{"id":9184,"date":"2017-02-21T15:30:17","date_gmt":"2017-02-21T18:30:17","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/?p=9184"},"modified":"2017-02-21T15:30:17","modified_gmt":"2017-02-21T18:30:17","slug":"a-importancia-da-lei-de-cotas-em-meio-as-fraudes-na-ufpel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/a-importancia-da-lei-de-cotas-em-meio-as-fraudes-na-ufpel\/","title":{"rendered":"A import\u00e2ncia da Lei de Cotas em meio \u00e0s fraudes na UFPel"},"content":{"rendered":"<p><em>Por: <a href=\"http:\/\/Maiara Marinho\">Maiara Marinho<\/a><\/em><\/p>\n<p>O Brasil tem uma hist\u00f3ria marcada pela coloniza\u00e7\u00e3o. Realidade essa que nos fez viver s\u00e9culos de genoc\u00eddio aos \u00edndios e negros. Com isso, a resist\u00eancia ao estupro, \u00e0 explora\u00e7\u00e3o, \u00e0 coloniza\u00e7\u00e3o dos corpos, das terras e at\u00e9 mesmo do saber, por exemplo, foi a rea\u00e7\u00e3o que esses povos viram necess\u00e1ria para sua pr\u00f3pria sobreviv\u00eancia e por uma sociedade mais igualit\u00e1ria. At\u00e9 chegarmos aos dias de hoje, com alguns avan\u00e7os, negros e negras, no mundo todo, n\u00e3o puderam frequentar escolas e universidades, tinham de viver separadamente das pessoas brancas, temendo a cada momento sofrer ataques e atentados como os recorrentes durante o <em>apartheid<\/em>. Muita coisa mudou por consequ\u00eancia da organiza\u00e7\u00e3o e luta de movimentos negros no mundo todo, no entanto, ainda hoje no Brasil o racismo existe mesmo com mais da metade da popula\u00e7\u00e3o brasileira sendo negra. Dentro das lutas desses movimentos est\u00e3o as pol\u00edticas p\u00fablicas, respons\u00e1veis por reparar o que os grupos de privil\u00e9gio retiram dos pobres, negros\/as, ind\u00edgenas, mulheres, trans e homossexuais, entre tantas outras representatividades oprimidas pela desigualdade social e opress\u00e3o. Assim surgiram tamb\u00e9m as a\u00e7\u00f5es afirmativas, que atuam como reserva de vagas exclusivas em concursos p\u00fablicos, por exemplo, assim como em universidades, tema deste texto.<\/p>\n<p>O projeto <em>Cotas: um di\u00e1logo afirmativo entre a universidade e a escola<\/em> surgiu em 2015 na UFPel, no Departamento de Hist\u00f3ria, coordenado pela professora Alessandra Gasparotto. Desde ent\u00e3o vem sendo respons\u00e1vel por diversas atividades nas escolas p\u00fablicas de Pelotas e regi\u00e3o, bem como com atividades na universidade para ampliar o debate e desconstruir mitos sobre o assunto. Por consequ\u00eancia da divulga\u00e7\u00e3o, estudantes da escola M\u00e1rio Quintana, da rede privada, organizaram um encontro para debater o tema. Segundo Elizabeth Thiel, uma das organizadoras, \u201ca maioria dos meus colegas se posicionam contra as cotas. E se posicionam dessa maneira tamb\u00e9m porque por vezes alguns professores estimulam esse pensamento em aula, afirmando que todos t\u00eam as mesmas condi\u00e7\u00f5es de chegar ao mesmo lugar. J\u00e1 ouvi de uma colega que ningu\u00e9m convenceria ela de que um negro pensa menos que ela, portanto cotas s\u00e3o in\u00fateis. \u00c9 bem triste, a gente acaba arrumando muita briga\u201d. Essa realidade infelizmente n\u00e3o \u00e9 exclusiva da turma da Eliza e tampouco da escola em que ela estuda. Nas escolas p\u00fablicas, nas regi\u00f5es perif\u00e9ricas da cidade e regi\u00e3o, tamb\u00e9m se escuta tal argumento. Na tentativa de possibilitar um espa\u00e7o mais amplo pro debate, Elizabeth e outros estudantes pensaram em \u201ccriar um semin\u00e1rio, com gente que realmente entende do assunto, gente que utiliza as a\u00e7\u00f5es afirmativas, gente que tem propriedade pra falar sobre, para que o debate deixe de ser raso e baseado apenas em &#8216;achismos&#8217;\u201d. Com isso, convidaram diversos representantes da cidade pra falar sobre o tema e alguns integrantes do projeto como a estudante Pietra Dolamita, representando a luta ind\u00edgena e Jos\u00e9 Resende, do movimento negro.