{"id":8826,"date":"2016-10-04T14:57:55","date_gmt":"2016-10-04T17:57:55","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/?p=8826"},"modified":"2016-10-04T14:58:49","modified_gmt":"2016-10-04T17:58:49","slug":"citros-de-mesa-sao-reaproveitados-para-producao-de-sucos-e-geleias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/citros-de-mesa-sao-reaproveitados-para-producao-de-sucos-e-geleias\/","title":{"rendered":"Citros de mesa s\u00e3o reaproveitados para produ\u00e7\u00e3o de sucos e geleias"},"content":{"rendered":"<p><em>Por: <a href=\"http:\/\/Larissa Teixeira Medeiros\">Larissa Teixeira Medeiros<\/a><\/em><\/p>\n<p>O Rio Grande do Sul produz mais de quinhentas mil toneladas de citros de mesa por ano. Mas esse volume todo nem sempre chega ao consumidor, que \u00e9 bastante exigente. Devido a problemas comuns na produ\u00e7\u00e3o, alguns frutos sofrem danos ou n\u00e3o ganham o tamanho necess\u00e1rio. Assim, deixam de atender \u00e0s demandas do mercado e acabam descartados, mesmo aptos para o consumo.<\/p>\n<p>S\u00e3o laranjas, bergamotas, limas, lim\u00f5es e outras frutas c\u00edtricas. Cada uma delas \u00e9 colhida em uma \u00e9poca diferente do ano. E da mesma forma que produzem em per\u00edodos diferentes, tamb\u00e9m podem ter finalidades diferentes. As de melhor apar\u00eancia s\u00e3o \u201cde mesa\u201d. As demais, processadas e, viram sucos e geleias. Nesse caso, o interesse \u00e9 por plantas com safra longa, grande produtividade de frutos e alto rendimento de suco.<\/p>\n<p>Entretanto, chuvas, ventos e outras altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, al\u00e9m de um manejo mal feito, interferem no desenvolvimento desses frutos, que podem receber marcas e, at\u00e9 mesmo, n\u00e3o se desenvolverem bem. Quando isso acontece, os de mesa perdem valor entre os consumidores, preocupados apenas com a apar\u00eancia dos frutos, e acabam descartados, na maioria das vezes, sem necessidade.<\/p>\n<p>O pesquisador da Embrapa Clima Temperado Roberto Pedroso, realiza estudos na \u00e1rea h\u00e1 v\u00e1rios anos e explica algumas quest\u00f5es sobre o problema: \u201c\u00c9 normal um descarte da produ\u00e7\u00e3o da ordem de 20%, porque s\u00e3o frutos que n\u00e3o t\u00eam o padr\u00e3o exigido para comercializa\u00e7\u00e3o. E, essas perdas, em anos em que podem ocorrer alguns fen\u00f4menos ambientais, podem chegar a at\u00e9 60%. Esses frutos, se voc\u00ea for pensar no mercado de citros de mesa, teriam que ser descartados, mas uma boa parte deles pode ser utilizada como uma fonte adicional de renda. Ou o produtor produzindo os pr\u00f3prios subprodutos, que seriam geleias e sucos, ou vendendo para empresas que tenham essa finalidade\u201d.<\/p>\n<p>A Embrapa Clima Temperado j\u00e1 recomendou em torno de 50 cultivares de citros para todo o estado. A mais produzida \u00e9 a Okitsu, uma bergamota que n\u00e3o possui sementes e nem cheiro forte. \u00c9 uma fruta precoce, sendo colhida nos meses de mar\u00e7o e abril, e bastante utilizada na regi\u00e3o, como por exemplo para a produ\u00e7\u00e3o de sucos. \u201cOs frutos dessas cultivares nunca foram utilizados para fins industriais, mas hoje em dia, se pensando em sucos ou geleias varietais, se abriria esse mercado de produtos diferenciais. O fato desses citros de mesa recomendados pela Embrapa, a maioria desses cultivares, n\u00e3o apresentarem sementes traz in\u00fameras facilidades na extra\u00e7\u00e3o do suco, na produ\u00e7\u00e3o da geleias, entre outros. No caso das geleias d\u00e1 para fazer com gomos inteiros. S\u00e3o muitas facilidades nesse sentido\u201d, completa Pedroso.<\/p>\n<p>O citros de mesa chega a valer de 4 a 6 vezes mais <em>in natura<\/em>. Mas, quando n\u00e3o pode ser comercializado, o processamento garante rentabilidade sobre o que seria descartado. E o lucro pode ser ainda maior se o produtor fizer isso diretamente na propriedade. \u201cNormalmente o mercado <em>in natura<\/em> aceita pagar o valor mais elevado. Se o mercado de processamento pagasse t\u00e3o caro, o produto industrial teria um pre\u00e7o muito maior e at\u00e9 invi\u00e1vel\u201d, explica Pedroso.