{"id":977,"date":"2020-07-04T16:01:35","date_gmt":"2020-07-04T19:01:35","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/engenhariadepetroleo\/?page_id=977"},"modified":"2025-09-30T14:44:24","modified_gmt":"2025-09-30T17:44:24","slug":"historico","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/engenhariadepetroleo\/curso\/historico\/","title":{"rendered":"Hist\u00f3rico"},"content":{"rendered":"<h3>Hist\u00f3rico do Curso<\/h3>\n<p>A cria\u00e7\u00e3o do Curso de Engenharia de Petr\u00f3leo na Universidade de Pelotas foi proposta junto ao Programa de Apoio aos Planos de Reestrutura\u00e7\u00e3o e Expans\u00e3o das Universidades Federais \u2013 REUNI, fazendo parte do plano de amplia\u00e7\u00e3o da Universidade. Nesse sentido, a cria\u00e7\u00e3o do curso buscou ser um agente da incorpora\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o ao mapa do desenvolvimento da Engenharia de Petr\u00f3leo no Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p>A base de cria\u00e7\u00e3o do curso data da d\u00e9cada de 1990, com a cria\u00e7\u00e3o do IQG (Instituto de Qu\u00edmica e Geoci\u00eancias) na UFPel, essencialmente pela presen\u00e7a dos docentes e ge\u00f3logos Edinei Koester e Luis Eduardo Silveira da Mota Novaes no quadro do instituto, vislumbrava-se uma amplia\u00e7\u00e3o da \u00e1rea de geoci\u00eancias. Com a proposta do REUNI, diversos fatores foram reunidos e permitiram a proposi\u00e7\u00e3o do Curso de Gradua\u00e7\u00e3o em Engenharia de Petr\u00f3leo, que entrou em opera\u00e7\u00e3o no ano de 2009. No mesmo ano os alunos ingressantes se organizaram e formalizaram o Diret\u00f3rio Acad\u00eamico Karen Adami (DAKA), o qual representa a principal porta de intera\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica entre os discentes e o colegiado do Curso.<\/p>\n<p>O primeiro grande evento do curso foi realizado no ano de 2011 e chamado de I Encontro Regional de Engenharia de Petr\u00f3leo (I EREP-RS). Este encontro contou com a presen\u00e7a do Ge\u00f3logo e ent\u00e3o Presidente da Petrobras Guilherme de Oliveira Estrella. Tamb\u00e9m em 2011 os primeiros discentes foram enviados para interc\u00e2mbio internacional. Os alunos tiveram oportunidade, atrav\u00e9s do programa governamental Ci\u00eancias sem Fronteiras e do programa Santander Universidades, de cursar parte de suas forma\u00e7\u00f5es em Universidades americanas, canadenses, inglesas, espanholas e portuguesas.<\/p>\n<p>O Cap\u00edtulo Estudantil SPE da Universidade Federal de Pelotas foi criado no ano seguinte, em 2012, sendo este um dos principais pilares do curso de Engenharia de Petr\u00f3leo no contexto do desenvolvimento de atividades de extens\u00e3o e aprimoramento dos discentes.\u00a0 O Cap\u00edtulo j\u00e1 possui 8 (oito) pr\u00eamios, sendo 7 (sete) internacionais, que demonstram a relev\u00e2ncia das a\u00e7\u00f5es e contribui\u00e7\u00f5es realizadas.<\/p>\n<p>Os primeiros Engenheiros de Petr\u00f3leo formados na UFPel sa\u00edram para o mundo do trabalho no ano de 2013 e desde ent\u00e3o o curso vem formando uma m\u00e9dia de 16 engenheiros por ano. Neste mesmo ano, o curso teve o seu primeiro discente selecionado em processo de est\u00e1gio de uma multinacional de servi\u00e7os de petr\u00f3leo.<\/p>\n<p>Uma importante mudan\u00e7a aconteceu no ano de 2014, quando, ap\u00f3s deliberado na reuni\u00e3o do Conselho Universit\u00e1rio do dia 24\/07\/2014, o curso de Engenharia de Petr\u00f3leo da UFPel migrou para o Centro de Engenharias (CEng), se desvinculando do Centro de Desenvolvimento Tecnol\u00f3gico (CDTec) (<u><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ceng\/tecnologia-em-geoprocessamento-e-engenharias-do-petroleo-geologica-passam-a-fazer-parte-do-ceng\/\">https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ceng\/tecnologia-em-geoprocessamento-e-engenharias-do-petroleo-geologica-passam-a-fazer-parte-do-ceng\/<\/a><\/u>). A mudan\u00e7a promoveu a aproxima\u00e7\u00e3o com outros cursos de engenharia da UFPel e o compartilhamento de laborat\u00f3rios de uso comum \u00e0s engenharias. Fato que refor\u00e7ou a necessidade de mudar a sua sede, anteriormente localizada na Pra\u00e7a Domingos Rodrigues, N\u00ba 2 \u2013 Bairro Porto, Pelotas\/RS, 96010-450, para a sede do CEng, na rua Benjamin Constant, N\u00ba 989, Bairro Porto, Pelotas\/RS CEP 96010-020.