{"id":9168,"date":"2017-02-16T17:32:57","date_gmt":"2017-02-16T19:32:57","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/?p=9168"},"modified":"2017-02-16T17:32:57","modified_gmt":"2017-02-16T19:32:57","slug":"ni-una-menos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/ni-una-menos\/","title":{"rendered":"\u2018Ni una menos\u2019"},"content":{"rendered":"<p><em>Por: <a href=\"http:\/\/Maiara Marinho\">Maiara Marinho<\/a><\/em><\/p>\n<p>A origem do dia internacional da mulher \u00e9 contada atrav\u00e9s de diferentes acontecimentos. Para algumas pessoas, esse dia \u00e9 marcado por um inc\u00eandio numa f\u00e1brica nos EUA. Para outras, foi a revolu\u00e7\u00e3o russa, cuja teve como estopim a luta das mulheres. Independente da precis\u00e3o \u2013 ainda que ela seja importante pra historicidade da luta feminista \u2013 o 8 de mar\u00e7o nos faz relembrar das jornadas pesadas e prec\u00e1rias de trabalho em condi\u00e7\u00f5es inferiores \u00e0s dos homens e a importante participa\u00e7\u00e3o das mulheres na luta por seus direitos. Esse dia geralmente \u00e9 marcado por diversas e distintas a\u00e7\u00f5es tanto do poder p\u00fablico, quanto dos movimentos sociais e feministas. Mas esse ano, as pautas e a organiza\u00e7\u00e3o do dia ser\u00e3o um pouco diferentes. Uma greve internacional de mulheres est\u00e1 sendo organizada e o debate gira em torno da luta anticapitalista e da liberta\u00e7\u00e3o da sexualidade. Segundo reportagem do jornal El Pa\u00eds, \u201co protesto internacional \u00e9 inspirado no Dia Livre das Mulheres islandesas de 1975, quando 90% das cidad\u00e3s deixaram seus postos de trabalho em 24 de outubro desse ano para protagonizar uma grande manifesta\u00e7\u00e3o nas ruas do pa\u00eds e marcar um ponto de inflex\u00e3o na luta pela igualdade de direitos\u201d. A proposta surgiu de uma nota feita por lutadoras como Angela Davis e Nancy Fraser, cuja tem como cr\u00edtica central a pol\u00edtica do presidente rec\u00e9m-eleito Donald Trump. A ideia com isso \u00e9 propor uma nova forma de organiza\u00e7\u00e3o na luta com pautas mais objetivas e que reflitam sobre a desigualdade social. Em Pelotas, movimentos sociais, sindicais e feministas j\u00e1 se organizam para as atividades do dia. A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 que as mulheres n\u00e3o produzam no dia 8. A discuss\u00e3o historicamente foi feita defendendo que as mulheres tivessem o direito ao trabalho e com as mesmas condi\u00e7\u00f5es que os homens. No entanto, o neoliberalismo flexibiliza cada vez mais as rela\u00e7\u00f5es trabalhistas e, com isso, n\u00e3o basta a mulher ter um emprego se ele for precarizado e com baixos sal\u00e1rios, por exemplo. O movimento feminista anticapitalista \u00e9 contr\u00e1rio a explora\u00e7\u00e3o pelo trabalho e a desigualdade social. Nesse sentido, a reflex\u00e3o acerca das diferentes mulheres que habitam este mundo que a todas oprime \u00e9 fundamental para entendermos a complexidade do machismo na luta de classes e na manuten\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia contra a mulher.