{"id":1586,"date":"2017-06-20T15:06:06","date_gmt":"2017-06-20T18:06:06","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/federalfm\/?p=1586"},"modified":"2017-06-20T15:07:32","modified_gmt":"2017-06-20T18:07:32","slug":"numero-de-refugiados-reconhecidos-sobe-12-no-brasil-em-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/federalfm\/2017\/06\/20\/numero-de-refugiados-reconhecidos-sobe-12-no-brasil-em-2016\/","title":{"rendered":"N\u00famero de refugiados reconhecidos sobe 12% no Brasil em 2016"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_1588\" style=\"width: 450px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1588\" class=\"wp-image-1588 \" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/federalfm\/files\/2017\/06\/unicef-424x284.jpg\" alt=\"\" width=\"440\" height=\"295\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/federalfm\/files\/2017\/06\/unicef-424x284.jpg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/federalfm\/files\/2017\/06\/unicef-212x142.jpg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/federalfm\/files\/2017\/06\/unicef.jpg 580w\" sizes=\"(max-width: 440px) 100vw, 440px\" \/><p id=\"caption-attachment-1588\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Unicef<\/p><\/div>\n<p>O n\u00famero de refugiados reconhecidos no pa\u00eds aumentou 12% no pa\u00eds, em 2016, chegando a 9.552 pessoas de 82 nacionalidades. <a href=\"http:\/\/www.justica.gov.br\/noticias\/brasil-tem-aumento-de-12-no-numero-de-refugiados-em-2016\/20062017_refugio-em-numeros-2010-2016.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Os dados acumulados entre 2010 e 2016<\/a> foram divulgados hoje (20) pelo Comit\u00ea Nacional para os Refugiados (Conare), do Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a e Seguran\u00e7a P\u00fablica, para marcar o Dia Mundial do Refugiado.<\/p>\n<p>Do total de refugiados no pa\u00eds, 8.522 foram reconhecidos por vias tradicionais de elegibilidade, 713 chegaram ao Brasil por meio de reassentamento e a 317 foram estendidos os efeitos da condi\u00e7\u00e3o de refugiado de algum familiar. Os pa\u00edses com maior n\u00famero de refugiados reconhecidos no Brasil em 2016 foram S\u00edria (326), Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo (189), Paquist\u00e3o (98), Palestina (57) e Angola (26).<\/p>\n<p>Os pedidos de ref\u00fagio, segundo o Conare, ca\u00edram 64% em 2016, em compara\u00e7\u00e3o com 2015, sobretudo em decorr\u00eancia da diminui\u00e7\u00e3o das solicita\u00e7\u00f5es de haitianos. Os pa\u00edses com maior n\u00famero de solicitantes de ref\u00fagio no Brasil em 2016 foram Venezuela (3.375), Cuba (1.370), Angola (1.353), Haiti (646) e S\u00edria (391). Desde o in\u00edcio do conflito na S\u00edria, 3.772 s\u00edrios solicitaram ref\u00fagio no Brasil.<\/p>\n<p>Apesar da diminui\u00e7\u00e3o no n\u00famero de solicita\u00e7\u00f5es de ref\u00fagio no ano passado, houve um aumento expressivo de solicita\u00e7\u00f5es de venezuelanos\u00a0 (307%) em rela\u00e7\u00e3o a 2015. De acordo com o relat\u00f3rio 3.375 venezuelanos solicitaram ref\u00fagio no Brasil, cerca de 33% das solicita\u00e7\u00f5es registradas no pa\u00eds em 2016. Em 2015 foram contabilizados 829 pedidos de ref\u00fagio de venezuelanos.<\/p>\n<p>Em mar\u00e7o deste ano, o Conselho Nacional de Imigra\u00e7\u00e3o (CNIg) aprovou uma resolu\u00e7\u00e3o sobre a concess\u00e3o de resid\u00eancia tempor\u00e1ria a estrangeiro de pa\u00eds fronteiri\u00e7o, com o objetivo de estabelecer pol\u00edticas migrat\u00f3rias que garantam o respeito aos direitos humanos e acesso dos migrantes \u00e0 Justi\u00e7a, \u00e0 educa\u00e7\u00e3o e \u00e0 sa\u00fade. Segundo o Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a e Seguran\u00e7a P\u00fablica, embora n\u00e3o seja exclusiva para cidad\u00e3os venezuelanos, a resolu\u00e7\u00e3o ter\u00e1 impacto no sistema de ref\u00fagio brasileiro.<\/p>\n<p>O Conare destaca a necessidade do fortalecimento do sistema de ref\u00fagio no Brasil, com atualiza\u00e7\u00e3o de normativos infralegais e amplia\u00e7\u00e3o da estrutura administrativa. Sancionada em maio deste ano, a nova Lei de Migra\u00e7\u00e3o entrar\u00e1 em vigor em novembro garantindo ao migrante, em condi\u00e7\u00e3o de igualdade com os brasileiros, a inviolabilidade do direito \u00e0 vida, \u00e0 liberdade, \u00e0 igualdade, \u00e0 seguran\u00e7a e \u00e0 propriedade.<\/p>\n<p>A lei tamb\u00e9m institui o visto tempor\u00e1rio para acolhida humanit\u00e1ria de refugiados em situa\u00e7\u00e3o de viola\u00e7\u00e3o de direitos humanos. \u201cA nova Lei de Migra\u00e7\u00e3o garante a prote\u00e7\u00e3o ao ap\u00e1trida e p\u00f5e o Brasil novamente na vanguarda mundial, ao ter uma lei que expressamente garante a prote\u00e7\u00e3o ao ap\u00e1trida e permite a naturaliza\u00e7\u00e3o de maneira mais c\u00e9lere, com a finalidade de combater a apatridia no mundo\u201d, ressaltou o minist\u00e9rio, em nota.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O n\u00famero de refugiados reconhecidos no pa\u00eds aumentou 12% no pa\u00eds, em 2016, chegando a 9.552 pessoas de 82 nacionalidades. 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