<\/p>\n<p>A import\u00e2ncia do debate sobre a tem\u00e1tica tem-se feito fundamental principalmente ap\u00f3s a den\u00fancia do movimento negro da UFPel de que estudantes que n\u00e3o se encaixam nas cotas raciais, estariam se utilizando delas para ingressar no curso de medicina, o mais concorrido da universidade. Ap\u00f3s o caso, a Universidade Federal de Uberl\u00e2ndia tamb\u00e9m foi notificada pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico sobre fraudes. A UFPel foi uma das primeiras universidades do pa\u00eds a criar uma comiss\u00e3o de avalia\u00e7\u00e3o das cotas. Os\/as estudantes processados pelo uso indevido das cotas se basearam no texto da lei em que fala de <em>autodeclara\u00e7\u00e3o<\/em>. A subjetividade do texto possibilitou, com isso, o ingresso de n\u00e3o-negros atrav\u00e9s das cotas raciais. Ainda que a UFPel tenha afastado 24 estudantes em 2016, a justi\u00e7a concedeu liminar para 7 destes estudantes que j\u00e1 retornaram \u00e0s aulas. De fato, as cotas enquanto pol\u00edtica p\u00fablica s\u00e3o necess\u00e1rias em um cen\u00e1rio de exclus\u00e3o social e racismo como no Brasil. Outro problema que se pode enfrentar por consequ\u00eancia das fraudes, al\u00e9m do fato de n\u00e3o serem os\/as negros\/as a ingressarem pelas cotas raciais, \u00e9 a forma como a m\u00eddia tradicional tem tratado esse assunto. Sem jamais mencionar hist\u00f3rias de cotistas ou demonstrar como funciona na pr\u00e1tica, agora noticia as fraudes sem contextualiza\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica. Mas, para o estudante de Hist\u00f3ria da UFPel, Jos\u00e9 Resende, estar dentro da universidade provocando a reflex\u00e3o sobre isso \u00e9 uma tarefa importante. Para ele, quando ingressou na universidade, imaginava que na academia teria a oportunidade de se aproximar da hist\u00f3ria do seu povo. \u201cNo meu imagin\u00e1rio, os cursos em protagonismo de matriz das humanidades, teriam em aberto um discurso muito mais p\u00f3s-estruturalista com embasamento marxista do debate de classes e tamb\u00e9m com os recortes e perspectivas dos grupos exclu\u00eddos de forma mais palp\u00e1vel no curr\u00edculo. Desta forma, saciaria todas minhas curiosidades a respeito da minha hist\u00f3ria, como homem preto, latino, brasileiro, ga\u00facho, refor\u00e7ando dessa forma a minha representatividade. Mas logo de cara, na minha primeira aula, fui v\u00edtima de racismo(naquele momento comecei a refletir a forma estrutural do racismo) e entendi que pra ser preto e sair com diploma n\u00e3o bastava estudar, tinha que lutar e resistir\u201d, afirma o estudante que nos concedeu uma entrevista.<\/p>\n<p><strong>Ser extensionista em um projeto sobre a\u00e7\u00f5es afirmativas \u00e9 uma pr\u00e1tica pol\u00edtica pra ti?<\/strong><\/p>\n<p>A partir do momento em que iniciei o processo de descolonizar minhas ideias, entendi que ser preto \u00e9 um ato pol\u00edtico de resist\u00eancia. Portanto: Sim e sem d\u00favidas que o Projeto Cotas, como projeto de extens\u00e3o que debate pol\u00edticas de a\u00e7\u00f5es afirmativas, alicer\u00e7a a voz da popula\u00e7\u00e3o preta da universidade. Desta forma, sustenta as pautas do movimento e al\u00e9m de debater isso dentro do ambiente acad\u00eamico, trabalha nas escolas de forma externa, compreendendo a ciclicidade da educa\u00e7\u00e3o e como suas ramifica\u00e7\u00f5es est\u00e3o interligadas e n\u00e3o devem segregar-se.<\/p>\n<p><strong>As pol\u00edticas p\u00fablicas de repara\u00e7\u00e3o social para negros e negras necessitam de algumas melhorias. Poderias citar enquanto indiv\u00edduo negro, organizado no movimento social que representa tua hist\u00f3ria, o que \u00e9 mais urgente n\u00e3o s\u00f3 enquanto melhoria nas pol\u00edticas existentes, como tamb\u00e9m de discuss\u00f5es que permeiam a sociedade mas ainda n\u00e3o avan\u00e7aram institucionalmente?<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e3o muitas pautas, mas as que tenho mais contato e considero de extrema urg\u00eancia e cujas quais j\u00e1 participo das modifica\u00e7\u00f5es: a) reestruturar a pol\u00edtica de cotas de forma a n\u00e3o deixar brecha no ingresso das subcotas raciais na autodeclara\u00e7\u00e3o. As cotas foram uma conquista do movimento negro e do f\u00f3rum cotas sim na UFPEL, portanto, para serem usufru\u00eddas pela popula\u00e7\u00e3o preta. b) desconstruir o eurocentrismo curricular, atrav\u00e9s de m\u00e9todos de estudos (grupos, auto-organizados, setoriais) onde possamos trabalhar protagonismo negro nas bibliografias (autores e autoras negros e negras).