<\/p>\n<p>No ano de 2020, o curso de Engenharia de Petr\u00f3leo recebeu o seu primeiro discente estrangeiro, atrav\u00e9s do programa institucional Programa de Estudantes-Conv\u00eanio de Gradua\u00e7\u00e3o (PEC-G), ligado ao Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores do Brasil. Atualmente (2021), o Curso de Engenharia de Petr\u00f3leo da Universidade Federal de Pelotas possui um n\u00famero superior a 155 egressos, que atuam em empresas e centros de pesquisas nacionais e internacionais.<\/p>\n<p>Adicionalmente \u00e9 essencial apresentar uma parte do hist\u00f3rico do curso que se refere \u00e0 extens\u00e3o cadastrado como Projeto de Extens\u00e3o na UFPel. J\u00e1 no ano de 2011 houve a cria\u00e7\u00e3o do N\u00facleo de Estudos de Paleontologia e Estratigrafia, coordenado pelas professoras Ana Karina Scomazzon e Karen Adami Rodrigues. O N\u00facleo teve como premissa, desde a sua cria\u00e7\u00e3o, a divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica \u00e0 comunidade e foi um importante consolidador de projetos de pesquisa\/extens\u00e3o por englobar \u00e1reas de conhecimento que conectam a geologia e o petr\u00f3leo. Atualmente ele est\u00e1 sob a coordena\u00e7\u00e3o da professora Camile Urban.<\/p>\n<p>Desde ent\u00e3o outros projetos de extens\u00e3o foram criados pelos docentes do curso e s\u00e3o continuamente desenvolvidos com o objetivo de contribuir com o desenvolvimento socioecon\u00f4mico e socioambiental da regi\u00e3o, que atenderam e atendem princ\u00edpios e objetivos do Plano de Desenvolvimento Institucional da UFPel (Resolu\u00e7\u00e3o CONSUN N\u00ba 66, de 21 de dezembro de 2021), sobretudo nos objetivos estrat\u00e9gicos 4 (Apoiar iniciativas de inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica e de desenvolvimento regional), 8 (Assegurar o equil\u00edbrio entre as a\u00e7\u00f5es do ensino, da pesquisa e da extens\u00e3o) e 9 (Intensificar as rela\u00e7\u00f5es entre UFPel e sociedade).\u00a0 Dentre estes, destacam-se: o projeto Geoci\u00eancias na Escola, em parceria com o Curso de Engenharia Geol\u00f3gica; o Meeting, evento desenvolvido pelo Cap\u00edtulo Estudantil SPE;\u00a0 o Petro-Sul, evento desenvolvido em parceria entre o Cap\u00edtulo Estudantil SPE e o Diret\u00f3rio Acad\u00eamico Karen Adami; e a EnGeoSul, Empresa J\u00fanior desenvolvida em parceria com o Curso de Geoprocessamento, al\u00e9m do <em>The Oil Times<\/em>, jornal do curso. Adicionalmente, destaca-se o perfil comunit\u00e1rio dos discentes do curso, os quais desenvolvem diferentes atividades de voluntariado, como a\u00e7\u00f5es de arrecada\u00e7\u00e3o de alimentos e brinquedos, de doa\u00e7\u00e3o de sangue e engajamento em projetos extensionistas ligados a outros cursos da universidade.<\/p>\n<p>Atualmente, objetiva-se atrav\u00e9s do curso a forma\u00e7\u00e3o de m\u00e3o-de-obra qualificada e aquisi\u00e7\u00e3o das informa\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para impulsionar o progresso da regi\u00e3o junto ao tema. Especificamente, o curso e a Universidade visam contribuir diretamente no desenvolvimento da Bacia de Pelotas. Espera-se que com a expertise e pesquisa desenvolvidas na Universidade e no Curso seja poss\u00edvel contribuir para a compreens\u00e3o e explora\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel da Bacia, gerando um impacto socioecon\u00f4mico significativo para a regi\u00e3o Sul, visto que o desenvolvimento da Bacia de Pelotas atrair\u00e1 investimentos, criar\u00e1 empregos qualificados e fomentar\u00e1 a inova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 style=\"text-align: right;\">Atualizado em 30 de SETEMBRO de 2025<\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hist\u00f3rico do Curso A cria\u00e7\u00e3o do Curso de Engenharia de Petr\u00f3leo na Universidade de Pelotas foi proposta junto ao Programa de Apoio aos Planos de Reestrutura\u00e7\u00e3o e Expans\u00e3o das Universidades Federais \u2013 REUNI, fazendo parte do plano de amplia\u00e7\u00e3o da Universidade. 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