\/wp-json\/wp\/v2\/users\/96"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/fernandosimoes\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=115"}],"version-history":[{"count":52,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/fernandosimoes\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/115\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":118,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/fernandosimoes\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/115\/revisions\/118"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/fernandosimoes\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=115"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}