<\/p>\n<p><strong>O mundo acad\u00eamico \u00e9, muitas vezes, paralelo \u00e0 realidade social. Seus moldes de pesquisa, ensino e extens\u00e3o nem sempre cumprem um papel de responsabilidade social. Levando em considera\u00e7\u00e3o essa realidade, qual a import\u00e2ncia da popula\u00e7\u00e3o negra e pobre ocup\u00e1-lo?<\/strong><\/p>\n<p>Na minha opini\u00e3o \u00e9 para isso que as cotas servem. \u00c9 de suprema import\u00e2ncia a presen\u00e7a da popula\u00e7\u00e3o negra e da deselitiza\u00e7\u00e3o da universidade. Para mudar o que a universidade produz, precisamos diversificar quem a permeia. Quando preto\/a pobre trabalha na universidade, trabalha para a sua pr\u00f3pria realidade social e assim cumpre com o objetivo social da Universidade, que tamb\u00e9m \u00e9 dialogar com o meio. A Universidade deve servir ao seu entorno, fazer parte do ambiente, e n\u00e3o servir como contraste social de um imagin\u00e1rio inalcan\u00e7\u00e1vel.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por: Maiara Marinho O Brasil tem uma hist\u00f3ria marcada pela coloniza\u00e7\u00e3o. Realidade essa que nos fez viver s\u00e9culos de genoc\u00eddio aos \u00edndios e negros. Com isso, a resist\u00eancia ao estupro, \u00e0 explora\u00e7\u00e3o, \u00e0 coloniza\u00e7\u00e3o&#46;&#46;&#46;<\/p>\n","protected":false},"author":587,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[219],"tags":[259],"class_list":["post-9184","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-educacao","tag-maiara-marinho"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p6Xvzq-2o8","jetpack-related-posts":[{"id":4044,"url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/luta-pela-igualdade-em-solo-gaucho-o-racismo-no-rio-grande-do-sul\/","url_meta":{"origin":9184,"position":0},"title":"Luta pela igualdade em solo ga\u00facho: o racismo no Rio Grande do Sul","author":"Em Pauta","date":"22\/06\/2015","format":false,"excerpt":"Por\u00a0Monique Heemann \u00a0 O funcion\u00e1rio p\u00fablico Gilberto Gomes, 67, conhece racismo muito al\u00e9m das defini\u00e7\u00f5es dos dicion\u00e1rios. Entre sorrisos orgulhosos, conta que foi um dos primeiros negros a frequentar o Caf\u00e9 Aqu\u00e1rios, tradicional ponto de Pelotas, no final da d\u00e9cada de 1960. \u201cNingu\u00e9m nunca disse que n\u00e3o deveria entrar, ent\u00e3o\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Geral&quot;","block_context":{"text":"Geral","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/category\/todos\/geral\/"},"img":{"alt_text":"Imagem: Divulga\u00e7\u00e3o","src":"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2015\/06\/brasil3.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":2548,"url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/semana-academica-do-jornalismo-encerra-com-proposta-de-futuros-eventos\/","url_meta":{"origin":9184,"position":1},"title":"Semana Acad\u00eamica do Jornalismo encerra com proposta de futuros eventos","author":"Em Pauta","date":"11\/10\/2014","format":false,"excerpt":"Por Paula Adamoli A 2 \u00ba Semana Acad\u00eamica do curso de jornalismo da Universidade Federal de Pelotas teve como tema\u00a0 \u201c As veias abertas do jornalismo\u201d. Realizada pelo Diret\u00f3rio Acad\u00eamico Euclides da Cunha, foi encerrada com uma proposta de novos eventos e novas semanas acad\u00eamicas. O evento trouxe v\u00e1rias propostas\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Geral&quot;","block_context":{"text":"Geral","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/category\/todos\/geral\/"},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":9306,"url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/pelotas-recebera-a-noite-dos-museus\/","url_meta":{"origin":9184,"position":2},"title":"Pelotas receber\u00e1 a Noite dos Museus","author":"Em Pauta","date":"28\/03\/2017","format":false,"excerpt":"Por: Maiara Peixoto Silva Um projeto para os amantes de arte e para chamar aten\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o em geral. Produzido a partir da primeira edi\u00e7\u00e3o do Note dos Museus no Brasil, que ocorreu na cidade de Porto Alegre, o projeto \u00e9 proposto para realizar um circuito de visita\u00e7\u00e3o a seis\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Cultura e Entretenimento&quot;","block_context":{"text":"Cultura e