<\/p>\n<p>H\u00e1 poucos dias foi comemorado o Happy Valentine\u2019s Day na Europa e EUA. Essa \u00e9poca \u00e9 a que mais se produz flores na Col\u00f4mbia. L\u00e1, homens e mulheres cultivam\u00a0para que as empresas vendam aos pa\u00edses que comemoram a data. Em uma entrevista realizada para a revista V\u00edrus, uma oper\u00e1ria do cultivo de flores relatou que nessa \u00e9poca, al\u00e9m das extensas e pesadas jornadas de trabalho, as mulheres ainda t\u00eam \u2018a cumprir\u2019 a jornada dom\u00e9stica. Mas, por outro lado, h\u00e1 empresas contratantes apenas de homens, para que, justamente, as outras jornadas das mulheres, n\u00e3o \u2018interfiram\u2019 na colheita que deve ser acelerada. Com emprego, elas sofrem com todas as \u201ctarefas femininas\u201d que a sociedade machista lhes deu. Sem emprego, sofrem com medo da n\u00e3o sobreviv\u00eancia. \u00c9 nesse sentido que se faz importante o recorte de classe e a discuss\u00e3o em torno do neoliberalismo.<\/p>\n<p>O termo \u201cni una menos\u201d \u00e9 fruto das lutas na Argentina, pa\u00eds com alto \u00edndice de viol\u00eancia \u00e0 mulher, mas com um hist\u00f3rico admir\u00e1vel e inspirador de lutas. A chamada de uma greve geral pode ressignificar a organiza\u00e7\u00e3o do movimento feminista e fomentar o debate, al\u00e9m de estimular novas organiza\u00e7\u00f5es. A conjuntura age como a lei da a\u00e7\u00e3o e rea\u00e7\u00e3o: quando o conservadorismo cresce, a revolu\u00e7\u00e3o quer nascer.<\/p>\n<p>Abaixo segue a nota escrita pelas feministas em apoio a greve geral de mulheres no 8 de mar\u00e7o.<\/p>\n<p><strong>Para al\u00e9m do \u201cfa\u00e7a acontecer\u201d: por um feminismo dos 99% e uma greve internacional militante em 8 de mar\u00e7o<\/strong><\/p>\n<p><em>Por Angela Davis, Cinzia Arruzza, Keeanga-Yamahtta Taylor, Linda Mart\u00edn Alcoff, Nancy Fraser, Tithi Bhattacharya e Rasmea Yousef Odeh.<\/em><\/p>\n<p>As grandes marchas de mulheres de 21 de janeiro [nos Estados Unidos] podem marcar o in\u00edcio de uma nova onda de luta feminista militante. Mas qual ser\u00e1 exatamente seu foco? Em nossa opini\u00e3o, n\u00e3o basta se opor a Trump e suas pol\u00edticas agressivamente mis\u00f3ginas, homof\u00f3bicas, transf\u00f3bicas e racistas. Tamb\u00e9m precisamos alvejar o ataque neoliberal em curso sobre os direitos sociais e trabalhistas. Enquanto a misoginia flagrante de Trump foi o gatilho imediato para a resposta maci\u00e7a em 21 de janeiro, o ataque \u00e0s mulheres (e todos os trabalhadores) h\u00e1 muito antecede a sua administra\u00e7\u00e3o. As condi\u00e7\u00f5es de vida das mulheres, especialmente as das mulheres de cor e as trabalhadoras, desempregadas e migrantes, t\u00eam-se deteriorado de forma constante nos \u00faltimos 30 anos, gra\u00e7as \u00e0 financeiriza\u00e7\u00e3o e \u00e0 globaliza\u00e7\u00e3o empresarial. O feminismo do \u201cfa\u00e7a acontecer\u201d* e outras variantes do feminismo empresarial falharam para a esmagadora maioria de n\u00f3s, que n\u00e3o t\u00eam acesso \u00e0 autopromo\u00e7\u00e3o e ao avan\u00e7o individual e cujas condi\u00e7\u00f5es de vida s\u00f3 podem ser melhoradas atrav\u00e9s de pol\u00edticas que defendam a reprodu\u00e7\u00e3o social, a justi\u00e7a reprodutiva segura e garanta direitos trabalhistas. Como vemos, a nova onda de mobiliza\u00e7\u00e3o das mulheres deve abordar todas essas preocupa\u00e7\u00f5es de forma frontal. Deve ser um feminismo para 99% das pessoas.<\/p>\n<p>O tipo de feminismo que buscamos j\u00e1 est\u00e1 emergindo internacionalmente, em lutas em todo o mundo: desde a greve das mulheres na Pol\u00f4nia contra a proibi\u00e7\u00e3o do aborto at\u00e9 as greves e marchas de mulheres na Am\u00e9rica Latina contra a viol\u00eancia masculina; da grande manifesta\u00e7\u00e3o das mulheres de novembro passado na It\u00e1lia aos protestos e greve das mulheres em defesa dos direitos reprodutivos na Cor\u00e9ia do Sul e na Irlanda. O que \u00e9 impressionante nessas mobiliza\u00e7\u00f5es \u00e9 que v\u00e1rias delas combinaram lutas contra a viol\u00eancia masculina com oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 informaliza\u00e7\u00e3o do trabalho e \u00e0 desigualdade salarial, ao mesmo tempo em que se op\u00f5em as pol\u00edticas de homofobia, transfobia e xenofobia. Juntas, eles anunciam um novo movimento feminista internacional com uma agenda expandida \u2013 ao mesmo tempo anti-racista, anti-imperialista, anti-heterossexista e anti-neoliberal.