<\/p>\n<p>E \u00e9 exatamente isso que est\u00e1 fazendo o Seu Bira. No interior de Pelotas, ele processa diversas frutas na sua agroind\u00fastria de sucos e geleias, e os citros, como a bergamota, entram como op\u00e7\u00e3o. \u201cFrutas que apresentam todas as caracter\u00edsticas, entre elas um aspecto especial,\u00a0mas que nem por isso elas podem, pelo fato de num dado momento n\u00e3o terem um aspecto t\u00e3o bonito para a mesa, perder a condi\u00e7\u00e3o de serem belos produtos para uso industrial\u201d, comenta seu Bira a respeito dos produtos. O processo para o feitio do suco come\u00e7a mergulhando a fruta em \u00e1gua com cloro durante dez minutos. Depois disso, a tampa da bergamota \u00e9 cortada e o fruto \u00e9 posto em um processador. O suco que sai dessa m\u00e1quina passa para a despolpadeira, retirando excessos de polpa. Depois desses procedimentos, o suco \u00e9 aquecido, engarrafado e colocado em banho-maria por 10 minutos em \u00e1gua com cloro.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2016\/10\/Sem-t\u00edtulo-5.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-8828\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2016\/10\/Sem-t\u00edtulo-5-424x240.png\" alt=\"sem-titulo\" width=\"424\" height=\"240\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2016\/10\/Sem-t\u00edtulo-5-424x240.png 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2016\/10\/Sem-t\u00edtulo-5-212x120.png 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2016\/10\/Sem-t\u00edtulo-5.png 567w\" sizes=\"auto, (max-width: 424px) 100vw, 424px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><em>A agroind\u00fastria Quinta Martins funciona na zona rural de Pelotas. Foto: Yago Moreira<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: left\">\u201cE a tangerina est\u00e1 alinhada nisso. Existem tangerinas que n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o grandes, existem tangerinas que podem ter qualquer imperfei\u00e7\u00e3o na casca, por exemplo, e que n\u00e3o deixam, por isso, de serem excelentes mat\u00e9rias-primas industriais, tanto para sucos quanto para geleias\u201d, refor\u00e7a seu Bira a respeito da qualidade das frutas. E al\u00e9m do processamento, Seu Bira aproveita at\u00e9 o que seria jogado no lixo ap\u00f3s a produ\u00e7\u00e3o do suco. As cascas v\u00e3o para um minhoc\u00e1rio e se tornam h\u00famus, servindo de adubo org\u00e2nico para os pomares. E dos caro\u00e7os das frutas \u00e9 extra\u00eddo \u00f3leo ou viram aditivo na lenha para lareira. Nada \u00e9 jogado fora.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2016\/10\/Sem-t\u00edtulo-6.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-8829\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2016\/10\/Sem-t\u00edtulo-6-424x240.png\" alt=\"sem-titulo\" width=\"424\" height=\"240\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2016\/10\/Sem-t\u00edtulo-6-424x240.png 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2016\/10\/Sem-t\u00edtulo-6-212x120.png 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2016\/10\/Sem-t\u00edtulo-6.png 566w\" sizes=\"auto, (max-width: 424px) 100vw, 424px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><em>Em algumas safras, dependendo dos fen\u00f4menos clim\u00e1ticos que ocorrerem, os danos \u00e0 produ\u00e7\u00e3o podem chegar a at\u00e9 60%. Foto: Henrique Cerqueira<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: left\">Al\u00e9m do Seu Bira, h\u00e1 outro tipo de trabalho com esses citros em pelotas. A dona On\u00e9lia produz v\u00e1rios tipos de doces e geleias artesanais na \u201cDoces da On\u00e9lia\u201d, tamb\u00e9m em Pelotas. Mesmo se localizando no Rio Grande do Sul, vende doces para todo o Pa\u00eds. Ela experimenta diferentes cultivares (melhoramento de variedades) nos doces, como a Okitsu, diversificando o sabor dos produtos que vende. \u201cQuase todas as frutas viram doce. Esse tipo de bergamota tu faz geleia. E fica boa a geleia! E d\u00e1 pra fazer ela em gomos tamb\u00e9m. Faz uma calda, depois desmancha os gomos e coloca no vidro: \u00e9 uma conserva de bergamotas!\u201d, conta dona On\u00e9lia a respeito das possibilidades de cria\u00e7\u00e3o com as cultivares de citros.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\">Esses dois casos s\u00e3o exemplos de como aproveitar frutas que n\u00e3o precisam ser jogadas fora. Al\u00e9m disso, contribuem para um mundo mais sustent\u00e1vel e solucionam problemas na produ\u00e7\u00e3o, ajudando tanto quem produz, quanto quem compra, seja para uso industrial ou consumo pessoal.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por: Larissa Teixeira Medeiros O Rio Grande do Sul produz mais de quinhentas mil toneladas de citros de mesa por ano. 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