Entretenimento","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/category\/todos\/culturaeentretenimento\/"},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":8665,"url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/educomunicacao-a-caminho-de-uma-nova-construcao-de-aprendizado\/","url_meta":{"origin":9184,"position":3},"title":"Educomunica\u00e7\u00e3o: a caminho de uma nova constru\u00e7\u00e3o de aprendizado","author":"Em Pauta","date":"24\/09\/2016","format":false,"excerpt":"Por: Maiara Marinho e Estevan Garcia A Educomunica\u00e7\u00e3o \u00e9 uma \u00e1rea h\u00e1 muito utilizada por te\u00f3ricos em seus estudos e suas pr\u00e1ticas. Ismar Soares, professor na Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), tem se debru\u00e7ado na \u00e1rea. Segundo ele, os primeiros educomunicadores foram M\u00e1rio Kapl\u00fan, argentino estudioso da comunica\u00e7\u00e3o educativa, e\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Educa\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Educa\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/category\/todos\/educacao\/"},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":11724,"url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/encontro-internacional-ubuntu-de-arte-negra-em-pelotas\/","url_meta":{"origin":9184,"position":4},"title":"Encontro Internacional Ubuntu de Arte Negra em Pelotas","author":"Em Pauta","date":"11\/11\/2018","format":false,"excerpt":"Por Lunara Duarte Na tradi\u00e7\u00e3o africana, Ubuntu \u00e9 uma express\u00e3o que possui in\u00fameros significados, mas pode-se dizer que h\u00e1 dois que se destacam: \"Humanidade para os outros\" e \"Sou o que sou pelo que n\u00f3s somos\". A origem do termo remonta a uma palavra antiga da l\u00edngua Zulu, pertencente ao\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Cultura e Entretenimento&quot;","block_context":{"text":"Cultura e Entretenimento","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/category\/todos\/culturaeentretenimento\/"},"img":{"alt_text":"Evento destaca a import\u00e2ncia de debater a quest\u00e3o racial na Arte.","src":"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2018\/11\/1-1.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2018\/11\/1-1.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2018\/11\/1-1.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2018\/11\/1-1.jpg?resize=700%2C400&ssl=1 2x, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2018\/11\/1-1.jpg?resize=1050%2C600&ssl=1 3x"},"classes":[]},{"id":8976,"url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/dunascine-da-tecnica-cinematografica-ao-debate-do-bairro\/","url_meta":{"origin":9184,"position":5},"title":"DunasCine: da t\u00e9cnica cinematogr\u00e1fica ao debate do bairro","author":"Em Pauta","date":"23\/10\/2016","format":false,"excerpt":"Por: Maiara Marinho A cultura expressa atrav\u00e9s do cinema, da literatura, do teatro e outras tantas formas de manifesta\u00e7\u00e3o \u00e9 tamb\u00e9m uma ferramenta de constru\u00e7\u00e3o de significados e contribui\u00e7\u00e3o para o imagin\u00e1rio social. Dessa forma, ela \u00e9 feita com alguma inten\u00e7\u00e3o: desde demarcar um espa\u00e7o de privil\u00e9gio at\u00e9 a resist\u00eancia\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Geral&quot;","block_context":{"text":"Geral","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/category\/todos\/geral\/"},"img":{"alt_text":"Foto: Felipi Pimentel","src":"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2016\/10\/Sem-t%C3%ADtulo-38.png?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2016\/10\/Sem-t%C3%ADtulo-38.png?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2016\/10\/Sem-t%C3%ADtulo-38.png?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x"},"classes":[]}],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9184","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/wp-json\/wp\/v2\/users\/587"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9184"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9184\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9185,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9184\/revisions\/9185"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9184"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9184"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9184"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}