<\/p>\n<p>Queremos contribuir para o desenvolvimento deste novo movimento feminista mais expansivo.<\/p>\n<p>Como primeiro passo, propomos ajudar a construir uma greve internacional contra a viol\u00eancia masculina e na defesa dos direitos reprodutivos no dia 8 de mar\u00e7o. Nisto, n\u00f3s nos juntamos com grupos feministas de cerca de trinta pa\u00edses que t\u00eam convocado tal greve. A ideia \u00e9 mobilizar mulheres, incluindo mulheres trans, e todos os que as apoiam num dia internacional de luta \u2013 um dia de greves, marchas e bloqueios de estradas, pontes e pra\u00e7as; absten\u00e7\u00e3o do trabalho dom\u00e9stico, de cuidados e sexual; boicote e denuncia de pol\u00edticos e empresas mis\u00f3ginas, greves em institui\u00e7\u00f5es educacionais. Essas a\u00e7\u00f5es visam visibilizar as necessidades e aspira\u00e7\u00f5es que o feminismo do \u201cfa\u00e7a acontecer\u201d ignorou: as mulheres no mercado de trabalho formal, as que trabalham na esfera da reprodu\u00e7\u00e3o social e dos cuidados e as desempregadas e prec\u00e1rias.<\/p>\n<p>Ao abra\u00e7ar um feminismo para os 99%, inspiramo-nos na coaliz\u00e3o argentina Ni Una Menos. A viol\u00eancia contra as mulheres, como elas a definem, tem muitas facetas: \u00e9 a viol\u00eancia dom\u00e9stica, mas tamb\u00e9m a viol\u00eancia do mercado, da d\u00edvida, das rela\u00e7\u00f5es de propriedade capitalistas e do Estado; a viol\u00eancia das pol\u00edticas discriminat\u00f3rias contra as mulheres l\u00e9sbicas, trans e queer, a viol\u00eancia da criminaliza\u00e7\u00e3o estatal dos movimentos migrat\u00f3rios, a viol\u00eancia do encarceramento em massa e a viol\u00eancia institucional contra os corpos das mulheres atrav\u00e9s da proibi\u00e7\u00e3o do aborto e da falta de acesso a cuidados de sa\u00fade e aborto gratuitos. Sua perspectiva informa a nossa determina\u00e7\u00e3o de opormo-nos aos ataques institucionais, pol\u00edticos, culturais e econ\u00f4micos contra mulheres mu\u00e7ulmanas e migrantes, contra as mulheres de cor e as mulheres trabalhadoras e desempregadas, contra mulheres l\u00e9sbicas, g\u00eanero n\u00e3o-bin\u00e1rio e trans-mulheres.<\/p>\n<p>As marchas de mulheres de 21 de janeiro mostraram que nos Estados Unidos tamb\u00e9m um novo movimento feminista pode estar em constru\u00e7\u00e3o. \u00c9 importante n\u00e3o perder impulso. Juntemo-nos em 8 de mar\u00e7o para fazer greves, atos, marchas e protestos. Usemos a ocasi\u00e3o deste dia internacional de a\u00e7\u00e3o para acertar as contas com o feminismo do \u201cfa\u00e7a acontecer\u201d e construir em seu lugar um feminismo para os 99%, um feminismo de base, anticapitalista; um feminismo solid\u00e1rio com as trabalhadoras, suas fam\u00edlias e aliados em todo o mundo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por: Maiara Marinho A origem do dia internacional da mulher \u00e9 contada atrav\u00e9s de diferentes acontecimentos. Para algumas pessoas, esse dia \u00e9 marcado por um inc\u00eandio numa f\u00e1brica nos EUA. 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