{"id":8903,"date":"2016-10-15T14:44:45","date_gmt":"2016-10-15T17:44:45","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/?p=8903"},"modified":"2016-10-15T14:44:45","modified_gmt":"2016-10-15T17:44:45","slug":"a-serie-black-mirror-e-o-futuro-distopico-da-era-cibernetica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/a-serie-black-mirror-e-o-futuro-distopico-da-era-cibernetica\/","title":{"rendered":"A s\u00e9rie Black Mirror e o futuro dist\u00f3pico da era cibern\u00e9tica"},"content":{"rendered":"<p><em>Por: <a href=\"http:\/\/Lunara Duarte\">Lunara Duarte<\/a><\/em><\/p>\n<p>Uma das mais not\u00e1veis produ\u00e7\u00f5es da Netflix, o lan\u00e7amento da s\u00e9rie brit\u00e2nica Black Mirror, em 2013, incontestavelmente quebrou paradigmas. De acordo com Charlie Brooker, criador da s\u00e9rie, Black Mirror \u201c\u00e9 aquele [espelho negro] que voc\u00ea encontra em toda parede, em cada mesa, na palma de todas as m\u00e3os: a tela fria e brilhante de uma TV, de um monitor, de um smartphone\u201d, revelou em sua coluna no jornal The Guardian. Uma alus\u00e3o bastante familiar ao nosso contexto hist\u00f3rico.<\/p>\n<p>A s\u00e9rie destacou-se pela elabora\u00e7\u00e3o de um roteiro que abdica de uma das premissas das produ\u00e7\u00f5es cinematogr\u00e1ficas: a linearidade. Em oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 maioria das s\u00e9ries, Black Mirror possui apenas sete epis\u00f3dios, cada um composto por um elenco e hist\u00f3rias diferentes. Apesar da aus\u00eancia de linearidade, a tem\u00e1tica gira em torno da rela\u00e7\u00e3o dos seres humanos com as tecnologias em um futuro dist\u00f3pico, mesclando fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica com os dilemas contempor\u00e2neos.<\/p>\n<p><strong>A era do apogeu cibern\u00e9tico<\/strong><\/p>\n<p>Aqui a depend\u00eancia tecnol\u00f3gica \u00e9 levada \u00e0s \u00faltimas consequ\u00eancias: as rela\u00e7\u00f5es interpessoais passam a ser intermediadas por dispositivos e aplicativos. Tudo \u00e9 mecanizado na cultura de massa (inclusive n\u00f3s!). O que agu\u00e7a ainda mais a curiosidade do expectador \u00e9 o fato de que cada epis\u00f3dio nos convida<\/p>\n<p>a uma reflex\u00e3o distinta sobre os impactos das tecnologias na psique humana. Os personagens, muitas vezes, s\u00e3o dotados de ambiguidade. O expectador n\u00e3o consegue apreender facilmente quem \u00e9 o \u201cvil\u00e3o\u201d e o \u201cmocinho\u201d. E as reviravoltas s\u00e3o arrebatadoras.<\/p>\n<p>O efeito \u201cnarcotizante\u201d das tecnologias provoca infind\u00e1veis questionamentos sobre seus efeitos nocivos. Brooker sentencia: \u201cSe a tecnologia \u00e9 uma droga \u2014 e ela se assemelha a uma droga \u2013, ent\u00e3o quais s\u00e3o, exatamente, seus efeitos colaterais? Essa \u00e1rea, entre o deleite e o desconforto, \u00e9 onde Black Mirror, minha nova s\u00e9rie dram\u00e1tica, est\u00e1 situada.\u201d<\/p>\n<p>Sobre a decis\u00e3o de tornar cada epis\u00f3dio independente, Brooker garante que o objetivo \u00e9 romper com a familiaridade diante dos personagens, cen\u00e1rios e situa\u00e7\u00f5es comuns \u00e0s s\u00e9ries atuais. O expectador \u00e9 estimulado a mergulhar em um mundo levemente diferente e a previsibilidade \u00e9 deixada de lado. Sempre h\u00e1 uma surpresa. E, de fato, a sensa\u00e7\u00e3o que nos causa \u00e9 a de que cada epis\u00f3dio funciona como um filme de aproximadamente 50 minutos, com o roteiro e desfechos irretoc\u00e1veis.<\/p>\n<p>Os epis\u00f3dios \u201c<em>White Christmas<\/em>\u201d, \u201c<em>The Entire Story of You<\/em>\u201d e \u201c<em>Fifteen Million Merits<\/em>\u201d est\u00e3o entre os que surpreenderam a audi\u00eancia. Como os mais chocantes eu destacaria o \u201c<em>The National Anthem<\/em>\u201d ou \u201c<em>White Bear<\/em>\u201d (o que mais me deixou perplexa, particularmente). O <em>Be Right Back<\/em> \u00e9 mais mais melanc\u00f3lico, mas escancara a destrui\u00e7\u00e3o dos relacionamentos afetivos nesse cen\u00e1rio ca\u00f3tico.<\/p>\n<p><strong>Tecnologia e Sociedade do Espet\u00e1culo<\/strong><\/p>\n<p>Outro elemento constitutivo da trama \u00e9 a refer\u00eancia aos realities shows, programas cujos \u00edndices de audi\u00eancia ainda s\u00e3o bastante significativos ao redor do mundo, al\u00e9m dos famosos programas de audit\u00f3rio. Imediatamente, relacionamos a s\u00e9rie aos conceitos do escritor franc\u00eas Guy Debord \u2013 embora em dimens\u00f5es muito mais catastr\u00f3ficas \u2013, na qual o Espet\u00e1culo torna-se um dos alicerces da contemporaneidade.<\/p>\n<p>O Espet\u00e1culo opera como um agravante na trama em virtude da hiperexposi\u00e7\u00e3o dos indiv\u00edduos diante de plateias numerosas e tel\u00f5es. Em alguns epis\u00f3dios, situa\u00e7\u00f5es do cotidiano tornam-se parte do show, de tal modo que n\u00e3o conseguimos distinguir a fronteira entre gestos espont\u00e2neos e calculados. A realidade e o show assumem propor\u00e7\u00f5es astron\u00f4micas (qualquer semelhan\u00e7a com a realidade n\u00e3o \u00e9 mera coincid\u00eancia).<\/p>\n<p><strong>O \u00f4nus e o b\u00f4nus da tecnologia<\/strong><\/p>\n<p>Fato \u00e9 que a tecnologia promoveu in\u00fameros progressos tais como a dissolu\u00e7\u00e3o de fronteiras geogr\u00e1ficas e difus\u00e3o do conhecimento nas redes. J\u00e1 cremos at\u00e9 na \u201cimortalidade\u201d dentro do ambiente virtual (condi\u00e7\u00e3o p\u00f3s-humana na qual os nossos perfis nas redes sociais simbolizariam a extens\u00e3o de nossos corpos), ent\u00e3o qual seria o outro lado desse apogeu tecnol\u00f3gico? Observamos com naturalidade o quanto a intera\u00e7\u00e3o social no mundo &#8220;concreto&#8221; est\u00e1 comprometida devido a presen\u00e7a constante de smarthphones e tablets, mas n\u00e3o conseguimos refletir sobre os danos a longo prazo. Nem ousamos pensar com criticidade sobre isso.<\/p>\n<p>A mensagem transmitida n\u00e3o se resume a uma vis\u00e3o meramente &#8220;tecnof\u00f3bica&#8221; (de avers\u00e3o \u00e0s tecnologias), n\u00e3o h\u00e1 apenas a tentativa de demoniz\u00e1-las, e sim v\u00ea-las como um instrumento fruto de uma engenharia social, que tanto pode ser usada para o bem como para o mal. As tecnologias n\u00e3o nos corrompem, n\u00f3s \u00e9 que as corrompemos em benef\u00edcio pr\u00f3prio. N\u00e3o podemos exaltar o expans\u00e3o tecnol\u00f3gica sem avaliar as consequ\u00eancias futuras. \u00c9 disso que Black Mirror trata.<\/p>\n<p>Visualmente a s\u00e9rie tamb\u00e9m n\u00e3o decepciona. Com a produ\u00e7\u00e3o, atua\u00e7\u00f5es e fotografia que dialogam com o que est\u00e1 sendo exibido, em pouqu\u00edssimo tempo nos sentimos cativados pelo enredo. Os movimentos de c\u00e2mera \u00e0s vezes fazem com que acreditemos que n\u00f3s mesmos estamos &#8220;filmando&#8221; os personagens com a c\u00e2mera dos nossos celulares.<\/p>\n<p>A Netflix acaba de lan\u00e7ar o trailer da terceira temporada. A s\u00e9rie retorna agora em outubro com seis novas tramas. Vale a pena conferir!<\/p>\n<p>Faixa indicativa: 16 anos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por: Lunara Duarte Uma das mais not\u00e1veis produ\u00e7\u00f5es da Netflix, o lan\u00e7amento da s\u00e9rie brit\u00e2nica Black Mirror, em 2013, incontestavelmente quebrou paradigmas. 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